| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 08/08/2006 |
| Siderúrgicas |
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Brasil: Usinas fabricam mais aço para as montadoras de automóveis. As montadoras japonesas Toyota e Honda, impulsionam o crescimento de vendas da Usiminas, e pela sua subsidiária de distribuição, a Rio Negro. A empresa receberá investimentos de R$ 28 milhões para ampliação da linha de estampagem da unidade de Taubaté (SP). As vendas do grupo Arcelor, de laminados a frio e galvanizados registrou alta no volume de vendas domésticas neste 2º trimestre (+ 70% ano a ano). O volume total atingiu 235.000 t. A produção da Vega do Sul também registrou grande aumento no período. A planta produziu um volume 88% maior de laminados a frio e 22% maior de galvanizados.
(DCI, 08/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Fundições mantêm ritmo de crescimento. O setor de fundição vive um momento de crescimento contínuo, mas brando em relação aos últimos 4 anos, quando ampliou em 70% seu volume de produção no Brasil. O presidente da Associação Brasileira de Fundição (Abifa), Luiz Carlos Koch, estima que até 2010 o setor invista R$ 1,25 bilhão, gerando cerca de 15.000 empregos e aumentando a capacidade produtiva instalada, estimada atualmente em 3,7 Mt/ano. O Brasil produz cerca de 2,8 Mt/ano, empregando 60.000 trabalhadores. O setor cresceu 6,3% nos primeiros 5 meses do ano em relação a 2005.
(DCI, 08/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: Espera-se que o país continue a crescer como exportador líquido de billets e produtos acabados durante 2006. A China Iron & Steel Assn (Cisa) prevê que as exportações chinesas de produtos acabados de aço atingirá a marca das 31 Mt este ano, enquanto as exportações de billets alcançarão 6 Mt. As importações serão bem menores que as exportações: cerca de 19 Mt de produtos acabados e 400.000 t de billets. O consumo de aço bruto no país também deverá aumentar em 13% este ano, para 398 Mt.
(Metal Bulletin, 08/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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India: Viraj Alloys anuncia programa de expansão. A Viraj Alloys esta planejando expandir sua produção de aço inoxidável para 500.000 t/ano, um investimento de US$ 350 milhões. A 1º fase da expansão deverá estar concluída em 30 meses. O projeto irá incorporar empresas de fundição, placas fundidas, laminados a quente e a frio. A Viraj Alloys completou um dos programas de expansão em abril aumentando a produção em 56% passando para 250.000 t/ano. O programa total inclui a instalação de 2 altos fornos de 25 t de capacidade e um AOD de 50 t, um investimento de US$ 26 milhões. A empresa também instalará um laminador de fio máquina da empresa italiana VAI Pomini, que pode produzir 10.000 t/mês de fio máquina em bobinas de 2 t, num custo de US$ 24 milhões. A empresa exporta cerca de 90% de sua produção. No ano de 2005-06 a empresa exportou cerca de US$ 300 milhões e para o ano fiscal 2006-07 prevê aumento para US$ 520 milhões.
(Metal Bulletin, 08/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: A produção de veículos registrou o melhor julho da história, embora tenha apresentado retração de 1,6% em relação a junho. As montadoras registraram crescimento de vendas de 12,3% no mercado interno, de acordo com a Anfavea. Foram produzidas 190.800 unidades em julho, e na comparação anual houve aumento de 2%. De janeiro a julho, foram produzidos 1,32 milhão de automóveis e comerciais leves (+3,7% ano a ano).
(DCI, 08/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Exportações brasileiras de veículos crescem. As vendas externas cresceram em faturamento e em volume. Em julho, as montadoras faturaram US$ 1,057 milhão com as exportações (+9,1% ano a ano). Em volume foram exportadas 76.200 unidades (-5,1% sobre julho de 2005). Mas as montadoras estão aumentando os preços de maneira gradual no mercado externo, tornando os veículos brasileiros menos competitivos. Até o final de julho, o faturamento das montadoras com as exportações foi de US$ 6,65 milhões. Em 2005, no mesmo período, somou US$ 6,225 milhões.
(DCI, 08/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: O aumento nos preços do aço já chegou às montadoras e será repassado ao consumidor de veículos, admitiu ontem o presidente da Anfavea, Rogelio Golfarb. De acordo com informações do Sindipeças, os reajustes no insumo variam de 5% a 6%. Para Golfarb, porém, a indústria não deverá repassar integralmente os aumentos do aço, que nos últimos 3 anos já dobrou de preço. As exportações do setor automotivo continuam seguindo a tendência de queda de volume, com crescimento de receita.
(Paulo de Araujo, Gazeta Mercantil, 08/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Posição consolidada das montadoras japonesas. A Honda e a Toyota, juntas, já respondem por 7,5% das vendas totais de automóveis e comerciais leves no País, segundo a Fenabrave. No mundo, a Toyota alcançou a 1ª posição na produção de veículos, superando a GM. Mas o destaque no Brasil ocorre no segmento de sedãs médios, onde o Civic e o Corolla respondem por 54% das vendas.
(DCI, 08/08/06) |
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| Automotivas |
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Coréia do Sul: A Hyundai Motor Co. juntamente com sua afiliada Kia Motors Corp., divulgou lucro líquido neste 2º trimestre de US$ 401,6 milhões (- 37% ano a ano), devido a queda nas vendas no mercado doméstico, à valorização da moeda local, ao alto custo da matéria prima, e ao alto preço do combustível que desestimula os consumidores. As vendas neste período aumentaram para US$ 7 bilhões (+0,8% ano a ano), devido ao aumento no preço dos veículos e aumento da exportação, que compensou a queda no mercado doméstico.
(Eautoportal, 07/08/06) |
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| Automotivas |
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Europa: As vendas da GM na Europa caíram 1,6% em julho de 2006. Mesmo com o baixo volume de vendas na região, 156.680 unidades, o market share da montadora aumentou 0,1 ponto percentual, para 9,1%. Nos primeiros 7 meses do ano as vendas da GM Europe caíram 0,1% ano a ano, para quase 1,23 milhão de unidades, obtendo um market share de 9,3% (9,6% em 2005).
(Automotive News – Reuters, 08/08/06) |
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| Automotivas |
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Índia: GM construirá uma planta para a montagem de carros no país, com investimentos iniciais de US$ 300 milhões. A montadora dobrará sua capacidade produtiva na Índia para mais de 220.000 unidades. A nova planta terá capacidade para produzir 140.000 veículos/ano e empregará cerca de 1.000 pessoas. O 1º produto da planta será um mini-carro para o mercado doméstico, a partir do 3º trimestre de 2008.
(Eautoportal – Auto Asia, 08/08/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 07/08/06: Dólar subiu 0,09%, cotado a R$ 2,185. O Ibovespa em queda de 0,39% aos 37.697 pontos. O Risco país caiu 1,35% aos 218 pontos. O Global 40 em queda de 0,01% aos 129,1% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,11% aos 109,06% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,07% cotado a R$ 2,809.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 08/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: BC quer dar mais poder a clientes. O presidente do BC, Henrique Meirelles, informou que estuda 3 medidas visando à redução dos juros bancários. "Uma vai ampliar o acesso à Central de Risco, fazendo com que cubra um universo maior de clientes bancários. Isso permitirá que um número maior de clientes possa negociar crédito com bancos diferentes daqueles com quem trabalha", explicou. A 2ª medida, segundo Meirelles, vai facilitar a transferência de dinheiro da folha de pagamento de um banco para outro. "A 3ª medida em estudo dará maior poder de escolha para o cliente quando for negociar a tomada de crédito consignado." Essa 3ª medida deverá permitir ao cliente levar o seu cadastro de um banco para o outros. Hoje, o banco é que é dono do cadastro do cliente.
(Marina Guimarães, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: País é campeão em spread bancário. Estudo do BIS mostra que taxa cobrada sobre os empréstimos é a maior entre os países emergentes. Estudo do Banco de Compensações Internacionais (BIS) sobre sistemas bancários em países emergentes divulgado ontem afirma que o Brasil "talvez seja o caso mais extremo de spreads altos" cobrados sobre os empréstimos, em torno de 40%. Os spreads resultam da diferença entre custos da captação do dinheiro pelos bancos e as taxas cobradas na concessão de empréstimos. O 2º maior spread constatado pelo BIS, que se baseou em números do FMI do fim de 2004, é o dos bancos do Peru, em torno de 10%.
(João Caminoto, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: EUA vão rever acordo tarifário que favorece País. Brasil é um dos países que podem ser excluídos do sistema de preferências que isenta importações. O Brasil corre o risco de ser excluído do sistema estabelecido pelos EUA que dá isenção de tarifas para a importação de certos produtos. Ontem, o governo americano informou que está iniciando a revisão de sua política de preferências e uma das opções em estudo na Casa Branca é a exclusão do Brasil do sistema. De tudo que o Brasil exporta para os EUA 20% entra no mercado americano graças às preferências. O Sistema Geral de Preferências (SGP) foi criado em 1974. Atualmente, 133 países em desenvolvimento e 3.400 produtos se beneficiam do mecanismo.
(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: De acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada ontem pelo BC, a expectativa média dos analistas para o aumento na produção industrial neste ano recuou de 4,15% para 4%. Na sexta-feira, o IBGE divulgou que a produção industrial caiu 1,7% em junho em relação a maio, abaixo do piso das estimativas do mercado para o resultado do mês, que variavam de -1,2% a +0,2%. Apesar da projeção menor para esse indicador, o mercado não modificou a estimativa para o crescimento do PIB, que continua em 3,6%. Para 2007, tanto a estimativa para a expansão do PIB como da produção industrial ficaram inalteradas, em, respectivamente, 3,7% e 4,5%.
(Jornal do Commercio, 08/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Durante palestra em São Paulo, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, afirmou que a corrente comercial brasileira deve alcançar ou ultrapassar os US$ 220 bilhões em 2006. De acordo com Furlan, o número é duas vezes superior ao registrado em 2002, quando o volume total de exportações mais importações chegou a US$ 107 bilhões. A projeção do Ministério é de que as exportações atingirão US$ 132 bilhões neste ano e as importações somarão US$ 88 bilhões.
(Jornal do Commercio, 08/08/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: Petrobras investirá US$ 2 bilhões no projeto Mariscal Sucre de produção de gás na Venezuela. Plano já foi levado à PDVSA e contrato deve ser assinado até fim do ano. O negócio pode marcar a estréia da estatal brasileira no mercado de gás natural liquefeito (GNL), já que prevê a liquefação do combustível para venda no mercado internacional no fim da década.
(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Energia |
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Brasil: Segundo dados divulgados hoje pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética), o consumo de energia elétrica cresceu 3,1% no 1º semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando 171.982 GWh. Nas residências, o consumo aumentou um pouco acima da média, 3,5%. Mas nas indústrias a expansão foi de apenas 2%.
(Patrícia Zimmermann, Folha Online, 08/08/06) |
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| Energia |
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Brasil: Distribuidoras de energia temem perda de receita com mudança na tarifa. A cada 4 anos, todas as empresas do setor submetem suas planilhas à Aneel para verificar se os reajustes de tarifas aplicados anualmente foram capazes de manter o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão. De 2003 a 2005, a receita nominal das companhias passou de R$ 49,6 bilhões para R$ 60,8 bilhões. Durante esse período, todas as distribuidoras passaram pelo processo de revisão tarifária que resultou em aumentos na imensa maioria dos casos. Para os consumidores, a preocupação é que os fatores que definem o percentual da revisão tarifária elevem demais as contas de luz, levando à perda de competitividade, no caso das indústrias. Na quarta-feira passada, uma audiência pública reuniu mais de 200 executivos no auditório da Aneel. Representantes de grandes indústrias consumidoras de energia - como Aços Villares, Fosfértil e Associação Brasileira do Aluminínio (Abal) - também registraram suas contribuições.
(Daniel Rittner, Valor Econômico, 08/08/06) |
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| Energia |
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Mundo: Corte de oferta no Alasca faz petróleo disparar. As cotações do petróleo bateram novo recorde ontem em Londres e chegaram próximo disso em Nova York. A British Petroleum (BP) iniciou procedimentos para paralisar temporariamente suas operações no campo petrolífero de Prudhoe Bay, no norte do Alasca, o maior dos EUA. No mercado londrino, o contrato futuro para setembro do tipo Brent subiu US$ 2,14 e fechou cotado a US$ 78,30, superando os US$ 78,18 de 17 de julho. Durante o pregão, a cotação chegou a um nível ainda mais alto: US$ 78,64. Em Nova York, os contratos de petróleo leve (WTI) para entrega também em setembro subiram 3% em relação a sexta-feira, para US$ 76,98 o barril de 159 litros. Ao longo do dia, a cotação alcançou a máxima de US$ 77,30, ainda abaixo do recorde de US$ 78,40 apurado em 14 de julho.
(Agências Internacionais, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Energia |
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| Logística |
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Brasil: Ferrovias investem para atender siderúrgicas. Os investimentos em ampliação da capacidade produtiva anunciados pelas principais siderúrgicas e mineradoras com operação no Brasil estão fazendo com que as concessionárias de ferrovias ampliem suas malhas para atender a demanda de transporte de produtos e matérias-primas. De acordo ANTF, os serviços crescem na medida em que as siderúrgicas aumentam suas produções. Até o final do ano deverão ser investidos cerca de R$ 2,3 bilhões, entre via permanente, locomotivas, vagões e tecnologia. Nos próximos 4 anos estão previstos mais R$ 2 bilhões de investimentos das concessionárias para infra-estrutura e R$ 7,1 bilhões do governo federal deverão ser destinados à malha já existente para resolver os problemas de gargalos físicos e operacionais.
(Infomet, 08/08/06) |
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| Logística |
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Brasil: A MRS vem executando projetos de melhoria que devem somar US$ 1 bilhão até 2010. Entre os projetos está a compra de 150 locomotivas e 6.000 vagões, a duplicação de um trecho de 100 Km da malha no Estado do RJ e aquisição de correias transportadoras. A MRS atende a todas as siderúrgicas do país, porém não tem acesso a todas as plantas. Para isso, dependeria de uma ampliação da malha ferroviária que, segundo o presidente da MRS, só é possível com a participação do governo federal. No 1º semestre, a MRS transportou 52,9 Mt de carga, das quais 44,26 milhões referem-se a produtos siderúrgicos ou matérias-primas. No 2º trimestre, a companhia obteve expansão de 17% no transporte de produtos siderúrgicos sobre igual período de 2005, com 1,9 Mt movimentadas. Segundo balanço da MRS, o avanço foi impulsionado principalmente pelos clientes do Grupo Arcelor.
(Infomet, 08/08/06) |
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| Logística |
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Brasil: A ALL prevê um crescimento entre 15% e 20% até 2007 na movimentação do setor de siderurgia, com o transporte de vergalhões, bobinas, chapas e outros produtos de aço. Ainda neste ano deve ser instalada uma grande unidade para descarga de ferro-gusa, mas a ALL ainda não divulga o local onde será instalado o terminal. A Vega do Sul confirmou a aquisição de 83 vagões para o transporte de matéria-prima, e a CSN outros 200 vagões, para carregamento de bobinas de aço para o setor automobilístico. Neste ano, a ALL inaugurou um desvio ferroviário dentro da unidade da Gerdau em Araucária (PR). O ramal teve aportes de R$ 2,6 milhões, e por ele devem passar mais de 200 Mt/ano de material siderúrgico. Além de ampliar a movimentação com a Gerdau, o novo desvio permitirá à ALL crescer no segmento siderúrgico.
(Infomet, 08/08/06) |
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| Logística |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: As indústrias brasileiras travam uma luta com os órgãos de meio ambiente em torno da taxa de compensação ambiental, criada em 2000 e que serve para criar e manter remanescentes de florestas. Segundo os empresários, a taxa, uma espécie de "CPMF ambiental", vai encarecer os investimentos no País. O percentual mínimo fixado pela lei é de 0,5%. As indústrias e o setor ambiental discutem agora o teto, que pode ser de até 3%, segundo o Ibama, ou até 5%, conforme prevê um projeto de lei em discussão na Câmara dos Deputados. Cálculos do setor industrial apontam que o custo anual da cobrança pode variar entre R$ 320 milhões e R$ 3,2 bilhões por ano, considerados aí apenas os projetos de mineração e infra-estrutura.
(Agnaldo Brito, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Meio Ambiente |
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Mundo: Estudo atesta aumento de emissão de dióxido de carbono no mundo. Pesquisa sobre a situação energética e ambiental do mundo divulgada pelo Banco Mundial traz um dado preocupante: de 1992 a 2002, as emissões de dióxido de carbono (CO2) aumentaram em 15%. A China aumentou suas emissões em 33%, a Índia registrou um aumento de 57%. O crescimento econômico desses países, assim como de outros que estão ascendendo no plano econômico mundial, promete uma tendência de aumento ainda maior em curto, médio e longo prazos. Os países desenvolvidos e industrializados também têm um papel significativo no aumento dessas emissões. Os EUA estão entre os 10 que mais poluem, contribuindo com 24% do total de emissões, enquanto a UE contribui com 10%. As nações desenvolvidas consomem 51% da energia produzida no mundo, registrando um consumo per capita 11 vezes superior àquele dos países menos desenvolvidos.
(ANSA, Folha, 07/08/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Bradesco tem 3º maior lucro da AL. O lucro líquido do Bradesco cresceu 19,5% no 1º semestre e atingiu R$ 3,13 bilhões; superior ao do seu principal concorrente, o Itaú, cujo ganho somou R$ 2,96 bilhões. Segundo a Economática, conforme os balanços apresentados até o momento, o resultado é o maior da história dos bancos no período de janeiro a junho e também o 3º maior entre as empresas de capital aberto da América Latina. A instituição só perdeu para a CVRD e para a América Móvil, do México. No trimestre, o ganho do banco alcançou R$ 1,6 bilhão - valor 13% superior ao de igual período de 2005.
(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Grupo Dedini vai abrir capital. A empresa investirá R$ 220 milhões até 2011. A Dedini constrói as máquinas e os equipamentos usados em usinas de açúcar e álcool, siderúrgicas ou cervejarias. Aos 85 anos, a empresa deve faturar mais de R$ 1 bilhão em 2006, resolveu partir para novas tecnologias e se prepara para vender ações e abrir o capital no Novo Mercado da Bovespa. Até 2010, o grupo espera alcançar faturamento de R$ 2 bilhões.
(Agnaldo Brito, O Estado de S. Paulo, 08/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A Alcoa, maior produtora de alumínio do mundo, informou que abriu oficialmente a linha 3 da fundição de alumínio Alumar em São Luís do Maranhão. A expansão, avaliada em US$ 185 milhões, aumentará a produção de alumínio primário em 63.000 t, para 440.000t/ano, transformando-se assim na 2ª maior produtora da AL.
(Peter Blackburn, Jornal do Commercio, 06/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A CVRD atingiu no 1º semestre de 2006 a marca recorde de 137.000 postos de trabalhos. O número é 17% maior que o total de empregados em todo o ano de 2005, quando a empresa contava com 117 mil funcionários. A empresa lucrou R$ 6,1 bilhão no período (+19,5% ano a ano). Os investimentos totais da Vale também foram de US$ 1,944 bilhão no 1º semestre (+39,8% ano a ano). Beneficiados pela economia e pela grande demanda por commodities, estamos mantendo a trajetória de crescimento planejada, disse o diretor executivo de Planejamento e Gestão, Gabriel Stoliar. Segundo ele, apenas em projetos ambientais os desembolsos passaram de US$ 531.000 no 2º trimestre de 2005, para US$ 13,3 milhões, em igual período deste ano.
(Janaína Oliveira, Hoje em Dia, 04/08/06) |
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| Outras Empresas |
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