Digite aqui a palavra chave:
 
E busca todas as palavras | OU busca cada uma
Listando Abril de 2006
28/04/2006 » 27/04/2006 »
26/04/2006 » 25/04/2006 »
24/04/2006 » 20/04/2006 »
19/04/2006 » 18/04/2006 »
13/04/2006 » 12/04/2006 »
11/04/2006 » 10/04/2006 »
07/04/2006 » 06/04/2006 »
05/04/2006 » 04/04/2006 »
03/04/2006 »
Por mês de 2006
Dez. de 2006 » Nov. de 2006 »
Out. de 2006 » Set. de 2006 »
Ago. de 2006 » Jul. de 2006 »
Jun. de 2006 » Maio de 2006 »
Abr. de 2006 » Mar. de 2006 »
Fev. de 2006 » Jan. de 2006 »
Por ano
2010 » 2009 »
2008 » 2007 »
2006 » 2005 »
2004 »
Lista completa de Clipping »
Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 03/04/2006
 Siderúrgicas
Brasil: A Usiminas vai investir R$ 743,5 milhões neste ano. Do total, R$ 434 milhões são oriundos de recursos próprios e o restante de empréstimos e financiamentos. Os principais projetos beneficiados são o da Coqueria 3 (R$ 222,6 milhões), que tornará a unidade auto-suficiente em coque, e da Nova Central Termelétrica (R$ 213 milhões), que aumentará a auto-suficiência energética para mais de 50%. Além disso, também estão previstos aportes em proteção ambiental (R$ 142 milhões) e atualização tecnológica (R$ 105,707 milhões) entre outros.



(Infomet – Diário do Comércio, 03/04/06)
Siderúrgicas
Brasil: A Gerdau anunciou que o Cade aceitou recurso de embargos de declaração, feito pela empresa com o objetivo de esclarecer possíveis pontos que não estejam claros na decisão do processo em que é julgado por formação de cartel na comercialização de vergalhões. Os embargos de declaração são recursos utilizados para que se esclareçam termos da decisão de mérito. Na prática, é uma ferramenta para se evitar a aplicação imediata da condenação. Assim, com a aceitação do Cade, a Gerdau reserva-se o direito de discutir o mérito da decisão anterior, tanto na esfera administrativa quanto na judicial. O Cade havia negado embargos em que as siderúrgicas Barra Mansa, Gerdau e Belgo-Mineira tentavam postergar a condenação a que foram submetidas em 23 de setembro do ano passado.



(Infomet – Assessoria de Imprensa, 03/04/06)
Siderúrgicas
Áustria: A Boehler-Uddeholm, controladora da Villares Metals, registrou resultados recordes em 2005. O lucro líquido foi de EUR 314 milhões (+64% ano na ano). O presidente da empresa, Claus J. Raidl, classificou o ano passado como o mais forte da história da empresa. A boa conjuntura internacional contribuiu para o setor do aço em 2005. O Ebitda aumentou 45%, para EUR 404,9 milhões. O faturamento subiu 35%, para € 2,6 bilhões.



(Infomet – Gazeta Mercantil, 03/04/06)
Siderúrgicas
Brasil: Depois de acumular quase R$ 30 milhões de prejuízos ao longo de quatro anos seguidos, a Electro Aço Altona, de Blumenau, SC, conseguiu reverter o quadro em 2004, alcançando lucro de R$ 700.000. Em 2005 elevou o lucro em 1000%, para R$ 7,8 milhões, equivalentes a 5,1% da receita operacional líquida. A fundição catarinense aumentou o faturamento bruto em 43,5%, a R$ 188,4 milhões. Alcantaro Corrêa, diretor-presidente da empresa, explicou que está sendo promovido um aumento de participação na carteira dos produtos de alto valor agregado, como os itens usinados que já respondem por 73,7% do total fabricado na comparação com os brutos. Ao longo de 2005 a empresa aplicou R$ 13 milhões na atualização e ampliação da capacidade produtiva, totalizando R$ 39,5 milhões no último qüinqüênio. Apesar da taxa de câmbio desfavorável, a receita com exportações avançou 22% para R$ 39,4 milhões, respondendo por 21% do total das vendas. Altona projeta desempenho ainda mais positivo em 2006, com previsão de alcançar receita na casa de R$ 200 milhões e produção de 14.400 t (+14% ano a ano).



(Roberto Hunoff, Auto Data, 30/03/06)
Siderúrgicas
Brasil: A produção de fundidos avançou 5% (ano a ano) no 1º bimestre. A produção do período resultou em 486.000 t. 83% do total. 83,3% do total corresponde a fundidos de ferro. A maior expansão aconteceu nos fundidos de aço, com 28,8% e 50.000 t (participação de 10% no total). O segmento de não ferrosos (cobre, zinco, alumínio e magnésio) teve declínio de 13,6% para 34.000 t. As exportações aumentaram 25,1% com 113.000 t (US$ 205 milhões).



(Roberto Hunoff, Auto Data, 30/03/06)
Siderúrgicas
China: Handan Steel assinou um acordo de cooperação com outras siderúrgicas da província de Hebei, tomando a providência inicial de criação de um produtor de aço de 12 Mt/ano. As sócias do acordo são Wenfeng Steel e Delong Steel, que juntas possuem capacidade de 2 Mt/ano. Handan é estatal, sendo que as outras 2 são privadas. Aparentemente Handan desistiu do seu propósito de se fusionar com Sijiazhuang Iron & Steel e Xintai Iron & Steel devido à resistência dos acionistas.



(Metal Bulletin, 03/04/06)
Siderúrgicas
Coréia do Sul: Segundo o CEO L. Ku-taek, Posco deve se expandir em áreas como China e Índia e fabricar produtos de maior qualidade caso quiser sobreviver na indústria siderúrgica mundial, sujeita atualmente a muitas mudanças. Nas celebrações do 38º aniversário da empresa, o CEO explicou que a Posco também deverá mudar e adaptar- se ao novo ambiente de negócios. Recentemente a imprensa coreana especulou sobre a vulnerabilidade da empresa, que têm 69% das suas ações em mãos de estrangeiros.



(Metal Bulletin, 03/04/06)
Siderúrgicas
EUA: Forte demanda de chapas grossas estimula os fabricantes a fixar aumentos para maio. Os 4 maiores fabricantes de chapas grossas (Nucor, Ipsco, Mittal e CitiSteel) estão informando seus clientes que a partir de maio as chapas grossas de aço carbono e de alta resistência aumentarão em US$ 22/t. Os segmentos industriais mais ativos são os de construção naval (navios e balsas), construção civil (infraestrutura, pontes) e petróleo e gás. Com estes aumentos o preço das chapas grossas cortadas irá para até US$ 920/t. Empresas que produzem equipamento pesado para construção civil utilizando chapas grossas também apresentam alto nível de ocupação, como John Deere e Caterpillar.



(Metal Bulletin, 01/04/06)
Siderúrgicas
Rússia: 2 das usinas do Grupo Evraz enfrentam ameaça de fechamento por agressão ao meio ambiente. As usinas West Siberian Works (ZapSib) e Novokuznetsk foram autuadas pela Inspetoria Federal de Gestão Ambiental e podem ser multadas por até US$ 4,3 milhões. A não conformidade levantada refere-se no caso da usina de ZapSib, à poluição dos rios Esaulovka e Chernaya Rechka. Já a Novokuznetsk é acusada de poluir seriamente o entorno da usina, havendo inclusive possibilidade de processo penal. Caso o plano de ação e sua efetivação não forem satisfatórios há a possibilidade de fechamento de ambas as plantas.



(Metal Bulletin, 30/03/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: O volume de pedidos das montadoras está maior do que em igual período do ano passado. Nem a esperada redução nos embarques de veículos para o mercado externo foi capaz de arrefecer as encomendas das montadoras junto ao setor de autopeças. Os pedidos para o 2º trimestre deste ano estão em níveis superiores aos registrados em igual período de 2005, ano em que a produção brasileira de veículos atingiu recorde histórico. Segundo as fabricantes de autopeças, a previsão de produzir uma quantidade maior de veículos no 1º semestre é decorrente da reação do mercado interno. Nos primeiros meses deste ano o volume de veículos emplacados foi recorde.



(Infomet – Gazeta Mercantil, 03/04/06)
Automotivas
Brasil: As vendas de automóveis e comerciais leves terminaram o 1º trimestre com expansão de 10,9% ano a ano para 386.000 unidades. Só no mês de março, foram vendidos 139.000 automóveis e comerciais leves (+6,3% ano a ano). A Fiat liderou o mercado em março, com 25,1% do total. Na seqüência aparecem a Volkswagen (23,7%) e GM (21,7%). As vendas de ônibus também seguem em alta, em março foram negociadas 1.800 unidades (+35% ano a ano).



(Eduardo Laguna, DCI, 03/04/06)
Automotivas
Brasil: A Nissan vai concentrar no Brasil o comando das suas operações no Mercosul. O franco-americano Thomas Besson, que assume hoje as operações da marca japonesa no País, será também responsável pelas estratégias para Argentina, Uruguai e Paraguai. Até então esses países respondiam diretamente ao Japão. O executivo, de 33 anos, substitui Ryoji Makino, presidente da Nissan do Brasil. A Nissan vendeu 8.100 veículos no ano passado no Brasil, o que representou 0,5% do mercado. A previsão para esse ano é vender 8 mil unidades. A empresa produz no País desde 2001, quando começou a montar a picape Frontier na fábrica de utilitários em São José dos Pinhais (PR), que tem em parceria com a Renault.


(Cristina Rios, Gazeta Mercantil, 03/04/06)
Automotivas
Brasil: As principais montadoras instaladas no Brasil estão envolvidas em projetos de desenvolvimento de um novo carro 1.0. As subsidiárias brasileiras da Ford, Volkswagen, Fiat, General Motors e Renault disputam hoje uma espécie de corrida tecnológica para lançar um modelo compacto, global e popular, capaz de recuperar a queda de vendas registrada por esse segmento nos últimos anos. Segundo dados da Anfavea, os modelos equipados com motor 1.0 tiveram 41,42% de participação em fevereiro, o que representa uma queda de 1,66% ante janeiro último. Em fevereiro, foram vendidos 42.863 veículos populares (-3,3% ano a ano). Criadora de 02 dos veículos mais vendidos na história da indústria automobilística, o Fusca e o Gol, a Volkswagen está testando dois protótipos com novo motor abaixo de 1.000 cilindradas, modelo pequeno, que será fabricado em Taubaté, chamado pela empresa de Projeto NF.



(Amauri Segalla, Jornal do Commercio, 03/04/06)
Automotivas
Coréia do Sul: A Hyundai divulgou que suas vendas subiram 13,2% ano a ano em março de 2006. Este aumento é devido às fortes exportações e vendas no novo modelo TG Grandeur. Foram comercializados 246.126 veículos, sendo que 194.664 destinados à exportação (+13,4% ano a ano). As vendas internas cresceram 12,5% para 51.462 unidades. As vendas do 1º trimestre aumentaram 13,9% em relação a igual período de 2005, para 655.642 unidades.



(Just-auto.com, 03/04/06)
Automotivas
EUA: A GM iniciará a construção de uma planta no México, em maio. O projeto receberá investimentos de mais de US$ 650 milhões e deverá iniciar suas operações em 2008. A planta produzirá veículos para venda no mercado interno mexicano e empregará cerca de 1.800 pessoas.



(Automotive News, 03/04/06)
Automotivas
EUA: A GM expande rapidamente suas operações de fabricação na Rússia. Para aumentar suas vendas neste mercado em ascensão, a GM está negociando com diversas cidades a construção de sua 1ª fábrica no país. Além disso, a montadora também aumentará a produção em Kaliningrad, onde a Avtotor monta carros a partir de kits para a GM. Em 2006, a GM pretende vender 100.000 veículos (+30,5% sobre 2005), disse Warren Browne, diretor da GM Russia.



(Jason Stein e Harald Hamprecht, Automotive News, 03/04/06)
Automotivas
EUA: Crise em Detroit não poupa ninguém. Num rico subúrbio da cidade, imóveis de luxo empacam e clubes têm de dar altos descontos A economia de Michigan, o Estado americano onde fica Bloomfield Hills, um subúrbio de Detroit, está sofrendo com o declínio da indústria automobilística e os efeitos não estão limitados às cidades de operários — já chegaram aqui, uma da comunidades mais ricas dos EUA. Em todo lugar, as economias regionais costumam ser afetadas pelos ciclos das indústrias locais, e elas normalmente se recuperam depois que passam as vacas magras. Mas Bloomfield Hills é profundamente dependente da saúde de duas empresas, a Ford Motor Co. e a GM — e ambas estão passando por profundas reestruturações.



(Jeffrey Zaslow, wsjamericas, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 03/04/06)
Automotivas
EUA: A Delphi pediu à corte de falências dos EUA o rompimento dos acordos trabalhistas feitos com sindicatos para cortar mais de 28.000 funcionários através de fechamentos ou vendas de fábricas americanas, e que demitirá 8.500 funcionários em outros países. Os planos da Delphi incluem o fechamento ou venda de 21 das 28 fábricas nos EUA, as quais empregam cerca de 20.000 funcionários. As decisões da empresa, em concordata desde outubro, podem levar a greve que prejudicaria a produção da General Motors, sua maior cliente.



(Jornal do Commercio, 01/04/06)
Automotivas
França: A PSA/Peugeot-Citroen e a Dongfeng Motor, sua parceira de joint-venture, construirão ou comprarão uma nova planta automotiva na China. Inicialmente, a planta produzirá 150.000 veículos/ano e poderá ser expandida para 300.000 unidades. A montadora francesa planeja triplicar sua capacidade de produção na China para atender o mercado local, o qual a PSA espera crescer 20% anualmente nos próximos 10 anos. Até o fim da década, PSA e Dongfeng pretendem obter de 6 a 8% de participação de mercado chinês. Em 2005, a joint-venture comercializou 140.000 unidades (+24%) e registrou 4,5% de participação de mercado na China. Para 2006, são esperadas vendas de 210.000 unidades no país.



(Sylviane de Saint-Seine, Automotive News, 03/04/06)
Automotivas
Índia: Empresas indianas procuram fornecedores europeus para aquisições. Compradores do país em desenvolvimento pretendem estreitar suas relações com montadoras e ter acesso à tecnologia européia. A Tata Motors adquiriu 21% de participação na espanhola Hispano Carrocera em 2005. Esta aliança, disse Debasis Ray, porta-voz da Tata, dará a empresa acesso às habilidades de projeto e tecnológicas. A Mahindra & Mahindra adquiriu, em 2005, o Stokes Group, maior empresa de peças automotivas forjadas do Reino Unido. A Bharat Forge adquiriu a Imatra Kilsta, fabricante sueca de autopeças.



(Rick Miller, Automotive News, 03/04/06)
Automotivas
Japão: A Toyota tem projetos em andamento para aumentar suas operações na América do Norte. A montadora está aumentando sua capacidade de produção em suas 5 plantas nos EUA, Canadá e México. Como parte dos esforços, também expandirá o tamanho de 2 fábricas que ainda não foram inauguradas, preparará a construção da 2ª planta de caminhões comerciais na região e aumentará a capacidade de produção de componentes. O que a Toyota tem vivenciado no mercado norte-americano é uma realidade muito diferente das concorrentes GM e Ford, que têm perdido participação de mercado para a montadora japonesa.



(Lindsay Chappell, Automotive News, 03/04/06)
Automotivas
Turquia: A Ford Otosan fabricou mais veículos em 2005 no país. A montadora (41% Ford, 41% Koc) produziu 243.423 unidades no ano passado, excedendo sua capacidade de produção em 4%. A Turk Otomobil Fabrikasi ou Tofas (37,9% Fiat, 37,9% Koc) produziu 161.360 veículos em 2005, utilizando 64% de sua capacidade instalada. A Ford Otosan expandirá sua capacidade de produção na Turquia para 280.000 unidades, informou John Fleming, presidente da Ford Europe. A Tofas investirá EUR 520 milhões na expansão de sua planta e aumentará sua capacidade de produção para 360.000 unidades até 2008.



(Luca Ciferri e Bradford Wernle, Automotive News, 03/04/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Construção civil prevê retomada com investimentos de R$ 80 bilhões. Total esperado este ano para obras públicas e crédito para habitação é mais que o triplo do investido em 2005. A estimativa dos empresários do setor é de que os investimentos em obras públicas e o crédito para habitação cheguem a R$ 80 bilhões, mais que o triplo do valor desembolsado no ano passado - ao redor de R$ 25 bilhões. As construtoras já sentiram a melhora nos negócios. Pela primeira vez desde fevereiro de 2002, o indicador de desempenho das empresas da construção, calculado trimestralmente pelo SindusCon e pela GVconsult, empresa de pesquisas da FGV, apresentou alta significativa: numa escala de 0 a 100, o índice chegou a 43,4, o que representou um salto de 14% em relação às sondagens de novembro e fevereiro de 2005. Os dados referem-se aos três meses anteriores à realização da pesquisa, concluída em fevereiro. Até então, o indicador estava estagnado. Foram entrevistadas 260 empresas. 



(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 03/04/06)
Econômicas
Brasil: Dia 31/03/06: Dólar fechou em queda de 1,09% a R$ 2,165. O Ibovespa em alta de 0,46%, aos 37.951 pontos. O Risco país subiu 1,29% aos 235 pontos. O Global 40 em baixa de 0,1% aos 128,3% do valor de face. O A-Bond em baixa de 0,11%, para 108,25%. O Euro teve queda de 1,42% cotado a R$ 2,625.



(Yuki Yokoi e Juliana Ennes, Jornal do Commercio, 01/04/06)
Econômicas
Brasil: Mantega recua e TJLP cai para 8,15%. Decisão foi pautada pela cautela, já que ministro, antes de assumir a Fazenda, defendia queda da taxa para 7%. O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) em 8,15% ao ano em sua reunião de 6ª feira, a primeira presidida pelo novo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Foi um corte de 0,85 ponto percentual, diante da tensão causada pela troca de comando na Fazenda. A taxa de 8,15% vai vigorar durante o segundo trimestre do ano



(Lu Aiko Otta e Fabio Graner, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Econômicas
Brasil: País não cresce com artificialismos. Para presidente do BC, Henrique Meirelles, crescimento será maior se for feito todo o dever de casa. Meirelles, voltou a defender um crescimento econômico que tenha, em sua base, "fundamentos sólidos e consistentes, e não medidas voluntaristas ou artificiais". No momento em que os investidores ainda digerem a mudança na equipe econômica, com a escolha de Guido Mantega para a Fazenda, Meirelles reafirmou essa opção de crescimento, ao falar a uma platéia de empresários reunidos em seminário, promovido pela CNI, que antecede a 47ª Assembléia dos Governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que começa segunda-feira. 



(Rita Tavares, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Econômicas
Brasil: País economiza R$ 3,3 bilhões com títulos. Estimativa do Tesouro Nacional leva em conta isenção de Imposto de Renda para investidores estrangeiros. O Tesouro Nacional calculou que a isenção do IR para as aplicações de investidores estrangeiros em títulos públicos já proporcionou uma economia de R$ 3,3 bilhões aos cofres públicos. O ganho foi estimado com base na queda expressiva dos preços dos títulos vendidos pelo Tesouro desde janeiro, quando o mercado começou a reagir positivamente à expectativa de divulgação de desoneração tributária para os investimentos estrangeiros



(Adriana Fernandes e Fabio Graner, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Econômicas
Brasil: Peso dos bancos no PIB sobe de 6,6% para 8,1%. Altos lucros fizeram o setor superar a construção e o comércio e emparelhar com a pecuária. O valor nominal das instituições financeiras cresceu 34%, para R$ 140 bilhões entre 2004 e 2005. Na contramão, o PIB da agropecuária encolheu de R$ 159,7 bilhões para R$ 145 bilhões. O principal motivo do avanço do setor financeiro foi a expansão do crédito, explicam analistas de mercado. 



(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Econômicas
Brasil: Conselho muda cálculo da TR para proteger poupança. Para BC, medida evita "efeito psicológico negativo" com perda, mas impacto na rentabilidade é marginal. O Conselho Monetário Nacional aprovou ontem mudança na fórmula de cálculo da taxa referencial de juros (TR), índice que é a base da correção das cadernetas de poupança e dos contratos dos financiamentos habitacionais, para evitar perdas financeiras aos poupadores. A medida foi adotada porque, dependendo da data de vencimento da caderneta de poupança, o poupador poderia registrar uma redução no seu saldo da caderneta de poupança. "Isso pode dar um efeito psicológico muito negativo", admitiu o diretor de Normas do BC, Sérgio Darcy. No caso dos financiamentos habitacionais, a mudança, ao contrário, evita um benefício indireto aos mutuários. 



(Vânia Cristino e Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Econômicas
Brasil: Carga de impostos bate recorde e chega a 38,9% do PIB. De acordo com estudo dos economistas José Roberto Afonso e Beatriz Barbosa Meirelles, publicado pelo Núcleo de Estudos de Políticas Públicas da Unicamp, os brasileiros transferiram no ano passado R$ 754,4 bilhões em tributos para os governos federal, estaduais e municipais, valor equivalente a 38,9% das riquezas produzidas no País. Foi o segundo ano consecutivo desse governo em que a carga tributária bateu recorde. Só em 2005, o crescimento da carga - puxado principalmente pelos tributos federais - chegou a 1,9% do PIB, o maior salto desde 1999, quando se iniciou a escalada tributária para auxiliar no ajuste fiscal. Em números, a expansão da arrecadação tributária entre 2004 e 2005 é estimada em R$ 100,3 bilhões, enquanto o acréscimo nominal do PIB foi de R$ 171 bilhões. 



(Sérgio Gobetti, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 02/04/06)
Econômicas
Mercosul: Na área comercial, o Mercosul apresentou resultados animadores nos primeiros anos. O comércio dentro do bloco cresceu vertiginosamente. Dados apresentados em seminário técnico realizado em São Paulo para comemorar os 15 anos do bloco mostram que a situação, hoje, é bem diferente. Em 1998, os demais países do Mercosul absorveram 17,4% das exportações brasileiras; no ano passado, essa fatia era de apenas 9,9%. A mudança no comércio exterior argentino, de acordo com a consultoria Abeceb.com, é ainda mais notável. As exportações da Argentina para os demais países do bloco comercial eram de 16,5% do total em 1991, saltaram para 36,3% em 1997 e caíram para 19,2% em 2005. Além da perda do dinamismo do comércio entre os países do bloco e da crise entre dois de seus membros (Argentina e Uruguai), há outros fatos que mostram a crescente fragilidade do Mercosul. Os dois maiores países do bloco tomam decisões sem ouvir seus parceiros. Nesse quadro, não há como não dar razão à presidente do Chile, Michelle Bachelet, que não pretende mudar a condição de seu país de membro associado para a de membro pleno do Mercosul. Em entrevista ao jornal argentino La Nación, Bachelet disse que associar-se plenamente ao Mercosul representaria um retrocesso, porque o Chile já está mais avançado nas reformas econômicas e na abertura econômica. 



(O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 02/04/06)
Econômicas
Uruguai: País não desiste de fábricas. Chanceler diz que o País admite apenas uma comissão conjunta com a Argentina para monitorar construção. O chanceler do Uruguai, Reinaldo Gargano, declarou ontem que serão construídas as duas fábricas de celulose que nos últimos meses tornaram-se o pivô da maior crise diplomática entre seu país e a Argentina desde 1955. Gargano afirmou que qualquer negociação com o governo do presidente argentino, Néstor Kirchner, terá de ser feita com a base de que as fábricas - uma pertencente à espanhola Ence, outra à finlandesa Botnia - serão instaladas sobre o Rio Uruguai, que divide os dois países. Assim, agrava-se o já complicado cenário de negociações para tentar acabar com a "Guerra da Celulose" entre os dois países. 



(Ariel Palacios, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 02/04/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Petrobras tem plano de emergência. Para evitar o desabastecimento, estatal cogita fretar navios que trarão gás de outros países. Apesar de afastar o risco de desabastecimento de gás por causa da crise com a Bolívia - de onde são transportados diariamente para o Brasil 27 milhões m³ de gás - a direção da Petrobras já começou a estudar alternativas de suprimento em caso de emergência. Uma delas é o afretamento de "navios gaseiros", segundo informou o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli. O aluguel diário de um navio regaseificador (onde o produto é transportado em forma de líquido e depois passa a gás novamente), segundo estimativas de especialistas do setor, está hoje em torno de US$ 100.000/dia. E, por desenvolverem um processo que representa um grande risco ecológico, a obtenção de licença ambiental para autorizar a atração de uma embarcação deste tipo é difícil.



(Irany Tereza e Kelly Lima, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Energia
Bolivia: País vai retomar controle dos campos da Petrobras. Decreto que será publicado neste mês transformará multinacionais petroleiras em prestadoras de serviços. O governo boliviano vai transferir à estatal local Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPFB) o controle sobre os campos de petróleo e gás hoje em mãos de empresas multinacionais, lista que inclui a brasileira Petrobras. Um novo modelo contratual, que reserva às atuais concessionárias o papel de operadoras de poços, está em gestação no Ministério dos Hidrocarbonetos boliviano, e será apresentado ainda em abril, em decreto que regulamenta a nacionalização das reservas do país. As empresas terão 6 meses, após a publicação do decreto, para se adaptar às novas regras. O modelo defendido pelo ministério prevê que as petroleiras deixem de ser concessionárias de exploração e produção para se tornarem prestadoras de serviço da YPFB, mudança que desagrada a todas as empresas.



(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 02/04/06)
Energia
 Meio Ambiente
Brasil: A eterna queda-de-braço entre ambientalistas e empresários ganhou regras novas na última semana. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) publicou a Resolução nº 369, uma tentativa de disciplinar o manejo de áreas de preservação permanente (APPs) e, dessa forma, evitar a paralisação de importantes projetos industriais no País, sem esquecer a utilização sustentável do meio ambiente. Entre as principais mudanças implementadas pelo documento está o reconhecimento das atividades de mineração como utilidade pública, o que vai facilitar a obtenção de licenças ambientais. Na prática, a partir de agora as mineradoras terão acesso a áreas antes vetadas à exploração.



(Rafael Rosas, Infomet – Gazeta Mercantil, 03/04/06)
Meio Ambiente
Brasil: COP 8 decide combater biopirataria. Grupo vai elaborar até 2010 regime de repartição de benefícios da biodiversidade. A 8ª Conferência das Partes (COP 8) da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB), realizada em Curitiba, chegou ao final 6ª feira (31) em clima de comemoração por parte da delegação brasileira. Após uma longa maratona de negociações, o País conquistou seu maior objetivo na reunião: a definição de um mandato para o estabelecimento de um regime internacional de acesso e repartição de benefícios (ABS) pelo uso de recursos genéticos da biodiversidade. Ou, em termos práticos, a criação de um regime internacional de combate à biopirataria. Segundo o acordo firmado entre os 188 países signatários da convenção, o tema será debatido dentro de um grupo de trabalho específico, que deverá apresentar um regime "o mais cedo possível antes da décima reunião da Conferência das Partes" (COP 10), em 2010. O documento de referência para as negociações, como queria o Brasil, será o texto apresentado pelos países em desenvolvimento na última reunião preparatória em Granada, na Espanha, no mês passado.



(Herton Escobar, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Meio Ambiente
Brasil: A Artegor Laminados Especiais Ltda., sediada em Tatuí (SP), joint venture entre o grupo Artecola, de Campo Bom (RS) e a italiana G.O.R., investiu R$ 5 milhões na duplicação de sua capacidade produtiva, com a entrada de uma segunda linha, com potencial para processar 7.000 t/ano a partir desse mês, bem como na ampliação física, que passa de 1.500 m3 para 3.000 m² de área construída. Parte do investimento foi destinado ao desenvolvimento do Eco Fibra, que reaproveita o bagaço da cana-de-açúcar. O projeto é fruto de um ano de pesquisas, desenvolvidas em parceria com a paulista Edra Eco Sistemas Ltda. O Eco Fibra está sendo testado pela indústria automobilística brasileira e apresentado a outros países. A empresa fornece, principalmente para empresas sistemistas que abastecem a indústria automobilística, no Brasil, Argentina e Colômbia, o laminado Wood-Stock, desenvolvido pela G.O.R., que é uma chapa termomoldável, utilizada para revestimento de laterais de porta-malas, painéis de instrumentos e porta pacotes, entre outros aplicações.



(Guilherme Arruda, Gazeta Mercantil, 03/04/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Brasil: A proposta de reajuste de 24% para o minério de ferro feita pela CVRD foi criticada pelo vice-presidente executivo da Arcelor Brasil e presidente da Belgo Siderurgia, Carlo Panunzi. "Encaixar mais um aumento desse patamar me parece algo demasiado", afirmou. O presidente da Vale, Roger Agnelli, defende que o reajuste de 24,6%. O mercado internacional esperava que o índice de aumento saísse até este sábado, quando é iniciado o exercício financeiro em países orientais, como China e Japão. Após essa data, Agnelli já havia dito que o reajuste será retroativo. "É lógico que vamos protestar, a China já está protestando, todo mundo está protestando" disse Panunzi.



(Infomet – Diário do Comércio, 03/04/06)
Outras Empresas
Brasil: A crise financeira da Varig se agravou nos últimos cinco anos. Segundo fontes do mercado, a dívida total beira aos R$ 9 bilhões, principalmente com estatais, Governo, empresas de manutenção, fundos e funcionários. Na participação dos vôos domésticos, a empresa vem perdendo gradualmente sua fatia, ficando com apenas 19,25% no mês de fevereiro deste ano, ante 30% no mesmo período de 2005. Apesar disso, ainda mantém o controle de cerca de 70% dos vôos internacionais que partem do País. A definição do plano de reestruturação da empresa, aprovado em assembléia pela companhia no dia 23 de fevereiro, se propôs um choque de credibilidade. A empresa começa hoje a pôr em prática o plano para reduzir custos mensais em US$ 50 milhões, negociando com credores e demitindo funcionários.



(O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 02/04/06)
Outras Empresas
Brasil: A Embraer encerrou o exercício de 2005 com um lucro líquido de R$ 708,9 milhões (-41,36% ano a ano). Em comunicado, a empresa destacou que os resultados do exercício de 2005 foram impactados pela forte valorização do real frente ao dólar.



(Jornal do Commercio, 03/04/06)
Outras Empresas
China: As siderúrgicas chinesas rejeitaram o aumento de 24 % proposto pela CVRD para o minério de ferro. Os chineses não estão mais insistindo que o preço de referência do minério caia, porém, o setor ainda defende o menor aumento possível. "A Baosteel acabou de encerrar negociações com a Vale", disse uma autoridade em Pequim. "Essa rodada de negociações não produziu resultados." Um operador de minério de ferro de uma empresa chinesa concordou, afirmando: "De maneira alguma eles concordariam com aumento de 24%."



(Infomet – Reuters, 03/04/06)
Outras Empresas
França: Alcatel paga US$ 13,4 bilhões pela Lucent . Acordo dará origem à segunda maior empresa de telecomunicações, com valor de mercado de US$ 30 bilhões. Cinco anos após uma tentativa malsucedida de fusão, o grupo francês Alcatel, fabricante de equipamentos para telecomunicações, anunciou ontem a compra da sua principal concorrente americana, a Lucent Technologies, por US$ 13,4 bilhões. A fusão das operações das duas empresas dará origem à segunda maior empresa de infra-estrutura em telecomunicações do mundo, com uma receita da ordem de US$ 21 bilhões (US$ 25 bilhões), muito próxima à da atual número 1, a Cisco Systems. A operação reafirma a tendência de consolidação do setor de telecomunicações, uma resposta à crescente competição que as empresas do ramo vem sofrendo com o avanço das concorrentes asiáticas, que operam a custos menores.



(O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 03/04/06)
Outras Empresas
Mundo: A negociação entre siderúrgicas e mineradoras sobre o reajuste do preço de minério de ferro deverá ser concluída dentro de 2 semanas. Para os especialistas, o momento é favorecido pelo crescimento mundial, com evolução da produção industrial, e recuperação do preço do aço. Nas negociações leva-se em conta, de um lado, o teto de 24% apresentado pela CVRD, e de outro a indicação de que as siderúrgicas chinesas estão dispostas a aceitar alta de até 12%. Outro fator positivo é a alta cotação do minério de ferro no mercado à vista (spot), que chega a ter um prêmio de até 30% sobre os preços de contratos de longo prazo. "Essa sinalização é muito positiva para o mercado, que estava com um sentimento negativo sobre as negociações nas últimas semanas", avalia o analista de mineração e siderurgia da Fator Corretora, José Alberto Baltieri. Na opinião da ABN Amro Real Corretora, os 24% colocados pela Vale é um índice bastante aceitável e que facilita as negociações. É uma sinalização boa para o mercado e confirma as previsões de reajuste.



(Infomet – Assessoria de Imprensa, 03/04/06)
Outras Empresas
 Recursos Humanos
Mundo: O desemprego entre os jovens está aumentando na Europa. Números recentes demonstram que o desemprego atinge 7,8% dos jovens até 25 anos. Na Inglaterra, são 7,4% e na Alemanha, 6,5%. Mais grave ainda, nada menos que 70% dos empregos oferecidos aos jovens na França não passam de contratos temporários. Terminado o prazo, o sujeito é despachado para o olho da rua. Os mais simplistas atribuem a falta de postos de trabalho no mundo desenvolvido ao alto emprego da automação e da TI, que dispensa estoques, instalações, máquinas, capital de giro e, claro, pessoal. A China e um punhado de países asiáticos (Taiwan, Coréia do Sul, Índia, Tailândia, Vietnã, etc.) atiram-se à industrialização, graças à oferta de mão-de-obra muito barata e a excelentes facilidades operacionais. À medida que produtos cada vez mais baratos e de mais qualidade tomam os mercados do planeta, a indústria da Europa e dos EUA migra para a Ásia. O desemprego entre os jovens tem a ver com esse movimento. Ao incorporar todos os anos 30 milhões de pessoas ao mercado de trabalho (e de consumo), a China provoca uma redistribuição de renda em escala global. Não há região do Planeta que escape dos efeitos deste jogo. Mas alguns países parecem mais expostos do que outros e cada povo reage como pode.



(Celso Ming, O Estado de S. Paulo-estadao.com.br, 01/04/06)
Recursos Humanos

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.