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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 29/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: A produção brasileira de aço aumentará dos atuais 36,6 Mt/ano para 68,8 Mt/ano até 2016. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS). No período 1994-2005 o setor investiu US$ 15,9 bilhões, garantindo ao Brasil a 9º posição no ranking mundial. De 2006 a 2010 o setor deverá investir US$ 11,2 bilhões, com aumento de 7,3 Mt/ano na capacidade instalada. No ano passado, o setor faturou US$ 22,5 bilhões e empregava 98.756 pessoas. A produção brasileira representava cerca de 2,8% da produção mundial e 50,4% da América Latina. Existem projetos para aumento de produção em até 18 Mt/ano de empresas como a CST, Barra Mansa e do grupo Gerdau. Há ainda os projetos de expansão da Usiminas, que aumentará sua capacidade de produção em 5 Mt/ano, e da CSN com previsão de expansão, em até 6 Mt/ano.



(DCI, 29/08/06)
Siderúrgicas
China: O forte aumento das exportações chinesas de produtos siderúrgicos está preocupando o setor em todo o mundo, conforme declarações do diretor técnico do IBS. No 1º semestre, os chineses exportaram cerca de 19 Mt de aço e, mantido o ritmo atual, o volume poderá superar 40 Mt até o final do ano. A China está saindo da situação de importador para exportador de aço, o que altera o panorama mundial do aço. Em 2 anos, a China foi importadora de 42 Mt de aço, o que é superior ao total da produção brasileira, em torno de 35 Mt/ano. A China tem cerca de 800 usinas siderúrgicas, em sua maioria de pequeno porte, e há um programa oficial de evolução do parque instalado para novas unidades de grande porte. O governo chinês determinou que até 2010 o país terá duas usinas com capacidade de produção de 30 Mt/ano cada e 8 unidades com capacidade de 10 Mt/ano. Com isso, a capacidade instalada da China já supera o seu mercado interno, com potencial para produzir até 450 Mt/ano para uma demanda estimada de 350 Mt/ano. A produção deverá se aproximar dos 400 Mt/ano em 2006 e o excedente será colocado no mercado internacional.



(Infomet, 29/08/06)
Siderúrgicas
China: Baotou Iron & Steel Co. planeja iniciar a construção do seu novo laminador de perfís de 300.000 t/ano no seu site do norte da China, até o fim do ano. O início de operações deve acontecer no fim de 2007, mas ainda não é conhecido o valor do investimento. A faixa de produtos produzida será de vigas H entre 200 e 450 mm, e vigas I. A empresa já iniciou a produção comercial de trilhos no seu laminador de 900.000 t/ano, inaugurado neste mês.



(Metal Bulletin, 29/08/06)
Siderúrgicas
China: Baoshan Iron & Steel (Baosteel) está otimista quanto às condições do mercado de aço da China até o fim do ano. O lucro da Baoshan caiu 38,6% no 1º semestre para US$ 550 milhões, apesar das suas vendas (10,9 Mt no semestre) em aumento de 44,8% para US$ 8,9 bilhões. Os principais motivos para a compressão dos lucros foram o aumento dos preços das matérias primas (como níquel e zinco) e os menores preços do aço. Todas as grandes siderúrgicas chinesas passaram por esse efeito de queda ou manutenção dos lucros no 1º semestre. As medidas de esfriamento da economia empreendidas pelo governo no entanto, devem produzir um efeito de melhor regulação da indústria do aço, segundo Baoshan. Os preços do aço aumentarão prováveis US$ 50/t no 3º trimestre (comparando com o 2º trimestre), o que trará melhora dos resultados. Tangshan Iron & Steel apresentou para o semestre, lucro líquido de US$ 88 milhões (+7,4% ano a ano) sobre vendas de US$ 1,6 bilhões (+2,6%); e Benxi Iron & Steel apresentou queda de lucro líquido de 42,2 % para US$ 38 milhões, sobre vendas de US$ 1,2 bilhões (-13,6%).



(Metal Bulletin, 30/08/06, Infomet, 29/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) produziram ferro com sucesso pelo processo de "molten oxide electrolysis" (MOE), em seus laboratórios na American Iron and Steel Institute (AISI). O principal subproduto é o oxigênio, obtido de uma maneira ambientalmente segura, diferente dos processos atuais. Produzir ferro em laboratório pelo processo MOE representa um grande avanço tecnológico, de acordo com Lawrence W. Kavanagh, vice presidente de produção e tecnologia da AISI. O próximo passo é determinar se este processo é comercialmente viável para a produção de ferro. A pesquisa sobre métodos alternativos de produção do ferro e de aço estão sendo conduzidas atualmente em outras universidades do país, como a University of Utah. Os próximos objetivos são de eliminar ou atenuar o dioxido de carbono como um subproduto na produção do aço.



(Metal Bulletin, 24/08/06)
Siderúrgicas
Luxemburgo: A siderúrgica anglo-indiana Mittal Steel obteve 93,7% do capital da Arcelor no final do prazo estendido para a aceitação da oferta de aquisição que apresentou sobre o grupo europeu, informou hoje a empresa em Madrid. Estes números representam 93,80% dos direitos de voto. No entanto, os acionistas da Arcelor que não responderam à oferta podem ainda vender os seus títulos até 17 de Novembro. De acordo com a legislação de Luxemburgo (país onde se manterá a sede da futura Arcelor Mittal), os acionistas que conservam ações do grupo europeu no termo do período de aceitação estendido poderão vendê-los durante mais 3 meses. Se antes de terminar este último prazo a empresa conseguir 95% do capital da Arcelor, os acionistas que ainda detêm títulos serão obrigados a vendê-los à Mittal. A companhia resultante da fusão será a maior siderurgia do mundo, com uma capacidade de produção de 120 Mt/ano e receitas anuais de EUR 57,2 bilhões.



(Infomet, 29/08/06)
Siderúrgicas
Suécia: A SSAB, fabricante de aços especiais localizada na Suécia e com presença em mais de 30 países, planeja dobrar suas vendas no país até 2010. Em 2005 a empresa vendeu para o Brasil 3,5 Mt. Para 2006 as vendas devem chegar a 10 Mt e a expectativa é de alcançar até 20 Mt/ano nos próximos 5 anos. Trabalhando num nicho específico de mercado, a SSAB hoje fornece aços especiais para algumas montadoras e fabricantes de implementos rodoviários. Temos uma grande parceria com a Fiat e fornecemos também para a Pastre e para a Randon, afirma Mokayad, representante da empresa no Brasil. Há apenas 2 anos no País, o executivo diz que o sucesso foi acima da expectativa. No entanto, não há planos de abrir uma fábrica no País. A SSAB só possui uma siderúrgica, na Suécia. O volume da empresa é pequeno se comparado às outras, mas trabalha com um produto de maior valor agregado. Os preços dos aços especiais chegam a ser de 50% a 100% superiores aos dos aços comuns.



(DCI, 29/08/2006)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: A Volkswagen durante as negociações realizadas de quarta-feira até domingo, insistiu no plano de reestruturação que prevê redução de benefícios trabalhistas e eliminação de 3.600 vagas na fábrica de São Bernardo do Campo. Na semana passada disse que, sem um acordo para o plano de reestruturação, 6.100 vagas seriam eliminadas, metade do quadro atual, de 12.000 pessoas. Também ameaçou fechar a fábrica. O sindicato queria ao menos que fosse por meio de programa de demissão voluntária (PDV), em que o interessado recebe incentivos para sair. Hoje, os trabalhadores devem aprovar um calendário de protestos. A própria montadora já anunciou férias coletivas entre os dias 18 e 28, o que reduziria o impacto de uma greve neste momento. Além disso, há estoque de automóveis para cerca de 40 dias de vendas. A Volks alega que, sem a reestruturação, anunciada em maio, a fábrica Anchieta não será incluída no plano de novos investimentos que será definido pela matriz em setembro, na Alemanha.



(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Automotivas
Brasil: O BNDES suspendeu um empréstimo já aprovado de R$ 497 milhões à Volkswagen do Brasil, até que a montadora conclua as negociações com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC sobre a sua reestruturação no País. O anúncio foi feito ontem pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e pelo presidente do BNDES, Demian Fiocca, após reunião com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, da qual também participou o vice-presidente de Recursos Humanos da empresa, Josef Fidelis Senn. O governo resolveu pressionar a montadora a buscar acordo com o sindicato, que não aceita a proposta da empresa para demitir até 3,6 mil funcionários da unidade do ABC. Na justificativa do pedido do empréstimo, a Volks não incluiu o fechamento de fábricas, mas investimentos em novos modelos, modernização e reestruturação de linhas de montagem. Fiocca explicou que a notícia de que a fábrica de São Bernardo poderia ser fechada é um "fato novo" que pode afetar essa estratégia de investimentos e, por isso, deve ser explicado ao BNDES.



(Isabel Sobral, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Automotivas
Brasil: Mercedes-Benz amplia estrutura para vender extrapesados no País. Espírito Santo e Minas Gerais serão os próximos Estados a ganhar revendas da nova estrutura para a realização de negócios voltados para caminhões extrapesados, os chamados Axor Center, que começaram a ser implementados este mês no Brasil pela Mercedes-Benz.



(Lucia Souza, Jornal do Commercio, 29/08/06)
Automotivas
Brasil: Hoje 7 montadoras produzem 41 modelos de veículos flex no mercado brasileiro e novos fabricantes irão entrar neste mercado com a oferta de novos modelos, diz Henry Joseph Jr., presidente da Comissão de Energia e Meio Ambiente da Anfavea. Com isso a participação dos carros bicombustíveis, hoje de 76%, deverá subir para 85%. Segundo a Anfavea, até o final de 2006, os veículos flex deverão atingir 2,5 milhões de unidades.



(Gazeta Mercantil, 29/08/06)
Automotivas
Alemanha: No mês passado, as vendas de veículos novos no mercado alemão recuaram 2,7% para 265.845 unidades. No acumulado do ano, até julho, 2 milhões de unidades foram vendidas (+0,8%). As montadoras alemãs acusaram uma queda de 3% no mercado interno em julho de 2006 (187.000 unidades); os automóveis importados conservaram uma posição estável e fecharam os 7 primeiros meses do ano com 36,4% de participação de mercado. Em julho foram produzidos 443.400 veículos no país (+4%), com exportações de 324.900 unidades; no acumulado do ano, a produção totalizou 3,23 milhões de unidades (+2%).



(CCFA, 28/08/06) (CCFA, 28/08/06)
Automotivas
China: A Dongfeng Motor Group registrou aumento de 69% em seus lucros graças ao aumento das vendas e à reversão do prejuízo de sua JV com a PSA/Peugeot-Citröen. O lucro líquido da montadora foi de US$ 139,3 milhões no período, puxado pelo aumento de 33% no número de unidades comercializadas.



(Automotive News – Reuters, 28/08/06)
Automotivas
Europa: O aumento recorde do euro frente ao iene aumenta a pressão sobre montadoras européias, que têm reclamado durante meses sobre os efeitos da chamada ‘moeda japonesa depreciada’. A queda do iene permite às montadoras japonesas manterem seus preços em euros mais baixos, tornando mais difícil às montadoras européias se imporem no mercado japonês. Ontem, 28/08, o euro alcançou a marca de 150 ienes. As montadoras japonesas e as sul-coreanas detiveram cerca de 17% do mercado de carros novos na Europa no 1º semestre de 2006. No mercado norte-americano, as montadoras asiáticas têm cerca de 40% do mercado, sendo que as montadoras locais já solicitaram ações oficiais para que o iene seja mais valorizado em relação ao dolar.



(Automotive News – Reuters, 28/08/06)
Automotivas
França: Segundo pesquisa setorial, a produção automotiva francesa deverá recuar 5% em 2006. Esta queda pode ser explicada pela desatualização dos modelos oferecidos pelas montadoras locais e pelas transferências de produção realizadas, principalmente, para os países do Leste. No 1º semestre de 2006 a produção da PSA Peugeot-Citröen e da Renault no país recuou 12,7% para 1.347.569 veículos. Entretanto, a produção mundial no período, das duas montadoras francesas, recuou apenas 1,4% para 2.729.718 veículos.



(CCFA, 28/08/06)
Automotivas
Suécia: O grupo Volvo (Volvo Trucks, Mack Trucks et Renault Trucks) registrou aumento de 12% em suas vendas no mês passado, para 17.106 unidades. No acumulado do ano, até julho, o aumento foi de 3% para 129.654 unidades. Por região, a comercialização do grupo ficou distribuída da seguinte forma: aumento de 39% e 13,5% na América do Norte e Europa, respectivamente; e recuo de 56% na Ásia.



(CCFA, 28/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Saldo da balança já atinge US$ 29 bilhões no acumulado do ano. Superávit até 25 de agosto indica que faltam US$ 12,9 bilhões em 4 meses para alcançar a meta prevista pelo governo. A balança comercial das 4 primeiras semanas de agosto fechou com saldo positivo de US$ 3,866 bilhões. Trata-se da 3ª maior cifra registrada no ano. Os dados finais de agosto, que incluirão os resultados do comércio exterior dos últimos 4 dias úteis do mês, tenderão a elevar esse superávit. Eles serão divulgados pela Secex na sexta-feira. De acordo com os números divulgados ontem pela Secex, referentes a 19 dias úteis do mês, as exportações somaram US$ 11,485 bilhões e apresentaram elevações em todas os setores. Puxadas especialmente pelas compras externas de petróleo, as importações totalizaram US$ 7,619 bilhões



(Denise Chrispim Marin, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 28/08/06: Dólar caiu 0,78%, cotado a R$ 2,140. O Ibovespa em alta de 1,15% aos 36.347 pontos. O Risco país caiu 1,30% aos 227 pontos. O Global 40 subiu 0,09% aos 129,55% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,11% aos 108,93% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,47% cotado a R$ 2,739.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 29/08/06)
Econômicas
Brasil: Brasileiro teme curto prazo, mas confia no futuro da economia. Segundo a FGV, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) registrou discreto crescimento de 0,7% em agosto ante julho. Já as expectativas para o futuro, com maior peso no indicador, melhoraram 2,9% e puxaram o ICC para cima. O coordenador da pesquisa, Aloisio Campelo Jr., explicou que as dificuldades do mercado de trabalho e os problemas no ambiente político prejudicam a confiança do consumidor de curto prazo. Além disso, avalia que o consumidor esperava uma retomada da economia mais rápida. 



(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Econômicas
Brasil: Economistas cobram ajuste fiscal severo. Economistas das mais variadas tendências concordam em que o próximo governo precisa insistir na política de ajuste fiscal severo, mas divergem sobre a necessidade de medidas econômicas adicionais que possam levar o País ao crescimento. O ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira, professor da FGV de São Paulo, por exemplo, defende a ação combinada de um forte ajuste fiscal com o corte dos juros e a administração da taxa de câmbio a um nível em que o produto brasileiro volte a ser competitivo. Para o economista, há necessidade ainda de reformas institucionais específicas, como a desvinculação da dívida pública da taxa de juros de curto prazo e a desindexação por lei de qualquer contrato em que o Estado seja participante. 



(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Econômicas
Brasil: S&P critica elevada carga fiscal, relação dívida/PIB e taxa de juros. Para a agência internacional de classificação de riscos Standard & Poor's (S&P), na série de artigos divulgada ontem sobre o País, o crescimento sustentável do Brasil tem se mostrado mais difícil do que o esperado. De acordo com a agência, é difícil explicar a razão para taxas de crescimento tão modestas e decepcionantes nos últimos anos, considerando a diversificação e a força do setor privado brasileiro. Para a S&P, embora haja certas particularidades em diferentes segmentos de negócios que explicam parte do problema, as deficiências estruturais comuns a todos os setores poderiam, idealmente, ser enfrentadas pelo novo governo. 



(Luciana Xavier e Regina Cardeal, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Econômicas
Brasil: O Copom deverá cortar os juros em 0,25 ponto percentual na reunião que começa hoje e termina amanhã. A opinião é da maioria dos analistas financeiros que participam da pesquisa feita semanalmente pelo BC. Com a queda, a taxa Selic cairia dos atuais 14,75% para 14,5% ao ano. Mas há quem arrisque uma previsão de corte de 0,50 ponto, que deixaria a Selic em 14,25%. 



(Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Econômicas
Brasil: A cidade de São Paulo teve uma inflação de 0,12% na 3ª prévia de agosto, ante 0,18% do período anterior. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe/USP ficou dentro da margem prevista por 11 instituições pesquisadas, que apostavam em um indicador entre 0,11% e 0,20%. Segundo o coordenador do índice, Paulo Picchetti, a desaceleração de 0,06 ponto percentual foi provocada basicamente pela variação negativa de 0,95% na tarifa de energia. A queda da energia elétrica, segundo ele, exerceu uma influência negativa sobre o índice de 0,04 ponto percentual. 



(Francisco Carlos Assis e Célia Froufe, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Econômicas
Brasil: Índia, Brasil e África do Sul vão discutir área de livre comércio. Tema está na agenda da visita dos chefes de governo dos 2 países, quando será anunciado a criação do grupo de trabalho do Ibas (Índia, Brasil e África do Sul). Segundo diplomatas indianos, o grupo vai desenhar uma área de livre comércio unindo Mercosul, Índia e a União Aduaneira da África Austral (Sacu, que reúne Botsuana, Lesoto, Namíbia, África do Sul e Suazilândia). Com a Índia, teremos acordos na área agrícola, de intercâmbio entre a Embrapa e centros de pesquisa indianos, na aviação civil, para aumentar a freqüência de vôos entre os 2 países. Também será assinado um tratado de facilitação de comércio, com regulamentação de normas, certificações e questões sanitárias, e outro de cooperação na área de pequenas e médias empresas. 



(Patrícia Campos Mello, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: A Petrobras acelera investimentos e planeja aplicar US$ 87 bilhões até 2011. Os maiores investimentos já anunciados na história da empresa brasileira vão além de auto-suficiência na produção de petróleo. A Petrobras expõe a estratégia de se tornar potente multinacionalmente ao anunciar que aumentará em 82% os recursos no exterior, com foco na costa africana e nos EUA, um mercado 10 vezes maior que o Brasil. E surpreende ao incrementar a área de abastecimento com quase US$ 10 bilhões a mais que o anunciado no ano passado.



(Gazeta Mercantil, 29/08/06)
Energia
Brasil: No Seminário Fenabrave sobre Biocombustível realizado ontem em São Paulo, Antonio Sérgio Martins Mello, secretário de Desenvolvimento da Produção, disse que o setor de álcool deve receber investimentos de US$ 10 bilhões até 2010, quando a produção chegará a 25 bilhões de l/ano. A previsão é de que, até 2014, estes números subam para 31 bilhões l/ano.



(Gazeta Mercantil, 29/08/06)
Energia
 Meio Ambiente
Europa: Evitar o caos do trânsito é um dos grandes enigmas modernos para a física e a economia. Decifrá-lo é mais do que uma questão acadêmica, porque o tempo perdido no tráfego é essencialmente produtividade desperdiçada. Entre janeiro e julho, Estocolmo testou um dos mais sofisticados sistemas de administração de tráfego do mundo como parte de um plano para reduzir congestionamentos e poluição e melhorar a qualidade de vida na cidade. Ao contrário da maioria dos outros sistemas em cidades como Londres e Roma, Estocolmo usou um sistema de pedágios, que cobra diferentes montantes do motorista dependendo do horário e localização. Por exemplo, se uma pessoa saísse do centro da cidade no momento mais movimentado das tardes, entre 16h e 17h30, teria de pagar o equivalente a R$ 5,98. Se esperasse até às 18h30, ficaria de graça. As pessoas mudaram seus hábitos. Na prática, o projeto é um experimento de controle de hábitos desenhado para distribuir o tráfego de modo mais eficiente durante o dia e estimular as pessoas a usar transporte público.



(WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Meio Ambiente
Mundo: Denúncia durante a Semana Mundial da Água, evento que terminou no último sábado em Estocolmo, Suécia, diz que a escassez de água doce que assolaria 1/3 da população mundial apenas em 2025 já está acontecendo atualmente. Somente a agropecuária utiliza 70% da água doce consumida no planeta. Para a produção de cada kg de grãos são necessários de 1.500 a 3.000 litros de água doce e a cada Kg de carne bovina são usados de 15.000 a 20.000 litros. Algumas das recomendações feitas ao longo da Semana Mundial da Água foram de que se incentive a construção de cisternas, que se substituam os sistemas de irrigação em uso por técnicas mais racionais e que se desenvolvam culturas resistentes à seca. O entendimento de que quanto mais água receber a plantação maior será a produção é um dos fatores que geram perdas. O Brasil poderá vir a se tornar grande exportador de água, não na forma bruta, mas incorporada nos alimentos que outros povos não poderão mais produzir.



(Celso.Ming, O Estado de SP, 29/08/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Brasil: A Embraer espera que os EUA iniciem em meados de 2007 nova concorrência para renovação de sua frota de aviões de vigilância e inteligência do Pentágono , afirmou nesta segunda-feira o vice-presidente da fabricante de jatos para o mercado de Defesa e governo, Luiz Carlos Aguiar.



(DCI, 29/08/06)
Outras Empresas
 Tecnologia da Informação
Brasil: Empresa criada por 2 brasileiros em casa, em São Paulo, foi vendida nos Estados Unidos, no Vale do Silício, coração americano do mercado de tecnologia. Uma empresa criada numa garagem da Vila Olímpia em São Paulo, a Cyclades, em 18 anos cresceu, apareceu, chegou a faturar US$ 60,9 milhões por ano e acabou vendida para a americana Avocent por US$ 90 milhões. A Cyclades fabricava equipamentos e software para redes de comunicação e um fator importante para o seu sucesso foi saber aproveitar, em 1993, a oportunidade que apareceu com o Linux e o software de código aberto, o que permitiu se posicionar como empresa global. A empresa foi pioneira como fabricante de hardware a dar suporte comercial a produtos com Linux.



(Renato Cruz, O Estado de S. Paulo, 29/08/06)
Tecnologia da Informação

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.