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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 30/12/2008
 Siderúrgicas
China: A fim de aumentar sua eficiência produtiva e tornar-se mais competitiva globalmente, a Tangshan Iron & Steel Co concordou em consolidar suas operações às da Chengde Xinxin Vanadium & Titanium Co. e Handan Iron & Steel Co. formando uma das maiores siderúrgicas do País. As 3 empresas já são parte da mesmo grupo, o Hebei Iron and Steel Group. No último ano, a produção de aço bruto do Hebei Iron and Steel foi de aproximadamente 31 Mt/ano, ultrapassando a produção da maior siderúrgica chinesa, a Baosteel, que produziu 29 Mt/ano.


(Yieh, 30/12/08)
Siderúrgicas
China: Relatos da imprensa oficial e de participantes do setor afirmam que ao menos 5 siderúrgicas chinesas aumentarão seus preços, entre elas a Angang Steel, Shougang Group, Maanshan Iron e Jiangsu Shagang Group, além da Baosteel. O setor siderúrgico provavelmente reagirá ao pacote de estímulo chinês, cuja grande parte deverá ser investida em projetos de infra-estrutura. No entanto, os aumentos de preço enfraquecem a posição de barganha das usinas nas negociações com mineradoras brasileiras e australianas, que vinha permitindo que as siderúrgicas pedissem cortes agressivos nos preços do minério de ferro por causa da pouca demanda por aços. Mas para as siderúrgicas, a urgência de uma sobrevivência financeira pode superar as necessidades dessas negociações. "O ponto crucial para as siderúrgicas é que elas precisam voltar à lucratividade antes de estudar as negociações", afirmou Judy Zhu, economista da Standard Chartered. A Baosteel elevará o preço do aço laminado a quente em US$ 14,64/t e o do aço laminado a frio em US$ 43,92/t. Com base nos preços de janeiro da Baosteel, os novos preços representam um aumento de 3,0% a 8,3%. Outras grandes siderúrgicas chinesas elevarão os preços em até US$ 51,24/t nos próximos 2 meses.


(Agência Estado, 30/12/08)
Siderúrgicas
China: As principais siderúrgicas chinesas registraram uma perda de US$ 1,87 bilhão, em novembro, problema registrado pelo 2º mês consecutivo, de acordo com as estatísticas divulgadas pela China Iron & Steel Association (CISA). Durante o mês, 48 dos 71 produtores de aços tiveram um prejuízo conjunto de US$ 2,05 bilhões. O número de empresas prejudicadas registradas era de 42 em outubro, quando as perdas somaram US$ 850 milhões. Analistas atribuíram a perda aos altos preços de matérias-primas que as empresas compraram. O vice-secretário-geral da CISA, Qi Xiangdong disse que os preços de minério de ferro, coque e petróleo bruto aumentaram durante a 1ª metade deste ano, o que provocou um aumento de 70% nos preços dos aços em relação ao mesmo período do ano passado. Ele disse que os preços do metal caíram desde setembro e, atualmente, encontram-se nos mesmos níveis de 1994.


(InfoMet, 30/12/08)
Siderúrgicas
EUA: As importações de aços pelo País caíram 24,4% em novembro em comparação com outubro, para o nível sazonalmente ajustado de 2,03 Mt, conforme anunciou o Departamento de Comércio dos EUA. As importações de novembro representam uma queda de 3,5% em relação ao mesmo mês de 2007, quando totalizaram 2,106 Mt. O Brasil embarcou 30.500 t de aços para os EUA no período, 70,9% menos que o volume de outubro e 26,7% menos que o de novembro de 2007. Da China, os EUA importaram 530.700 t de aços.


(Agência Estado, 30/12/08)
Siderúrgicas
Rússia: A Severstal anunciou que um de seus altos fornos da usina de Cherepovets terá suas operações interrompidas devido à baixa demanda. A capacidade de produção deste equipamento é de aproximadamente 1,1 Mt/ano. No ultimo mês, Sergei Kuznetsov, CFO da empresa, afirmou que a Severstal cortaria sua produção em mais de 50%. Em 2008, a empresa espera produzir 19,7 Mt de aços. A estimativa anterior divulgada em setembro era de 23 Mt/ano.


(Yieh, 30/12/08)
Siderúrgicas
 Mercado de Metais
China: O País está próximo de decidir se autorizará importações isentas de tarifas para concentrado de cobre e de alumínio primário, que são utilizados para processamento em produtos voltados ao mercado externo e assim, expandir a produção. Segundo Wen Xianjun, vice-presidente da Associação Chinesa da Indústria de Metais Não Ferrosos, a decisão deverá ser tomada em breve pelo governo chinês. A China restabeleceu os incentivos fiscais para as vendas externas de metais após a 1ª queda das exportações em 7 anos, registrada no mês passado. As exportações de produtos acabados, que envolvem cobre refinado e produtos de alumínio, ainda estariam sujeitas aos impostos. Porém, as processadoras de metais querem a volta da isenção, pois alegam que essa produção não envolve um alto consumo de energia e que é intensiva na utilização de mão de obra, o que ajuda a elevar o nível de emprego.


(DCI, 30/12/08)
Mercado de Metais
 Automotivas
Brasil: As vendas de automóveis e comerciais leves no País atingiram 2.634.455 unidades de janeiro até o dia 24 deste mês, superando em 27,4% o total de 2007. Conforme dados da Fenabrave, até a 1ª quinzena de dezembro, as vendas estavam em queda de 3,6% na comparação com igual período do mês anterior. Neste intervalo, a média diária de comercialização de automóveis e comerciais leves estava em torno de 7.000 unidades. Agora, após as medidas de estímulo adotadas pelo governo desde o dia 11/12, houve uma recuperação e o patamar médio diário de vendas foi de 8.050 veículos. Até o dia 24/12, foram comercializados 144.775 veículos, o que significa uma ligeira alta de 0,8% sobre os mesmos 18 dias úteis do mês anterior.


(Valor, 30/12/08)
Automotivas
EUA: O megainvestidor Kirk Kerkorian, que tinha se tornado um dos maiores investidores da Ford ao comprar 6,5% do capital da empresa, anunciou que se desfez de todos os papéis do grupo que permaneciam em seu poder. A Tracinda, empresa de investimentos pertencente a ele, concluiu hoje a venda do que lhe restava na Ford, ou seja, 6,1% do capital da montadora. Em outubro, quando a crise do setor automotivo já havia iniciado, a Tracinda comunicou às autoridades a venda de 7,3 milhões de ações da Ford. Além disso, anunciou que iria se desfazer de sua participação na empresa.


(Folha Online, 30/12/08)
Automotivas
EUA: O Tesouro do País anunciou nesta segunda-feira (29/12) um pacote de US$ 5 bilhões para socorrer a financeira GMCA, ligada à GM e ao fundo Cerberus, proprietário da Chrysler. Dos US$ 5 bilhões, cerca de US$ 1 bilhão será entregue à GM para uma operação de recapitalização. Este valor se soma ao empréstimo de US$ 9,4 bilhões já anunciados em 19/12 para evitar a quebra da principal montadora dos EUA. O apoio à GMAC faz parte do empréstimo de US$ 17,4 bilhões já anunciados pelo presidente americano George W. Bush. O montante será destinado em um primeiro momento para salvar as montadoras GM e Chrysler. A Ford, que está em melhor situação financeira, não vai precisar da ajuda por enquanto.


(France Presse, G1, 30/12/08)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: O Índice de Confiança da Indústria (ICI), calculado pela FGV caiu 11% em dezembro ante novembro deste ano, passando de 83,9 para 74,7 pontos. Segundo a FGV, o nível de dezembro foi o mais baixo para o ICI desde outubro de 1998, considerando-se dados com ajuste sazonal. No documento de divulgação do índice, os técnicos da instituição comentam que "o resultado consolida o quadro de diminuição da produção industrial no 4º trimestre deste ano, frente ao trimestre anterior". Nas previsões para os meses seguintes, houve aumento, em dezembro, da proporção de empresas pessimistas em relação ao ambiente de negócios. Ainda em dezembro, o Índice da Situação Atual (ISA) recuou para 76,1 pontos, ante 85,3 pontos em novembro. O Índice de Expectativas (IE) também caiu para 73,3 pontos, atingindo o nível mais baixo da série histórica, iniciada em abril de 1995. Em novembro, o IE havia chegado a 82,5 pontos. Em relação ao trimestre de dezembro a fevereiro, as previsões para a atividade industrial continuam desfavoráveis: das 1.086 empresas consultadas, 24,7% projetam ampliar a produção neste período, e 33,8%, reduzi-la. "Este é o pior resultado para este quesito da pesquisa desde janeiro de 1991, quando 23,1% das empresas previam aumento e 43,7%, diminuição da produção no trimestre seguinte", diz o documento da FGV.


(Agência Estado, 30/12/08)
Econômicas
Brasil: Entre o final de 2007 e o dia 26/12 deste ano, a Bolsa brasileira perdeu R$ 871 bilhões em valor de mercado, segundo cálculo da consultoria Economática. As 323 empresas de capital aberto valiam cerca de R$ 2,097 trilhões, se considerado o preço das ações em circulação em dezembro do ano passado. Com a crise mundial, essa cifra total caiu para R$ 1,225 trilhão. A Petrobras foi responsável por boa parte dessa redução: o valor de mercado da estatal reduziu R$ 209 bilhões entre dezembro de 2007 e o mesmo mês de 2008. A perda representa 41,5% do valor de mercado da Bolsa brasileira. O setor mais prejudicado foi o da construção: o valor de mercado das 29 empresas acompanhadas pela consultoria caiu 72,4% neste ano. Logo atrás, o segundo setor mais afetado foi o de papel e celulose, em que o valor de mercado das empresas diminuiu 68,3%. A maior perda nominal, no entanto, foi registrada para as empresas do setor de petróleo e gás. O valor de mercado reduziu R$ 210 bilhões entre 31 de dezembro de 2007 e 26 de dezembro de 2008.


(Folha Online, 30/12/08)
Econômicas
Brasil: O número de fusões e aquisições no País deve cair 12,3% em 2008, comparativamente a 2007, para 633 negócios. As informações constam de relatório divulgado pela PricewaterhouseCoopers (PwC), segundo o qual a volatilidade nos mercados financeiros e o impacto da crise internacional começam a ser refletidos no menor número de operações deste tipo no País. A expectativa é de que dezembro feche com apenas 30 fusões e aquisições (-58% ano a ano). O estudo leva em conta aquisições de participações minoritárias, controladoras e de 100% do capital formalizadas e divulgadas ao longo do ano pela imprensa. Os grupos nacionais lideram as compras de participações, sem considerar JV e outros tipos de fusões e aquisições, com 72% do total registrado até novembro. No entanto, a PwC notou diminuição, de quase 15% entre janeiro e novembro, na presença de investidores estrangeiros em compras de participações de controle ou minoritárias. Estes compradores se responsabilizaram por 28% de todas as transações no período, frente a 32% do total de janeiro a novembro de 2007 e 42% em 2006.


(Agência Estado, 30/12/08)
Econômicas
Alemanha: O País adotará em meados de janeiro um novo plano de reativação da economia para enfrentar a crise, anunciou o porta-voz do governo, Thomas Steg. O ministro das Finanças alemão, Peer Steinbruck, havia anunciado pouco antes que nenhuma decisão seria adotada antes de 05/01, data de uma reunião dos chefes da coalizão no poder para discutir novas medidas de reativação econômica. Steinbruck disse que o plano terá várias partes. "Conversamos para ver como podemos favorecer o consumo. As ajudas para a indústria automotiva desempenham um papel, a reestruturação dos impostos sobre os automóveis também", destacou o ministro. Semana passada, o ministro regional das Finanças de Renania-Palatinado, Ingolf Deubel, afirmou que o plano deve chegar a EUR 25 bilhões, ou seja, 1% do PIB alemão.


(Folha Online, 30/12/08)
Econômicas
Equador: O Governo equatoriano determinou, nesta segunda-feira (29/12), o pagamento de uma parcela de US$ 28,1 milhões ao BNDES. O pagamento foi feito no último dia do prazo previsto para cobrir a parcela de juros e capital do crédito de US$ 286,8 milhões concedidos pelo BNDES ao Equador. O débito foi submetido a uma arbitragem internacional, pois o governo equatoriano o considera "ilegal". O presidente do Equador, Rafael Correa, se comprometeu com o cumprimento dos vencimentos da dívida, feita junto ao BNDES em 2000 no montante original de US$ 243 milhões de dólares, enquanto o tribunal arbitral decide sobre os pedidos do país andino por uma medida cautelar que suspenda o pagamento. O crédito do BNDES financiou a construção da hidroelétrica San Francisco, construída pela Odebrecht no centro andino do Equador. O local foi inaugurado no final de 2007, mas deixou de funcionar em junho por erros na sua estrutura.


(G1, 30/12/08)
Econômicas
 Energia
Brasil: As vendas de álcool superaram as de gasolina no País. De acordo com dados da ANP, as distribuidoras de combustíveis venderam 15,815 bilhões de litros de etanol nos primeiros 10 meses de 2008, ou cerca de 300 milhões de litros a mais do que as vendas de gasolina pura (sem considerar os 25% de álcool anidro misturados no combustível antes de chegar aos postos). A tendência deve se manter nos 2 últimos meses do ano, em virtude dos baixos preços do álcool mesmo em período de entressafra. O consumo de gasolina A (sem álcool) foi de 15,506 bilhões de litros nos primeiros dez meses de 2008. Segundo a ANP, as vendas de álcool hidratado até outubro foram 44,9% superiores ao verificado no mesmo período do ano anterior.


(Agência Estado, 30/12/08)
Energia
 Recursos Humanos
Reino Unido: O ano de 2009 pode ser o mais difícil em duas décadas para o emprego no País, onde cerca de 600.000 pessoas podem perder seus trabalhos e outras terão seus salários congelados, advertiu o Instituto do Pessoal e do Desenvolvimento (CIPD, na sigla em inglês). Este instituto ponderou que o desemprego pode não alcançar os 3 milhões de pessoas em 2009. No entanto, advertiu que o período entre janeiro e a Semana Santa de 2009 será o pior desde 1991. De acordo com números oficiais britânicos, o desemprego no Reino Unido está em 6% de sua força de trabalho, com 1,86 milhão de pessoas, o número mais alto desde 1997. O diretor econômico do CIPD, John Philpott, ressaltou que o instituto havia advertido, há um ano, que 2008 seria o pior ano para os empregos em uma década, mas assinalou que a situação piorará e a supressão de empregos continuará até 2010.


(Folha Online, 30/12/08)
Recursos Humanos

DAVINCI Engenharia

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