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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 09/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: A Fundição Tupy aproveita a expansão mundial de demanda por ferro fundido vermicular (usada em blocos de motor diesel), como forma de exportar tecnologia, e se firmar no disputado mercado global de fundição. A empresa aumentou em 10% a produção deste material no 1º semestre, em relação a 2005. O ferro CGI tem maior resistência mecânica do que o ferro fundido cinzento; uma vantagem adicional do ferro vermicular é que permite projetar motores de combustão mais eficiente, sendo assim menos poluentes. O kg do produto custa em média 50% a mais do que os tradicionais produtos de liga cinzenta, mas o projeto final do motor pode compensar o investimento. Em 2005, a receita operacional líquida da Tupy alcançou R$ 1,67 bilhão, 14,1% maior que a de 2004, e as vendas somaram 468.000 t.



(Henrique Puccini, DCI, 09/08/06)
Siderúrgicas
China: Tangshan Iron & Steel planeja o início de operações do seu laminador Plate Mill (chapas grossas) de 1,5 Mt/ano de capacidade, para o dia 10 de agosto próximo. Este laminador é a primeira etapa da joint venture de 5 Mt/ano de capacidade entre Tangshan (51%) e Wenfeng (capital restante), ambas da província de Hebei. A nova planta conta com sinterização, alto forno, conversor de 120 t/corrida, forno panela, e o laminador reversível, que poderá laminar chapas de até 50 mm de espessura e 3.300 mm de largura.



(Metal Bulletin, 09/08/06)
Siderúrgicas
EUA: A forte demanda por produtos de aço e o aumento médio de preços alavancaram resultados da Wheeling-Pittsburgh Co. Na média, os aços vendidos pela W-P aumentaram quase US$ 8/t; o lucro líquido (US$ 9,3 milhões) aumentou 3 vezes no 2o trimestre, com relação a 2005; as vendas no período foram de US$ 494 milhões, com volume expedido de 600.000 t. Segundo o CEO J. Bradley, a melhoria de resultados deve- se à implantação de investimentos importantes realizados nas instalações primárias, e a aperfeiçoamentos estratégicos nas laminações; diminuindo assim custos e melhorando a qualidade. W-P anunciou recentemente aliança estratégica com CSN (Brasil), que segundo o CEO levará a W-P a uma melhor estrutura de custos e maior oferta de aços de alto valor agregado.



(Metal Bulletin, 09/08/06, DCI, Infomet, 09/08/06)
Siderúrgicas
EUA: A consolidação da siderurgia chinesa fortalecerá seu papel nas negociações anuais de minério de ferro, segundo o presidente da Cleveland Cliffs, J. Carrabba. Durante o evento Diggers & Dealers, o CEO ponderou que as recentes fusões (como a da Jinan com Laiwu, de 20 Mt/ano de capacidade) alterarão o baricentro das negociações, que este ano esteve junto às siderúrgicas européias. Segundo Carrabba, o ritmo de crescimento de produção na China deverá moderar, mas permanecerá firme; e os preços mundiais do aço estabilizarão, mas em nível bem superior aos dos últimos 15 anos. Cliffs participa em 80% da australiana Portman Mining, que vendeu a totalidade da sua produção para usinas da Ásia.



(Metal Bulletin, 09/08/06)
Siderúrgicas
Índia: Mittal detalha oferta, mas Arcelor Brasil não é citada A Mittal Steel, informou hoje detalhes de sua oferta obrigatória pelas ações remanescentes da Arcelor S/A. Em seu comunicado, a empresa não cita a Arcelor Brasil. Segundo a empresa, os minoritários da Arcelor terão prazo de 3 meses para vender suas ações para a Mittal: entre 18 de agosto a 17 de novembro. Os acionistas da Arcelor que venderem seus papéis poderão receber o pagamento apenas em dinheiro ao preço de EUR 40,40/ação.



(Infomet, 09/08/06)
Siderúrgicas
Índia: Siderúrgicas indianas divulgam resultados para o 2º trimestre de 2006. O lucro líquido da Steel Authority of India (Sail) e da Tata Steel cresceu 23% (para US$ 298 milhões) e 3% (para US$ 205 milhões) ano a ano, respectivamente, no período abril-junho. A JSW Steel registrou queda de 17,65% para US$ 37 milhões. O lucro líquido da Essar sofreu queda de 80% para US$ 8,8 milhões.



(Metal Bulletin, 07/08/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: O grupo Randon anunciou ontem um programa de investimentos de R$ 800 milhões para o período 2005-2009, incluindo R$ 100 milhões que serão aplicados na construção de uma fundição com capacidade instalada de 30.000 t/ano a partir do fim de 2008. A empresa tem expectativa de forte crescimento da demanda doméstica e das exportações nos próximos anos, que deve elevar o faturamento bruto total do grupo (incluindo as vendas entre controladas e coligadas) de R$ 2,3 bilhões em 2004 para R$ 4,5 bilhões em 2009. O número de funcionários passará dos atuais 7.000 para quase 9.200.



(Sérgio Bueno, Valor Online, 09/08/06)
Automotivas
Brasil: Segundo o vice-presidente de vendas da Volkswagen, Berthold Krueger, a diminuição de pedidos do México e Europa trará as maiores baixas nas exportações da montadora este ano. Maior exportadora do setor automotivo, a Volks chegará ao final do ano, diz o executivo, com vendas externas de 200.000 automóveis e comerciais leves, ou 40.000 unidades a menos do que em 2005. Segundo Krueger, com a alta do real em um ano os reajustes de preços dos carros exportados pela montadora somaram 35%. Isso levará a uma queda de 20% nas vendas externas.



(Marli Olmos, Valor Online, 09/08/06)
Automotivas
Brasil: A Marcopolo S.A., depois de concluir o trabalho de reajuste de preços de seu mix de produtos, concentra agora esforços na busca de uma melhor posição do seu market-share no mercado interno. A empresa já teve 49% de participação no passado, mas encerrou o 2º trimestre com 39%. Para este ano a expectativa é de alcançar 42%. Neste 1º semestre, foram produzidas 13.700 unidades (+11% ano a ano), para atender o mercado interno. E no exterior foram produzidas 2.500 (-6,6% ano a ano).



(Guilherme Arruda, Gazeta Mercantil, 09/08/06)
Automotivas
China: As vendas de carros no país cresceram mais lentamente em julho de 2006, principalmente em relação aos SUV’s. No mês passado as vendas de carros subiram 5,39% para 332.600 unidades, informou a CAAM (associação das montadoras chinesas). Houve uma queda de 19,69% na venda de veículos utilitários esportivos. Em 2005, as vendas na China aumentaram 21,4%, para 3,97 milhões de unidades.



(Automotive News – Reuters, 08/08/06)
Automotivas
China: Lucro da indústria automotiva chinesa cresce 76% no semestre. Este setor na China registrou um aumento em seus lucros na 1º metade do ano de 76,56%, chegando a US$ 2,14 bilhões. No caso dos fabricantes de autopeças o aumento de lucros foi de 41,08%. A Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis atribui o resultado à nova legislação que aumentou os impostos sobre os veículos mais poluentes e reduziu a carga para os que respeitam o meio ambiente. Outro fator foi a queda dos preços do aço e do ferro em 2005.



(Infomet, 09/08/06)
Automotivas
EUA: Montadoras americanas acusaram o governo japonês a injetar mais de US$ 2 bilhões em lucros inesperados em montadoras japonesas no trimestre passado, através de uma depreciação artificial do iene. Esta afirmação foi feita pelo Conselho de Política e Comércio Automotivo, que representa a General Motors, a Ford e a DaimlerChrysler. O presidente do conselho, Stephen Collins, ainda afirmou que a política de câmbio do país pode ter possibilitado às montadoras japonesas um subsídio de US$ 8 bilhões este ano.



(Automotive News – Reuters, 08/08/06)
Automotivas
EUA: A Dana Corp. investirá US$ 7,6 milhões para instalação de equipamentos novos e expansão em sua planta em St. Clair, criando 130 novos empregos. A expansão prevista para o 1º trimestre de 2007, socorrerá o setor industrial do Estado de Michigan, o qual já perdeu 18.000 postos de trabalho desde junho de 2005 devido principalmente às dificuldades sofridas pela indústria automotiva. Dana faturou US$ 8,6 bilhões em 2005 e luta, assim como outros grandes sistemistas como Delphi Corp. e Collins & Aikman, contra o aumento das matérias-primas, pressão internacional sobre os preços e vendas declinantes de automóveis e caminhões nos EUA. Dana como parte dos esforços de reestruturação (a empresa opera em concordata sob o Chapter 11), está consolidando suas plantas em sites da Pennsylvania, Indiana e Ontario, e transferirá equipamentos para a planta de St. Clair.



(Josee Valcourt, Eautoportal, 09/08/06)
Automotivas
Índia: As vendas domésticas de carros no país subiram 28,4% ano a ano, graças aos juros baixos e aos descontos oferecidos pelas montadoras em um mercado aquecido e extremamente competitivo. No mês passado 81.038 carros foram comercializados. As vendas acumuladas no período abril-julho (1º quadrimestre do ano-fiscal 2007), aumentaram 24,9% ano a ano, para 324.671 carros. As vendas de motocicletas nos primeiros 4 meses do ano alcançaram volume de 2,061 milhões de unidades (+20,6% ano a ano). A Índia, 3ª maior economia mundial, vende cerca de 6 milhões de motocicletas/ano.



(Automotive News – Reuters, 08/08/06)
Automotivas
Mundo: Nos últimos 10 anos, mercados emergentes como Índia, China e América Latina viram o número de carros nas ruas subir exponencialmente. O crescente aumento de carros nesses países não chega sem impacto ambiental. Um estudo da Agência Espacial Européia, de 2005, mostra que os poluentes no céu sobre a China dobraram nos últimos 10 anos. Apesar da grande diferença entre o custo da tecnologia híbrida e a renda disponível dos consumidores, algumas montadoras começam a estabelecer programas piloto de vendas de híbridos. Em janeiro, a Honda começou a vender a versão híbrida do modelo Civic, em uma das cidades mais poluídas do mundo, a Cidade do México. Ainda há muito progresso por vir nos combustíveis alternativos e na tecnologia híbrida.



(Christina Pryor e Matt Vella, Valor Online, 09/08/06)
Automotivas
Rússia: Importação de carros no país subiu 27,3% ano a ano, para 432.000 unidades no 1º semestre de 2006. Em valores, as importações alcançaram US$ 5,068 bilhões. Em 2005 as importações de carros saltaram 47,3% ano a ano, para 773.700 unidades.



(Just-auto.com, 08/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: O ICV medido pelo Dieese apura deflação em julho. Os preços voltados para o consumidor paulistano fecharam o mês de julho com uma queda média de 0,14%, segundo o Índice do Custo de Vida (ICV) do Dieese. A exemplo do que foi apresentado por outros indicadores de preços, o ICV também encerrou o mês mostrando deflação menor que a verificada nos 2 meses anteriores. Em maio, a queda tinha sido de 0,37% e, em junho, de 0,21%. 



(Francisco Carlos de Assis, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 08/08/06: Dólar caiu 0,32%, cotado a R$ 2,178. O Ibovespa em queda de 0,25% aos 37.600 pontos. O Risco país caiu 1,83% aos 214 pontos. O Global 40 em alta de 0,25% aos 129,43% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,46% aos 109,37% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,28% cotado a R$ 2,801.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 09/08/06)
Econômicas
Brasil: País é o campeão mundial em depósitos compulsórios no BC. Segundo levantamento feito pela agência de classificação de risco de crédito Austin Rating, enquanto a maioria dos países tem taxa de compulsórios abaixo de 10%, o Brasil aparece no topo da lista, com uma alíquota exorbitante de 53% sobre o volume depositado nos bancos. Desse total, 45% ficam no BC, sem rentabilidade, e 8% são remunerados pela taxa básica da economia (Selic). O mecanismo diminui a oferta de crédito no mercado e, conseqüentemente, encarece os empréstimos aos consumidores



(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Econômicas
Brasil: Concorrência dos importados faz indústria contratar menos. Pesquisa da Fiesp mostra que nível de emprego parou de crescer e se mantém estável. Os setores da indústria que sofrem com o aumento da concorrência das importações, causado pela valorização do real frente ao dólar, são os que registram maiores quedas na produção e no emprego. A conclusão do estudo divulgado pela Fiesp, comparou os números da balança comercial com dados da pesquisa da produção industrial, apurada mensalmente pelo IBGE. 



(Paula Puliti, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Econômicas
EUA: Fed mantém juro e incertezas. BC dos EUA não mexeu na taxa básica, que está em 5,25% ao ano, mas diz que novas elevações podem ocorrer. Investidores do mundo todo entenderam que o comunicado não dissipou as incertezas que pairam sobre a economia americana. Em conseqüência disso, as bolsas de valores caíram nos EUA e na maioria dos países onde os mercados funcionavam quando a decisão foi anunciada. 



(Agências Internacionais, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Econômicas
Mundo: Não há ativo financeiro no mundo que, de alguma maneira, não se ajuste ao tamanho dos juros prevalecentes nos EUA. A tensão que grassa desde maio no mercado internacional em conseqüência da expectativa da alta dos juros americanos não vai se dissipar apenas com essa decisão porque o risco de inflação continua alto. Ninguém sabe até onde os juros ainda teriam de subir nos países industrializados para neutralizar a inflação. Nos EUA, o núcleo da inflação em 12 meses (em junho) tinha acumulado alta de 2,4%, enquanto o historicamente admissível é algo em torno de 2% ao ano. O que os mercados vão seguir perguntando é se o atual nível de aperto é suficiente para trazer de volta a inflação para patamares toleráveis



(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Econômicas
 Energia
EUA: Bush quer disseminar uso do álcool combustível. Presidente americano inspira-se no Brasil, mas quer que mercado cuide do programa. Bush está usando sua autoridade para que o povo americano entenda que é preciso moderar o consumo de petróleo. Segundo o governo, o etanol poderia aplacar mais de 1/3 do consumo de gasolina do americano já em 2025 (o nível hoje é de 3%). Os benefícios: menor dependência do petróleo estrangeiro e um ambiente mais limpo, já que o álcool emite menos gases que contribuem para o efeito estufa.



(wsjamericas, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Energia
 Meio Ambiente
Mundo: Desde que começamos a queimar petróleo, a concentração de dióxido de carbono (CO2) e conseqüentemente a temperatura da atmosfera vêm aumentando. Estudos recentes sugerem que o aumento do CO2 e da temperatura podem causar diminuição da quantidade de alimentos produzida no planeta, contrariamente ao que os cientistas acreditavam até este momento já que a influência do CO2 era considerada benéfica à produtividade agrícola. Em outras palavras, necessitaremos de uma área maior para produzir a mesma quantidade de alimento. As pessoas que até agora se preocupavam somente com o aumento do nível dos oceanos podem começar a se preocupar com a diminuição da quantidade de alimentos.



(Fernando Reinach, O Estado de SP, 09/08/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Bolivia: Bolívia decide esta semana destino da sua maior jazida de ferro O governo boliviano informou na terça-feira que pretende decidir ainda esta semana sobre o direito de lavra da jazida de minério de ferro de El Mutún (uma das maiores do mundo), na fronteira com o Brasil, obtida em licitação pela companhia indiana Jindal Steel and Power Ltda. A Jindal não esclareceu ainda algumas dúvidas e o prazo termina nesta quinta-feira, conforme informou o Ministério de Planejamento. El Mutún possui reservas de mais de 40 bilhões de toneladas de minério de ferro. A Jindal pretende investir, em 10 anos, US$ 2,3 bilhões, dos quais US$ 1,5 bilhão aplicados nos primeiros 5 anos. A produção prevista pelo governo boliviano é de pelo menos 1,7 Mt/ano de aço laminado, além de concentrados de ferro.



(Infomet, 09/08/06)
Outras Empresas
Australia: BHP estuda suspender entregas de cobre. A BHP deverá suspender as entregas de concentrado de cobre produzido em sua mina de Escondida, no Chile, para fundições da Ásia e da Europa, após a greve iniciada ontem. A produção de cátodos de cobre de Escondida, com 57,5% do capital controlado pela BHP, também foi suspensa devido à greve ocorrida na maior mina de cobre do mundo. Os preços do cobre aumentaram aproximadamente 80% este ano em Londres num momento em que greves e problemas de produção levaram a interrupções do fornecimento. Até 18% da oferta mundial do metal pode ficar comprometida devido a medidas setoriais tomadas este ano decorrentes de negociações salariais. Escondida tem 30% de seu capital controlado pelo Rio Tinto Group. A mina está deixando de ganhar US$ 16 milhões/dia em função da greve.



(DCI, 09/08/06)
Outras Empresas
EUA: Texas Pacific compra Aleris por US$ 1,7 bilhão. A empresa de capital de risco Texas Pacific Group anunciou hoje a compra da fabricante de metais Aleris por US$ 1,7 bilhão, além do pagamento de dívidas no valor de US$ 1,6 bilhão. As empresas esperam concluir a transação no início de 2007, após a aprovação das agências reguladoras e de seus acionistas. Fundada em 1992, a Texas Pacific é uma empresa de private equity que controla mais de US$ 30 bilhões em negócios de varejo. A Aleris tem 50 unidades de produção nas Américas do Norte e do Sul, na Europa e na Ásia. Com 8,6 mil empregados, a companhia recicla e fabrica produtos de zinco e alumínio.



(Infomet, 09/08/06)
Outras Empresas
 Tecnologia da Informação
EUA: Google paga US$ 900 milhões por acordo com site MySpace. O Google ganhou a licitação para fornecer serviços de busca e publicidade para o MySpace.com, o popular site de relacionamentos na internet, e para outros endereços na Web de propriedade da News Corp. A transação promete pagar a News Corp. um mínimo de US$ 900 milhões no decorrer de 3 anos e meio.



(Saul Hansell, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Tecnologia da Informação
EUA: O Google Earth composto por milhares de fotos tiradas de satélite e imagens aéreas conquista o mundo dos cientistas. Software que surgiu como diversão mostra-se útil para pesquisar vulcões, resgate a vítimas de furacões, determinar alcance da gripe aviária, mapear criminalidade e outros. Epidemiologistas, meteorologistas e planejadores urbanos descobriram o globo virtual. Para eles, um de seus recursos mais atraentes é a capacidade de expor graficamente muitos tipos diferentes de dados sobre o planeta. Eles podem colocar marcadores de posição e sobrepor mapas de densidade populacional ou temperaturas oceânicas.



(Manfred Dworschak, O Estado de S. Paulo, 09/08/06)
Tecnologia da Informação

DAVINCI Engenharia

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