| Noticiário Resumido elaborado pela Gestão do Conhecimento da Gerdau
para a ABM. |
de: 28/08/2006 |
| Siderúrgicas |
|
Brasil: As ações preferenciais da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau, holding das empresas do grupo, operam em alta e estão entre os destaques positivos do Índice Bovespa. Na última sexta, o ativo subiu 2,82% passando para R$ 31,63/ação. No mesmo sentido, as ações preferenciais da Metalúrgica Gerdau, operam em alta de 2,44%, com seus preços elevados a R$ 38,50/ação. Com este movimento ascendente, as ações preferenciais da siderúrgica Gerdau acumulam valorização de 23,94% desde janeiro.
(Infomet, 28/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
Brasil: Reunião do conselho de administração de acionistas da Usiminas acontecerá na 4a feira. Uma das pautas da reunião é a definição sobre entrada da CVRD no bloco de controle da siderúrgica mineira. A reestruturação da Usiminas, que vem sendo negociada há mais de um ano, faz parte de um programa que visa a expansão e internacionalização da siderúrgica, para torná-la mais competitiva em um momento de consolidação do setor no mundo. Uma das propostas da Vale é que a Usiminas defina até o começo do próximo ano a construção de uma usina de placas para exportação, na qual a mineradora se compromete a ser acionista minoritária.
(Vera Saavedra Durão e Ivo Ribeiro, Valor Econômico, 28/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
Reino Unido: As ações da siderúrgica anglo-holandesa Corus subiram cerca de 2% em Londres nesta sexta-feira, impulsionadas por especulações sobre uma possível proposta de aquisição da empresa. A Evraz, maior produtora de aço da Rússia, tinha sido apontada como possível interessada em oferta de compra da Corus. O presidente da Evraz declarou, em entrevista, que manteve negociações com a Corus sobre possível parceria, mas disse que não tinha planos de comprar a siderúrgica no futuro próximo. A Severstal, é mencionada por operadores como potencial compradora.
(Infomet, 28/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
México: ThyssenKrupp Stainless Mexinox, subsidiária da ThyssenKrupp no México, está construindo nova linha de BA (bright annealing) e impulsionará sua capacidade de produção em aproximadamente 13,7%, para 250.000 t/ano de tiras de aço inox laminadas a frio. Esta linha que estava em operação em Terni (Itália), foi desativada e embarcada para o México, onde foi remontada a um custo de EUR 21 milhões na planta de San Luis Potosi. A nova linha tem previsão de funcionamento em 18 meses. Jürgen Fechter, executivo da ThyssenKrupp Stainless disse que esta expansão fortalecerá a empresa em atender a alta demanda nos EUA.
(Metal Bulletin, 28/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
| Automotivas |
|
Argentina: A General Motors Argentina vai aumentar em cerca de 40% a produção de veículos na fábrica de Rosário, para cerca de 11.700 veículos/dia a partir de setembro, visando atender ao aumento da demanda do mercado interno e das exportações. Neste ano as vendas de veículos no País devem chegar a 460.000 unidades.
(Sonia Moraes, Gazeta Mercantil, 28/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
| Econômicas |
|
Brasil: A Fiesp, mostrou-se favorável a uma possível decisão do Supremo Tribunal Federal de excluir o ICMS da base de cálculo da Cofins. Segundo cálculos de tributaristas e do mercado, o prejuízo aos cofres públicos ficaria entre US$ 20 bilhões (direito das empresas ao ressarcimento por Cofins recolhida a mais, de 2001 a 2005) e US$ 40 bilhões (caso seja feita correção pela Selic). A Fiesp, porém, não possui cálculos sobre quanto deveria ser devolvido em caso de decisão pela exclusão do ICMS.
(Marisa Castellani e Luciana Xavier, O Estado de S. Paulo, 26/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Dia 25/08/06: Dólar subiu 0,13%, cotado a R$ 2,157. O Ibovespa em alta de 0,44% aos 35.957 pontos. O Risco país subiu 1,76% aos 230 pontos. O Global 40 subiu 0,06% aos 129,43% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,06% aos 108,81% do seu valor de face. O Euro teve alta de 0,10% cotado a R$ 2,752.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 26/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Economista do Goldman Sachs diz que o desafio brasileiro é promover alocação de recursos reduzindo a carga tributária. Analistas de bancos estrangeiros não gostaram dos resultados do setor público no Brasil em julho, que mostraram queda no superávit primário acumulado em um ano, para 4,33% do PIB. Embora não acreditem que a meta de 4,25% do PIB esteja seriamente ameaçada, eles alertam que os crescentes gastos do governo põem cada vez mais em risco a situação fiscal a partir de 2007.
(João Caminoto, O Estado de S. Paulo, 26/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Regras mudam e afugentam investidor. Segundo cálculo do economista Gesner Oliveira, da Tendências Consultoria Integrada e ex-presidente do Cade, o Brasil deixa de receber cerca de US$ 10 bilhões em investimentos novos em infra-estrutura a cada ano porque não tem regras claras e estáveis para o setor. Segundo Gesner, quando se faz um projeto na área de infra-estrutura, a expectativa é de retorno a longo prazo, de 15 a 20 anos.
(Lu Aiko Otta, O Estado de S. Paulo, 26/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Ameaça à produção de algodão. A tendência de empresas do setor têxtil de transferir a base de produção para outros países, em especial a Argentina, preocupa os produtores de algodão. Isso significa um aumento de estoque no mercado interno e, por conseqüência, preços menores aos produtores, já que a expectativa do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) é de uma queda superior a 25% nas exportações, para 268.000 t. Na média dos últimos 7 anos, 77% do que se produz no Brasil fica no mercado interno. Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), acredita que as empresas estão cansadas das más condições oferecidas pelo Brasil. A criação de multinacionais ocorre não porque houve um esgotamento do mercado interno, mas pela falta de estrutura no País, afirma.
(Alexandre Inacio, O Estado de S. Paulo, 25/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Argentina: País mantém limite a produtos brasileiros. O governo argentino deixou claro no fim de semana que continuará a restringir a entrada de calçados e eletrodomésticos fabricados no Brasil. O secretário de Indústria e Comércio, Miguel Peirano, que se reuniu na quinta e sexta-feira em Brasília com representantes do governo brasileiro, afirmou que "os acordos entre privados e as limitações às importações do Brasil em setores sensíveis aos subsídios continuam em vigência e, nesse sentido, a indústria de calçados e linha branca (geladeiras, fogões e máquinas de lavar roupa) continuarão dentro dessa política". O governo brasileiro considera que o crescimento do PIB argentino é sinal suficiente de que as empresas argentinas se recuperaram. Mas o governo Kirchner acha que a recuperação ainda não está completa, e que é preciso esperar um pouco mais para abolir as restrições.
(Ariel Palacios, O Estado de S. Paulo, 28/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
EUA: Bernanke vê riscos na globalização. Presidente do BC americano exalta os ganhos da integração, mas adverte para as ameaças geopolíticas. O ritmo de integração global sem precedentes pode elevar os padrões de vida e reduzir a pobreza no mundo, mas esses benefícios correm risco por causa do aumento das tensões geopolíticas e do protecionismo. O alerta foi dado pelo presidente do Fed, Ben Bernanke. "A escala e o ritmo atual da globalização não tem precedentes", disse Bernanke, na abertura do simpósio anual promovido pelo Banco.
(O Estado de S. Paulo, 26/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Finlândia: Em 1980, a renda per capita finlandesa, era cerca de 3 vezes maior que a brasileira, hoje é 4,3 vezes maior. E, no entanto, os 2 países já fizeram parte de 1 grupo muito seleto de economias com desempenho destacado em termos de crescimento no período 1900-1973, na companhia do Japão e Coréia do Sul. O desempenho finlandês decorreu, em parte, de aumento significativo da taxa de investimento, acima de 25% do PIB nos anos 1980, 30% no pico. Houve contribuição expressiva de: economias de escala, melhoria de sistemas de organização e progresso técnico não associado a equipamentos. A política finlandesa de ciência e tecnologia desempenhou um papel crucial, com estes gastos, alcançando hoje 3,5% do PIB. O bom desempenho econômico, somado à ativa política de desenvolvimento científico e tecnológico, tornou a experiência finlandesa um paradigma freqüentemente mencionado como digno de imitação. Mas as próprias características do sistema finlandês de ciência e tecnologia sugerem que qualquer tentativa de sua transplantação para as circunstâncias brasileiras teria de ser acompanhada por mudanças radicais nos arranjos institucionais hoje vigentes no País. A debilidade brasileira das relações entre agências públicas, setor produtivo e universidades/centros de pesquisa, resulta do limitado interesse do setor produtivo na inovação tecnológica e, também, da insuficiência técnica dos agentes do Estado para que sejam intermediários eficazes para facilitar o acesso a tecnologias que reflitam o estado da arte mundial. Isto sugere que a formação de tais quadros deve merecer a mais alta prioridade política por parte do governo, em paralelo com o objetivo de universalidade de acesso à educação de qualidade decente.
(Marcelo de Paiva Abreu, O Estado de S. Paulo, 28/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Japão: Como Koizumi transformou o Japão. Cinco anos depois de se tornar primeiro-ministro de um país em dificuldades, Junichiro Koizumi está se preparando para transmitir ao sucessor um Japão diferente. Uma economia enfraquecida que lamentava a queda de sua influência internacional foi transformada num surpreendente caso de recuperação e no mais confiável aliado dos EUA na Ásia. Koizumi se tornou um dos mais influentes líderes da história moderna do Japão e seu impacto deve perdurar, porque ele criou um modelo para futuros líderes em termos de centralizar poder e mobilizar a opinião pública.
(WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 28/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Mercosul: Desde a sua criação, em 1991, o Mercosul tem sido o foco da política externa. O bloco passa pela crise mais profunda desde a sua fundação. Falta uma visão compartilhada. A solução não pode estar em artifícios ou concessões para manter juntos países que aparentemente desejam caminhar separados. Está em recolocar as questões fundamentais que deram origem ao processo de integração regional e tirar as suas conseqüências necessárias. Queremos ser uma zona de livre-comércio ou uma união aduaneira? O Mercosul criou apenas recentemente um Fundo de Convergência Estrutural (Focem), o que é um fato positivo. Mas seus objetivos são pouco claros e seus recursos, limitados; por fim, em vez de recorrentes intervenções sobre o intercâmbio, seria preciso promover uma aproximação entre as instâncias representativas do setor privado e estimular parcerias empresariais, pois somente elas criam a solidariedade de interesses, que é o fundamento da integração.
(Sergio Amaral, O Estado de S. Paulo, 27/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Mundo: O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, anunciou ontem a adesão do Peru e do Equador ao G-20, o grupo de economias em desenvolvimento que atuam em bloco nas discussões do capítulo agrícola da Rodada Doha da OMC. A expansão do grupo acontece justamente em um período de suspensão das negociações e será efetivada durante o encontro do G-20, marcado para 9 e 10 de setembro, no Rio. Para essa reunião, está confirmada a presença do diretor-geral da OMC, Pascal Lamy.
(Denise Chrispim Marin, O Estado de S. Paulo, 26/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
| Energia |
|
Brasil: O risco de um novo racionamento assombra o País, apesar das diversas mudanças no setor elétrico nos últimos 5 anos. Pesquisa feita pelo Instituto de Economia da UFRJ mostra que é grande a preocupação quanto ao ritmo de crescimento da oferta de energia no Brasil. Quase 60% das entidades do setor acreditam que o País poderá ter nova crise até 2010. O principal entrave é a questão ambiental. A demora na concessão das licenças pode atrapalhar a ampliação da capacidade instalada do País e que esse processo tende a elevar o custo da energia.
(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 28/08/06) (Aneel). (Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 26/08/06) |
|
| Energia |
 |
Brasil: Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as tarifas de energia elétrica para o setor industrial subiram 108,9%. Tarifa brasileira está entre as mais caras do mundo, ficando atrás apenas da Itália, Japão e Turquia. Em dezembro de 2002, as indústrias pagavam cerca de R$ 95,77 por MW/h na compra de energia elétrica. Em junho último, essas tarifas subiram para R$ 200,03 por MW/h. Estima-se que os impostos encarecem a energia em pelo menos 35%.
(Alaor Barbosa, O Estado de S. Paulo, 26/08/06) |
|
| Energia |
 |
| Meio Ambiente |
|
Mundo: Para enfrentar a extinção da biodiversidade, as transformações terão de ser em escala global. A degradação da terra e da água e o desflorestamento constituem uma ameaça muito séria à sustentabilidade do processo de crescimento em muitos países em vias de desenvolvimento. As estratégias têm de ter explicitamente em conta o caráter finito dos recursos naturais existentes no mundo, mas a falta de respostas não pode levar ao esquecimento do tema. Ao contrário, só reforça a necessidade de colocá-lo em evidência imediata.
(Washington Novaes, O Estado de S. Paulo, 25/08/06) |
|
| Meio Ambiente |
 |
| Outras Empresas |
|
Brasil: Expira hoje o prazo para que os acionistas da produtora de níquel canadense Inco decidam se mantêm seu apoio à proposta da americana Phelps Dodge em detrimento da oferta da CVRD. O prazo está previsto em uma cláusula do acordo feito entre a Inco e a Phelps, segundo a qual a empresa canadense não pode permanecer "neutra" diante de uma oferta hostil por mais de 15 dias. Como a proposta da Vale foi formalizada dia 14 de agosto, a Inco teria até o fim do dia de hoje para se manifestar. Analistas de mercado dão como certa a aquisição da Inco pela Vale, visto que a proposta da brasileira é mais atrativa. A Vale ofereceu US$ 17,7 bilhões pelos ativos da canadense. A proposta da Phelps é de cerca de US$ 16 bilhões. Caso os acionistas da Inco optem pela proposta da Vale, terão de pagar uma multa de US$ 475 milhões à Phelps, prevista no contrato entre as duas.
(Danielle Nogueira, DCI, 28/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
Brasil: Na oferta de ações da MMX Mineração e Metálicos, a maioria absoluta dos papéis ficou com os investidores estrangeiros, que levaram cerca de 80% das ações ordinárias ofertadas. De acordo com o anúncio de encerramento, a operação permitiu a captação de R$ 1,12 bilhão. Na seqüência vieram as pessoas jurídicas ligadas à empresa ou às instituições intermediárias participantes da oferta, que levaram 11,58% das ações. Uma parcela de 6,15% dos papéis ficou com fundos de investimentos e as demais instituições financeiras levaram 5,49% das ações ordinárias.
(Infomet, 28/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
Australia: O futuro da mina de zinco McArthur River, de propriedade da Xstrata, no norte da Austrália é de importância crucial para o apertado mercado de zinco. Nesta segunda-feira, o governo tomará a decisão que pode mudar as regras da mineração e forçar operações abaixo do solo (atualmente as minas são expostas). A mina produziu 150.000 t de zinco concentrado em 2005 e 34.000 t de chumbo. Os contratos de zinco negociados na London Metal Exchange (LME) alcançaram o recorde de US$ 4.000/t em maio de 2006, alta de 113% no ano. Desde então, os preços recuaram para cerca de US$ 3.400/t, mas ainda estão muito distante do patamar histórico do mercado, entre US$ 900 e US$ 1.500/t.
(DCI, 28/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
| Recursos Humanos |
|
Brasil: Empresas dedicam programas para estimular saudáveis hábitos financeiros entre seus funcionários. Na CST-Arcelor Brasil, desde 1992 mais de 1.800 funcionários e familiares já tiveram a oportunidade de na própria empresa participar do curso "Reflexões sobre a aposentadoria", que visa o projeto de vida no longo prazo. Segundo Leila Fátima Braga Pinheiro, assistente social responsável pelo programa, a CST já foi procurada por outras empresas para apresentar a experiência. O Metrô de São Paulo também se inspirou em outras experiências, de grandes empresas do Brasil.
(Danilo Fariello, Valor Econômico, 28/08/06) |
|
| Recursos Humanos |
 |
Brasil: Empresas de vários setores vêm considerando o bem-estar de seus empregados, peça-chave na obtenção do lucro; e algumas já enxergam o resultado no balanço anual. O consultor Carlos Hilsdorf, autor do livro "Atitudes Vencedoras", avalia que cabe aos gestores estabelecer um clima mais agradável dentro das empresas, de forma constante. Para ele, o maior capital vem sempre da capacidade de inovar e reinventar o negócio; e isto vem do talento humano, ou seja, não se deve desconsiderar a gestão das pessoas ou do clima organizacional, ou então, estará desconsiderando o negócio em si. Segundo Hilsdorf, cabe também aos funcionários dar a devida importância ao tema qualidade de vida fora da empresa e buscar atividades que lhe dêem prazer.
(Margareth Boarini, Valor Econômico, 28/08/06) (Valor Econômico, 28/08/06) |
|
| Recursos Humanos |
 |
|