| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 07/08/2006 |
| Siderúrgicas |
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China: O consumo de aço na China deverá aumentar 20% em 2006, para 397 Mt (aço bruto). Os impulsores da demanda são os investimentos em ativos imobilizados (que cresceram 28% no 1o trimestre para US$ 174 bilhões), segundo a Cisa (China Iron & Steel Association). A produção neste ano deverá atingir 400 Mt de aço bruto. Já o PIB cresceu 10,2% no 1o trimestre, mais do que no 1o trimestre de 2005 quando crescera 9,9%. Segundo Wu Xichun, consultor da Cisa, a taxa de investimentos deverá desacelerar lentamente no 2o semestre devido às restrições que o governo central deverá tomar para esfriar a economia. Mas, segundo Wu, a demanda por aço na China embora desacelerando no 2o semestre do ano, não deverá apresentar forte declínio.
(Metal Bulletin, 07/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Canadá: As autoridades de regulamentação do mercado aprovaram a venda da Maverick Tube Corp. (EUA) para a Tenaris SA. Além da Canadian Competiton Bureau, a Comissão Federal do Comércio dos EUA também aprovou o negócio. A transação (avaliada em US$ 65/ ação) ainda deve ser analisada e aprovada por autoridades do Brasil, Colombia, Alemanha, Itália e Noruega. Tenaris anunciou que conta com financiamento de US$ 2,7 bilhões para concluir o negócio.
(Metal Bulletin, 07/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: O país foi exportador líquido de aço no 1º quadrimestre de 2006. Nesse período, a China teve saldo de exportações de 4,3 Mt de aço, o que leva a previsão de exportação líquida anualizada para 13 Mt. Segundo analista da Cisa, as exportações poderão sofrer diminuição devido à crescente valorização da moeda local frente ao dólar americano, e à diminuição de incentivos à exportação em planejamento pelo governo. As siderúrgicas chinesas têm perdido 60% das margens devido à valorização cambial. O governo segundo analista, poderá reduzir a devolução de impostos por exportação, dos atuais 11 para 5%.
(Metal Bulletin, 07/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Grécia: A siderúrgica grega Sidenor SA anunciou aumento de lucro antes de impostos, de 215% ano a ano no 1o semestre. Os resultados deveram-se à forte demanda por aço na região Grécia-Bálcans; do bom desempenho de vendas de chapas da sua subsidiária Stomana (Bulgária); e da recuperação na demanda do mercado de tubos (atendida pela subsidiária Corinth Pipeworks). O lucro antes de impostos foi de US$ 58 milhões. O faturamento foi de EUR 594 no período, com EBITDA de EUR 96 milhões (81%). A empresa projeta a continuidade de bons resultados para o 2o semestre de 2006. Sidenor SA (obs: homônima do grupo Sidenor Espanha) produz vergalhões e aços comerciais (barras e perfís), chapas laminadas a quente e fio máquina; atendendo o mercado da construção civil, indústria automotiva, eletrodos de solda, e outros segmentos industriais.
(Metal Bulletin, 07/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Índia: O grupo Arcelor Mittal, anunciou que Roland Junck será seu novo presidente executivo. O anúncio foi feito pelo presidente da Mittal, Lakshmi Mittal; seu filho, Aditya Mittal, será o diretor financeiro do novo grupo. O atual presidente da Arcelor, Guy Dollé, anunciou sua renúncia ao cargo logo depois de as duas empresas fecharem o acordo para a fusão. Junck afirmou que sua 1ª prioridade será começar a integrar a empresas resultante da fusão, com suas diferentes culturas, a fim de chegar a um padrão único. O novo presidente acrescentou que também desenvolverá o potencial de geração de valor oferecido pelas duas empresas para torná-lo realidade.
(Estadão, DCI, 07/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Mundo: Siderúrgicas correm para adquirir rivais e evitar tornarem-se alvo. Com a fusão da Arcelor e da Mittal, outras empresas estão tentando crescer para competir com os grandes grupos. Até o momento, aconteceram 436 fusões, no valor de US$ 67,75 bilhões. Nos 7 primeiros meses de 2005, foram 379 acordos no total de US$ 22 bilhões. Na China, suas 3 maiores siderúrgicas, Shanghai Baosteel, Wuhan Steel e Anshan Steel são possíveis compradoras de usinas de pequeno e médio porte. As empresas Jinan Steel e Laiwu Steel consideram uma fusão para criar um grupo com produção de 20 Mt/ano. A Millhouse Capital, está comprando 42% da Evraz Group, que pode unir-se a Corus Group, criando uma empresa capaz de produzir 32 Mt/ano.
(Infomet, 07/07/06) |
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| Siderúrgicas |
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Mundo: Siderúrgicas contrárias a fusões. A Posco e a Nippon Steel estão incomodadas com a possibilidade de perder o controle, suas fortes marcas e a identificação com o país por meio de fusões com empresas estrangeiras. Por isso, algumas empresas estão elaborando defesas para evitar serem adquiridas. A Tata Steel da Índia está vendendo US$ 650 milhões em novas ações para a Tata Sons Ltd., uma empresa coligada, para complicar qualquer oferta hostil.
(Infomet, 07/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Japão: Toyota lucra 39% e ameaça a liderança da GM nos EUA. A Toyota informou que seu lucro nas operações globais aumentou 39% no 2º trimestre do ano, devido ao crescimento das vendas, nos EUA, de veículos econômicos, e à desvalorização do iene. O lucro líquido mundial cresceu para US$ 3,23 bilhões, nos período abril-junho, comparativamente ao lucro de US$ 2,32 bilhões, do mesmo período de 2005. As vendas subiram 13%, para US$ 49,10 bilhões. Em julho, a Toyota superou a Ford no mercado norte-americano pela 1ª vez após os preços da gasolina terem disparado. As ações da Toyota subiram 44% nos últimos 12 meses, comparativamente ao declínio de 14% dos papéis da GM e à queda de 36% das ações da Ford. A Toyota elevou em 2,3% ano a ano sua participação de mercado nos EUA no 2º trimestre, para o total de 15,3%, enquanto a GM recuou 3,7 pontos, para 24,5%.
(DCI, 07/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Subsidiária da MWM International no país registrou crescimento de 13,7% ano a ano, em suas exportações no 1º semestre de 2006. A fabricante de motores diesel exportou US$ 105 milhões no período janeiro-junho. O bom resultado é atribuído à expansão das encomendas das matrizes de montadoras e das filiais instaladas em países em desenvolvimento.
(Victor Velasco, Jornal do Commercio, 07/08/06) |
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| Automotivas |
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América do Norte: Lucro operacional da Toyota na região cresceu 1,7% no período abril-junho, para US$ 1,22 bilhão. Este aumento não manteve a tendência de crescimento do faturamento da região, que foi de 18,8% para US$ 18,93 bilhões. Com o aumento de 16,5%, para 747.000 unidades, nas vendas de veículos pequenos na América do Norte, a Toyota não está preocupada sobre sua previsão de lucro. No mundo, o lucro operacional da montadora cresceu 26,5% para US$ 4,45 bilhões, enquanto o lucro líquido saltou 39,2% para US$ 3,22 bilhões. O faturamento mundial da montadora aumentou 13,2% para US$ 48,92 bilhões e 2,208 milhões de unidades foram comercializadas (+7,3%).
(James B. Treece, Automotive News, 04/08/06) |
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| Automotivas |
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China: A Shanghai Auto registrou lucro menor que o esperado no 1º semestre de 2006. O lucro líquido da montadora cresceu 14% para US$ 68 milhões. No período as vendas aumentaram 37% e o faturamento cresceu 54% para US$ 560,4 milhões. Para o total do ano, a expectativa é que o lucro líquido da SAIC aumente 17% para US$ 162 milhões, de acordo com previsão de analistas.
(Automotive News – Reuters, 04/08/06) |
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| Automotivas |
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China: Concorrência chinesa em carros é risco para o futuro . A China é atualmente a 3ª maior produtora de veículos do mundo, atrás de EUA e Japão. Em 2005, o país vendeu 5,7 milhões de unidades, ou 9% do total mundial. Em 1995, ocupava o 9º lugar, com 3,1%. Além das montadoras chinesas, existem no país cerca de 30 multinacionais do setor. A previsão é que, em 2010, a China comercialize 12 milhões de unidades. As montadoras instaladas no Brasil estão preocupadas com o futuro, quando a China realmente começar a exportar veículos. O custo de manufatura (montagem, mão-de-obra, infra-estrutura) de uma fábrica na China está em US$ 140/carro. Nas mais eficientes do Brasil fica em US$ 600. Embora os chineses ainda não tenham a competência brasileira no desenvolvimento de novos carros, na China se formam em média 400.000 engenheiros/ano.
(Infomet, 07/07/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: Pacote cambial vai além do câmbio. MP também facilita a ampliação de empréstimos do BNDES. O governo publicou no Diário Oficial a MP 315, com as regras que visam a ajudar o setor exportador. A medida mais importante permite que os exportadores mantenham no exterior parte dos recursos obtidos com as vendas. Os recursos que ficarem no exterior deverão ser usados no pagamento de compromissos em moeda estrangeira, como importações, investimentos, dívidas e remessas de lucros. Caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) definir o percentual dos recursos que não precisará entrar no País. Inicialmente, será de 30%. A intenção do governo é reduzir o fluxo de dólares para o Brasil e, com isso, conter o processo de valorização do real em relação ao dólar, que tem causado protestos do setor exportador.
(Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: A resolução do CMN que flexibiliza as regras cambiais trouxe duas novidades em relação ao que foi anunciado. Uma estabelece que não poderão ficar no exterior os recursos obtidos com exportações feitas com crédito do BNDES , do Tesouro ou por meio do Convênio de Crédito Recíproco (CCR), mecanismo de um acordo em vigor entre o Brasil e vários países que dá garantia governamental ao pagamento das operações. Pela resolução, o benefício poderá ser aplicado aos novos contratos de fechamento de câmbio, mesmo que se refiram a exportações já feitas. Como foi mantido o prazo de 210 dias para o exportador internalizar os dólares, a nova regra pode ser aplicada a exportações feitas a partir do início de janeiro cujos contratos de câmbio ainda não tenham sido fechados.
(O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Exportadora abrirá sigilo no exterior. Receita terá acesso à conta da empresa e fiscalizará liquidação do contrato de câmbio, entre outros. Após a publicação da MP 315, que alterou a legislação cambial, a Secretaria da Receita Federal vai ampliar o controle sobre as empresas que atuam no comércio exterior. O exportador que quiser gozar do benefício da principal medida do pacote (a autorização para deixar até 30% de seus dólares no exterior) será obrigado a permitir que a Receita acompanhe a sua movimentação financeira em outro país.
(Fabio Graner, Lu Aiko Otta, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil:. As grandes empresas terão mais acesso a empréstimos do BNDES, graças a um dispositivo que entrou na MP 315, que regulamentou o pacote cambial. O banco terá seu patrimônio aumentado sem que, para isso, o Tesouro Nacional tenha de injetar dinheiro na instituição. Dessa forma, o BNDES ampliará sua capacidade geral de emprestar. Além disso, será contornado o principal problema do banco no momento, que é a impossibilidade de financiar empresas de maior porte como a Petrobras.
(Fabio Graner, Lu Aiko Otta, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 04/08/06: Dólar subiu 0,22%, cotado a R$ 2,183. O Ibovespa em alta de 1,05% aos 37.847 pontos. O Risco país estável aos 221 pontos. O Global 40 em alta de 0,34% aos 129,12% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,29% aos 108,93% do seu valor de face. O Euro teve alta de 0,75% cotado a R$ 2,811.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 05/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Indústria tem maior queda em 9 meses. De acordo com levantamento do IBGE, após mostrar fôlego surpreendente em maio, a produção industrial recuou em junho, com queda de 1,7% ante maio e de 0,6% ante igual mês de 2005. Mesmo assim, o resultado ruim não impediu um crescimento de 2,6% no 1º semestre, embalado pelo mercado interno, na comparação com igual período de 2005. Para Silvio Sales, chefe da Coordenação de Indústria do IBGE, a expansão semestral "reflete, sobretudo, os efeitos positivos da maior oferta de crédito, do crescimento do rendimento médio real e da inflação em queda".
(Jacqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Indústria gaúcha não cresce há 18 meses. Maior queda, de 8,8%, foi registrada em abril deste ano. O Rio Grande do Sul não sabe o que é taxa positiva de crescimento industrial desde janeiro de 2005. Ou melhor, apenas em agosto a evolução da produção ficou (levemente) acima de zero: 0,42%, segundo a série histórica do IBGE. A taxa de junho, que será divulgada na quarta-feira, deve continuar precedida do sinal negativo. Uma trajetória bem diferente do bom desempenho de 2004, quando a indústria gaúcha registrou crescimento de 6,39%, bem próximo da média nacional, de 8,3%.
(Irany Tereza, O Estado de S. Paulo, 06/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Pneu deixa País vulnerável na OMC. Depois de obter vitórias expressivas nos casos do açúcar e do algodão, o Brasil corre o risco de perder na OMC o 1º contencioso na área ambiental da história do organismo. A UE recorreu à OMC para abrir o mercado brasileiro à importação de pneus usados. O governo resiste, temendo que o País se transforme numa "lixeira" para os países desenvolvidos. No entanto, corre o risco de ficar sem argumento contra os europeus, o que ocorrerá se o Congresso aprovar uma lei que está pronta para ir à votação abrindo o mercado brasileiro à importação de pneus usados.
(Adriana Fernandes e Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 06/08/06) |
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| Econômicas |
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EUA: Mercado de trabalho nos EUA esfria. A economia dos EUA criou 113 mil postos de trabalho em julho, um número menor do que o previsto pela maioria dos analistas do mercado financeiro. A taxa de desemprego subiu para 4,8% e também surpreendeu os especialistas. Só que negativamente, pois as projeções apontavam para estabilidade em relação a junho, quando o índice ficou em 4,6%.
(Reuters, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Econômicas |
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EUA: Reunião do BC dos EUA é divisor de águas do mercado. Investidores do mundo todo aguardam a decisão do Federal Reserve, que vai se encontrar amanhã. Amanhã, o Comitê de Mercado Aberto do Fed reúne-se para definir o rumo da taxa básica de juros no país. A maioria dos analistas, aqui e no exterior, acredita que a taxa será mantida nos atuais 5,25% ao ano.
(Leandro Modé, O Estado de S. Paulo, 06/08/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Mundo: Sob nossos pés, a energia que o mundo precisa. Professor do MIT explica que o calor gerado nas profundezas da Terra supera largamente o consumo atual do planeta. De acordo com Jefferson Tester, professor de engenharia química do Laboratório de Energia e Meio Ambiente do Massachusetts Institute of Technology (MIT), o calor gerado nas profundezas da terra pelo enfraquecimento natural dos isótopos tem potencial para fornecer uma enorme quantidade de calor, milhares de vezes mais do que consumimos hoje por ano. Novas tecnologias de estimulação de campos de petróleo, tornaram possível a obtenção da energia geotérmica em grau muito maior se possibilitarmos que os engenheiros criem reservatórios geotérmicos artificiais em subterrâneos a muitos km abaixo da terra. Tester qualifica como "geotérmica universal" essa energia, porque os reservatórios podem ser colocados em qualquer lugar do mundo onde sejam necessários, como por exemplo, perto de cidades ávidas por energia.
(Kevin Bullis, O Estado de S. Paulo, 06/08/06) |
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| Energia |
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| Logística |
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Brasil: Estaleiro Mauá Jurong investirá R$ 35 milhões na modernização da linha de produção para atender a futuras encomendas. O diretor-comercial do estaleiro, José Roberto Simas, afirma que com a ocupação de 3 canteiros de obra do estaleiro, 5.000 pessoas estarão empregadas durante pelo menos 2 anos. Entre as novas encomendas para o estaleiro estão, mais 16 navios além da da montagem da plataforma P-54 e da plataforma fixa que produzirá gás no Campo de Mexilhão, em Santos.
(Cirilo Junior, Jornal do Commercio, 07/08/06) |
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| Logística |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Demanda por materiais de construção cresce. É o maior volume em 12 anos registrado pelas revendas de materiais de construção, que incluem desde aquela pequena loja de bairro até home centers. O consumo formiga de materiais de construção para fazer 1 cômodo a mais na casa, erguer uma laje e até construir a própria moradia, sem a intermediação de construtoras, deverá crescer neste ano 8% e atingir R$ 37,3 bilhões. Queda de preço, redução de impostos sobre os materiais básicos e linhas de financiamento com prazos longos sustentam esse desempenho.
(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 06/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A Embraer anunciou que o atual vice-presidente executivo para o mercado de aviação comercial, Frederico Fleury Curado, será o sucessor de Maurício Botelho no cargo de diretor-presidente da companhia, a partir de abril de 2007. Após essa data, Maurício Botelho permanecerá como presidente do conselho de administração da Embraer, função que acumula desde 31 de março deste ano, com mandato até abril de 2009. Frederico Curado está na Embraer desde 1984, e já ocupou posições em diversas áreas, tais como produção, qualidade, planejamento, desenvolvimento organizacional e comercial.
(Téo Takar, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: CVRD recebe permissão para exploração de bauxita e minério de ferro. O governo da Guiné garantiu direitos de exploração de bauxita e minério de ferro para a CVRD e para a Mitsubishi, em um esforço do país para desenvolver seus recursos minerais. A Guiné tem 1/3 das reservas conhecidas de bauxita do mundo e grandes depósitos de minério de ferro. A CVRD, maior mineradora de minério de ferro do mundo, obteve várias permissões para exploração da bauxita na região de Tougue-Mali, e também uma de minério de ferro.
(Infomet, 07/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Reino Unido: A Anglo American, 2º maior mineradora mundial, irá gastar US$ 5 bilhões na recompra de ações e no pagamento de dividendos, após seus lucros do 1º semestre saltarem 60%. Com os preços recordes do cobre e do zinco a empresa se concentrou nas operações de mineração somente, enquanto que sua concorrente suíça Xstrata Plc, está oferecendo US$ 17,1 bilhões pela compra da canadense Falconbridge Ltd. O lucro líquido da Anglo aumentou para US$ 2,94 bilhões em relação a US$ 1,84 bilhão referente ao ano passado. As ações da Anglo tiveram valorização de 48%, enquanto as do concorrente Rio Tinto avançaram 31%, e os papéis da BHP Billiton, a maior mineradora mundial, registraram alta de 26%.
(DCI, 07/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Reino Unido: Cobre em alta. O cobre teve sua maior alta das últimas quatro semanas, puxando a alta dos metais, uma vez que a queda do dólar barateou a aquisição de commodities em outras moedas. O contrato de cobre para entrega dentro de três meses subiu US$ 395, ou 5,3% para US$ 7.885/t em Londres.
(DCI, Infomet, 07/08/06) |
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| Outras Empresas |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: O Vale do Silício, nos EUA, é o parque tecnológico mais bem-sucedido em seu objetivo principal: gerar empregos e riqueza por meio da aplicação de conhecimento a produtos e serviços. Parques tecnológicos espalharam-se pelo mundo, na mesma velocidade com que o conhecimento se tornou a maior matéria-prima da competitividade. São Paulo tem as mais dinâmicas empresas do País e as que mais investem em inovação, tem também os cientistas e engenheiros. Cerca de 1% de todas as descobertas e trabalhos científicos produzidos no mundo tem endereço paulista. Por que não alavancar, aqui, nossos Vales do Silício? É sabido que um obstáculo para o desenvolvimento brasileiro é a distância ainda a separar as empresas do conhecimento dos pesquisadores. Parques tecnológicos são instrumentos para aproximá-los. Com eles, mais benefícios serão gerados para o País a partir do investimento público já feito: o conhecimento poderá ser apropriado com mais intensidade pelas empresas e aplicado a produtos para gerar emprego, renda, impostos. Nenhum futuro é mais desejável do que a integração plena à economia do conhecimento. Os parques tecnológicos do Estado de São Paulo são o passo a ser dado, aqui e agora, para construir esse futuro.
(João Steiner, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: Educação à distância é opção para milhões. Na atualidade, a grande explosão da EAD se deve, principalmente, ao impacto das tecnologias da comunicação e da informação (TCIs) e ao tipo de sociedade em que vivemos. O 2º fator de desenvolvimento da EAD decorre das características da chamada sociedade do conhecimento, em que milhões de pessoas economicamente ativas são pressionadas a buscar reciclagem e atualização constante de seus conhecimentos, para não serem postas à margem do mercado de trabalho e da evolução profissional. A internet adquiriu nos últimos 10 anos papel extraordinário, ao permitir que milhões de brasileiros possam aprender em qualquer lugar, seja em casa, no escritório, na fábrica, num telecentro ou nos momentos de lazer. As novas TIs proporcionam 3 vantagens fundamentais: 1) interatividade; 2) personalização da informação; e 3) assincronia, permitindo ao aluno participar de um curso a qualquer hora, segundo sua conveniência. O Brasil já tem sua 1ª Universidade Aberta (UAB). O projeto, do próprio MEC, considera a UAB instituição pública de ensino superior, aberta a qualquer pessoa com idade acima de 18 anos, que pode ingressar sem exame vestibular, mas que tem a obrigação de ser aprovada em todas as disciplinas de seu currículo. Será no Brasil, de 3 a 6 de setembro, no Rio de Janeiro, a 22ª Conferência Mundial de Educação Aberta à Distância (www.icde22.org.br), e que vai mostrar o que de melhor se faz no mundo e no Brasil em matéria de e-learning (EAD).
(Ethevaldo Siqueira, O Estado de S. Paulo, 05/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: No atual contexto econômico, é muito difícil uma empresa conseguir a gestão eficaz de toda a infra-estrutura de TI apenas com os recursos internos disponíveis. Recorrer ao outsourcing (terceirização) para garantir o bom funcionamento de todo o parque tecnológico é a solução encontrada por muitas organizações para obter concomitantemente redução de custos, melhoria de qualidade nos serviços, segurança e continuidade operacional, além do acesso a recursos especializados. E o setor financeiro desponta como um dos mais promissores. O país já responde hoje por 3,4% do mercado mundial de TI para a área financeira. Até 2007 os gastos globais em TI projetados para o segmento bancário serão da ordem de US$ 430 bilhões. Os contratos de outsourcing de TI devem prever normas rígidas de qualidade (SLA - Service Level Agreements), com métricas e metas de resultados.
(Sérgio Rodrigues, Gazeta Mercantil, 07/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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Mundo: A revolução do PC faz 25 anos. Primeiro micro IBM-PC, que nesta sexta-feira completa um quarto de século, foi o veículo de popularização do computador pessoal. E, ao completar 25 anos ganha uma nova geração de chips, que é até 60% mais rápida e deve transformar o mercado, instituindo de vez a era dos PCs dual core (com dois núcleos de processamento).
(Bruno Sayeg Garattoni, O Estado de S. Paulo, 06/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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