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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 03/07/2006
 Siderúrgicas
China: O governo poderá fechar até 248 usinas obsoletas. Uma declaração do NRDC (Comitê Nacional de Reforma e Desenvolvimento), reforçou o plano de eliminar 100 Mt/ano de produção antieconômica de aço até o fim desta década. Essa produção é realizada por meio de altos fornos de pequena capacidade (abaixo de 300 m3), e estão localizadas principalmente nas províncias do norte, Hebei e Shanxi. A China atingiu 470 Mt/ano de capacidade no ano passado, sem incluir 70 Mt/ano em construção e 80 Mt/ano em planejamento. No entanto, o consumo interno foi menor a 350 Mt/ano, indicando grande sobrecapacidade da indústria. O governo almeja uma configuração com 1 produtor de mais de 30 Mt/ano até 2010, com outros vários produzindo mais de 10 Mt/ano. O maior produtor de aço da China é Baosteel, que ainda conta com capacidade de 22,7 Mt/ano. Oito produtores chineses no entanto, já contam com capacidade de mais de 10 Mt/ano.



(Metal Bulletin, 03/07/06)
Siderúrgicas
Brasil: Crescem os desembolsos para o setor naval e, junto com eles, o interesse dos principais grupos siderúrgicos nas vendas para os estaleiros. A Usiminas, até há pouco tempo única a produzir as chapas grossas utilizadas em cascos de navios, tenta garantir seu mercado concedendo descontos a grandes encomendas de embarcações, enquanto a Arcelor, que recentemente ingressou no segmento, também disputa seu espaço em importantes lotes de navios, como os da Transpetro. As siderúrgicas correm contra o tempo para garantir as vendas para os novos navios encomendados pela Transpetro. Segundo o presidente da estatal, Sérgio Machado, para os 16 navios cujos vencedores já foram anunciados, serão necessárias 210.000 t de aço. Os 10 petroleiros pendentes deverão consumir outras 100.000 t.



(Carlos Matos e Danielle Nogueira, DCI, 03/07/06)
Siderúrgicas
Brasil: A Unibanco AIG, o IRB-Brasil Resseguros e cerca de 30 resseguradores no exterior, que fizeram o seguro do alto-forno 3 da CSN, poderão vir a acionar o fabricante do equipamento, a japonesa Nippon Steel, para se ressarcir do pagamento de uma indenização estimada em mais de US$ 500 milhões pela CSN. Os valores, que ainda não são oficiais, correspondem a cobertura de lucros cessantes e danos de equipamentos do alto-forno 3, que parou durante 5 meses devido a um acidente. A possibilidade da seguradora e os resseguradores tentarem se ressarcir do sinistro com a Nippon Steel, após o pagamento do seguro à CSN, existe porque no processo de regulação, encarregado de apurar as causas do acidente e determinar o valor dos prejuízos, concluiu-se que houve um erro de projeto na estrutura das colunas de sustentação do coletor de pó do alto-forno, responsável por 70% da produção de ferro-gusa da CSN. A Nippon disse que não iria se pronunciar.



(Infomet – Valor, 03/07/06)
Siderúrgicas
Brasil: A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) manteve na sexta-feira a suspensão dos negócios das ações da Arcelor na Bovespa, determinada 1 dia antes. A autarquia considerou insuficientes os esclarecimentos feitos pela empresa sobre a necessidade de realizar, ou não, uma oferta pública no Brasil, por conta da associação entre a Arcelor e a Mittal.



(Infomet – Gazeta Mercantil, 03/07/06)
Siderúrgicas
Coréia do Sul: Posco aumentará seus preços para o mercado interno, em até US$ 30/t a partir de 13 de julho. Todos os produtos serão atingidos, como os planos laminados a quente, produtos de mini-mill, aços inox planos, e os revestidos. A Posco explicou que um dos impulsores desta remarcação foi o aumento de 19% do minério de ferro; e que as usinas do Japão e da China já aumentaram, ou planejam aumentar, seus preços.



(Metal Bulletin, 03/07/06)
Siderúrgicas
Índia: Essar Steel está construindo uma nova usina de US$ 1,4 bilhão perto da sua planta atual de Hazira, estado de Gujarat. A nova usina (Essar Steel Hazira Ltd.) terá uma capacidade de 3,9 Mt/ano, o que levará a capacidade total do complexo de Hazira para 8,5 Mt/ano. A usina deverá operar dentro de 36 meses. O processo de redução de minério escolhido é o Corex, será importado da Coréia do Sul e terá uma capacidade de 1,8 Mt/ano. A planta também terá 1 alto forno (1 Mt/ano) e um processo de redução direta de 1 Mt/ano de capacidade. A aciaria contará com 4 fornos elétricos a arco de 200 t cada. A nova usina fornecerá 800.000 t/ano de placas para a usina já existente e para um novo laminador de chapas grossas; e o resto será convertido em produtos não planos. As margens da Essar têm melhorado após haver completado a instalação da planta pelletizadora de Vizag, e do início de produção do seu laminador de tiras a frio para adicionar valor à sua produção de laminados planos a quente.



(Metal Bulletin, 29/06/06)
Siderúrgicas
Luxemburgo: O prazo para os acionistas da Arcelor aderirem à proposta de compra da Mittal, deverá ser estendido. O prazo terminaria na próxima 4ª-feira (05/07), mas como a Mittal ainda não divulgou os termos definitivos da oferta, os acionistas ainda não têm as informações necessárias para aderirem à oferta. A proposta da Mittal dá aos acionistas da Arcelor 3 alternativas de pagamento para quem vender as ações: receber 13 ações da Mittal mais EUR 150,5 para cada 12 ações; EUR 40,4 por ação; ou a troca de 7 ações da Arcelor por 11 da Mittal. Mas há limites para cada uma das alternativas de modo que, no total, apenas 31% da compra seja paga com dinheiro e 69% com ações da Mittal.



(Lucia Rebouças, Infomet – Gazeta Mercantil, 03/07/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: O faturamento das autopeças em 2006 deve chegar a US$ 28,2 bilhões (+16,5% ano a ano). A estimativa é do Sindipeças. Os investimentos da indústria de autopeças em 2006 somarão US$ 1,3 bilhão (-7,1% ano a ano). Será a 1ª queda após 2 anos, já que no ano passado houve crescimento de 66% nos recursos aplicados em relação a 2004.



(DCI, 03/07/06)
Automotivas
Coréia do Sul: Segundo relatório da indústria automotiva sul-coreana, o modelo Ssangyong Korando foi o veículo coreano mais produzido e comercializado por mais tempo, de novembro de 1969 a julho de 1996. O país lançou seu 1º automóvel em 1955, desde então 142 modelos foram introduzidos. A Kama (associação das montadoras locais) divulgou que cerca de 47 milhões de automóveis foram montados no país entre 1955 e 2005 e a previsão é que este volume ultrapasse a marca das 51 milhões de unidades até o fim de 2006. O país é o 5º maior fabricante de veículos no mundo, ficando atrás dos EUA, Japão, Alemanha e China. Segundo previsões da Kama, até 2015 a Coréia do Sul poderá tornar-se o 4º no ranking, uma vez que sua indústria automotiva poderá fabricar 7,6 milhões de veículos.



(CCFA, 30/06/06)
Automotivas
Coréia do Sul: A Kia Motors Corporation divulgou que suas vendas externas de automóveis e comerciais leves no mês de junho foram de 80.926 unidades (+1,1% ano a ano). As vendas na Europa, América do Norte e no mercado em geral, tiveram um crescimento em junho de 4,0%, 2,3% e - 5,7%, respectivamente, em comparação com igual período do ano passado.



(Eautoportal, 03/07/06)
Automotivas
EUA: O maior investidor individual da GM, Kirk Kerkorian, dono do grupo financeiro Tracinda, que detém 9,9% das ações da montadora, sugeriu que a empresa fizesse uma aliança com o grupo Renault e a Nissan. No documento, o acionista sugeriu que a GM organize um comitê para "explorar imediata e completamente" a possibilidade de formação de uma parceria, através da qual os japoneses e franceses comprarão uma "parcela minoritária significativa" na empresa. As ações da GM subiram 11% com especulações de que Kerkorian está forçando acordos para acelerar a recuperação da montadora, que perdeu US$ 10,6 bilhões no ano passado. Carlos Ghosn, atual presidente da Renault, liderou a recuperação de 67% nas ações da Nissan nos últimos 5 anos; no mesmo período, a GM perdeu 53%.



(DCI, 03/07/06)
Automotivas
Suécia: A Volvo Car, da Ford Motor, investirá US$ 1,36 bilhão nos próximos 5 anos no desenvolvimento de carros que consumam menos combustível. Inicialmente, o investimento terá foco no desenvolvimento e exploração de motores diesel mais eficientes, veículos com combustível alternativo e híbridos mais limpos. O centro de P&D, o qual terá inicialmente cerca de 20 engenheiros, será responsável pela introdução de sistemas híbridos nos carros da marca Volvo, bem como, assegurará que outras marcas do grupo possam aplicar esta tecnologia em seus próprios produtos.



(Automotive News - Reuters, 30/06/06)
Automotivas
 Econômicas
Mercosul: Protocolo de adesão da Venezuela será assinado amanhã, em Caracas. Entrada do país no bloco econômico será feita de forma gradual e concluída em 4 anos. O protocolo de adesão da Venezuela foi firmado em junho pelos ministros de Relações Exteriores dos países membros. Agora, será ratificado pelos presidentes. O documento define os compromissos, as etapas do processo de integração, os prazos para a adoção da Tarifa Externa Comum (TEC) do bloco e para a liberalização do comércio com os demais integrantes.



(Jornal do Commercio, 03/07/06)
Econômicas
Brasil: Dia 30/06/06: Dólar fechou em queda de 0,41% a R$ 2,166. O Ibovespa em alta de 0,39%, aos 36.630 pontos. O Risco país caiu 2,43% aos 240 pontos. O Global 40 em alta de 0,60% aos 124,10% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,47%, para 105,37%. O Euro teve alta de 0,69% cotado a R$ 2,770.



(Juliana Ennes, Jornal do Commercio, 01/07/06)
Econômicas
Brasil: O setor público (União, Estados, municípios e estatais) conseguiu em maio um superávit primário de R$ 6,30 bilhões. O resultado do setor público em maio foi 1/3 do obtido em abril, mas igual ao de 2005. O resultado, superou as expectativas de analistas econômicos, mas não afastou as dúvidas com a trajetória de gastos do governo a médio e longo prazos. A maior preocupação continua a ser com as contas da Previdência Social e benefícios atrelados ao salário mínimo. 



(Adriana Fernandes, Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo, 01/07/06)
Econômicas
Brasil: Relação dívida/PIB de 50,7% é a menor desde abril de 2001. Em maio, o indicador teve a 3ª queda seguida. O tamanho das reduções, entretanto, deve diminuir a partir deste mês. A dívida deverá chegar ao final do ano a um patamar entre 50,4% e 50,5% do PIB



(Adriana Fernandes, Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo, 01/07/06)
Econômicas
Brasil: Safra agrícola teve perda de R$ 10 bilhões. Segundo o IBGE, a queda no valor da produção agrícola brasileira no ano passado chegou a 24% em termos nominais ante 2004, variação bem mais acentuada do que o recuo de 5,2% em volume. Os dados mostram que os problemas climáticos, o câmbio e a baixa cotação internacional da soja em 2005 levaram o principal produto da safra do País, a uma queda equivalente a R$ 10 bilhões no valor da produção em relação ao ano anterior



(Jacqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 01/07/06)
Econômicas
Brasil: Segundo a RC Consultores, produtores acumulam débitos de até R$ 25 bilhões. A dívida do setor rural com governo, bancos e fornecedores já corresponde a cerca de metade da receita dos grãos prevista para o ano que vem. Entre arroz, feijão, soja, milho, algodão e trigo, a expectativa é que os produtores embolsem uma receita de R$ 51 bilhões na safra que começa a ser semeada a partir de setembro. 2007 será mais um ano de forte descapitalização para o campo e o agricultor de grãos deve continuar comprando menos insumos e reduzindo o uso de tecnologia e a área plantada. 



(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 02/07/06)
Econômicas
Brasil: Paralisia domina o mercado de terras e máquinas. O mercado de terras agrícolas na região produtora de soja no Oeste da Bahia, está praticamente parado por causa da crise na agricultura. Com isso, o preço da terra recuou 20% desde o fim do ano passado. A indústria de implementos agrícolas, como arados e roçadeiras é outro setor que sentiu a crise. De janeiro a junho, as vendas de implementos caíram 60% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, Francisco Matturo. "É a maior retração em 10 anos", diz Matturo. 



(O Estado de S. Paulo, 02/07/06)
Econômicas
Brasil: Renda fixa é campeã de rentabilidade em junho. CDB acima de R$ 100 mil rende 1,26% no mês; ouro fecha semestre com 11,4% e Bolsa vem a seguir com 9,49%, apesar da instabilidade externa. As aplicações de renda fixa, remuneradas por taxas de juro, foram as campeãs de rentabilidade em junho, mês permeado por contínua e persistente instabilidade no mercado financeiro derivada de incertezas internacionais. O 1º lugar na corrida dos investimentos foi ocupado pelo CDB para aplicações acima de R$ 100 mil, com rendimento bruto médio de 1,26%, seguido pelos fundos de renda fixa, com 1,24%, fundos DI, com 1,20%, e CDB para baixos valores, com 0,99%. Todas essas aplicações renderam acima da inflação de 0,75% medida pelo IGP-M em junho. A caderneta, com 0,69%, teve rendimento negativo, abaixo do IGP-M. 



(Tom Morooka, O Estado de S. Paulo, 01/07/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Maior geradora privada de energia elétrica do país, a Tractebel foi a grande vencedora do 2º leilão de energia nova promovido pelo governo federal. Dos 1,6 mil MW médios comercializados, a companhia controlada pelo grupo franco-belga Suez vendeu, sozinha, 493 MW ao "pool" de distribuidoras de energia elétrica, o que lhe garantirá receita anual de R$ 560 milhões, ao longo de 30 anos (2009-2038). Logo atrás da Tractebel, a estatal mineira Cemig foi a 2ª maior vendedora: comercializou 355 MW médios, o que renderá uma receita anual de R$ 390 milhões. A energia será fornecida pelas hidrelétricas de Aimorés, Irapé, Queimado e Porto Estrela. Os resultados da Cemig e da Tractebel mostram que os grandes empreendimentos de geração, em especial hidrelétrico, tiveram os melhores desempenhos do leilão.



(Natalia Gómez e Chris Martinez, Valor Online, 03/07/06)
Energia
Bolívia: Sem acordo, Bolívia pressiona Petrobras. A Superintendência dos Hidrocarbonetos da Bolívia determinou que a Petrobras entregue, mesmo sem ter assinado contrato, combustíveis de suas refinarias bolivianas à estatal local Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), que assume novamente o monopólio na distribuição de derivados de petróleo no país. Segundo a estatal brasileira, não foi possível chegar a um acordo sobre os termos dos novos contratos de venda de combustíveis pelas refinarias, o que levou o órgão regulador boliviano a baixar uma resolução administrativa determinando a entrega dos produtos.



(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 01/07/06)
Energia
 Outras Empresas
Brasil: O Ministério Público do Rio deu parecer favorável à proposta da VarigLog de comprar a ex-controladora por cerca de US$ 500 milhões. A VarigLog se comprometeu a manter o programa de milhagem Smiles e declarou que se propõe a honrar todas as milhas dos cerca de 6 milhões de usuários. O fundo de pensão Aerus também receberá um aporte de capital para minimizar o débito de R$ 2,3 bilhões da Varig. Deste total, R$ 1,1 bilhão já foi repactuado e o R$ 1,2 bilhão restante é o dinheiro que a Varig deveria ter depositado no fundo para pagar benefícios de aposentados e pensionistas. O próximo passo para a compra da Varig por sua ex-subsidiária deverá ser a convocação de assembléia de credores para avaliar o plano, no dia 10.



(Alberto Komatsu, Mônica Ciarelli, O Estado de S. Paulo, 01/07/06)
Outras Empresas
França: Alcan inaugurou uma planta avançada para produção de chapas de alumínio para aplicação aeroespacial. A instalação, com investimento de US$ 28 milhões, inclui tratamento térmico e ensaios não destrutivos de alta tecnologia; e está destinado ao atendimento da crescente demanda de chapas tratadas termicamente da indústria aeroespacial. A unidade de Issoire aonde esta nova instalação foi localizada, foi adquirida quando da compra da empresa produtora de alumínio francesa Pechiney pela Alcan em 2004.



(Metal Bulletin, 23/06/06)
Outras Empresas
Mundo: O cobre subiu 6,5% em Nova York na última semana, pondo fim a um movimento de queda que durou 1 mês, puxado por indícios de que a demanda não cairá nos EUA. Os contratos futuros de para entrega em setembro subiram 1%, passando a ser negociados a US$ 7.396,5/t na divisão Comex da Bolsa Mercantil de Nova York. Os preços já somam alta de 64% este ano.



(DCI, 03/07/06)
Outras Empresas

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.