Inscrições abertas para o curso Tratamentos Térmicos e Termoquímicos
Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração
22/09/2011

Em 4 de outubro, começará a segunda edição de 2011 do curso ‘Tratamentos Térmicos e Termoquímicos’ na ABM. Devido à sua grande demanda, o programa, que é tradicional no portfólio há alguns anos, está de volta para transmitir conceitos e metodologia dos principais tipos de tratamentos térmicos e termoquímicos utilizados na indústria de transformação e metal-mecânica.

“Os participantes observarão a relação entre o seu trabalho diário e os defeitos que surgem durante o processo. O curso proporcionará uma visão mais ampla do que o aluno está acostumado a fazer envolvendo temperatura e características relacionadas ao tempo, entre outros pontos. Podem surgir defeitos que danifiquem o produto, por exemplo, e eles têm que entender todo o contexto para saber lidar com isso”, explica o professor doutor Jaime Álvares Spim Junior, também coordenador do programa.

Segundo ele, nas turmas geralmente há desde iniciantes na área até experientes profissionais interessados em reciclar os conhecimentos. Spim atualmente é membro do Conselho da ABM, formado em engenharia elétrica e de materiais, doutor em engenharia mecânica, professor adjunto da UFRGS e coordenador do Laboratório de Fundição (Lafun) do Centro de Tecnologia (CT) da universidade.

Programação
São 32 horas/aula distribuídas entre os assuntos: ‘Introdução aos Tratamentos Térmicos’, ‘Conceitos Fundamentais do Diagrama FE-C’, ‘As Curvas Temperatura-Tempo-Transformação’, ‘Operações de Tratamento Térmico’, ‘Tratamentos Termoquímicos’, ‘Dureza e Temperabilidade’, ‘Influência dos Elementos de Liga dos Aços’, ‘Tratamentos Térmicos’ (para alguns tipos aços e ferros fundidos) e ‘Tratamentos Superficiais’.

Os ensinamentos são direcionados a técnicos, engenheiros e estudantes de graduação das áreas de mecânica, metalurgia, materiais, controle de qualidade e profissionais relacionados ao tema.

As aulas ocorrem até 7 de outubro, das 8 às 17 horas, na sede da ABM (Rua Antônio Comparato, 218, Campo Belo).

Confira os detalhes da programação do curso aqui e faça sua inscrição.

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Petróleo
Brasil: A Petrobrás anunciou a venda de US$ 2,17 bilhões em ativos e atingiu, em apenas um dia, mais de 20% da meta de desinvestimentos fixada para o período de 2013-2017. O principal negócio foi a formação de uma JV entre o banco BTG Pactual e a Petrobrás Internacional Braspetro, para exploração e produção de óleo e gás na África. O BTG, do empresário André Esteves, pagou à estatal US$ 1,525 bilhão pela aquisição de 50% da Petrobrás Oil & Gas, que reúne os ativos da estatal na África, mas não foram informados os blocos exploratórios ou produtores envolvidos na negociação. Atualmente, a Petrobrás só produz petróleo na Nigéria. No comunicado divulgado ao mercado, a estatal informou que, uma vez concluída a reorganização societária, a operação envolverá as sucursais em Angola, Benin, Gabão e Namíbia, assim como as subsidiárias Brasoil Oil Services Company (Nigeria) Ltd., Petroleo Brasileiro Nigeria Ltd. e Petrobrás Tanzania Ltd.
Irany Tereza / Wellington Bahnemann / Eulina Oliveira, Agência Estado, 17/06/13

Mineração
Brasil: A Vale planeja contratar uma nova linha de crédito rotativo, segundo apurou o Valor PRO, serviço em tempo real do Valor. Os valores da operação ainda não foram divulgados, mas uma fonte próxima da negociação afirmou que esta deve ser fechada em aproximadamente duas semanas. Em abril de 2011, a Vale contratou uma linha de crédito rotativo de US$ 3 bilhões, com prazo de cinco anos, junto a 27 bancos, sendo os líderes da operação o Credit Agricole, J.P. Morgan, Mizuho e Natixis.
Aline Oyamada, Valor Econômico, 17/06/13

Mercado de Metais
Reino Unido: Cotação dos metais básicos fornecidos pela LME. O zinco está cotado a US$ 1.817/t e para contratos de 3 meses em US$ 1.854/t, o cobre está cotado a US$ 7.044/t e para contratos de 3 meses em US$ 7.085, o alumínio está cotado a US$ 1.815/t e para contratos de 3 meses a US$ 1.855/t e o níquel está cotado a US$ 14.225/t e para contrato de 3 meses a US$ 14.325/t.
LME, 14/06/13

Processadoras de Aço
Brasil: A compra da Usiminas Automotiva aumentará em 30% o faturamento da Aethra e dará à companhia acesso a novos clientes e ao mercado de veículos pesados. Foram esses os atrativos que levaram a empresa a se interessar pelos ativos da siderúrgica, segundo fonte a par das negociações. Criada há quase 40 anos, a Aethra cresceu no entorno da Fiat, em Betim (MG) e especializou-se principalmente em sistemas automotivos para veículos leves e na produção de ferramentas para fabricar esses componentes. A companhia tem faturamento de aproximadamente R$ 1 bilhão por ano e cerca de 4.000 funcionários. A Usiminas Automotiva acrescenta à companhia uma receita bruta de R$ 290 milhões por ano e algo entre 1.200 e 1.500 funcionários. A empresa, que tem na Ford um de seus principais clientes, produz conjuntos completos e cabines para veículos leves, caminhões e ônibus. Segundo fonte que acompanhou as conversas, boa parte do interesse da Aethra se deve à participação da Automotiva no segmento de caminhões, que complementam sua atividade. Outro grande atrativo é a possibilidade aproveitar a capacidade ociosa da fábrica que a empresa tem em Pouso Alegre (MG).
Talita Moreira, Valor Econômico, 17/06/13

Econômicas
Brasil: A alta dos investimentos está sinalizada neste ano, mas o movimento sugere moderação, conforme a Sondagem de Investimentos de abril e maio, divulgada pelo Ibre/FGV. O motivo é a falta de disposição em investir na expansão da capacidade industrial e de confiança para o crescimento ir além da recuperação em relação à queda do ano passado. Após revisões, o Ibre/FGV projeta um crescimento do PIB de 2,3% em 2013. Pelos cálculos do instituto, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) deverá crescer 5,6%, enquanto o PIB industrial deverá aumentar em 1,3% "Como 2013 é um ano de transição, estamos recuperando o que foi perdido em 2012. Ainda não é um salto", afirmou Aloisio Campelo, superintendente-adjunto de Ciclos Econômicos do Ibre/FGV. "Há um pouco de incerteza sobre a continuidade dessa retomada", completou. Segundo Campelo, em ciclos de alta mais firme dos investimentos, a sondagem da FGV mostra forte disposição de investir em expansão de capacidade. Na edição da pesquisa relativa a abril e maio, 33% dos consultados responderam que pretendem investir para aumentar a eficiência e 32% citaram a expansão da capacidade produtiva. "Quando tem um ano com mais investimentos, a expansão de capacidade fica na frente da eficiência", observou Campelo.
Diário do Comércio (MG), 17/06/13

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