| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 29/12/2006 |
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Argentina: A CVRD anunciou que acertou com a Ternium S.A., empresa controlada pelo grupo ítalo-argentino Techint, acordo de venda Siderar, empresa siderúrgica localizada na Argentina. A Ternium já é controladora da Siderar, com 56% do capital da empresa, maior produtora de aços planos do País, com produção de quase 3 Mt/ano. Conforme os termos do acordo, a Ternium adquirirá por US$ 107,5 milhões a totalidade da participação da Vale na Siderar, representando 4,85% do capital. A Vale justificou o negócio, informando no comunicado que "a venda da participação na Siderar é consistente com a diretriz estratégica da CVRD para participações siderúrgicas, onde visa a realocação de seus recursos priorizando projetos siderúrgicos novos ou de expansão que aumentem a demanda por minério de ferro e pelotas da empresa. Ademais, o desinvestimento constitui mais uma fonte de recursos para o pagamento do empréstimo-ponte de US$ 14,6 bilhões utilizado para o pagamento da aquisição da Inco.
(Ivo Ribeiro, Valor Econômico, 29/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A implantação do estaleiro Atlântico Sul, liderado pela Camargo Corrêa, fez com que a Fasal decidisse instalar uma planta processadora em Suape(PE). O empreendimento vai demandar um investimento de cerca de R$ 60 milhões, segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Alexandre Valença. Os representantes da empresa foram em Suape e confirmaram a instalação da planta. 'A empresa vai instalar uma unidade de serviço que poderá processar chapas de aço e perfis, e será de grande importância para o estaleiro', explicou Valença. Uma das acionistas da Fasal é a Usiminas, que produz chapas de aço para a indústria naval. A Camargo Corrêa detém 4% do controle acionário da Usiminas, além do controle da Cosipa. As obras da planta começam em janeiro de 2007. 'A expectativa é que a empresa esteja pronta em 6 meses', informou Valença.
(Jornal do Commercio, Gazeta Mercantil, 29/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Espanha: A Corporación Sidenor, siderúrgica espanhola de cujo capital social a Gerdau possui 40% de participação, completou o processo de aquisição das ações da também espanhola GSB Acero, uma subsidiária da CIE Automotive. O acordo de compra foi firmado no último dia 20 de novembro. O preço para aquisição de todas as ações ficou em aproximadamente EUR 111,5 milhões, além de uma dívida líquida em torno de EUR 11 milhões, somando um total de EUR 122,5 milhões. O preço se ajustará em função dos resultados financeiros da GSB Acero em 31 de dezembro de 2006.
(PanoramaBrasil, DCI, 29/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: Um funcionário da MultiServ, divisão da Harsco Corp, morreu em um acidente na planta da Mittal Steel USA em Coatesville, Pa. Poucos detalhes foram informados sobre o acidente que ocorreu na madrugada desta quarta-feira. A Harsco e a Occupational Safety and Health Administration (OSHA) estão investigando as possíveis causas. A Mittal informou que o acidente ocorreu durante o movimentação de vagões de carga na empresa.
(Metal Bulletin, 29/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: Na medida do aumento do preço das ligas e metais, os roubos nas usinas aumentam. Como exemplo desta tendência, na AK Steel Corp. (Middletown, Ohio) funcionários terceirizados estão sendo investigados por roubo de 500 kg de liga níquel cobalto por valor de US$ 5.000. Parte da liga já teria sido receptada por sucateiro da região. Nessa usina também foi relatado um roubo de barramentos de cobre por valor de US$ 15.000 no início deste mês.
(Metal Bulletin, 29/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Índia: A Tata Steel Ltd., maior siderúrgica do setor privado na Índia, e a CSN estão travando uma batalha pelo controle da Corus. Enquanto a Tata Steel ofereceu 500 pences/ação, a CSN fez uma proposta de 515 pences/ação, avaliando a empresa em US$ 9,6 bilhões. O órgão regulador britânico para fusões e aquisições estabeleceu um prazo final até o dia 30 de janeiro para a revisão das ofertas. "A oferta está limitada ao nosso cálculo do valor da empresa (Corus)", disse Ratan Tata em uma entrevista para a rede de televisão NDTV. Segundo a NDTV, Ratan Tata deixou claro que a empresa aumentaria o lance a um preço que "fizesse sentido estratégico e não ameaçasse ou colocasse em risco a força e a saúde financeira dos próprios acionistas". Para alguns analistas, a disputa pode fazer com que o preço a ser pago pela Corus supere o valor real da empresa.
(O Estado de S.Paulo, 29/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Taiwan: A Tang Eng Iron Works irá aumentar em janeiro os preços para exportação dos aços inoxidáveis laminados a quente e a frio, em torno de US$ 100/t, devido aos elevados preços do níquel. A Tang Eng também aumentará os preços domésticos dos aços inoxidáveis da série 300 em US$ 92/t. As entregas domésticas do aço inoxidável em bobinas, série 304, laminados a quente estarão em US$ 4216/t, e as bobinas laminadas a frio, desta mesma série, com 2 mm de espessura estarão em US$ 4431/t. A maior siderúrgica de Taiwan, produtora de aço inoxidável, a Yieh United Steel Corp (Yusco), anunciou aumento nos preços em até US$ 120/t para produtos da série 300.
(Metal Bulletin, 29/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Mundo: Os mercados automotivos maduros estagnarão em 2007, e os mercados em crescimento manterão altas taxas de aumento de vendas. O crescimento econômico lento no Canadá reduzirá as vendas automotivas em 2007 e contribuirá para o fim de um ciclo de 5 anos de recordes globais. Segundo o Relatório Automotivo Global da Scotia Economics, a estagnação de vendas em mercados maduros tais como Canadá, EUA, Europa Ocidental e Japão estarão contrabalançando o ritmo de rápido crescimento da China, Índia e América Latina no próximo ano. Em 2007 as vendas de veículos no Canadá cairão 4,3% e nos EUA ficarão abaixo dos 16 milhões de unidades pela 1a vez desde 1998. A China continuará com liderança de crescimento e poderá ultrapassar o Japão como o 2o país no ranking de vendas até 2010. A Índia poderá receber investimentos superiores a US$ 5 bilhões até 2012, e suas vendas devem superar o crescimento de 20% registrado em 2006. Na América Latina, o crescimento econômico e a baixa relação população/frota em algumas regiões conduzirão a aumento de vendas em 2007.
(Automotive News – Reuters, 28/12/06) |
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| Automotivas |
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Índia: Nova geração de automóveis de custo ultra-baixo poderá ter um impacto no avanço econômico na Ásia. Em menos de 18 meses, poderão sair da linha de produção da planta da Tata Motors, estabelecida em West Bengal, os primeiros exemplares deste novo modelo. Além do preço atrativo, inferior a US$ 3.000 antes de impostos, o carro conhecido como ‘one-lakh’ é bonito e confortável de dirigir, afirmou Ravi Kant, presidente da montadora. Outras montadoras locais também têm planos para o desenvolvimento de modelos similares ao da Tata. Até no Paquistão, a empresa Transmission Motor Co já vende um série de veículos de 4 rodas por até US$ 2.200, e já os exporta para países como Sudão, Qatar e Chile.
(Valor Econômico – The Economist, 29/12/06) |
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| Automotivas |
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Japão: A Toyota anunciou que a partir de 2008, produzirá na China o modelo Yaris, atualmente fabricado na França, como parte de um programa de expansão no país. O volume de produção previsto é de cerca de 90.000/ano. O investimento será de US$ 49 milhões em suas unidades de Guangzhou. A montadora tem parceria com a Guangzhou Automobile Group para a produção e distribuição na China.
(O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: O cenário para o Brasil e as perspectivas para o ano de 2007. Apesar das incertezas, principalmente nos EUA, o quadro de crescimento global permanecerá positivo. Ainda teremos a continuidade do crescimento chinês, com efeitos positivos para os preços de commodities, e a aceleração recente do crescimento europeu contribuindo para manter a economia mundial em crescimento. No Brasil, o fator determinante para o cenário econômico positivo continua nas contas externas. As condições externas e o aumento das importações permitirão a continuidade do processo de redução de juros, para até 11%. Prevemos uma forte expansão da demanda doméstica liderada pelo consumo das famílias, que poderá crescer até 4,5%, dado o ambiente positivo de criação de emprego e renda e a ampla disponibilidade de crédito. A redução da taxa de juros terá impacto favorável para o mercado de capitais e para a indústria de fundos, que deve se posicionar para uma demanda crescente de novas alternativas de investimento com variados perfis de risco-retorno. Nesse sentido, mantém-se a aposta em uma boa performance da bolsa, que terá importância cada vez maior para as carteiras de investimento.
(Paulo Pereira Miguel, Valor Online, 28/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Demanda e investimentos em 2007. Acredita-se que no próximo ano o governo aumentará os investimentos em infra-estrutura, embora não esteja bem claro de onde virão os recursos. Os investimentos privados, em 2007, irão depender essencialmente da expectativa que tenham as empresas sobre a evolução da demanda (interna e externa), sobre a carga tributária e sobre a redução do custo do dinheiro. Uma série de fatores permitem prever aumento da demanda interna, mas a um ritmo menor do que este ano. A demanda externa, deverá se manter elevada, estimulando as empresas a realizarem investimentos para enfrentar a competição internacional e frear um pouco as importações. A elevação do salário mínimo, terá o efeito de aumentar a demanda doméstica no quadro de uma economia que, em 2007, não sofrerá pressões inflacionárias. O que falta é um programa de redução da carga tributária para deslanchar os investimentos.
(Opinião, O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 28/12/06: Dólar fechou em queda de 0,46% a R$ 2,136. O Ibovespa em queda de 0,11% aos 44.473 pontos. O Risco país fechou em queda de 1,02% aos 193 pontos. O Global 40 em queda de 0,17% a 132,60% do seu valor de face. O A-Bond em queda de 0,06% a 111,18% do seu valor de face. O Euro fechou em queda de 0,10% a R$ 2,813.
(Jornal do Commercio, 29/12/06; Valor online, 28/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Bolsa é líder no ranking das aplicações. Aquecimento da economia mundial, em especial da China, e sobra da moeda americana puxaram pregões no mundo. Pelo 4º ano consecutivo, a bolsa de valores foi a melhor aplicação. A Bovespa fechou o ano de 2006 com alta de 32,93%. No ranking nacional, os fundos multimercado, que atuam principalmente em bolsa e contratos de câmbio e juros, ficaram em 2º lugar, com rendimento líquido de 16,62% até o dia 22. O ouro ocupa o 3º lugar, com valorização de 12,69%, seguido de perto pelas aplicações remuneradas por juros, com destaque para fundos de renda fixa, com rendimento médio líquido de 12,31%. E o dólar ocupa o último lugar, com queda de 8,13%. A inflação no ano medida pelo IGP-M foi de 3,83%.
(Rosangela Dolis, O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: As bolsas do mundo comemoram. No mundo inteiro os índices que medem o desempenho das bolsas seguem aumentando, batendo recordes sucessivos. Nos últimos 6 meses, o Índice Bovespa (São Paulo) subiu 21%; o Índice Dow Jones (Nova York) subiu 12%; o Nikkei (Tóquio), 11%; o FTSE (Londres), 7%; o Dax (Frankfurt), 16%; o CAC (Paris), 11%; e o Hang Seng (Hong Kong), 23%. O fator importante é aumento de capitais que circulam nos mercados. A China tem a ver com essa abundância, na medida em que ajuda a achatar a inflação mundial. Grande contribuição à queda da inflação mundial também vem sendo dada pelo emprego crescente de Tecnologia da Informação. Aplicada intensivamente ao processo produtivo, está reduzindo o emprego de instalações, máquinas, mão-de-obra e capital de giro. Como as mercadorias vêm caindo de preço, a inflação já não corrói o dinheiro como no passado. Nessas condições, o detentor de recursos vai procurando oportunidades para aplicação. É o que explica a forte procura por ativos, que não são apenas ações. São também imóveis, títulos, ouro, commodities. Estes são apenas o efeito da desvalorização do dólar (e de outras moedas) em relação aos ativos. Com isto, a Bolsa brasileira está tirando proveito dessa forte liquidez global.
(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: IGP-M acumulado é o 3º menor da série histórica, ficando atrás da taxa registrada em 2005 e em 1998. Segundo a FGV, o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) acumulado em 2006 ficou em 3,83%. A menor taxa foi registrada no ano passado, de 1,21%. Em dezembro, o índice ficou dentro das estimativas, com alta de 0,32% ante 0,75% em novembro.
(Célia Froufe, O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Empresa financiada por BNDES emprega mais. Estudo feito pelo BNDES, com o objetivo de medir o impacto dos empréstimos da instituição sobre o emprego, demonstra que o nível de emprego entre as empresas financiadas pelo BNDES registrou crescimento de 25% entre 2000 e 2005. Já na média da economia, as empresas que não contaram com o apoio do banco estatal tiveram expansão de 10% no mesmo período. Isso é o que mostra um estudo elaborado pelo banco.
(Irany Tereza e Alberto Komatsu, O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Governo deixa corte de impostos para mais tarde. Para fechar a equação envolvendo controle de despesas, aumento de investimentos e reduções de impostos, o governo vai deixar para depois algumas desonerações tributárias inicialmente previstas no pacote fiscal a ser anunciado em janeiro. A meta de promover desonerações de R$ 12 bilhões continua, mas essa renúncia fiscal, que já era prevista para ocorrer em 2007 pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, deverá agora se estender por mais alguns anos. Na prática, isso significa que o volume de desonerações em 2007 será bem menor.
(Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Econômicas |
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| Logística |
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Brasil: A Ford Motor Company está otimizando as operações do seu centro de distribuição de peças em Barueri (SP). Em parceria com a Penske Logística a montadora adquiriu 4 máquinas de armazenamento e separação vertical de produtos e aumentou a produtividade de seu centro de distribuição. Segundo o gerente de suprimentos e logística da empresa, Marcelo Bouttid, anteriormente um funcionário separava 26 pedidos/hora, com o equipamento, chamado de Vertical Shuttle, aumentou para 116 pedidos/hora. Com a operação equipamento os pedidos feitos pelos 420 distribuidores no País até às 17 horas são entregues durante a noite, devendo chegar ao destinatário, no máximo, às 6 horas do dia seguinte. Hoje, o índice de disponibilidade de peças da Ford, dentro do conceito de pedido perfeito (atendimento na hora certa e na quantidade exata) é de 97%, grande destaque do setor, afirma Bouttid.
(Ana Paula Machado, Gazeta Mercantil, 29/12/06) |
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| Logística |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: Crédito de carbono para incentivar renovação da frota. A Fleet One, empresa especializada em gestão de frotas, pretende lançar até o final do próximo mês, site que explica os passos para estimular a redução de poluentes e incentivar a prática no Brasil pelas grandes empresas e motoristas autônomos. O objetivo é diminuir a emissão de poluentes com veículos cada vez menos prejudiciais ao ambiente. A idéia da frota verde poderá ganhar adeptos em 2007. O interessante é que as empresas podem ganhar dinheiro com isso, além de serem ambientalmente responsáveis, afirmou o presidente da Fleet One, Paulo Silveira. Empresas que poluem menos podem conseguir créditos de carbono. Cada tonelada a menos de emissão de poluentes equivale a US$ 10. O Brasil ainda está engatinhando nisso, mas podemos crescer muito, afirmou. De acordo Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a frota de caminhões no Brasil tem idade média acima de 15,5 anos. Para resolver a questão das emissões, o Brasil tem como uma das soluções a oferta de biocombustíveis, álcool, já em grande escala, e, agora iniciando o biodiesel.
(Wagner Oliveira e Ariverson Feltrin, Gazeta Mercantil, 29/12/06) |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: Lixo: uma chance para alguns avanços e o papel desempenhado pelos catadores. Graças a eles, que trabalham dia e noite, sob sol e chuva, sem garantia de remuneração ou proteção social, o País consegue reciclar uns 30% do papel e papelão, uns 20% do plástico, mais de 90% das latas de alumínio, além de vidro, metais, etc. Não fossem eles, nossas cidades viveriam muito mais emporcalhadas pelo lixo, com as redes de drenagem mais entupidas, os rios mais assoreados. Segundo o IBGE, das 289.000 t diárias de resíduos domiciliares e comerciais produzidas, apenas 92.400 têm destinação "adequada"; mais de 40.000, "relativamente adequada"; e 135.900 t diárias vão para lixões (estima-se que umas 20.000 t não sejam sequer recolhidas). E isso sem falar nos entulhos, no lixo de estabelecimentos de saúde, industrial, lixo tecnológico, etc. Num quadro dramático como esse, dever-se-iam discutir as possibilidades de avanços, principalmente criando mecanismos para entregar uma parcela cada vez maior da coleta seletiva e da reciclagem do lixo a cooperativas dos catadores, para que se esqueça a estatística lamentável que aponta a reciclagem de apenas 1% do lixo recolhido. Já passou da hora de avançarmos na questão do lixo, um dos nossos principais dramas urbanos.
(Washington Novaes, O Estado de S. Paulo, 29/12/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Brasil: O aumento de 5,28% obtido pela CVRD para os preços das pelotas de minério de ferro em 2007 é um indicativo de que a demanda por este produto mostra sinais de aquecimento para os próximos anos. Tanto que a empresa tem um plano para dobrar sua capacidade de produção, hoje de 56 Mt/ano, até 2011. Neste projeto, em parceria com sócios chineses e árabes e em operações próprias, serão investidos US$ 3,5 bilhões. Segundo uma fonte da Vale, a estratégia ao tocar os novos projetos de pelotas, que devem entrar em operação entre 2009 e 2011, é justamente a de "apostar no futuro", quando normas regulatórias ambientais mais severas irão induzir as siderúrgicas a usar mais pelotas na proporção do mix total de produtos a serem consumidos nos altos-fornos. Hoje, este mercado é menos demandado que o de minério de ferro, pois encarece o custo de produzir o aço. No momento, a Vale está tocando 5 novos projetos e negociando mais 2 joint-ventures na China. No Brasil, já começou a construção da pelotizadora de Itabirito, da MBR, que vai produzir 7 Mt/ano, prevista para entrar em operação em 2008. A nova unidade de Tubarão, também com produção de 7 Mt/ano deve começar a funcionar 1 ano depois. A 3ª pelotizadora da Samarco, joint-venture da Vale com a BHP Billiton, vai entrar com 7,6 Mt/ano também em 2009. No exterior, a Vale tem projetos em Omã, na Arábia Saudita, do mesmo porte das 3 brasileiras, previsto para 2010/2011. Na China, opera uma pelotizadora em associação com siderúrgicas locais com 1,1 Mt/ano.
(Vera Saavedra Durão, Valor Econômico, 29/12/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A CVRD concluiu as negociações com a Ilva, maior siderúrgica da Itália, para o reajuste de preços do minério de ferro e pelotas relativo ao ano de 2007. Como resultado destas negociações, os preços de referência para o minério de ferro fino do Sistema Sul (SSF) e para o minério de ferro fino de Carajás (SFCJ), FOB Tubarão e Ponta da Madeira, respectivamente, aumentaram em 9,5% em relação aos preços de referência de 2006, mesma porcentagem das outras negociações que a empresa brasileira tem realizado com siderúrgicas estrangeiras. Os preços de pelotas de alto-forno, FOB Tubarão e Ponta da Madeira, aumentaram em 5,28%.
(Agência Estado, DCI, 29/12/06) |
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| Outras Empresas |
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China: Associações industriais chinesas irão aumentar a exigência para que empresas de comercialização e fabricantes de aço possam obter licenças para importação de minério de ferro a partir de 1º de fevereiro de 2007. De acordo com as novas regras da Associação de Aço e Ferro (Cisa) e da Câmara de Comércio de Metais, Minerais e de Importadores e Exportadores de Produtos Químicos do país (CCMC), os compradores terão de ter importado pelo menos 700.000 t/ano de minério de ferro em 2005 para que consigam obter as licenças. O nível anterior era de 300.000 t/ano. As empresas de comercialização que não atingirem o mínimo necessário poderão formar alianças. Além disso, os importadores de minério de ferro deverão ter um capital registrado de pelo menos US$ 2,56 milhões e as siderúrgicas precisarão adotar padrões ambientais antes que possam importar. As medidas têm como objetivo tanto evitar que o minério de ferro seja processado em usinas obsoletas e como tentar reduzir a dependência do país às importações. A China tem 118 usinas siderúrgicas e empresas de comercialização com licenças para importar o minério. A China importou 297,68 Mt de minério de ferro de janeiro a novembro deste ano, 20% a mais que em igual período de 2005. A previsão da Cisa é que esse número atinja 354 Mt em 2007.
(Bloomberg, DCI, 29/12/06) |
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| Outras Empresas |
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