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Noticiário Resumido elaborado pela Gestão do Conhecimento da Aços Villares
para a ABM.
04/07/2008
 Siderúrgicas

EUA: A Gerdau Ameristeel aprovou a 1ª fase do projeto de expansão de sua usina localizada em Jacksonville. A empresa informou que o início da construção será imediato. O projeto será realizado em duas fases e prevê o aumento da capacidade de produção da usina em 1 Mt/ano de vergalhões. "Com esta expansão, a usina de Jacksonville estará bem posicionada para atender às necessidades não apenas na Flórida, mas também em todo o sul e sudeste do País", afirmou o vice-presidente de vendas e marketing da Gerdau Ameristeel, Jim Kerkvliet. A Gerdau Ameristeel é a 2ª maior mini-mill da América do Norte, com uma capacidade de produção de 12 Mt/ano de produtos acabados.



(Agência Estado/SteelGuru/GerdauAmeristeel, 04/07/08)

Siderúrgicas

Brasil: Votorantim faz cisão da Votorantim Metais (VM) e cria holding de siderurgia, a Votorantim Siderurgia (VS). A 7ª unidade industrial de negócios da empresa possui 3 usinas em operação e uma de aços longos em construção, além de, participação no capital da Usiminas. Em 2008, o grupo prevê produzir 750.000 t/ano de aços em sua unidade localizada em Barra Mansa (RJ), 450.000 t/ano em Paz del Rio e 250.000 t/ano em Acerbrag. No próximo ano, a sua nova unidade em Resende (RJ) entra em operação, produzindo 1,05 Mt/ano de tarugos, fio-máquina e vergalhões. A empresa estima que atingirá uma capacidade de produção de 3 Mt/ano de aços até 2012, através do start-up da unidade de Resende e expansões já programadas para as plantas de Paz del Rio e AcerBrag. Segundo Carlos Ermírio de Moraes, presidente do conselho da Votorantim Participações, a criação da VS é fruto do "reposicionamento estratégico do grupo nesse negócio, do crescimento do mercado siderúrgico e de sua importância no cenário nacional e internacional". Para Raul Calfat, diretor-geral do grupo, o principal desafio da VS será o de "buscar ganho de 'market share' no continente americano, através de crescimento orgânico e de aquisições".



(Valor, 04/07/08)

Siderúrgicas

Brasil: A Vale escolheu Marabá para instalar seu projeto siderúrgico no Pará. A decisão vai contra a tendência de se construir os grandes projetos na costa, sempre com o objetivo de exportar. De acordo com Roger Agnelli, presidente da empresa, a mineradora ainda não tem parceiros nesse projeto, sobretudo porque não está procurando, mas já apareceram vários interessados. Ele reiterou que o projeto no Pará não possui custo definido. Já a usina de Pecém (CE), prevista para iniciar suas operações em 2009, tem investimento previsto de US$ 2 bilhões e uma capacidade de produção entre 2,5 Mt/ano e 5 Mt/ano de aço bruto.



(Valor, 04/07/08)

Siderúrgicas

África do Sul: A ArcelorMittal South Africa Ltd planeja aumentar os preços de seus aços planos e longos em até 14% a partir do mês de agosto. Os produtos aumentarão em média US$ 63/t. Os aços laminados a quente passarão a ser cotados a US$ 1.080/t. Na América do Norte e Europa, os laminados a quente estão cotados a US$ 1.200/t e US$ 1.260/t, respectivamente.



(Yieh, 04/07/08)

Siderúrgicas

EUA: As siderúrgicas americanas esperam aumentar novamente os preços do fio-máquina a partir do mês de agosto. Este reajuste deve ocorrer devido ao reduzido fornecimento deste produto no mercado interno e externo, além dos elevados custos de produção. As siderúrgicas do País estão comercializando o fio-máquina de baixo carbono a até US$ 1.213/t e em US$ 1.268 o fio-máquina de alto carbono.



(Yieh, 04/07/08)

Siderúrgicas

Índia: A JSW Steel produziu 976.000 t de aço bruto no período de abril a junho de 2008 (+22% ano a ano). A produção de bobinas laminadas a quente foi de 592.000 t (-12% ano a ano). Esta queda ocorreu devido a interrupção das operações da laminação de tiras a quente para modernização das instalações. No mesmo período, a produção de aços longos laminados foi de 92.000 t (+18% ano a ano).



(MetalBulletin/SteelGuru, 04/07/08)

Siderúrgicas

Japão: O País exportou 3,189 Mt de produtos siderúrgicos no último mês de maio, de acordo com estatísticas do Ministério da Finança. Dentre os maiores importadores destes produtos, encontram-se: países da Ásia (exceto China) com 2,683 Mt (+2,3% ano a ano) e China com 574.000 t (+1,8% ano a ano).



(SteelGuru, 04/07/2008)

Siderúrgicas

Venezuela: O Ministério da Indústria e Minas venezuelano e a embaixada brasileira no País assinaram um memorando de entendimento referente á instalação de uma siderúrgica na Venezuela. O acordo envolve cooperação em diversos processos como aciaria, lingotamento contínuo e laminação. Ambos os países planejam realizar estudos de modernização e expansão da infra-estrutura e das operações siderúrgicas do País.



(SteelGuru, 04/07/08)

Siderúrgicas
 Automotivas

Brasil: Em junho deste ano, a região do Grande ABC (SP), vendeu 6.454 automóveis e comerciais leves, aumento de 11,87% em relação a maio. O desempenho foi superior ao da média nacional, cujo resultado de vendas no mesmo período, foi 242.880 unidades (+5,62% ano a ano). Entre janeiro e junho deste ano, foram emplacados na região 33.649 veículos leves (+26,46% ano a ano). No mesmo período, foram emplacados no País 1,34 milhão unidades, aumento de 30,16%, ou seja, diferença de 3,7 % em relação ao Grande ABC. O volume comercializado no semestre é recorde na região e no Brasil, segundo a Fenabrave. O desempenho nas vendas foi atribuído aos lançamentos realizados no 1º semestre.



(Marcelo de Paula, Diário do Grande ABC, Dana, 03/04/08)

Automotivas

Brasil: A Volkswagen poderá dobrar suas exportações de ônibus e caminhões caso o real se desvalorize cerca de 30%. Segundo, Antonio Roberto Cortes, principal executivo da divisão de caminhões e ônibus da montadora no País, uma taxa de câmbio em 2,10 reais por dólar permitiria que a montadora expandisse suas vendas externas de caminhões e ônibus para 40% da produção. Atualmente a produção diária de caminhões e ônibus é de 270 veículos, com incorporação de um 3º turno na fábrica de Resende (RJ). A montadora pretende produzir 60.000 veículos comerciais no mercado interno, até o final deste ano, entre os quais 50.000 caminhões. Além do real valorizado, a alta de 12% nos investimentos em matérias-primas, entre elas o plástico e o ferro, pressionam as margens de lucro.



(Bloomberg News, Dana, 03/07/08)

Automotivas

Brasil: A Volvo investe R$ 1 milhão no novo programa de treinamento de motoristas da montadora, o TransFormar, além de obter aumentos de vendas veículos no 1º semestre deste ano. O objetivo é investir na mudança de comportamento dos profissionais, resultando em mais qualificação profissional, redução de gastos nas operações e em menos acidentes. A montadora obteve bons resultados nas vendas e encerrou o 1º semestre de 2008, com 582 unidades (+102% ano a ano). Na análise de junho, as vendas atingiram 103 unidades (+81% ano a ano). O resultado alcançado pela montadora pode ser atribuído em parte ao sucesso do modelo C30 no mercado interno, que em junho, registrou 77 vendas (+235% ano a ano).



(Jornal do Commercio, 04/07/08) (Maíra Nascimento, Autodata, 03/07/08)

Automotivas

Brasil: A GM precisou comprar componentes para seus motores no mercado interno, evitando que 12.000 motores deixassem de ser produzidos no 1º semestre deste ano. O usual é que cada montadora fabrique todas as peças do motor. Isso significa que fornecedores abasteceram com componentes cerca de 5% dos motores dos veículos vendidos pela montadora no País. A montadora encerrou o 1º semestre de 2008, segundo Marcos Munhoz, diretor de marketing e vendas, com um aumento de 32% em suas vendas, 30% acima do verificado na média do mercado. Preocupada com a questão do fornecimento de motores, a montadora decidiu em fevereiro deste ano, investir em uma nova fábrica em Santa Catarina. A lentidão no fornecimento de peças atingiu a produção da montadora na fábrica de Rosário, na Argentina, que deixou de produzir, neste ano, 200 unidades.



(Valor Econômico, 04/07/08)

Automotivas

América Latina: O faturamento da fabricante de motores Cummins, consideradas as vendas da AL exceto México, triplicou nos últimos 5 anos. Até dezembro de 2008 a empresa planeja vender US$ 1 bilhão por ano. Segundo o diretor sênior de mercado Luís Pasquotto, na fase de implantação do motor eletrônico, a produção aumentou no último qüinqüênio, de 30.000 para 90.000 unidades/ano. A fábrica de motores tem 36% de participação na motorização dos caminhões produzidos no Brasil, em cada 10 semi pesados vendidos, 6 têm os seus motores. No segmento agrícola a empresa tem 53% de participação no mercado da região, mais especificamente de colheitadeiras. As projeções da empresa indicam uma produção de mais de 110.000 motores em 2012.



(Autodata, 04/07/08)

Automotivas

EUA: Em junho deste ano, as vendas da Chrysler alcançaram 117.457 veículos (-36% ano a ano) no País. Os resultados refletem uma continuação na contração do mercado interno, especialmente no segmento de picapes e SUVs, as contínuas reduções nas vendas de frotas. Além do interesse da montadora no desenvolvimento de veículos eficientes em termos de combustível.



(Automotive News, 04/07/08)

Automotivas
 Econômicas
Brasil: Para diminuir o custo dos investimentos, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu ontem o imposto de importação para máquinas e equipamentos que serão usados em projetos que somam US$ 4,1 bilhões. As alíquotas para 332 produtos (bens de capital, de telecomunicações e de informática) caíram de 14% e 20% para 2%. Os setores beneficiados são os de serviços, siderurgia, metalurgia, gráfico, autopeças, papel e celulose, petróleo, energia e alimentos. A secretária-executiva da Camex, Lytha Spíndola, disse que a lista é a maior já aprovada pelo conselho em quantidade de itens.



(Estadão, 04/07/08)
Econômicas
Brasil: Dia 03/07/08: Dólar fechou em alta de 0,31% a R$ 1,608. O Ibovespa fechou em baixa de 3,00% aos 59.273 pontos. O Risco país fechou estável aos 235 pontos. O Global 40 fechou em baixa de 0,04% aos 131,75% do seu valor de face. O A-Bond fechou em alta de 0,22% aos 111% do seu valor de face. O índice Dow Jones encerrou em alta de 0,65% aos 11.288 pontos e o Nasdaq, em baixa de 0,28% aos 2.245 pontos. O Euro fechou em baixa de 0,86% aos R$ 2,529.



(Valor Online, 03/07/08; Gazeta Mercantil, 03/07/08)
Econômicas
Brasil: A produção industrial caiu em 8 das 14 regiões pesquisadas em maio na comparação com o mês anterior, informou o IBGE. Na média nacional, a indústria apresentou queda de 0,5% na mesma base de comparação. O Rio Grande do Sul (-4,2%) e Santa Catarina (-3,1%) tiveram as retrações mais expressivas. Principal região industrial do país, São Paulo teve queda de 0,3%, revertendo quadro de duas altas consecutivas. Também tiveram redução na produção industrial o Ceará (-2,2%), Goiás (-2,1%), Pernambuco (-1,8%), Nordeste (-0,8%) e Amazonas (-0,2%). Por outro lado, registraram alta na produção o Paraná (4,3%), Rio de Janeiro (2,4%), Espírito Santo (2,2%), Pará (2,1%), Bahia (1%) e Minas Gerais (0,8%).



(Cirilo Junior, Folha Online, 04/07/08)
Econômicas
Brasil: Levantamento da CNI mostra que, apesar de a produção industrial continuar crescendo, o ritmo de expansão da atividade começa a perder intensidade. "Os números de maio mostram arrefecimento do crescimento da indústria. Não chega a ser uma reversão, mas uma desaceleração após o crescimento forte dos últimos meses", comentou o economista da CNI Renato da Fonseca. Um dos vilões dessa queda de ritmo é a inflação, que reduz o poder de compra de parte da população. Fonseca destacou que essa quebra é notada com mais clareza em algumas variáveis ligadas diretamente à produção. Por exemplo, o volume de horas trabalhadas está estável há 3 meses. Em maio, houve redução, descontados os efeitos sazonais, de 0,1% nas horas trabalhadas em relação a abril. Mesmo percentual de queda foi verificado em abril ante março. Já em março, aumentou 0,1% sobre fevereiro. Mesmo o dado do faturamento real das indústrias, que cresceu 1,1% em maio ante abril, não conseguiu recuperar as quedas de abril, de 0,1% sobre março, e de março, de 1,4% ante fevereiro.



(Leonardo Goy, Estadão, 04/07/08)
Econômicas
Brasil: A agricultura familiar, grande aposta do governo para elevar a oferta de alimentos e ajudar a conter a alta da inflação, vai contar apenas com R$ 1 bilhão a mais para o financiamento da próxima safra. Parte desse adicional deverá ser corroída pelos custos mais elevados para a produção, por causa do aumento do preço do petróleo e de fertilizantes no mercado internacional.



(Fabíola Salvador e Adriana Fernandes, Estadão, 04/07/08)
Econômicas
Brasil: Os estrangeiros tiraram R$ 7,4 bilhões do mercado acionário do Brasil em junho, maior valor da história. O movimento já contamina o investidor local. Segundo o superintendente de renda variável do Banco Itaú, Walter Mendes, clientes da instituição, a 3ª maior do País, tiraram dinheiro de ações quarta-feira e ontem. A nova onda de aversão ao risco, como definiu Ivan Guetta, gestor de renda variável da GAP Asset Management, levou o Ibovespa a um novo tombo. Ontem, o indicador perdeu exatos 3%. Em julho, a perda já é de 8,83%. No ano, atinge 7,22%.



(Leandro Modé, Estadão, 04/07/08)
Econômicas
Brasil: A baixa remuneração de alguns fundos tem levado os investidores para outras alternativas de aplicações. Nos últimos meses, enquanto a indústria de fundos amargou resgates de quase R$ 15 bilhões, CDBs, ouro e até a caderneta de poupança registraram altas expressivas. Segundo especialistas, alguns investidores estão fugindo das taxas de administração cobradas dos fundos, que têm corroído a remuneração baseada na Selic, hoje em 12,25% ao ano. Os bancos melhoraram a rentabilidade dos CDBs para captar recursos no mercado e emprestar aos consumidores. Isso atraiu uma onda de investimentos. Segundo dados da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima), do início de janeiro até ontem, o estoque de CDBs no mercado havia crescido 40%, de R$ 360 bilhões para R$ 495 bilhões. Além do CDB, a caderneta de poupança tem conseguido manter captação positiva nos últimos 2 meses. Até junho, o saldo havia crescido 40% em relação a igual período de 2007. Outra aplicação que tem tido aumento expressivo é o ouro, considerado um porto seguro para momentos de turbulência.



(Renée Pereira, Estadão, 04/07/08)
Econômicas
Brasil: Um mês depois de o Brasil ter conquistado o segundo grau de investimento, concedido pela agência de classificação de risco Fitch Ratings no dia 29 de maio, ainda não se confirmaram as previsões do mercado de que esse fato traria mais investimentos e empréstimos para o País. Para o diretor-executivo da Fitch Ratings no País, Rafael Guedes, o principal motivo para a frustração das expectativas até agora é que o Brasil chegou no fim da festa da economia mundial ao todo da lista de baixo risco de investimento. O executivo informou, porém, que há mais empresas preparando captações no mercado externo. Guedes destacou que, no longo prazo, o investment grade ajudará o País a atrair recursos com custos menores. Ele também disse que, "no futuro, os fundos de pensão vão ter o Brasil nos seus índices, mas isso é um processo que acontece aos poucos, não é logo depois do investment grade". "Eles têm que fazer uma seleção", afirmou.



(Adriana Chiarini, Estadão, 04/07/08)
Econômicas
Brasil: A Vale inicia uma rodada de apresentações a investidores (roadshow), com detalhes sobre a oferta pública de ações da empresa. Hoje, serão divulgados detalhes sobre os planos da companhia e a estrutura da oferta de ações. Nas últimas semanas, o presidente da Vale, Roger Agnelli, vem negando que a empresa esteja se preparando para a compra de um ativo de peso no exterior. Entretanto, no comunicado de ontem, a mineradora brasileira reitera que os recursos poderão ser utilizados em "aquisições estratégicas" e também para financiar seu plano de investimentos de US$ 59 bilhões. Para realizar a oferta de ações, a Vale ainda precisa do aval da CVM, o que deve ocorrer ainda este mês.



(Mônica Ciarelli e Natalia Gomez, Estadão, 04/07/08)
Econômicas
Europa: O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, disse nesta quinta-feira que a autoridade monetária atuará para garantir a estabilidade de preços na zona do euro enquanto for necessário. A instituição elevou a taxa básica de juros de 4% para 4,25% ao ano, o nível mais alto em 7 anos. Trichet disse que o aumento da taxa foi decidido por unanimidade pelo conselho do banco. Na avaliação dele, o movimento contribuirá para frear a escalada da inflação e evitar efeitos secundários na economia.



(Jornal do Commercio, 12/07/08)
Econômicas
 Energia
Brasil: O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, alertou que o mundo terá de se acostumar a conviver com os altos preços do petróleo. Segundo ele, nos últimos meses, a demanda e os custos de produção explodiram e por isso, a pressão inflacionária do setor vai continuar. Além disso, informou, há uma falta mundial de materiais para a exploração de reservas e de mão-de-obra especializada. "Produtores de aço, construtores de navios e de gasodutos podem ter problemas para atender à demanda", disse. Segundo Gabrielli, também faltam aço e outros componentes, o que tem provocado aumentos nos preços desses materiais. O resultado é o encarecimento da produção e a manutenção dos preços altos do petróleo. "Precisamos repensar a relação entre os produtores e os canais de distribuição", disse ele.



(Jamil Chade, Estadão, 04/07/08)
Energia

China: O País convidará a Petrobras para avaliar a capacidade de produção de petróleo em sua costa. O presidente da estatal chinesa CNOOC (China National Offshore Oil Corp), Fu Chengyu, garantiu que quer a estatal brasileira na busca pelo petróleo. Mas coloca seu preço: quer a participação de sua empresa nas futuras explorações de petróleo na costa brasileira para alimentar a demanda chinesa. Dados da Agência Internacional de Energia (AIE) apontam que 40% da alta na demanda por petróleo até 2013 virá da Ásia e, desse total, grande parte será do mercado chinês. Para os executivos da Chevron, Exxon e Total, a demanda na China é um dos principais fatores da atual alta do petróleo. Portanto, o descobrimento de reservas de petróleo na costa da China seria considerado até mesmo um "alívio" para o mercado.



(Jamil Chade, Estadão, 04/07/08)

Energia
 Meio Ambiente

União Européia: Os ministros do Meio Ambiente da UE começaram as negociações para estabelecer as novas regras de combate às mudanças climáticas do continente. O objetivo é chegar a um acordo que estabeleça como meta a redução de pelo menos 20% das emissões de CO2. Os 27 países-membros da UE se comprometeram a reduzir suas emissões em 30% se conseguirem chegar, na cúpula de Copenhague em 2009, a um acordo internacional para depois de 2012, ano em que encerrará a vigência do Protocolo de Kyoto.



(Efe, Folha Online, 03/07/08)

Meio Ambiente

Mundo: Os EUA foi o que menos avançou, entre as 8 maiores economias do mundo, na corrida para combater a mudança climática, diz um estudo. O Placar Climático do G-8 2008, divulgado às vésperas da reunião que ocorre na próxima semana na ilha japonesa de Hokkaido, também mostra que nenhum dos 8 países faz o suficiente para evitar que a temperatura da Terra se eleve a níveis capazes de gerar efeitos catastróficos. O placar coloca o Reino Unido como o país desenvolvido que mais fez para reduzir as emissões de CO2 e atingir as metas definidas pelo Protocolo de Kyoto. O estudo também avaliou o desempenho de Brasil, China, Índia, México e África do Sul, mas não elaborou um ranking desses países, porque não podem ser avaliados como os países industrializados.



(Ambientebrasil, 04/07/08)

Meio Ambiente
 Outras Empresas

Brasil: A Embraer anunciou ontem a compra dos 40% da Eleb-Embraer Liebherr do Brasil S/A, pertencentes à multinacional do setor aeronáutico Liebherr Aerospace S.A.S. O negócio foi iniciado em 21 de dezembro de 2007. A empresa tem 750 empregados. Produz trens de pouso e sistemas hidráulicos na fábrica de São José dos Campos (SP).



(Estadão, 04/07/08)

Outras Empresas

Austrália: A BHP Billiton informou que autoridades de defesa da concorrência dos EUA liberaram a empresa para continuar com sua oferta não solicitada de aquisição da Rio Tinto, avaliada em US$ 170 bilhões. A BHP informou que a liberação atendeu parte das exigências da lei norte-americana de proteção da concorrência. Entretanto, na realidade, os EUA deram uma aprovação total à aquisição. A transação de compra da Rio tinto pela BHP terá um efeito mínimo nos EUA. O impacto será muito maior na Ásia e Europa. Em Bruxelas, onde o 1º estágio do inquérito da Comissão Européia está perto do fim, uma investigação aprofundada deve ser anunciada na sexta-feira. Essa avaliação pode durar até o final do ano ou mais que isso.



(Reuters, 04/07/08)

Outras Empresas

Reino Unido: Cotação dos metais básicos fornecidos pela LME. O zinco está cotado a US$ 1.798/t e para contratos de 3 meses em US$ 1.829/t, o cobre está cotado a US$ 8.980/t e para contratos de 3 meses em US$ 8.811/t, o alumínio está cotado a US$ 3.158/t e para contratos de 3 meses a US$ 3.208/t e o níquel está cotado a US$ 20.960/t e para contrato de 3 meses a US$ 21.100/t.



(Yieh, 04/07/08)

Outras Empresas
 Recursos Humanos

Brasil: Cerca de 28 milhões de objetos, entre cartas e encomendas, deixaram de ser entregues pelos Correios desde o início da greve de seus funcionários, terça-feira. Segundo a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), são entregues, em condições normais, cerca de 33 milhões de objetos diariamente. A greve, segundo a empresa, atingiu hoje 38% dos seus 110.000 funcionários em 22 Estados e no Distrito Federal.



(Estadão, 04/07/08)

Recursos Humanos

Aços Villares - Gestão do Conhecimento

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada por Aços Villares às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.