Digite aqui a palavra chave:
 
E busca todas as palavras | OU busca cada uma
Listando Agosto de 2006
31/08/2006 » 30/08/2006 »
29/08/2006 » 28/08/2006 »
25/08/2006 » 24/08/2006 »
23/08/2006 » 22/08/2006 »
21/08/2006 » 18/08/2006 »
17/08/2006 » 16/08/2006 »
15/08/2006 » 14/08/2006 »
11/08/2006 » 10/08/2006 »
09/08/2006 » 08/08/2006 »
07/08/2006 » 04/08/2006 »
03/08/2006 » 02/08/2006 »
01/08/2006 »
Por mês de 2006
Dez. de 2006 » Nov. de 2006 »
Out. de 2006 » Set. de 2006 »
Ago. de 2006 » Jul. de 2006 »
Jun. de 2006 » Maio de 2006 »
Abr. de 2006 » Mar. de 2006 »
Fev. de 2006 » Jan. de 2006 »
Por ano
2010 » 2009 »
2008 » 2007 »
2006 » 2005 »
2004 »
Lista completa de Clipping »
Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 04/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: Wheeling divulga detalhes de fusão com a CSN. A siderúrgica Wheeling-Pittsburgh (EUA) divulgou que já concluiu os detalhes de um acordo de fusão com a CSN. O acordo prevê aportes da ordem de US$ 225 milhões pela CSN, por meio de um financiamento a ser convertido em 11,8 milhões de ações da nova holding Wheeling-Pittsburgh ao longo de 3 anos. US$ 150 milhões serão utilizados para melhoria dos ativos, incluindo a expansão da capacidade local da Wheelling na 2ª linha de produção de galvanizados, de 350.000 t. O aporte da CSN lhe dará direito a uma participação de 49,5% na nova companhia criada pela fusão. Os 50,5% restante ficarão com os atuais acionistas da siderúrgica americana. Com esta fusão, a CSN também terá direitos de distribuição exclusiva de seus produtos de seus laminados planos nos EUA e no Canadá. A Wheeling-Pittsburgh tem capacidade de produção de 2,8 Mt/ano de placas e 3,4 Mt/ano de laminados a quente.



(DCI, 04/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Operação de novo alto-forno da CST é adiada para 1º trimestre de 2007. A entrada em operação do 3º alto-forno da CST, prevista para o último trimestre deste ano, foi prorrogada para o 1º trimestre de 2007, devido à greve ocorrida no setor da construção civil no 1º trimestre deste ano. O 3º alto-forno deveria ter entrado em operação já no mês passado. Este é o 2º adiamento na previsão de conclusão da obra, a qual permitirá à CST elevar sua capacidade de 5 Mt/ano para 7,5 Mt/ano de aço.



(Infomet, 04/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: A CVRD quer dobrar a capacidade de produção de placas de aço no Brasil até 2009. Em função da elevada demanda mundial, o país tem condições de abrigar novos projetos que adicionariam até 20 Mt/ano. A capacidade instalada deste segmento é de 20,6 Mt/ano. A Usiminas, na qual a Vale tem 23% do capital acionário, tornaria candidata a líder neste movimento de expansão. Existe o temor de perder mercado para China, Índia e Russia. A CVRD também possui participação na CSA, Thyssen Krupp e a Ceará Steel, juntas elas produzirão 5,9 Mt/ano até 2009. Ao apoiar novos projetos de produção de aço, o que a Vale pretende é fomentar seu negócio de minério de ferro entre clientes no Brasil, com os quais a mineradora teria vantagem sobre as concorrentes internacionais, em função da proximidade.



(DCI, 04/08/06)
Siderúrgicas
China: Os preços internos dos produtos de aço tiveram uma semana com tendências contraditórias. As tiras a quente (HRC) de 3 mm de espessura, utilizadas como benchmark, cairam em até US$ 12/t para US$ 500/t; os preços do aço para construção civil aumentaram ligeiramente em todo o país; os vergalhões obtiveram preços nas revendas, em aumento de até 5 US$/t, para até US$ 375/t. A demanda interna de aço é prevista como fraca por um período indeterminado, devido aos anúncios feitos pelo governo quanto a revisão geral dos investimentos de empresas de vários ramos industriais.



(Metal Bulletin, 04/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Gerdau Ameristeel apresentou no 2o trimestre, lucro líquido de US$ 125,9 milhões, ou 69,4% a mais do que no ano passado. As vendas aumentaram 25,5% para US$ 1,21 bilhão devido ao aumento da demanda e dos preços. Segundo M. Longhi, presidente e CEO, a expedição (o grupo produz laminados longos) apresentou volume recorde, assim como também de laminação e aciaria. A expedição de aço acabado (1,8 Mt, +13%) consistiu de 0,41 Mt de vergalhões, 0,84 Mt de aços comerciais, 0,22 Mt de fio máquina e 0, 31 Mt de produtos montados com aço. O preço médio do aço posto na usina aumentou em US$ 50/t, ou +9,8%, para US$ 566/t. As usinas operaram com ocupação quase que plena no trimestre. Segundo o CEO, há motivos para alimentar um otimismo cauteloso sobre o futuro; na 2a metade de 2006 a demanda deve permanecer firme. Recentemente o grupo concluiu a aquisição da Sheffield Steel, que acrescentará 0,15 Mt de aço ao 3o trimestre.



(Metal Bulletin, 04/08/06)
Siderúrgicas
India: Kalyani Steel cancela planos para construção de nova usina. Kalyani Steel, produtora de aços de alta liga e especiais, adiou os planos de construir uma nova planta com capacidade de produção de 300.000 t/ano, optando por ampliar sua usina, tendo como estratégia neste momento reduzir custos e atrasos. Nesta expansão será construído um alto-forno de 350m3 de capacidade, com isto a capacidade de produção aumentará em 250.000 t/ano, esta atualização estará em operação em junho de 2007. A capacidade total de produção será alcançada até 2009, a empresa também esta construindo uma ferrovia, e isso reduzirá seus custos com transportes, o custo total do projeto será de US$ 33 milhões. Além destes negócios, a Kalyani Steel estará participando de JV com algumas coquerias situadas no estado de Karnataka. Para o 1º trimestre, Kalyani Steel apresentou vendas em torno de US$ 44 milhões.



(Metal Bulletin, 02/08/06)
Siderúrgicas
Reino Unido: Mittal Steel Co. planeja reduzir a produção de aço nos EUA no 4o trimestre, frente a um previsto arrefecimento da demanda. Segundo o CFO A. Mittal, é importante manter a disciplina para equilibrar a equação oferta- demanda. Em anos anteriores, as siderúrgicas reagiam freqüentemente em períodos de menor demanda reduzindo os preços para tentar manter os volumes de vendas. Esta conduta começou a meados do ano passado, quando as maiores siderúrgicas do país reduziram suas produções durante o período em que as revendas iniciaram aumento dos estoques. Como conseqüência, os preços cairam ligeiramente, mas evitou- se uma queda brusca das vendas como acontecia no passado. Quando a demanda posteriormente retomou, os preços aumentaram novamente. As vendas do grupo nos EUA no 2o trimestre foram de US$ 4,2 bilhões (+20% ano a ano); o lucro operacional foi de US$ 448 milhões, similar ao do mesmo período de 2005. A expedição das usinas do grupo no país foi de 5,1 Mt no trimestre (+34,2%, incluindo a incorporação do grupo ISG adquirido em abril de 2005).



(Metal Bulletin, 04/08/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Índia: A General Motors está construindo sua 2ª planta no país. A montadora pretende deter 10% do mercado indiano, que tem crescido rapidamente, de veículos de passeio até 2010. A nova planta terá capacidade para 100.000 unidades/ano e poderá exigir investimentos de até US$ 471 milhões. O mercado indiano de veículos de passeio tem previsão para alcançar quase 2 milhões de unidades até 2010. O segmento de carros pequenos, que detém mais de 2/3 do mercado, é dominado pelo braço da Suzuki no país, pela Maruti Udyog e pela Hyundai. Já a 3ª maior montadora do país, a Tata Motors, divulgou que fabricará carros, motores e transmissões em uma JV com a Fiat.



(Automotive News – Reuters, 03/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: MP cambial põe Receita no controle de exportadoras. Empresa que optar por deixar dólares no exterior terá de apresentar as suas contas para fiscalização. A MP contendo a nova legislação cambial prevê o controle mais rígido das operações das empresas no exterior e transfere a fiscalização do BC para a Receita Federal. O artigo 7º da MP, que deve ser publicada hoje no Diário Oficial da União, determina que as empresas que optarem por deixar no exterior até 30% dos dólares obtidos com exportações automaticamente autorizam a Receita a ter acesso ao seu movimento em bancos estrangeiros.



(Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 03/08/06: Dólar caiu 0,13%, cotado a R$ 2,178. O Ibovespa em alta de 0,43% aos 37.451 pontos. O Risco país em alta de 0,91% aos 221 pontos. O Global 40 em alta de 0,16% aos 128,68% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,40% aos 108,61% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,03% cotado a R$ 2,790.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 04/08/06)
Econômicas
Brasil: Tarifas bancárias sobem 384% em 5 anos e aceleram receita de serviços. Com avanço de 122,04% no período, serviços já representam 14% do total de receitas do sistema financeiro. De cada 10 tarifas cobradas pelos bancos, 9 tiveram aumento muito acima da inflação. Entre 2001 e 2006, no período, a inflação medida pelo IPCA foi de 50,6%. Para a Febraban, as tarifas bancárias são a justa compensação para serviços prestados aos clientes e usuários do sistema financeiro.



(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Econômicas
Brasil: Tesouro ofereceu US$ 1,5 bilhão e só conseguiu colocar US$ 500 milhões, mas juros foram mais baixos. O governo brasileiro concluiu ontem operação de troca de US$ 500,3 milhões de títulos da dívida externa que vencem em 2020, 2024, 2027 e 2030 por bônus com prazo de vencimento em 2037. O resultado, porém, não foi interpretado como uma sinalização ruim para o Brasil. Nesse tipo de operação, o Tesouro troca dívida cara por outra mais barata (para o devedor) e fortalece os papéis com prazos mais longos. O papel que teve maior troca foi o de prazo de vencimento em 2030. Do total de US$ 500,3 milhões trocados, US$ 335,8 milhões foram do Global 2030.



(Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Econômicas
Brasil: O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe/USP mostrou inflação de 0,21% na cidade de São Paulo em julho, bem acima da deflação de 0,31% em junho. O núcleo do IPC acelerou de 0,07% (junho) para 0,13% em julho. A maior alta em julho ocorreu no item saúde, com 0,83%, ante 0,06% no mês anterior. O 2º maior aumento foi dos transportes, de 0,42%, item que em junho teve queda de 0,32%. As despesas pessoais, cujos preços caíram 0,30% em junho, apresentaram alta de 0,36%.



(Célia Froufe, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Econômicas
Brasil: Câmbio pode reduzir próxima safra no País. Produtores esperavam que pacote cambial do governo levasse cotação do dólar a R$ 3, facilitando as exportações. Na avaliação de Sérgio Mendes, diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o câmbio é considerado o principal desestímulo ao setor. E, depois de 11 anos de crescimento contínuo, o Brasil reduzirá sua produção.



(Alexandre Inacio, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Econômicas
Europa: O Banco Central Europeu (BCE) subiu ontem os juros básicos na zona do euro para 3% ao ano. O presidente da autoridade monetária, Jean-Claude Trichet, deu a entender que a taxa pode voltar a subir de forma moderada, possivelmente na reunião de outubro. A elevação, de 0,25 ponto percentual, foi definida pelo Conselho de Governo do BCE. Em Londres, o Banco da Inglaterra aumentou os juros básicos também em 0,25 ponto percentual, mas, neste caso, para 4,75% ao ano.



(Agências Internacionais, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Econômicas
Mundo: Estudo da KPMG Corporate Finance aponta que fusões e aquisições no mundo devem ser recorde. O número de fusões e aquisições em todo o mundo em 2006 pode superar o recorde de 30.812 operações (com valor de US$ 3,3 trilhões) registrado em 2000. Apenas no 1º semestre do ano, foram realizadas 16.259 transações, 13,9% a mais que as 14.273 de igual período do ano passado. Em valor, o período já acumula negócios de US$ 1,96 trilhão, ante US$ 1,43 trilhão do 1º semestre de 2005. No Brasil, o ritmo de expansão das operações, em volume, é de 34,7% e também há previsão de recorde.




(Lucianne Carneiro, Jornal do Commercio, 04/08/06)
Econômicas
Mundo: UE só cortará subsídios após 2013. Comissária de Agricultura descarta a redução do protecionismo no setor. O aviso é da comissária de Agricultura da União Européia, Mariann Fischer Boel. Em um discurso feito ontem para fazendeiros na Finlândia, ela voltou a criticar o comportamento dos EUA e do Brasil na Rodada Doha da OMC e apontou a estratégia para que o setor agrícola sobreviva no velho continente: a exportação de produtos de alta qualidade e a reconversão da produção agrícola em etanol.



(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Conforme apresentação do economista Christof Rühl, um dos responsáveis pela publicação Statistical Review, o Brasil e os EUA dominam quase integralmente a produção mundial de etanol, respondendo por cerca de 90% dos 17 bilhões de litros produzidos anualmente. Em apresentação na Câmara de Comércio britânica, Rühl traçou um cenário sobre o setor, especialmente petróleo e gás natural, observando que as fontes alternativas ainda respondem marginalmente pela matriz energética.



(O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Energia
 Meio Ambiente
Mundo: Muitos cientistas continuam a advertir quanto aos riscos da tecnologia de seqüestrar e enterrar dióxido de carbono no solo ou no fundo do mar (para não ter de reduzir as emissões). Está mais que provado que a energia nuclear é mais cara que outras formas de energia menos perigosas. Estudos mostram a possibilidade de mudanças climáticas afetarem a freqüência de terremotos, erupções vulcânicas e fortes deslizamentos no fundo dos oceanos, em razão do aquecimento. O Programa da ONU para o Meio Ambiente adverte que a AL será uma das áreas mais atingidas por mudanças climáticas, exatamente em sua disponibilidade de água, que será afetada também por uma provável redução de 20% nas chuvas. A previsão é de que o consumo mundial de energia cresça 71% até 2030, e que nesse ano o petróleo continuará a responder por 33% do total (38% hoje); o carvão mineral, por 27% (24% hoje); o gás, por 26% (24% hoje). E as energias renováveis passarão apenas dos atuais 8% para 9%. Com isso as emissões de gases passarão das atuais 25 bilhões de t para 43,7 bilhões, mais 75%, e metade do crescimento do consumo de energia ocorrerá nos EUA, na China e na Índia.



(Washington Novaes, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Brasil: A CVRD terá de dividir seu poder na ferrovia MRS com os outros sócios da empresa, como as siderúrgicas CSN, Usiminas e Gerdau. A ferrovia tem 1.674 km de extensão e liga a região produtora de minério de MG aos portos de Santos, RJ e Sepetiba. A decisão, da ANTT, reduz a participação da Vale de 40% para 20% do capital votante. Nenhum sócio pode ter mais de 20% do capital votante de uma ferrovia, salvo se autorizado pela ANTT. Ao comprar as mineradoras Ferteco e MBR, então sócias da ferrovia MRS, a CVRD ficou com um percentual de ações com direito a voto superior a 20%. Isso não poderia acontecer na MRS porque os acionistas são também usuários da ferrovia.



(Jornal do Commercio, 04/08/06)
Outras Empresas
Brasil: Plataformas já são 75% nacionais. O índice de nacionalização das plataformas P-51 e P-52, que estão em construção em Angra dos Reis, região sul fluminense, vai superar o inicialmente previsto pela Petrobras. O patamar deverá alcançar entre 70% e 75%, em média, ante os 65% esperados. Na prática, trata-se de um nível recorde, já que em outras plataformas anteriores da estatal esta participação não passou da faixa de 40% a 50%.



(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Outras Empresas
Brasil: Fusão da Mittal-Arcelor não deve alterar preços de minério de ferro a curto prazo. Este fato é visto de forma positiva pela CVRD, pois resultará num maior campo de vendas. A Arcelor, antes da fusão, já era o maior cliente internacional da empresa, enquanto a Mittal também está entre os mais importantes. A demanda por minério de ferro continua aquecida, o que minimiza a força das siderúrgicas na negociação de preços. Em 2006 a CRVD reajustou em 19% o preço do minério nos contratos de longo prazo, depois do expressivo aumento de 71,5% obtido em 2005. A fusão significa apenas uma tendência que já aconteceu na China, país que hoje produz 31% do aço mundial e compra 46% do minério negociado internacionalmente.



(Infomet, 04/08/06)
Outras Empresas
Brasil: Ao ressaltar o momento de recuperação da indústria naval o professor de Engenharia Naval da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação da UFRJ, Floriano Pires, destacou a necessidade de retomar a construção de embarcações oceânicas de grande porte. Para o professor, a decisão da Transpetro, subsidiária da Petrobras para o setor de transporte, será fundamental para a consolidação deste processo de recuperação, na medida em que disponibilizará encomendas de 42 navios petroleiros de grande porte aos estaleiros nacionais, envolvendo recursos de mais de US$ 3 bilhões. "Os contratos da Transpetro estão sinalizando para a recuperação da capacidade de produção de navios oceânicos".



(Gazeta Mercantil - Agência Brasil, 04/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A Confab Industrial, produtora de tubos de aço e equipamentos pesados instalada em Pindamonhangaba (SP), registrou lucro líquido de R$ 14,58 milhões no 2º trimestre deste ano. O valor ficou próximo do obtido no 1º trimestre de 2006 quando os ganhos líquidos da empresa somaram R$ 15,089 milhões. O Ebitda da companhia ficou em R$ 30,83 milhões no 2º trimestre, ante R$ 48,36 milhões do 1º, redução atribuída ao mix desfavorável devido a alta nas exportações.



(Rita Karam, Gazeta Mercantil, 04/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A Indústrias Romi, sediada em São Paulo, divulgou ontem lucro líquido consolidado de R$ 30,5 milhões no 1º semestre deste ano (-5,2% ano a ano). No 2º trimestre, o lucro ficou em R$ 20,2 milhões, uma queda de 11,9% em relação a mesma fase do ano passado. O volume de vendas de máquinas-ferramenta cresceu 7,2% no 1º semestre, para 853 unidades.



(Gazeta Mercantil, 04/08/06)
Outras Empresas
Chile: Ampliação de mina de cobre chilena. A AUR, mineradora canadense, aprovou um projeto de US$ 336 milhões para ampliar a mina chilena Andacollo, o que permitirá que sua produção de cobre triplique, para 71.000t/ano até 2009.



((Infomet, 04/08/06)
Outras Empresas
Reino Unido: Cobre cai com temor sobre alta nos juros mundiais. O cobre teve sua maior queda de quase 2 semanas, pressionado por especulações de aumentos da taxa de juros do (BCE) Banco Central Europeu. Os contratos de cobre da (LME) Bolsa de Metais de Londres caíram 14% após sua alta recorde de US$ 8.800/t, em maio. A retração ocorreu devido a especulações de aumentos da taxa de juros, e este fato poderia causar redução da demanda por matérias-primas. O contrato de cobre para entrega em 3 meses caiu US$ 325, na LME, passando a ser negociado por US$ 7.490/t, ontem, no que foi a maior queda registrada pelo metal desde 21 de julho.



(DCI, 04/08/06)
Outras Empresas
Suiça: O Credit Suisse Group está aprofundando uma aliança com a tradicional operadora de commodities Glencore International AG, uma trading suíça com forte presença na negociação de petróleo, metais e produtos agrícolas em todo o mundo. O Credit Suisse, entrou em fevereiro numa aliança com a Glencore para negociar derivativos de petróleo a partir de Connecticut. Agora, está procurando expandir a sociedade para o mercado de metais, um dos tradicionais pontos fortes da Glencore. A nova aliança dá à Glencore acesso a uma instituição bastante capitalizada e com muito melhor avaliação de crédito. Para o Credit Suisse, é uma chance de se unir a uma das mais bem-sucedidas firmas de negociação de commodities do mundo.






(wsjamericas, O Estado de S. Paulo, 04/08/06)
Outras Empresas

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.