| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 03/08/2006 |
| Siderúrgicas |
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Brasil: A Aços Villares registrou um lucro líquido de R$ 73,65 milhões no 2º trimestre do ano (+7,5% ano a ano. A receita líquida da Aços Villares, fabricante de aços especiais para construção mecânica e cilindros para laminação, recuou 6,3% e somou R$ 438,92 milhões, devido a queda dos preços em reais, tanto no mercado interno quanto no externo. O Ebitda cresceu 17,2% e alcançou R$ 137,91 milhões neste período. As vendas atingiram 161.190 t (+4,5% ano a ano); as exportações aumentaram 22% atingindo US$ 46 milhões, o que representa 24% da receita líquida.
(Gustavo Viana, Gazeta Mercantil, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: O grupo siderúrgico Arcelor Brasil anunciou ontem o lucro de R$ 509 milhões, obtido no 2º trimestre do ano por suas 25 empresas no Brasil, entre as quais se destacam a siderúrgica Belgo-Mineira (MG), a CST (ES) e a Vega do Sul (SC). Trata-se do 1º resultado apresentado, desde que a sua matriz, sediada na Europa, foi adquirida há 2 meses pelo conglomerado indiano Mittal Steel. As vendas totais do trimestre alcançaram 2,5 Mt, incluindo aços longos e planos. A empresa trabalha praticamente no limite da capacidade que é de 10 Mt anuais. Os aços longos ainda detém a primazia, com a receita de R$ 2 bilhões, ante R$ 1,5 bilhão dos aços planos. O mercado interno responde por 70% da receita global da companhia.
(Durval Guimarães, Gazeta Mercantil, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: O setor siderúrgico está em retomada e a perspectiva para o 2º semestre é de expansão. Segundo analistas, a aceleração do mercado doméstico de construção civil deve ampliar a demanda por aços longos; já a queda dos juros e conseqüente aumento do consumo de bens duráveis e semi-duráveis pode resultar em maior demanda por aços planos. Por outro lado, há tendência de elevação dos preços e da demanda no mercado internacional. A analista da Coin Valores, Elaine Rabelo, disse que demanda forte e preços em alta beneficiarão todas as empresas, enquanto a queda na taxa de juros pode incrementar principalmente ganhos de usinas com forte atuação no mercado nacional, como CSN e Usiminas. O diretor financeiro da Gerdau, Osvaldo Schirmer, concorda: "A tendência é de um mercado em alta." Especialistas explicam que a comparação com o exercício passado foi prejudicada por conta da valorização do real. Somente no 1º semestre, a valorização foi de aproximadamente 7%.
(Luciana Collet, Gazeta Mercantil, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: O grupo siderúrgico Mittal Steel vai entrar com recurso contra decisão da CVM. A decisão da CVM o obriga a realizar oferta pública pelas ações da Arcelor Brasil em circulação no mercado. Segundo especialistas, a exigência acrescentaria US$ 5 bilhões ao valor pago pela Mittal pela controladora da Arcelor Brasil, o grupo europeu Arcelor.
(Raquel Massote, O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Os fornecedores de autopeças irão repassar o reajuste dos preços do aço para as montadoras. A Usiminas elevou os preços do laminado a frio em 5%; o laminado a quente ficou entre 4,9% e 6,4%; a chapa galvanizada sofreu reajuste entre 6% e 10,8%. A CSN reajustou os preços dos aços laminados a quente e frio em 8% e a chapa galvanizada em 12%. O aço laminado a quente da Arcelor foi reajustado entre 5% e 6%; o laminado a frio, 6%; e a chapa galvanizada, entre 6% e 8%.
(DCI, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Mercado automotivo chinês é o novo alvo do Grupo Gerdau. Após consolidar sua participação na América do Norte, com 3 novas aquisições, e ingressar nos mercados europeu e peruano, a Gerdau prepara-se para desembarcar na China. A empresa não produzirá aço para construção civil, devido à já importante produção deste tipo de aços pelas siderúrgicas chinesas. A estratégia para aquela região deverá ser definida ainda este ano com intuito de atender o mercado automotivo chinês, podendo envolver aços especiais como os já produzidos por outras unidades do grupo, como a Sidenor, Aços Villares e Aços Finos Piratini.
(DCI, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: O vice-presidente financeiro do grupo Gerdau Osvaldo Schirmer apresentou os principais indicadores da empresa referentes ao primeiro semestre do ano, divulgando números bastante positivos, principalmente em volumes, tanto de vendas quanto de produção. A produção avançou 10,5%, alcançando 7,7 Mt e as vendas totais do grupo aumentaram 10%, para 7,4 Mt. As vendas domésticas fecharam o período entre janeiro e junho com alta de 12% em relação a igual período de 2005 (apesar dos preços dos vergalhões não terem sido reajustados desde 2004). O crescimento do consumo pelo segmento de construção e mais recentemente o setor agropecuário vieram a contribuir de modo positivo para as vendas. O segmento de construção civil representou 40% do volume total, enquanto que os 60% restantes foram destinados, em sua maioria, a clientes da área industrial.
(DCI, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: O grupo Gerdau repudia consolidação no País. A união dos grandes grupos brasileiros de siderurgia pode não ser a melhor resposta para a onda de consolidação do setor de aço intensificada com a recente aquisição da européia Arcelor pela indiana Mittal e a fusão entre as chinesas Jinan e Laiwu. Para a Gerdau, o Brasil continua inserido no contexto internacional com qualidade em todos os elos da cadeia siderúrgica, o país possui uma das maiores e melhores plataformas de produção de aço do mundo, sob uma ótica puramente de volume, de competitividade. Além do Brasil, a Gerdau tem negócios na Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Peru, Canadá, Espanha e EUA.
(Infomet, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Argentina: A Acindar divulgou lucro líquido de US$ 122 milhões no 1º semestre, aumento de quase 30% ano a ano, em parte devido à venda de 3 unidades da empresa.
(Gazeta Mercantil, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: O governo central ordenou as autoridades locais uma revisão dos novos projetos de investimento, lançados a partir do início do ano. Todos os projetos de mais de US$ 12,6 milhões deverão ser incluidos na revisão. No caso das indústrias do aço e do alumínio, serão revisados os projetos de mais de US$ 3,75 milhões. Os investimentos em ativo imobilizado aumentaram na China em 28,9% (ano a ano) para US$ 525 bilhões no primeiro semestre, apesar dos repetidos apelos do governo de Beijing para freiar os investimentos nas indústrias do aço, alumínio e carvão coque. O Produto Interno Bruto do país aumentou em 10,9% no primeiro semestre de 2006.
(Metal Bulletin, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: Relatório da Standard & Poor’s mostra que Nucor Corp e US Steel, na tentativa de expandir seus mercados, podem adquirir 3 siderúrgicas identificadas como alvo potencial de compras. A consolidação das siderúrgicas continuará nos próximos anos, e de acordo com a S&P, essas empresas, localizadas nos EUA, são atrativas por várias razões. A Commercial Metals tem investimentos tanto na fabricação de aços quanto na reciclagem; a Quanex tem uma forte posição no mercado de aços para construção mecânica e um bom fluxo líquido de caixa; a SDI, possui baixo custo nas operações siderúrgicas e um amplo mix de produtos. Caso houvesse uma fusão, essas empresas teriam melhores condições de negociação e contratos mais favoráveis junto às mineradoras. O grande aumento dos custos de matéria-prima, tais como minério de ferro e sucata ferrosa, criam uma pressão para que as empresas se fusionem.
(Metal bulletin, 02/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Índia: Mittal e Arcelor registram queda nos resultados. A Mittal Steel Co. e a Arcelor SA, cuja fusão, de US$ 38,3 bilhões, controlará 10% da oferta mundial de aço, disseram que seu lucro do 2º trimestre caiu com a alta dos custos das matérias-primas e a queda dos preços. O lucro da Arcelor recuou 35%, para US$ 837 milhões comparativamente a 2005. Os resultados ficaram aquém das estimativas, que projetavam um lucro de US$ 996 milhões. Os preços do minério de ferro, aumentaram 19% este ano, enquanto outros metais empregados em produtos de aço como o zinco dispararam devido à escassez da oferta. A Mittal pretende cortar US$ 1,6 bilhão em custos na nova empresa por meio da compra de minério de ferro de suas próprias minas. A empresa pretende se expandir na Índia e na China, onde a demanda por aço deverá aumentar de forma mais acelerada.
(DCI, 03/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: A concorrência de produtos chineses no mercado de reposição de autopeças levou o Sindipeças a entrar com pedido de salvaguarda para 3 itens: baterias, rolamentos e cruzetas. A alegação é que os componentes chineses chegam ao País a 15% abaixo do preço de mercado, o que, segundo os executivos do Sindipeças, caracteriza concorrência desleal. O pedido de salvaguardas para baterias já foi feito junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e à Receita Federal. A idéia é rastrear as importações e estabelecer o preço médio das peças. Os produtos que entrarem com um valor abaixo da média seriam barrados para verificação. Ainda não há uma perspectiva de quando o governo poderá impor essas medidas. As exportações do setor de autopeças continuam crescendo, mas deve haver uma desaceleração no 2º semestre por conta da valorização cambial. A previsão do Sindipeças é que haja crescimento de 10,2% nas exportações em 2006 em relação a 2005.
(Paulo de Araujo, Gazeta Mercantil, 03/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: A Weg, fabricante catarinense de motores elétricos, vai investir US$ 23 milhões para ampliação física e modernização tecnológica da sua unidade na China, a Weg Nantong, inaugurada no início de 2005, informou o diretor da Weg responsável pelas operações na Ásia, Sérgio Schwartz. Até a conclusão do projeto, no final de 2006, todas as linhas deverão estar adequadas à plataforma de produção da companhia. A unidade chinesa terá 2 novos prédios, com aproximadamente 9.200 m² de área construída, que abrigarão os departamentos de componentes e montagem, para fabricação de máquinas de alta e baixa tensão.
(Juliana Wilke, Gazeta Mercantil, 03/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: Prejuízo líquido da Ford no 2º trimestre de 2006 foi US$ 131 milhões maior que o previsto. A montadora divulgou que seu prejuízo líquido foi de US$ 254 milhões no período.
(Amy Wilson, Automotive News – Reuters, 02/08/06) |
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| Automotivas |
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Japão: Graças ao fraco iene e à redução nos custos, a Mitsubishi registrou um prejuízo operacional 50% menor na comparação com igual período de 2005. O prejuízo operacional do período abril-junho totalizou US$ 59,4 milhões. O prejuízo líquido no trimestre também foi reduzido de US$ 188,31 milhões para US$ 131,43 milhões. O faturamento recuou 0,4% para US$ 4,21 bilhões e as vendas sofreram queda de 10%.
(Automotive News – Reuters, 02/08/06) |
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| Automotivas |
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República Tcheca: A Skoda Auto registrou aumento em seu lucro operacional no 1º semestre de 2006. Os resultados saltaram 52,6% para US$ 378,9 milhões. Suas vendas subiram 7,3% para US$ 4,68 bilhões e o lucro líquido saltou 62,3% para US$ 287,26 milhões.
(Just-auto.com, 02/08/06) (Automotive News – Reuters, 02/08/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: Fluxo de dólares volta a ser positivo em julho. Após turbulência, entraram no País US$ 2,49 bilhões, revertendo o saldo negativo de US$ 2,68 bilhões registrado em junho. De janeiro a julho, o fluxo foi positivo em US$ 25,621 bilhões. "O resultado de julho não deve ser interpretado como o retorno do otimismo dos investidores, mas como a volta da normalidade no mercado", disse o economista-chefe da GAP Asset Management, Alexandre Maia. Para o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, a tendência é que o fluxo de dólares para o Brasil melhore, embora ainda existam algumas incertezas no cenário econômico mundial.
(Renata Veríssimo, Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 02/08/06: Dólar caiu 0,5%, cotado a R$ 2,181. O Ibovespa em alta de 1,21% aos 37.288 pontos. O Risco país em queda de 1,79% aos 219 pontos. O Global 40 em alta de 0,1% aos 128,47% do valor de face. O A-Bond estável aos 108,18% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,67% cotado a R$ 2,791.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 03/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Indústrias lideram a distribuição de lucros. Estudo divulgado pelo Dieese mostrou que o pagamento da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) aos trabalhadores em 2005 ficou concentrado no setor industrial, especialmente, para os metalúrgicos e nas regiões Sudeste e Sul. De acordo com o levantamento, 73,2% dos entendimentos foram feitos na indústria, 13,8% em serviços e 13% no comércio. Ao justificar a concentração no setor industrial, o Dieese observou que, provavelmente, esta situação foi motivada pelo fato das empresas industriais serem de maior porte econômico, além do setor ter maior tradição de ação sindical.
(Jornal do Commercio, 03/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Vendas crescem 3,2% no 1º semestre. Fecomércio avalia que confiança do consumidor e crédito colaboraram para o resultado, mas taxas de juros estão impedindo crescimento maior. As vendas no varejo da Região Metropolitana de São Paulo cresceram 3,2% no 1º semestre, em relação ao mesmo período de 2005. Mas o ano deve fechar com crescimento de 4% , acompanhando a evolução do PIB, segundo dados e projeções da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista divulgados ontem pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP).
(Paula Puliti, O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: País tem 38º mês de superávit com Argentina. O resultado anunciado pela consultoria Abeceb.com, é que as exportações brasileiras para o mercado argentino bateram em julho um novo recorde, chegando a US$ 1,131 bilhão, o que representa um aumento de 33,2% em relação ao mesmo mês do ano passado e alta de 18,1% em comparação com junho. A consultoria também indicou que o superávit comercial do Brasil com a Argentina em julho foi de US$ 353 milhões, um crescimento de 2% em comparação com o mesmo mês do ano passado e 8% a mais do que em junho.
(Ariel Palacios, O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Econômicas |
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EUA: Voltam as tensões em torno de mais um provável aumento da taxa básica de juros nos EUA. A economia americana intensificou os sinais de inflação maior, 2,4%, sem energia e alimentos, de acordo com o Fed, mas estimada em mais de 4% incluídos todos os demais produtos. É o mais alto dos últimos 4 anos. A inflação chegou para ficar. Esses indicadores colocam o Fed diante do velho desafio de como conter a inflação sem desacelerar ainda mais a econômica. Concluindo, temos pela frente um cenário nada agradável de inflação em alta e juros elevados nos EUA e no mundo, apontando para crescimento menor, como já se revela na desaceleração do comércio mundial.
(Alberto Tamer, O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Econômicas |
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Mundo: Doha não é só problema do G-20, diz Lamy. O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, considerou ontem que a reunião do grupo de países emergentes (G-20) que está sendo convocada pelo Brasil para setembro poderá ocorrer "cedo demais" para que se consiga relançar a Rodada Doha. Lamy admitiu, porém, que o encontro poderá ser pelo menos uma "pressão extra" para a retomada das negociações paralisadas em julho. Já no dia 20 de setembro, 50 ministros de Comércio se reúnem na Austrália no que está sendo considerado pelo governo local como "a última chance" de uma retomada do processo este ano.
(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: O Brasil deve dobrar as exportações de álcool até 2013. No ano passado, as vendas do produto ao exterior foram de 2,6 bilhões de litros. Para 2013, espera-se que esse volume alcance 6 bilhões de litros, segundo estimativa da superintendente de Qualidade de Produto da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Maria Antonieta de Andrade Souza.
(O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Energia |
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| Meio Ambiente |
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Mundo: Cresce a reciclagem de latas de alumínio no mundo. Os principais consumidores do planeta estão aprimorando seu desempenho e alcançando, ano após ano, números cada vez melhores nesta atividade. O Brasil se confirma como líder mundial do ranking, com uma taxa de 96,2% no ano passado. O forte crescimento japonês que é de 91,7%, desafia o Brasil a manter ou superar seu desempenho para continuar a frente dos outros países. O Brasil se mantém há 5 anos como líder absoluto na reciclagem de latas de alumínio. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), o Brasil atingiu a marca de 127,6 mil t de latas de alumínio recicladas em 2005. São aproximadamente 9,4 bilhões de latas no ano ou 26 milhões de latas recicladas diariamente. As latas de alumínio se tornaram o carro-chefe da reciclagem no país.
(Assessoria, Envolverde, 02/08/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Vale lucra R$ 6,1 bilhões no semestre. Resultado foi 19,5% superior ao de igual período de 2005 e poderia ter sido maior, não fosse o real valorizado. A CVRD obteve um lucro líquido de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre, 12,3% superior ao do 2º trimestre de 2005. É o maior resultado trimestral da história da empresa. As vendas no semestre somaram R$ 18,4 bilhões, com aumento de 7,6% ante a primeira metade de 2005. O retorno sobre o patrimônio líquido atingiu 32,2% no 2º trimestre, resultado considerado excelente. A participação da Vale na balança comercial somou US$ 19,6 bilhões de janeiro a junho, alta de 22,4%.
(Mônica Ciarelli, O Estado de S. Paulo, 03/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: O lucro da Alcan atingiu US$ 455 milhões no 2º trimestre, mais que o dobro dos US$ 191 milhões de igual período de 2005, um reflexo da alta dos preços dos metais. As vendas aumentaram 17% e somaram US$ 6,1 bilhões.
(Gazeta Mercantil, 03/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Austrália: Rio Tinto informou lucro líquido de US$ 3, 79 bilhões para o primeiro semestre (75% a mais do que em 2005), alavancado pela forte demanda e as expansões de capacidade realizadas. O faturamento bruto do grupo foi de US$ 12,1 bilhões no semestre, ou 29% a mais do que em 2005. O fluxo de caixa operacional aumentou 52% para US$ 5,2 bilhões no período. Apesar dos ciclones que as minas do norte da Austrália enfrentaram no início do ano, o desempenho da empresa foi satisfatório: o lucro líquido das operações com minério de ferro aumentaram 40% para US$ 955 milhões no semestre (com faturamento bruto de US$ 2,98 bilhões, +27%).
(Metal Bulletin,03/08/06) |
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| Outras Empresas |
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