| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 30/12/2005 |
| Siderúrgicas |
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Coréia do Sul: As importações de aço da Coréia alcançarão novo recorde em 2005, principalmente devido ao aumento das importações da China. No período janeiro a novembro deste ano as importações coreanas de aço totalizaram 17,4 Mt (+8,1% sobre o mesmo período de 2004), conforme a Associação Coreana do Ferro e do Aço (KISA). A Coréia do Sul exportou em 2004, 15 Mt de aço, e importou 17,7 Mt. A percentagem de aço chinês sobre o total de aço importado subiu de 9,7% em 2001 para 24,4% em 2004, e para 41% até novembro em 2005. As importações de aço chinês já estão quase ao nível das importações desde o Japão, que é o maior fornecedor tradicional da Coréia do Sul.
(IISI, International Iron and Steel Association, 30/12/05) |
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| Siderúrgicas |
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China: As exportações de bobinas de tiras a quente (HRC) devem permanecer altas em 2006, mas a exportação de semi- acabados deve ficar na dependência de medidas do governo, de acordo com comerciantes de aço. Produtos de menor valor agregado como tiras a quente, billets e slabs devem dominar as exportações da China em 2006 na medida em que a capacidade de produção aumenta. O excesso de capacidade é particularmente importante nos tipos comuns de aço (plano) laminado a quente com espessuras de 2,5 mm e maiores, o que força os fabricantes a exportar os produtos, particularmente para outros países da Ásia. Os slabs e billets da China continuam a encontrar compradores na Malásia, Vietnam, Indonésia e Tailândia devido ao boom de construção civil e desequilíbrios da capacidade de produção de aço instalada nesses países, de acordo com as traders. Pequenas mudanças na política governamental da China poderão eliminar as vantagems da exportação dos produtos: os billets apresentam margem de US$ 3/t, e quando comparados aos billets oriundos da CIS (Comunidade de Estados Independentes) a vantagem de preço chinesa é de apenas até US$ 10/t para material posto no Leste Asiático. Como exemplo de sensibilidade das exportações, em abril o governo chinês eliminou os 13% de desconto no imposto de exportação de semi- acabados, o que tornou antieconômica a exportação para Taiwan segundo um comerciante de aço.
(Metal Bulletin, 29/12/05) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Japão: Montadoras japonesas entre o carro de luxo e o minicarro. A Toyota, começou a vender sua marca de luxo Lexus no mercado interno este ano. Suas concorrentes, Honda e Nissan, pretendem seguir seus passos lançando seus modelos mais caros durante os próximos três anos. Ao mesmo tempo, todas as três montadoras estão aumentando sua produção de minicarros. Para Naoki Iizuka, economista-chefe da Dai-Ichi Life Research Institute deTóquio, existe uma diferença cada vez maior da renda, com mais pessoas ricas e uma classe média em processo de encolhimento, com a demanda por veículos se dividindo entre esses dois segmentos. As três montadoras querem dominar uma fatia maior do mercado interno voltada para as duas categorias de automóveis: os de luxo, que custam mais de 3,5 milhões de ienes (US$ 30 mil) e os minicarros, que normalmente custam menos do que 1 milhão de ienes.
(Kae Inoue e Naoko Fujimura da Agência Bloomberg, Jornal do Commercio, 30/12/05) |
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| Automotivas |
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França: Com as vendas de carros da Peugeot e Renault em baixa, montadoras francesas dirigem-se para um 2006 de pouca atividade, após o bom desempenho dos últimos anos. Os primeiros sinais de problemas apareceram este ano. A Renault e a PSA Peugeot viram suas vendas caírem em seu principal mercado europeu e estão se esforçando em reverter o quadro, num ambiente de diminuição das margens. Para os primeiros nove meses de 2005, a Renault apresentou lucros consolidados de EUR 30,87 bilhões (+2,9% ano a ano). Já a Peugeot perdeu 5,1% de seus clientes nos onze primeiros meses de 2005.
(Eautoportal – Netindia123, 29/12/05) |
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| Automotivas |
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Mundo: As vendas de carros estagnaram nos países mais desenvolvidos durante o fim do ano, enquanto a China continua obtendo crescimento. Para 2006 os volumes de vendas serão mais fracos no América do Norte e estáveis na Europa Ocidental e no Japão, mas a Índia, México e Brasil se unirão à China como mercados de alta performance. China tem sido um mercado de veículos de rápido crescimento, com aumento estimado em 18% com 2,7 milhões de unidades vendidas, e provavelmente desafiará a Alemanha como a terceira maior potência no mercado automotivo em 2006. As vendas nos EUA provavelmente cairão para 16,5 milhões em 2006 após atingirem 17 milhões neste ano, o terceiro maior recorde anual.
(Eautoportal, 29/12/05) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: Cobrança de Taxa Selic mais 1% de juros ao mês projeta custo alto demais e muitos prefeitos recusam acordo com o INSS. Um estudo do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) mostra que o reparcelamento, em até 20 anos, das dívidas dos municípios com a Previdência, representa um custo financeiro de até 33% ao final de cada ano e, embora o cronograma sugerido ofereça boas condições em um período inicial, cria depois um estrangulamento financeiro insuportável. Isso porque o novo acordo propõe como base de cálculo a Taxa Selic (hoje, em 18% ao ano) mais 1% ao mês, o que significa, na prática, 33,07% de juros a cada 12 meses. Para se ter uma idéia, uma dívida fixa, rolada integralmente durante os 20 anos do acordo, estaria no final 5.300% maior.
(Wilson Tosta, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 30/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Se as projeções da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) estiverem corretas, o Brasil deverá acumular um superávit comercial de US$ 42,2 bilhões, segundo o cenário-padrão projetado. Na hipótese pessimista, o resultado ficará em US$ 37,1 bilhões e será o segundo maior saldo registrado na história do País. Se o quadro mais otimista se confirmar, será atingido o recorde de US$ 45,5 bilhões. Na hipótese-padrão, apresentada como a mais provável, o volume exportado crescerá 7%, acompanhando o ritmo do comércio internacional, e os preços de exportação deverão aumentar entre 1% e 2%. A combinação desses números dará uma receita de cerca de US$ 129 bilhões, 8,9% maior que a estimada para este ano. Essa expansão será igual à estimada para o comércio mundial pelo FMI. Em 2006 será possível testar, mais uma vez, até que ponto os exportadores poderão enfrentar o obstáculo cambial. Pelas projeções, ainda terão um fôlego razoável para avançar.
(Editoriais, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 30/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Com 12 meses de atraso, BNDES atinge a meta de financiamentos de R$ 47 bilhões, 18% a mais que no ano passado, segundo resultados preliminares divulgados ontem pela instituição. Com isso, o BNDES atingiu com um ano de atraso a meta de 2004 e está mantendo, provisoriamente, a deste ano, de R$ 60 bilhões, para 2006. O presidente da instituição, Guido Mantega, disse que as aprovações do BNDES de operações para a indústria este ano, de R$ 26 bilhões até novembro, o dobro das de 2004, indicam que o setor vai crescer 6% ou 7% no ano que vem.
(Adriana Chiarini, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 30/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Bolsa foi a aplicação mais rentável em 2005. Valorização de 27,71% no período mantém o mercado de ações na liderança do ranking de investimentos pelo terceiro ano consecutivo. A Bolsa retomou a valorização quando se constatou que a inflação estava sob controle e o juro poderia cair, diz Mário Carvalho, vice-presidente sênior de Fundos de Investimento do Banco WestLB do Brasil. Outro fator que tem atraído o investidor estrangeiro para a compra de ações, diz o executivo do WestLB, é a expectativa de melhora do rating (risco) do País rumo ao investment grade (confiança para investimento). O cenário é favorável e a Bolsa poderá render em 2006 o dobro do juro médio do CDI, estimado perto de 16,50%.
(Tom Morooka, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 30/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Fiscalização, arrecadação e cobrança da Receita e da Secretaria da Receita Previdenciária são integradas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva baixou ontem decreto para apertar a fiscalização do recolhimento de tributos federais e contribuições previdenciárias. Publicado no Diário Oficial da União, o Decreto 5.644 ressuscita, na prática, atribuições que seriam dadas à chamada Super-Receita, cuja criação, entretanto, o governo ainda não conseguiu obter do Congresso. O decreto prevê o compartilhamento de informações para aumentar a eficiência das atividades de fiscalização, arrecadação e cobrança dos tributos cobrados pela Receita e a SRP. Os dois órgãos, segundo o decreto, são responsáveis pela preservação do sigilo fiscal dos contribuintes.
(Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 30/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 29/12/05: O Dólar recuou 0,85%, a R$ 2,325. O Ibovespa fechou em alta de 0,95%, em 33.455 pontos. O Global 40, foi negociado a 128,87% do valor de face, em declínio de 0,23%. O Risco país, em baixa de 0,32% e finalizou o dia em 306 pontos. A cotação do Euro foi de R$ 2,753.
(Jornal do Commercio, 30/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Queda do dólar e seis deflações mensais fizeram o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) atingir a menor taxa anual desde sua criação em 1989. O indicador subiu apenas 1,21% no ano, resultado dez vezes inferior ao de 2004 (12,41%). Usado para reajustar aluguéis e tarifas de energia elétrica, o indicador foi beneficiado pela intensa valorização do real ante o dólar este ano, que puxou para baixo os preços de produtos influenciados pela cotação da moeda americana. Mesmo com a influência do câmbio, a marca histórica do indicador só foi alcançada graças a um fator decisivo: a taxa mensal do IGP-M de dezembro, que apresentou queda de 0,01%, influenciada pela deflação nos preços dos combustíveis no atacado (-2,90%).
(Alessandra Saraiva, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 30/12/05) |
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| Econômicas |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: A área ambientalista critica fortemente os critérios de cálculo do PIB e sua influência determinante na formulação de políticas nacionais. O PIB não leva em conta fatores fundamentais como a destruição do ambiente (por causas naturais ou não). O estrago ambiental gera custos adicionais na saúde, nas infra-estruturas, nas finanças públicas. No PIB, atualmente são apenas considerados os serviços de recuperação do meio ambiente e não sua destruição. Os recursos naturais não contabilizados podem valer até três vezes mais que o PIB calculado, mostrou um estudo de acadêmicos da Universidade de Stanford, na Califórnia, há uma década. Há poucas semanas, quando o Banco Mundial (Bird) anunciou um novo método para dizer que país é rico ou pobre, levando em conta também os recursos naturais e o capital humano; a União Mundial para a Natureza exortou o presidente do banco a aplicar esses novos critérios em suas relações financeiras com os países. Na Convenção do Clima, em Montreal, o Bird lembrou que, dos US$ 38 trilhões do produto bruto mundial de hoje, 80% estão nos países industrializados e só 20% nos demais; mas para atingir as Metas do Milênio (redução da fome, da pobreza, das carências básicas) será preciso que esse produto bruto, até 2050, cresça 3,5% ao ano e chegue a US$ 140 trilhões, com 40% do total já nos países em desenvolvimento.
(Washington Novaes, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 30/12/05) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Embraer aposta na China e na Índia para crescer na Ásia. Atualmente no posto de quarto maior construtor aeronáutico do mundo, a Embraer tem planos para se desenvolver na Ásia nos próximos anos, no setor dos pequenos aviões, e conta com a demanda dos mercados chinês e indiano para isso, segundo informou Bruce Peddle, diretor regional da companhia para a Ásia, estabelecido em Cingapura. Atualmente, a Ásia sozinha representa 2% dos pedidos da Embraer, que alcançam um total de US$ 10,4 bilhões. Peddle disse que a longo prazo, o mercado em que a Embraer está posicionada conhecerá um forte crescimento durante um período de 20 anos. China e Índia vão ser os principais motores disso.
(Jornal do Commercio, 30/12/05) |
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