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Noticiário Resumido elaborado pela Gestão do Conhecimento da Aços Villares
para a ABM.
15/05/2008
 Diversos
Brasil: Dom Cabral entre as melhores escolas globais. A Fundação Dom Cabral (FDC), especializada na educação de executivos, aparece na 16ª posição no ranking das melhores escolas de negócios do mundo divulgado anualmente pelo jornal britânico Financial Times. É a melhor posição já alcançada por uma instituição brasileira no ranking geral. No 1º lugar ficaram empatadas a Harvard Business School (EUA) e a suíça IMD. A FDC ficou empatada com a IE Business School (Espanha) e com a London Business School (Inglaterra), e à frente do consagrado MIT (EUA), que ficou na 19ª posição.



(Ana Paula Lacerda, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Diversos
 Siderúrgicas

Luxemburgo: A ArcelorMittal anunciou que planeja aumentar sua produção em 2/3 para 200 Mt/ano a longo prazo. Um aumento de cerca de 30 Mt/ano ocorrerá através de expansões de unidades Brownfield. "Nós identificamos 1 projeto Greenfield na Índia e há também prospectos para novas plantas na China e em outro país da Ásia", informou Yves Koeberle, executivo da empresa. A ArcelorMittal utiliza 150 Mt/ano de minério de ferro em suas plantas siderúrgicas, cerca de 10% da demanda mundial, adquiridas de 60 fornecedores. Entretanto, a empresa busca produzir mais de 70% do minério de ferro que utiliza, ante as 45% atuais visando se proteger contra os aumentos de preços. Em 2008, a empresa espera atingir uma produção de 120 Mt/ano.



(SteelGuru, 15/05/08)

Siderúrgicas

Brasil: No 1º trimestre de 2008, as vendas de aços para o mercado interno foram de 5,578 Mt (+22,4% ano a ano), de acordo com o IBS. No mesmo período, a venda de laminados aumentou 21,8% ante igual período do ano passado, para 5,389 Mt, dos quais 3,229 Mt (+18,5% ano a ano) foram de aços planos e 2,159 Mt (+27,3% ano a ano) de aços longos. As vendas de semi-acabados foram de 189.500 t (+42,8% ano a ano), as vendas de placas foram de 99.200 t (+52,6% ano a ano) e a de blocos e tarugos foram de 90.300 t (+33,4% ano a ano). As vendas externas no trimestre diminuíram 10,5%, para 2,347 Mt, com faturamento de US$ 1,551 bilhão (-2,5% ano a ano). O recuo das exportações foi puxado pelos laminados, que diminuíram 33,1% no período, para 970.700 t.



(Valor, 15/05/08)

Siderúrgicas

Brasil: A ThyssenKrupp deve aumentar o orçamento para a construção da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), Rio de Janeiro. O start-up da usina deve atrasar até 6 meses em relação ao planejado. A empresa também elevou a previsão de gastos para uma usina que está construindo nos EUA. A ampliação dos investimentos se deve principalmente às despesas adicionais para trabalhos auxiliares na CSA, informou a ThyssenKrupp. "Outras razões para o aumento do orçamento incluíram aumentos de preços tanto no mercado interno de construção civil como nos mercados internacionais de equipamentos, bem como a otimização do trabalho técnico", explicou a empresa. O adiamento do início das operações foi atribuído à "aceleração da demanda mundial por bens de capital (máquinas e equipamentos)", que causou atrasos por parte dos fornecedores.



(Agência Estado, 15/05/08)

Siderúrgicas

África do Sul: A ArcelorMittal South Africa prevê que sua produção de aços pode ser reduzida em 58.000 t no 2º trimestre de 2008, e em 300.000 t em 2008 devido ao déficit de energia elétrica. Apesar da queda de produção, o faturamento no 1º trimestre aumentou 31% ante o mesmo período de 2007. A fim de resolver o problema de falta de energia, a empresa está construindo duas plantas de geração de energia com start-up programado para 2011.



(Yieh, 15/05/08)

Siderúrgicas

China: A Angang Steel planeja construir uma planta siderúrgica na Província de Fujian, após os projetos da Baosteel e Wisco, nas Províncias de Guangdong e Guangxi, terem sido aprovados. A nova unidade teria capacidade de produzir 10 Mt/ano de aços. O acordo geral do projeto foi assinado em junho de 2006 entre o governo da Província e a empresa. As autoridades de Fujian anunciaram que a cidade de Ningde é adequada para a construção do projeto. Em 2005, a Angang propôs construir uma unidade com capacidade de produzir 1 Mt/ano de fio-máquina em Ningde. Entretanto, esse projeto foi cancelado. A Província de Fujian produziu 5,844 Mt/ano de aços em 2007, entretanto, sua demanda estimada foi de 13 Mt/ano.



(SteelGuru, 14/05/08)

Siderúrgicas

China: De acordo com uma pesquisa realizada pela Mysteel, as maiores siderúrgicas chinesas planejam produzir 7,482 Mt de bobinas laminadas a quente nesse mês (-3,7% mês a mês). Dentre essas siderúrgicas, encontram-se: Baosteel com 510.000 t, Taiyuan Steel com 440.000 t, Anshan Steel com 420.000 t, Rizhao Steel com 320.000 t, Meishan Steel com 300.000 t, Tangshan Steel com 300.000 t, Maanshan Steel com 280.000 t, Benxi Steel com 280.000 t, Wuhan Steel com 280.000 t, Shougang com 270.000 t, Shagang com 210.000 t, Tonggang com 200.000 t, Anyang Steel com 200.000 t, Guofeng Steel com 180.000 t, Liuzhou Steel com 180.000 t, Handan Steel com 170.000 t e Ganglu Steel com 130.000 t.



(SteelGuru, 14/05/08)

Siderúrgicas

EUA/Grécia: A Nucor anunciou que assinou um memorando de entendimento com a siderúrgica Sidenor-Grécia SA (não possuindo qualquer relação com a Sidenor-Espanha) referente a aquisição de 34% na participação de uma nova JV. A nova empresa será formada para a produção e distribuição de aços longos e chapas grossas nos países da região dos Balcãs, Chipre e África do Norte. A nova JV incluirá todas as atividades siderúrgicas da Sidenor, excluindo as atividades e instalações de Corinth Pipe Works.



(SteelGuru, 15/05/08)

Siderúrgicas

Europa: A ArcelorMittal aumentará os preços de seus aços planos na região a partir do 3º trimestre de 2008. A empresa não forneceu maiores informações sobre o novo reajuste, mas, estima-se que o preço base das bobinas laminadas a quente passará a EUR 720/t. As bobinas laminadas a frio e galvanizadas também serão reajustados. As siderúrgicas estão tentando repassar os aumentos dos preços das matérias-primas, informou a empresa.



(MetalBulletin, 14/05/08)

Siderúrgicas

Índia: A JSW Steel divulgou seus resultados de produção referentes ao mês de abril de 2008. A produção de aço bruto foi de 280.000 t (+14% ano a ano). A produção de aços laminados planos foi de 230.000 t (+9% ano a ano) e a de aços longos foi de 30.000 t (+33% ano a ano). A empresa informou que esses resultados incluem a produção de sua planta localizada em Salem.



(SteelGuru, 15/05/08)

Siderúrgicas

Índia: A Steel Authority of India Limited (Sail) planeja iniciar a construção de uma nova laminação de vergalhões no próximo mês. A unidade será localizada na cidade de Kangra, Himachal. O investimento estimado é de US$ 24 milhões.



(SteelGuru, 15/04/08)

Siderúrgicas

China: A Xilin Steel Group planeja aumentar sua capacidade de produção de aço bruto para 3 Mt/ano. "Nosso grupo (incluindo Acheng Steel) espera aumentar sua capacidade de produção de aço bruto de 2 Mt/ano para 3 Mt/ano.", informou um oficial da empresa. A Xilin Steelopera 4 alto fornos. Com investimento total de US$ 30 milhões, a construção do novo alto forno foi iniciada no mês de outubro de 2007 e tem sido conduzida por uma subsidiária da China Metallurgical Construction Group. A produção teste deve ser iniciada em dezembro de 2008. A empresa produz, principalmente, aços longos incluindo perfis, fio máquina e vergalhões.



(MetalBulletin, 14/05/08)

Siderúrgicas

Irã: A Middle East Steel Kavir Co, JV entre Irã e Omã, finalizará um contrato turn-key com a turca Murat Machine, referente a construção de uma nova laminação. A planta será localizada no nordeste do País e tem start-up programado para o mês de julho de 2009. Alguns equipamentos serão fornecidos por empresas européias, como a Siemens VAI. Com a finalização da 1ª fase do projeto, a laminação terá uma capacidade de produzir 300.000 t/ano de aços longos, incluindo vergalhões, perfis e cantoneiras. A empresa negocia com fornecedores estrangeiros e busca parceiros para construir uma planta de pelotização, uma unidade produtora de DRI e uma aciaria, a serem finalizadas em 36 meses.



(MetalBulletin, 13/05/08)

Siderúrgicas

Mundo: A SteelBenchmarker informa 4 preços benchmark para HRC em relação a duas semanas atrás. Nos EUA, US$ 1.154/t FOB, aumento de US$ 57/t, Resto do Mundo, US$ 1.024/t FOB, aumento de US$ 29/t, Europa Ocidental, US$ 1.088/t ex-works, aumento de US$ 22/t, China, US$ 697/t ex-works, aumento de US$ 26/t.



(SteelBenchmarker, 15/05/08)

Siderúrgicas

Rússia: A Amurmetall planeja aumentar sua produção de aço bruto para 2 Mt/ano. Essa expansão ocorrerá através da construção de duas novas linhas de produção, incluindo o start-up de 1 EAF programado para o mês de outubro de 2008. Além disso, a empresa planeja aumentar a capacidade de produção de seu 1º EAF para 1 Mt/ano. A Amurmetall produz aços laminados de seções circular e hexagonal, vergalhões, billets de aços ao carbono e baixa liga.



(Yieh, 15/05/08)

Siderúrgicas

Turquia: Devido aos aumentos de preços dos billets, os produtores de vergalhões do País estão diminuindo suas produções. Atualmente, o preço de importação de billets na Turquia é de US$ 1.000/t FOB e os preços de exportação dos vergalhões superam US$ 1.200/t.



(SteelGuru, 15/05/08)

Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: A Volkswagen inaugura um centro virtual de desenvolvimento na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com um investimento de R$ 4,2 milhões. Será o 2º centro mais avançado da marca, comparado apenas ao da matriz, na Alemanha. Com ele, a montadora reduz o tempo dos projetos, que atualmente levam em média 5 anos para serem concluídos. O novo centro de desenvolvimento, reforça a tendência de nacionalização da produção das montadoras. Quase 40 novos veículos estão sendo criados e desenvolvidos no País. Segundo Gerson Barone, gerente de Design da montadora, há planos de criar 2 novos modelos por ano até 2012. Colocá-los no mercado dependerá da viabilidade econômica.



(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Automotivas
Brasil: Neste mês, a nova fábrica de tratores da John Deere, em Montenegro (RS), que recebeu investimento de US$ 220 milhões, elevou sua produção diária para 40 unidades, o que representa 60% de utilização da capacidade instalada. Em 2010, a expectativa é atingir a capacidade plena, de 15.000 unidades/ano, trabalhando em 2 turnos. Para dar suporte a operação será necessário aumentar em 20% o quadro atual de 715 funcionários, dos quais 400 estão diretamente ligados à produção. A montadora destinou US$ 30 milhões à fábrica de Horizontina, que se dedicará exclusivamente à montagem de colheitadeiras e plantadeiras.



(Roberto Hunoff, Autodata,14/05/08)
Automotivas
Brasil: A Renault no País, encerrou 2007 com um lucro líquido de R$ 169,5 milhões. Segundo o balanço financeiro da montadora, um conjunto de fatores pesou para uma reversão de resultados, incluindo uma significativa melhora nas suas operações e o cancelamento de uma dívida de juros sobre empréstimo, concedido pela matriz, na França. A expansão do mercado interno de veículos também beneficiou os resultados da montadora.



(Automotive Business, 14/05/08)
Automotivas
EUA: Segundo analistas do setor, a GM precisa levantar US$ 9 bilhões nos próximos 2 anos para refinanciar dívida e deverá procurar recursos financeiros extras para enfrentar gargalos operacionais e aumentos nos preços das commodities. Até 2010, a montadora, terá de refinanciar cerca de US$ 8,7 bilhões em dívidas, além de captar recursos financeiros adicionais de US$11 bilhões. A montadora, provavelmente diminuirá sua liquidez devido a perdas no mercado norte-americano e custos de reestruturação. Ao longo dos últimos 3 anos, a montadora, obteve perdas em torno de US$ 51 bilhões, e reconheceu, que provavelmente necessitará recursos adicionais na 2ª metade de 2008, caso não haja recuperação nas vendas do mercado interno.



(Automotive News, 14/05/08)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Câmbio derruba volume exportado. O País registrou queda de volume exportado de produtos básicos, semimanufaturados e manufaturados, no 1º trimestre do ano. Na comparação com períodos semelhantes, esta foi a 1ª redução generalizada desde 2002. Na média, o recuo foi de 4,79%. O dado consta de levantamento feito pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). De janeiro a março, a quantidade exportada de produtos básicos caiu 4,39%, de semimanufaturados, 3,36%, e manufaturados, 9,26%. Em 2007, por exemplo, só os semimanufaturados (como celulose, ferro, placas de aço, alumínio e açúcar bruto) registraram queda.



(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
Brasil: Dia 14/05/08: Dólar fechou em alta de 0,36% a R$ 1,663. O Ibovespa fechou em baixa de 0,68% aos 70.026 pontos. O Risco país fechou estável aos 205 pontos. O Global 40 fechou em baixa de 0,04% aos 136% do seu valor de face. O A-Bond fechou em baixa de 0,22% aos 113.75% do seu valor de face. O índice Dow Jones em alta de 0,51% aos 12.897 pontos e o Nasdaq, em alta 0,06% aos 2.496 pontos. O Euro fechou em alta de 0,73% aos R$ 2,588.



(Valor Online, 14/05/08; Gazeta Mercantil, 14/05/08)
Econômicas
Brasil: Além da queda dos volumes físicos das exportações, o País precisa enfrentar um problema: o preço médio dos produtos que importa é muito mais alto do que o das mercadorias que vende ao mercado internacional. No caso dos produtos básicos, o preço médio da tonelada importada foi de US$ 392,50 no 1º trimestre deste ano, 162,31% acima do valor médio das exportações. "É como se importássemos produtos mais nobres e exportássemos itens com menor agregação de valor", diz o presidente da AEB, José Augusto de Castro. O quadro se repete em outras categorias de produtos. O preço médio dos manufaturados importados foi de US$ 2.358,72 no 1º trimestre, 37,57% superior ao custo médio dos itens exportados no mesmo período de 2007. Para os semimanufaturados, a diferença é de 37,93%.



(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
Brasil: Grau de investimento preocupa exportadores, pois a valorização do real reduz a competitividade no exterior. Para o presidente da Apex, agência do governo que promove exportações e investimentos, Alessandro Teixeira, a maior entrada de investimento estrangeiro reforça a tendência de alta da moeda. O temor é compartilhado por economistas e setores com forte viés exportador. Negociar com o comprador em euro e não em dólar, vender produtos mais sofisticados, entrar em novos países e disputar o mercado interno são algumas das estratégias que as empresas estão adotando para reduzir riscos.



(Vera Dantas e Andrea Vialli, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
Brasil: Criação do fundo soberano é equívoco, dizem economistas. Segundo o economista da MB Associados, Sérgio Vale, a situação fiscal do Brasil não é tão confortável para sair comprando dólar no mercado com o objetivo de financiar empresas no exterior, o que tende a aumentar o endividamento do País. "Além disso, o BNDES já tem uma linha de crédito com taxas baixas para essa finalidade", diz Vale. Na avaliação do sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Nathan Blanche, o governo está inventando outro nome para uma política setorial. "O governo está escolhendo para quem dar o dinheiro nas mesmas condições de um banco privado. Isso é péssimo para o País." O certo, diz Blanche, seria avaliar cada empresa, ver sua capacidade de pagamento e aí, sim, financiá-la. Outro argumento do economista é que, se o fundo der certo, as empresas vão exportar mais e trazer mais dólares para o País. Isso significa valorização do real, o oposto do objetivo do fundo soberano.



(Renée Pereira, Luciana Xavier e Lucinda Pinto, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
Brasil: O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que as novas condições de financiamento anunciadas pelo governo no âmbito da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), devem entrar em vigor em no máximo 45 dias. Coutinho afirmou que a rede bancária, que faz a intermediação das operações entre o BNDES e as empresas, será informada já nos próximos dias sobre as facilidades propostas pelas medidas da política industrial para que os novos empréstimos já sejam concedidos nessas condições. O presidente do BNDES disse também que a instituição deve captar recursos no exterior para poder atender às demandas de financiamentos nas áreas de indústria e serviços e de infra-estrutura nos próximos anos.



(Anne Warth, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
Brasil: De acordo com o Anuário de Competitividade Mundial (WCY) de 2008, produzido pelo Instituto IMD com o apoio da Fundação Dom Cabral, o Brasil subiu 6 posições e alcançou a 43ª posição no ranking dos países mais competitivos do mundo. A lista conta com 55 nações. O anuário é uma ferramenta que mede a capacidade que um país tem de oferecer às empresas um ambiente saudável de concorrência e crescimento. Para a elaboração do ranking, são levados em conta 323 indicadores. Metade deles são estatísticos e dizem respeito a índices como crescimento da economia, controle inflacionário e nível de emprego. Os outros 50% são qualitativos, calculados com base em entrevistas realizadas com empresários de cada país. A ascensão brasileira é destacada pelo IMD, considerado a melhor escola de administração do mundo. Segundo o professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, isso se deve sobretudo a fatores conjunturais, já que o Brasil conseguiu melhorar tanto em seus indicadores como na avaliação do empresariado. Internamente, o País alcançou a estabilidade econômica, conquistando a confiança e despertando o otimismo dos empresários. Na relação com o mercado internacional, soube tirar proveito de alguns fatores que lhe favoreciam, como a desvalorização do dólar, para importar mais e investir em sua capacidade produtiva, por exemplo.



(Jamil Chade e José Henrique Lopes, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
EUA: Alimentos têm a maior alta nos EUA desde 1990. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos EUA subiu 0,2% em abril e ficou dentro das projeções dos analistas. Em março, o indicador havia avançado 0,3%. O núcleo do IPC, que exclui os itens alimentação e energia, avançou 0,1%, abaixo da expectativa dos especialistas, que era de 0,2%. Em compensação, os preços dos alimentos subiram 0,9%, maior elevação desde 1990. Em relação ao mesmo mês de 2007, o item aumentou 5,1%.



(O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
EUA: A agência de classificação de risco Fitch divulgou um relatório no qual avalia que as perdas totais do mercado com ativos relacionados às hipotecas de alto risco (subprime) dos EUA estão em US$ 400 bilhões, "embora as projeções possam se mostrar de até US$ 550 bilhões, dependendo do método de cálculo utilizado". Cerca de 50% dessas perdas, ou seja, entre US$ 200 bilhões e US$ 275 bilhões, foram registradas por bancos, enquanto o restante foi contabilizado por instituições financeiras que atuaram como avalistas, além de seguradoras, administradores de recursos e fundos hedge. Nas contas da Fitch, até agora, os bancos já contabilizaram em seus balanços US$ 165 bilhões, o que equivale a 83% do prejuízo estimado pela agência. O mercado subprime originou até US$ 1,4 bilhão de empréstimos nos últimos 3 anos, segundo a estimativa da Fitch.



(O Estado de S. Paulo, 15/05/08)
Econômicas
 Energia

Brasil: Alemanha assume compromisso de concluir Angra 3. O governo brasileiro obteve da chanceler alemã, Angela Merkel, a preservação de parte de seus compromissos com o programa nuclear brasileiro. Assinado ontem, o Acordo de Cooperação no Setor Energético, prevê que a Alemanha mantenha o fornecimento de peças e de combustível até, pelo menos, a conclusão de Angra 3. O novo acordo substituirá o de 1975, que sustentou o programa nuclear do País. Em 2006, o governo alemão avisou que não queria mais manter o acordo de 1975. O Brasil forçou um novo acerto, que assegurasse o término de Angra 3. Concluída a usina, o governo trocará a cooperação alemã pela de outro país europeu. França, Inglaterra e Bélgica disputam o posto. O acordo assinado ontem prevê, na área nuclear, a criação de um grupo de trabalho para discutir o fornecimento de insumos e peças a Angra 3.



(Denise Chrispim Marin e Gabriella Dorlhiac, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)

Energia
 Meio Ambiente

Mundo: Mudanças climáticas causadas pelo homem fizeram com que plantas florescerem mais cedo, folhas caírem mais tarde no outono e alguns ursos polares se tornassem canibais, afirmou um estudo global. Estudos anteriores notaram esse tipo de mudança específica e a maior parte deles sugeriu uma ligação entre a chamada mudança climática antropogênica, mas essa nova análise publicada na revista Nature correlacionou esses estudos com mudanças de temperatura. Foi encontrado uma forte relação entre as mudanças climáticas observadas entre 1970 e 2004 e mudanças em plantas, animais e em outros aspectos físicos do planeta, como o rápido derretimento das camadas de gelo e o nível de água nos lagos desérticos. Eles trabalharam para excluir observações que pudessem ter sido causadas por outros fatores que não as mudanças climáticas devido a ações do homem. Os autores do estudo relacionaram cerca de 30 mil trabalhos sobre mudanças biológicas e físicas em todo o mundo, e então juntando essas informações com um banco de dados detalhado sobre mudanças de temperatura.



(Estadão Online, Ambientebrasil, 15/05/08)

Meio Ambiente
 Outras Empresas

Brasil: A Vale investirá US$ 4,4 bilhões neste ano em expansão, para aumentar a produção em 50% até 2013. A mineradora tem uma série de outros projetos que podem aumentar a produção ainda mais se for mantida a elevada demanda da China, informou Fidel Blanco, diretor de vendas internacionais de minério de ferro. Em 2007, a Vale apresentou um aumento de 12% na produção de minério de ferro, para um recorde de 296 Mt/ano. Estima-se que a atinja 422 Mt/ano até 2012 e 450 Mt/ano até 2013. Em 2008, a empresa planeja investir US$ 11 bilhões, sendo que a maior parte será direcionada para o negócio de minério de ferro. A Vale também busca ampliar a demanda por minério de ferro no mercado interno, ajudando a estimular o investimento em siderúrgicas no Brasil ao participar dos desenvolvimentos.



(Reuters, 15/05/08)

Outras Empresas

Brasil: O lucro líquido do Banco do Brasil (BB) aumentou 67% no 1º trimestre deste ano e atingiu R$ 2,35 bilhões. Além de superar com folga os números do Bradesco e do Itaú, o resultado ficou acima das expectativas dos analistas, cuja estimativa estava na casa de R$ 1,5 bilhão. A explicação para o lucro surpreendente está nos fatores extraordinários, que totalizaram R$ 789 milhões. Só a venda da participação na Visa Internacional rendeu ao banco R$ 305 milhões. Junta-se a isso a reavaliação de participações societárias pelo método de equivalência patrimonial, que acrescentou R$ 241 milhões ao resultado, entre outros ganhos. O presidente do BB, Francisco Lima Neto, explica que o lucro reflete as medidas de reestruturação de pessoal e de redução de custos.



(Ana Paula Ribeiro e Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 15/05/08)

Outras Empresas

Brasil: A Indústria Romi confirmou a cidade de Santa Bárbara D'Oeste (SP), para receber o novo projeto de ampliação de capacidade das áreas de usinagem e fundição. A escolha do município, que concorreu com cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, ocorre 5 meses após a empresa anunciar o plano de investir R$ 230 milhões para dobrar a produção de fundidos e acrescentar 40.000 t à de usinados. Prevista para começar a operar no 1º trimestre de 2009, a nova unidade da Romi fortalecerá a presença da empresa no mercado automotivo, hoje de aproximadamente 3%, a mesma participação da Tecumseh, principal concorrente. De janeiro a março deste ano, as vendas da empresa para o setor representaram 19,3% da receita líquida, cerca de R$ 29,4 milhões. Atualmente, a capacidade de produção de fundidos da Romi é de 40.000 t/ano e a de usinados de 25 .000 t. O investimento será dividido, com R$ 110 milhões para a fundição e R$ 120 milhões aos usinados.



(Guilherme Manechini, Valor Online, 15/05/08)

Outras Empresas

Brasil: As vendas do setor de papelão ondulado, considerado um termômetro do aquecimento do comércio, foram de 193.200 t em abril, queda 0,4% em relação a abril de 2007 (193.900 t). Segundo a ABPO (Associação Brasileira do Papelão Ondulado), o setor acumula até abril vendas de 735.000 t, com queda de 0,7 % em relação a igual período de 2007. O setor de papelão ondulado (utilizado para embalagens), é visto como um termômetro do nível de atividade geral, porque reflete o ritmo de expansão da economia. A oscilação das vendas serve como indício das expectativas dos empresários, o que repercute no ritmo das encomendas e da produção do setor.



(Folha Online, 14/05/08)

Outras Empresas
Reino Unido: Cotação dos metais básicos fornecidos pela LME. O zinco está cotado a US$ 2.265/t e para contratos de 3 meses em US$ 2.275/t, o cobre está cotado a US$ 8.180/t e para contratos de 3 meses em US$ 8.085/t, o alumínio está cotado a US$ 2.881 e para contratos de 3 meses a US$ 2.926/t e o níquel está cotado a US$ 26.550/t e para contrato de 3 meses a US$ 26.650/t.



(Yieh, 15/05/08)
Outras Empresas

Aços Villares - Gestão do Conhecimento

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada por Aços Villares às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.