| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 31/08/2006 |
| Siderúrgicas |
|
Brasil: A expansão da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST) e a inauguração de 2 altos-fornos na Belgo Siderurgia irão aumentar a produção de resíduos industriais da Arcelor BR, controladora das duas empresas, em quase 1,5 Mt/ano, chegando a 5,2 Mt/ano até 2007. Antes de ser uma fonte de preocupação, co-produtos como as escórias de aciarias contribuem para aumentar a receita e, sobretudo, ajudam a reduzir custos de produção das usinas. De acordo com o gerente de vendas especiais da CST, a venda de co-produtos deve resultar em uma receita de US$ 50 milhões para a empresa em 2006. Para 2007, com a expansão, o valor subirá para US$ 75 milhões, 3% do faturamento total da empresa. Atualmente 70% dos resíduos da CST são vendidos para outras empresas e 30% aproveitados internamente.
(Infomet, 31/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
Brasil: A Usiminas nega mudança societária que beneficiaria CVRD. O Conselho de Administração do Sistema Usiminas, afirma desconhecer intenção de mudança no controle da empresa, principal fabricante de aços planos do País. Analistas de mercado apontam um forte interesse da Vale de participar do bloco de controle da siderúrgica pois, uma vez à frente dos processos de decisão, a mineradora poderia assegurar um grande cliente para seu mercado de minério de ferro. A CVRD é a maior acionista individual da Usiminas, com 23% do capital votante, mas não participa do bloco de controle, integrado por Nippon Steel-Usiminas, Caixa de Empregados, Votorantim e Camargo Corrêa. Para a Usiminas as mudanças na estrutura societária também interessam, pois abririam caminho para as necessárias parcerias no investimento de US$ 3,5 bilhões na nova usina que pretende construir, provavelmente em Cubatão (SP), onde pretende fabricar placas de aço exclusivamente para exportação.
(Danielle Nogueira, DCI, 31/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
China: Produtores asiáticos de aço estão tomando medidas defensivas para evitar aquisições hostis e o avanço no mercado da Mittal Steel, maior siderúrgica do mundo, que planeja reforçar seu foco na Ásia depois que comprou a siderúrgica européia Arcelor. A Nippon Steel, 2ª maior siderúrgica do mundo, instou os rivais japoneses, recentemente, a se unirem e bloquearem tentativas de ofertas vindas do exterior. A Posco, maior siderúrgica da Coréia do Sul, deverá recomprar ações para aumentar seu valor de mercado e barrar ofertas, enquanto a Tata Group, da Índia, planeja aumentar sua participação na Tata Steel Ltd. Os planos da Mittal Steel na Ásia podem falhar justamente por suas empresas terem fraca ou nenhuma presença nos mercados que mais crescem no mundo, China e Índia. As aquisições na Índia são muito difíceis, porque os controladores das siderúrgicas existentes são ou os próprios fundadores das fábricas ou o governo central. Na China, apesar do governo chinês estar incentivando as fusões entre as empresas, a legislação comunista ainda barra aos estrangeiros o controle de empresas locais. A Mittal comprará participações menores, ou então buscará joint ventures, diz Luo Wei, analista de mercado na China International Capital Groupi.
(DCI, 31/08/2006) |
|
| Siderúrgicas |
 |
China: O governo chinês continua com intenções de cortar os descontos das taxas de exportação dos produtos siderúrgicos, mas ainda não anunciou uma data oficial para esta mudança. O País quer ajustar melhor sua política em relação aos descontos nas as taxas, forçando uma diminuição das exportações e aumentando o consumo doméstico. Os níveis de exportação de aço na China está aumentando rapidamente e isto trabalha contra os esforços do governo em diminuir o consumo energia elétrica e de matérias-primas por parte das siderúrgicas. Os produtos acabados chineses possuem descontos nas taxas de exportação em torno de 11%, mas muitos negociantes esperam cortes de até 3% para setembro.
(Metal Bulletin, 30/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
China: Baosteel inicia trabalhos de manutenção do alto forno nº 2, deixando-o fora de operação por aproximadamente 100 dias. A capacidade de produção deste equipamento é de 10.000t/dia, e durante o período de reparos, a empresa deixará de produzir cerca de 1 Mt de ferro líquido.
(Metal Bulletin, 31/08/09) |
|
| Siderúrgicas |
 |
China: Zhejiang Baocheng Stainless Steel concluiu a instalação do novo laminador de tiras de aço inox a frio. A capacidade do equipamento é de 70.000 t/ano de tiras, elevando a capacidade da planta para 120.000 t/ano. No entanto, o laminador ainda não foi entregue à operação devido ao insuficiente suprimento de energia elétrica. A planta (na província de Zhejiang) conta com 5 laminadores convencionais de tiras a frio (CR), e um laminador reversível de precisão. A empresa compra as bobinas a quente (HR), mas têm sofrido dificuldades de suprimento recentemente devido à alta demanda por este insumo na China.
(Metal Bulletin, 31/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
EUA: Os preços das tiras a quente (HR) caem US$ 7/t (1%) com relação ao último levantamento da WDS/AMM/Metal Bulletin, de duas semanas atrás. O preço atual das HR (US$ 680/t) está no entanto, US$ 62/t (10%) maior que o indicado no mesmo levantamento realizado em abril. O preço das HR para exportação desde os EUA é de US$ 570/t, em queda de 2,8% com relação ao preço de duas semanas atrás; mas 7,2% maior com relação ao preço de abril. Os preços das HR também cairam na Europa para US$ 608/t fob no porto da exportação, um declínio de 3,5% com relação ao fim de julho, mas ainda 1,8% acima do preço de início de maio. O preço da HR na China (posto na usina) é de US$ 379/t, 5,7% abaixo do preço do início de abril.
(Metal Bulletin, 30/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
| Automotivas |
|
Brasil: A Fiat Automóveis iniciará em setembro a contratação de 300 funcionários, ampliando seu quadro para 9.300 trabalhadores. A montadora instalada em Betim (MG) vai reforçar o efetivo nas linhas de produção de todos os modelos da marca. De janeiro a julho a montadora exportou 58.100 unidades, praticamente o mesmo volume de igual período do ano passado. As vendas internas aumentaram para 241.900 unidades (+7,7% ano a ano). A produção aumentou para 315.800 unidades (+7,8% ano a ano).
(O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
Alemanha: Nos 7 primeiros meses do ano de 2006, a Fiat comercializou 60.400 veículos no país. Mesmo com volume menor que PSA Peugeot-Citroën (113.860 unidades), Toyota (91.380) e Renault (90.600), a montadora italiana apresentou o maior crescimento: 68,5%. Com estes resultados, a Fiat ambiciona estar entre as 3 maiores importadoras do mercado alemão até 2008. Espera-se que o faturamento da Fiat no país alcance a marca de EUR 1,85 milhões (+37% sobre 2005), tornando a Alemanha o maior mercado da montadora, com exceção da Itália.
(CCFA, 30/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
Áustria: Segundo estudo realizado pela consultoria Roland Berger, a indústria sistemista austríaca, sofre impacto da alta nos preços das matérias-primas e por isso é obrigada a manter programas severos de redução de custos, da mesma maneira que as montadoras. Entretando, seus diferenciais de inovação e alta qualidade, lhe permitem permanecer competitiva, apesar de sua falta de diversificação. O estudo prevê ainda que a produção mundial automotiva deverá aumentar 26% até 2102, para 80,1 milhões de unidades.
(CCFA, 30/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
EUA: O grupo Chrysler deve encerrar 2006 com participação de mercado maior do que aquela dos meses iniciais deste ano, considerado como ‘difícil’ devido à perspectiva de queda nas vendas e na participação de mercado. Em julho deste ano, a montadora detinha apenas 10% do mercado norte-americano, sendo ultrapassado pela 1ª vez pela Honda. Chrysler foi prejudicada pela sua linha de produtos (como SUVs e pick ups), que está sendo rejeitada pelo público devido ao alto consumo de gasolina. Com o lançamento de novos modelos no 4o trimestre, a empresa conta com o aumento na participação de mercado nos últimos meses do ano. A produção será reduzida no 2º semestre, atendendo ao plano da empresa para diminuir os estoques de 560.200 veículos não vendidos (até julho), na maioria caminhonetes e que estão comprometendo os resultados devido à alta taxa de juros atual.
(Automotive News – Reuters, 30/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
Itália: Fiat espera registrar resultados muito positivos em 2006, declarou Luca di Montezemolo, presidente do grupo. As vendas da montadora na Europa aumentaram em 18,4% (fora os utilitários) nos 7 primeiros meses do ano: altas de 16,6% na Itália; 50% no Reino Unido e 68,5% na Alemanha. O executivo também afirmou estar muito satisfeito com o desempenho da marca, não somente na Itália mas também na Europa e prevê lucro líquido de EUR 800 milhões para 2006.
(CCFA, 30/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
Japão: Em julho, as exportações das montadoras japonesas registraram alta de 19% para 494.000 unidades. A produção também aumentou, totalizando 776.000 unidades. Toyota registrou aumento tanto na produção quanto nas exportações no mês passado (+11,5%; +25,9% respectivamente), assim como a Honda (+8,9%; 26,7%) e Mazda (+15,8%; +36,1%). Já a Nissan apresentou queda na produção (-11,4%) e nas exportações (-8,1%). No 1º semestre de 2006 a produção das montadoras japonesas aumentou 4,1%, graças ao dinamismo das exportações (+16%).
(CCFA, 30/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
Rússia: A Ford planeja dobrar vendas no país este ano para 120.000 carros, informou John Fleming, presidente da Ford of Europe. Em 2005, as vendas da Ford na Rússia totalizaram 60.564 unidades (+54,3% sobre 2004). A montadora também planeja montar 60.000 modelos do Focus (+51% sobre 2005) em 2006 e 70.000 unidades em 2007.
(Just-auto.com, 30/08/06) (Automotive News – Reuters, 30/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
Rússia: Após alguns anos de ausência, a Fiat retorna ao mercado automotivo russo. A montadora pretende deter 5% de participação de mercado até 2010, ou seja, 80.000 automóveis e utilitários leves/ano. Fiat, por intermédio de sua parceira Severstal Auto, iniciará em setembro a comercialização dos modelos Grande Punto, Panda e Croma. Este ano, 35 pontos de venda serão abertos e em 2007 serão mais 15. As importações de veículos na Rússia aumentaram 43,7% em 2005, para 774.000 unidades e deverão alcançar 1,2 milhão de unidades este ano.
(CCFA, 30/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
| Econômicas |
|
Brasil: O Copom surpreendeu o mercado e manteve o ritmo de queda dos juros básicos da economia (Selic). Numa decisão unânime e sem viés, os dirigentes do BC, que compõem o comitê, decidiram reduzir a Selic em 0,50 ponto percentual, para 14,25% ao ano.
(Gustavo Freire, Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Bancos se antecipam e já reduzem o spread. Antes mesmo do governo pôr em prática as medidas para estimular a concorrência entre os bancos e reduzir o spread e o juro ao consumidor final, as instituições financeiras começaram a disputar a clientela, cortando taxas espontaneamente. Os bancos já estão pondo em prática o mecanismo da portabilidade, isto é, a possibilidade de o cliente migrar com suas dívidas de uma instituição para outra, em busca de vantagens.
(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Dia 30/08/06: Dólar estável, cotado a R$ 2,138. O Ibovespa em alta de 0,02% aos 36.313 pontos. O Risco país caiu 0,44% aos 225 pontos. O Global 40 subiu 0,38% aos 130,1% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,17% aos 109,37% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,07% cotado a R$ 2,743.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) dobrou de julho para agosto, puxada pelos preços no atacado tanto dos produtos industriais como dos agrícolas. Segundo a FGV, o IGP-M encerrou este mês com alta de 0,37%, após subir 0,18% em julho. Se o ritmo de alta for mantido, o IGP-M deste ano poderá ficar entre 3,5% e 4%, diz o coordenador de Análises Econômicas da FGV, Salomão Quadros.
(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: A proposta orçamentária para 2007, que será enviada hoje ao Congresso, prevê novo aumento da carga tributária federal. O governo estima que a arrecadação administrada diretamente pela Receita Federal será de R$ 400,3 bilhões, 17,33% do PIB. Para 2006, a estimativa é de R$ 362,1 bilhões (17,23% do PIB), com crescimento nominal de 10,46%. A receita total da União para o ano que vem, que inclui o INSS , todos os demais tributos arrecadados por outros órgãos públicos, os royalties, os dividendos e as concessões, atingirão R$ 602 bilhões, 9,6% mais que o previsto para este ano, R$ 549,3 bilhões. As despesas para 2007 são estimadas em R$ 602 bilhões.
(Ribamar Oliveira, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Crédito rural caiu pela metade entre 1986 e 2004, aponta BNDES. Estudo feito pelo banco, em valores de 2004, o crédito rural passou de R$ 81,4 bilhões para R$ 40,4 bilhões, uma contração de 49,7%. O menor valor real foi registrado em 1996: R$ 15 bilhões, que representaram apenas 18,5% das liberações de 10 anos antes. Contraditoriamente, o PIB do setor agrícola cresceu, nas duas últimas décadas, 3,6% ao ano, alguns degraus acima do crescimento econômico total, que ficou em apenas 2,1% ao ano.
(Irany Tereza, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
China: A China revisou em alta o PIB de 2005 para expansão de 10,2%, informou o Bureau Nacional de Estatísticas. O crescimento divulgado anteriormente era de 9,9%. O PIB foi revisado para US$ 2,3 trilhões. A revisão deixa evidente as dificuldades enfrentadas pelo governo para evitar superaquecimento da economia.
(Jornal do Commercio, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
China: O País diz que vai se fechar mais. O presidente Ju Jintao e o primeiro-ministro Wen Jiabao afirmaram que não se trata de fechar a economia, mas apenas fortalecer as empresas locais e conter um pouco a sede de investimentos estrangeiros. Desde que assumiram, em 2003, que a nova política é dar mais sustentabilidade às empresas locais, ao contrário da estratégia de crescer apenas via exportação. E, mesmo assim, ainda exportaram US$ 750 bilhões em 2005. Nesta semana, o ministro do Comércio chinês declarou que "qualquer investimento que afete ou envolva a segurança econômica das indústrias domésticas terão que ser aprovados pelo governo". Para as empresas estrangeiras, isso significa que até projetos aprovados poderiam ser revistos.
(Alberto Tamer, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
EUA: A economia americana cresceu a uma taxa anualizada de 2,9% no 2º trimestre, mais que o previsto (2,5%), mas abaixo dos 5,6% dos 3 primeiros meses do ano, segundo dados divulgados ontem pelo Departamento de Comércio. Essa alta não altera a tendência de desaceleração da maior economia do mundo, que avança num ritmo inferior ao do início de 2006. O número referente ao 2º trimestre ficou abaixo dos 3% esperados pelos analistas, mas não influenciou diretamente os mercados.
(Agências internacionais, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Europa: A União Européia vai iniciar sua temporada de acordos comerciais bilaterais pós-suspensão da Rodada Doha. Segundo o representante da Comissão Européia no Brasil, embaixador João Pacheco, a exemplo dos EUA, a UE vai negociar com o Área de Livre Comércio da América Central (Cafta), além de começar a negociar com a Asean (grupo que reúne países asiáticos) e a Coréia do Sul. Ele disse que não vê problemas em continuar negociando com o Mercosul, apesar da maior complexidade da negociação depois da inclusão da Venezuela no bloco.
(Jornal do Commercio, 31/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
| Outras Empresas |
|
Brasil: A Embraer assinou ontem um contrato para fornecer 100 jatos regionais para companhia aérea HNA, a quarta maior da China. O contrato, no valor de US$ 2,7 bilhões, foi assinado ontem, no Palácio do Planalto, na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este é o 2º maior contrato da divisão de jatos regionais da Embraer. O maior contrato é o da JetBlue, que tem um pedido de 101 jatos do modelo 190, no valor de US$ 3,3 bilhões.
(Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
Chile: O sindicato dos trabalhadores chilenos empregados na mina Escondida, da mineradora australiana BHP Billiton Ltd., deverá colocar em votação hoje, entre os seus 2.000 filiados, uma proposta da empresa para encerrar a greve, que já dura 4 semanas. Escondida é a maior mina de cobre do mundo, responsável por 5% da produção mundial. Os trabalhadores querem aumento de salário. No 1º semestre deste ano, quase metade do lucro líquido do BHP, US$ 2,9 bilhões, foi feito com venda de cobre extraído de Escondida. Em igual período de 2005, o lucro havia sido de US$ 936 milhões. Impulsionado pela forte demanda chinesa.
(DCI, 31/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
Mundo: Fusões na mineração já preocupam analistas. Para cada transação que a eventual bolha parece estar induzindo, há analistas cada vez mais preocupados comparando este superciclo com o frenesi da tecnologia de vários anos atrás, ponderando que os bons tempos poderão acabar logo e de forma mais abrupta do que o esperado. Considera-se que a demanda insaciável da China por minerais está levando a um prolongado período de altos preços dos metais de base, talvez por uma década; mas há quem pense que também esta bolha poderá explodir antes do esperado.
(Ian Auster, O Estado de S. Paulo, 30/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
| Recursos Humanos |
|
Brasil: Greve na Volkswagen de São Bernardo do Campo, no ABC paulista continua, com mudanças na tática do movimento. Até agora, os funcionários de todos os setores entram na fábrica, mas não ligam as máquinas. Uma nova tática pode incluir paralisações por setor e manifestações públicas. A Volkswagen, em nota divulgada no início da noite, reiterou a necessidade de um acordo para manter a fábrica Anchieta em operação. A empresa confirmou que na 1ª quinzena de setembro ocorrerá na sede do grupo em Wolfsburg, Alemanha, reunião estratégica para decisão de novos investimentos para as operações no Brasil. Segundo a montadora, este é o prazo final para a fábrica Anchieta se adequar aos padrões de melhoria de produtividade e redução de custos, inclusive com pessoal, exigidos pela matriz para ser contemplada com investimentos em novos produtos, fato que viabilizará o futuro da unidade. Do contrário, há riscos de fechamento.
(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 31/08/06) |
|
| Recursos Humanos |
 |
| Tecnologia da Informação |
|
Brasil: O desafio das novas tecnologias. O futuro do jornal é o tema principal do Congresso Brasileiro de Jornais, da Associação Nacional de Jornais (ANJ), que começou 3ª feira em São Paulo e vai até hoje. Sabe-se que houve uma retomada do mercado, com aumento de 4,1% da circulação e de 12,7% da receita publicitária em 2005. Mas, os jornais têm um grande desafio pela frente: reagir aos avanços da internet, do celular e aparelhos eletrônicos portáteis, como iPod e computadores de mão, na difusão de informações.
(Marili Ribeiro, Patrícia Cançado, O Estado de S. Paulo, 30/08/06) |
|
| Tecnologia da Informação |
 |
|