Áreas verdes preservadas ajudam a proteger recursos naturais e melhorar a qualidade de vida nas comunidades
As áreas verdes preservadas pela Vale em municípios da região Central de Minas têm contribuído para a conservação ambiental e para a qualidade de vida das comunidades
Fonte: Vale
As áreas verdes preservadas pela Vale em municípios da região Central de Minas têm contribuído para a conservação ambiental e para a qualidade de vida das comunidades. Juntas, as áreas localizadas em Congonhas, Belo Vale, Jeceaba e Itabirito somam mais de 8 mil hectares preservados, entre reservas legais, áreas de compensação ambiental e Reservas Particulares do Patrimônio Natural, as RPPNs.
Em Itabirito, por exemplo, são mais de 5,6 mil hectares de áreas preservadas, o equivalente a mais de 5 mil campos de futebol. Já em Congonhas, o total chega a 1.455 hectares. Belo Vale conta com 593 hectares preservados e Jeceaba soma 434 hectares de áreas protegidas.
Esses espaços ajudam a conservar nascentes, córregos e a vegetação nativa, além de servirem de abrigo para diferentes espécies da fauna e da flora. Na prática, a preservação contribui para proteger o solo, melhorar a qualidade da água e ajudar no equilíbrio climático das regiões.
Segundo Jorge Falrene, gerente de gestão física de imóveis não operacionais da Vale, preservar essas áreas é uma forma de cuidar do território e das pessoas. “Essas áreas ajudam a conservar a água, evitar a erosão do solo e garantir abrigo para a fauna e a flora. Na prática, isso significa mais qualidade da água, equilíbrio ambiental e melhores condições para as comunidades ao redor”, destaca.
Além da preservação ambiental, as áreas também contribuem para atividades de lazer, convivência e bem-estar, fortalecendo a relação das comunidades com o meio ambiente e incentivando o cuidado com as próximas gerações.






