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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 28/12/2007
 Siderúrgicas

China: O governo chinês introduzirá tarifas de exportações sobre alguns produtos siderúrgicos e aumentará as alíquotas das tarifas incidentes sobre outros, a partir de janeiro de 2008. Esta medida visa frear o superávit comercial recorde e reduzir o consumo de combustíveis e a poluição. As taxas de exportação incidentes sobre o ferro gusa e os produtos semi acabados, como billets, blooms e placas serão de 25%, aumento de 10% em relação a taxa atual. As taxas referentes as tiras laminadas a quente e a frio e aos produtos longos serão de 15%, ante os atuais 5%, enquanto as cobradas sobre os vergalhões, barras e fio máquina serão de 15%. As bobinas laminadas a quente e a frio manterão a taxa de 5%. As tarifas sobre os tubos de aços e as tiras de aço inoxidável serão de 15% e de 10% a 15%, respectivamente. As exportações chinesas aços, nos 11 primeiros meses de 2007, foi de 57,86 Mt (+55% ano a ano).



(SteelGuru / MetalBulletin, 28/12/07)

Siderúrgicas

Brasil: Os preços de billets para exportação, no País, continuam a aumentar e prevê-se que possam atingir US$ 500/t. Atualmente, os billets estão cotados a até US$ 485/t FOB. Nos últimos meses, as siderúrgicas não têm suprido o fornecimento de billets de seção quadrada devido a forte demanda no mercado interno. As siderúrgicas da Turquia e de países do CIS também têm aumentado seus preços.



(Yieh, 28/12/07)

Siderúrgicas

Argentina: A Votorantim Metais adquiriu participação de 27% na AcerBrag, 2ª maior produtora de aços longos do País. A empresa produz 250.000 t/ano de vergalhões, barras, arames, telas nervuradas e fio-máquina e tem um faturamento anual que supera US$ 130 milhões. "Trata-se de um ativo de ótima qualidade. A participação acionária neste tipo de empreendimento é estratégica para o crescimento do Grupo Votorantim", informou Carlos Ermírio de Moraes, presidente do Conselho da Votorantim Participações. A Votorantim Metais é uma empresa do Grupo Votorantim que possui 17 unidades produtivas no Brasil, China, Colômbia, EUA e Peru e obteve faturamento de US$ 4,069 bilhões, em 2006.



(Gazeta Mercantil, 28/12/07)

Siderúrgicas



China: As siderúrgicas Baosteel, Nippon Steel e ArcelorMittal expandirão a capacidade de produção de sua JV em Shanghai. O investimento será de US$ 218,6 milhões e tem start-up programado para 2010. As empresas anunciaram que uma nova linha com capacidade de produção de 450.000 t/ano de tiras destinadas a indústria automotiva será construída. Este aumento da produção ocorrerá devido a crescente demanda da indústria automotiva.



(Yieh, 28/12/07)

Siderúrgicas

Índia: A produção de aço bruto prevista para 2008, no País, é de 55,5 Mt/ano. Entre os meses de abril a outubro de 2007, a produção atingiu 29,4 Mt, devido a forte demanda no mercado interno. Enquanto as exportações mantiveram-se estáveis, em cerca de 4,5 Mt/ano, as importações passaram de 1,51 Mt/ano em 2002 para 4,1 Mt/ano em 2007. Analistas prevêem que até 2012, a demanda de aços aumente em 10%, atingindo 124 Mt/ano. Enquanto a expansão da produção prevista devido a projetos Brownfield, nos próximos 5 anos, é de 40,5 Mt, os aumentos da capacidade de produção devido a projetos Greenfield será de 28,72 Mt. Considerando-se as intenções de vários investidores, incluindo siderúrgicas nacionais e estrangeiras, a capacidade de produção de aços, na Índia, pode atingir 275 Mt/ano até 2020.



(SteelGuru, 28/12/07)

Siderúrgicas



Mundo: A SteelBenchmarker informa 4 preços benchmark para HRC em relação a duas semanas atrás. Nos EUA, US$ 621/t FOB, aumento de US$ 15/t, Resto do Mundo, US$ 601/t FOB, aumento de US$ 13/t, Europa Ocidental, US$ 686/t ex-works, aumento de US$ 11/t, China, US$ 525/t ex-works, queda de US$ 4/t.



(SteelBenchmarker, 28/12/07)

Siderúrgicas
 Automotivas

Brasil: Os fabricantes de ônibus e de carroçarias prevêem aumento de até 10% em sua produção em 2008. Segundo José Antônio Fernandes Martins, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre), o governo investirá cerca de R$ 300 milhões para compra de 2.300 ônibus em 2008. O resultado positivo do setor foi devido ao caos aéreo e ao aumento da renda dos consumidores. A Marcopolo, acredita que a sua produção possa chegar em 20.000 unidades em 2008. De janeiro a novembro deste ano, a empresa produziu 16.000 unidades (+24,4% ano a ano). Para atender a demanda, os fabricantes de ônibus, acreditam que o mercado interno ampliará de 24.000 unidades este ano para 26.000 em 2008. A produção passará das 37.500 unidades em 2007 para 39.000 unidades em 2008. De acordo com a Anfavea, de janeiro a novembro deste ano foram comercializados 21.100 ônibus no mercado interno (+16,5% ano a ano).



(DCI, 28/12/07)

Automotivas
Brasil: A Iveco prevê fechar 2007 com vendas de 5.700 caminhões (+60% ano a ano). Dos R$ 375 milhões que serão investidos pela empresa na AL nos próximos 3 anos, a maior parte será destinada ao Brasil, na ampliação da fábrica de Sete Lagoas (MG), em novos modelos, como o lançamento de duas famílias de veículos que serão incorporados à frota atual no País. A estratégia da empresa, é atender a demanda do mercado brasileiro, com o objetivo de reduzir os prazos de entrega. A empresa está com toda a produção de veículos pesados e extrapesados vendidos até abril de 2008. A Iveco pretende concluir até o início de 2008 a transferência da linha de cabine de veículos pesados da Argentina para a fábrica de Sete Lagoas (MG).





(Sonia Moraes, Gazeta Mercantil, 28/12/07)
Automotivas

China: A Kia Motors investiu US$ 800 milhões na inauguração de sua 2ª unidade no País, com capacidade para produzir 300.000 unidades/ano. Esta planta emprega 1.400 funcionários e poderá contratar mais 1.350 trabalhadores. Essa 2ª fábrica no País visa acelerar a estratégia de globalização da Kia. O objetivo da montadora é produzir mundialmente cerca de 1 milhão de veículos até 2009. A montadora tem capacidade para produzir 300.000 veículos/ano na Eslováquia e deve inaugurar, no 2º semestre de 2009, a 1ª fábrica na América do Norte.



(Jornal do Commercio, 28/12/07)

Automotivas

Mundo: A Toyota espera vender 9,36 milhões de veículos e caminhões em 2007, e para 2008, espera alcançar vendas de 9,85 milhões de veículos, um aumento de 5,2% ano a ano. A GM espera vender cerca de 9,2 milhões de veículos em 2007 e ainda não revelou sua previsão para 2008.



(Metal Bulletin, 28/12/07)

Automotivas

Paquistão: O governo do País planeja aumentar a exportação das autopeças. Para isso elaborou um estudo detalhado abordando questões relativas ao desenvolvimento, qualidade, padrões, potenciais do mercado nacional e internacional. A indústria de autopeças mundial fatura cerca de US$ 125 bilhões, sendo que a participação do Paquistão no total de exportação é de US$ 25 milhões. Atualmente as autopeças do País empregam cerca de 110.000 colaboradores.



(Steel Guru, 28/12/07)

Automotivas

Rússia: O Grupo PSA Peugeot Citroën mantém sua estratégia de aumentar sua presença em economias emergentes, e decidiu instalar sua 1ª unidade no País na cidade de Kaluga, próxima a Moscou. Sem citar valores, a intenção da montadora é comercializar 100.000 veículos das marcas Peugeot e Citroën no País em 2010, elevando posteriormente para 300.000 unidades anuais. Segundo nota da montadora, o principal objetivo desde investimento é o desenvolvimento do Grupo no País, importante mercado do Leste Europeu, que é uma zona prioritária de crescimento, juntamente com o Mercosul e a China. A montadora comercializou na Rússia em 2007, por meio de importações, vendas de 40.000 veículos (+ 48% ano a ano).



(Bruno Villas Boas, Jornal do Commercio, 28/12/07)

Automotivas
 Econômicas

Brasil: Volume negociado na Bolsa já ultrapassa R$ 1 trilhão. Segundo pesquisa da Economática, esse resultado é recorde e praticamente o dobro do registrado em 2006. No cálculo foi descontada a inflação do período. Entre 1º de janeiro e 26 de dezembro, o total de ações negociadas no mercado à vista foi de R$ 1,019 trilhão, valor 92% superior à de 2006. No ano passado, o volume de negócios havia sido recorde, atingindo R$ 530,8 bilhões. "O resultado superou as expectativas e reflete a solidez das empresas brasileiras de capital aberto", diz o gerente de Relações Institucionais da Economática, Einar Rivero. Ele destaca que o estudo não inclui as ações negociadas no mercado de opções, os papéis vendidos após o fechamento da Bolsa (after market) e os negócios com ações fracionadas.



(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

Brasil: Dia 27/12/07: Dólar fechou em baixa de 0,56% a R$ 1,762. O Ibovespa fechou em baixa de 0,80% aos 63.774 pontos. O Risco país fechou em alta de 0,99% aos 205 pontos. O Global 40 fechou em baixa de 0,05% aos 133.37% do seu valor de face. O A-Bond fechou em alta de 0,34% aos 111,81% do seu valor de face. O índice Dow Jones encerrou em baixa de 1,46% aos 13.359 pontos e o Nasdaq, em baixa de 1,76% aos 2.676 pontos. O Euro fechou em alta de 0,27% aos 2,591.



(Valor Online, 27/12/07) (Gazeta Mercantil, 27/12/07)

Econômicas

Brasil: Alta da inflação é risco maior do que crise internacional. O BC alertou que o superaquecimento da economia, impulsionada pelo crédito mais barato e comemorado pelos brasileiros neste Natal, está aumentando as incertezas sobre a evolução da inflação e constitui fator "tão ou mais importante" que as ameaças do cenário externo. As projeções para 2008, anunciadas pelo diretor de Política Econômica do BC, Mário Mesquita, apontam para uma inflação de 4,3% no próximo ano, 0,1% acima da previsão divulgada em setembro, mas dentro da meta de 4,5%. O Relatório de Inflação divulgado ontem sugere que as pressões inflacionárias decorrentes de fatores internos são maiores e menos localizadas do que se pensava anteriormente.



(Sérgio Gobetti, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

Brasil: A inflação medida pelo Índice geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 7,75% este ano. Em 2006, o índice encerrou o ano com alta de 3,83%. Foi a maior taxa anual desde 2004, quando chegou a 12,42%. O anúncio do IGP-M foi feito ontem pela FGV, que divulgou o resultado de dezembro do índice: alta de 1,76%, ante 0,69% em novembro. A FGV anunciou ainda os resultados dos 3 indicadores que compõem o IGP-M. O Índice de Preços do Atacado (IPA) subiu 2,36% este mês, ante 0,97% em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou elevação de 0,67%, ante 0,04%. Já o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) subiu 0,43%, ante 0,48%. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de dezembro foi de 21 de novembro a 20 de dezembro.



(Alessandra Saraiva e Flavio Leonel, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

Brasil: Para Marcio Cypriano, presidente do Banco Bradesco, não sobrou muito espaço para a Selic cair, dado o novo cenário mundial. Ele também avalia que o Brasil poderia crescer acima de 5% em 2008 se não houvesse a crise financeira mundial, decorrente dos problemas no mercado imobiliário americano. Ainda assim, o executivo acredita que os juros no País continuarão caindo, mas com mais moderação.



(Milton F. da Rocha Filho, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

Brasil: Com o maior crescimento econômico e a melhora do perfil da dívida alcançada este ano, o Tesouro Nacional avalia que o Brasil tem todas as condições de receber até junho de 2008 o grau de investimento pelas agências internacionais de classificação de risco. A avaliação foi feita pelo secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Paulo Valle. "Acreditamos que o Brasil pode receber o grau de investimento no 1º semestre, porque o governo está fazendo a sua parte", disse o secretário. Segundo ele, a maneira como o País vem enfrentando o cenário de turbulências no mercado internacional, durante os últimos meses, reforçou a avaliação positiva.



(Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

Brasil: A tabela progressiva para cálculo do Imposto de Renda mensal será corrigida em 4,5% em 2008, valendo para todos os fatos geradores (recebimento de salários e de serviços prestados a pessoas físicas, aluguéis de pessoas físicas, pensão alimentícia, etc.) ocorridos a partir de 1º de janeiro. Pela nova tabela, o limite de isenção sobe de R$ 1.313,64 para R$ 1.372,81. A correção anual de 4,5% será aplicada até 2010. Em 2008, a alíquota de 15%, com dedução de R$ 197,05, passa a valer para a faixa salarial de R$ 1.372,82 até R$ 2.743,25. E a máxima, de 27,5%, com dedução de R$ 548,82, alcançará salários acima de R$ 2.743,25.



(Rosangela Dolis, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

América do Sul: O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o capital inicial do Banco do Sul será de US$ 7 bilhões podendo chegar a US$ 10 bilhões. Mantega declarou que, "se o capital estiver ao redor de US$ 7 bilhões, os principais sócios, ou seja, o Brasil, Argentina e Venezuela, colocariam entre US$ 1 bilhão e US$ 2 bilhões de capital cada um". O Banco do Sul, idealizado pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, ambiciona ser uma megaentidade para financiar grandes projetos de infra-estrutura e desenvolvimento na região. Mantega reuniu-se ontem com o ministro da Economia da Argentina, Martín Lousteau, para analisar agenda de assuntos bilaterais Brasil-Argentina.



(Ariel Palacios, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

EUA: Segundo o Departamento de Comércio, as encomendas de bens duráveis no País subiram 0,1% em novembro, 1ª alta em 4 meses, para o nível sazonalmente ajustado de US$ 214,67 bilhões. Em outubro, as encomendas de bens duráveis cederam 0,4%, dado revisado de retração de 0,2% estimada anteriormente. Excluídas as vendas no setor de transportes, no entanto, as encomendas de bens duráveis caíram 0,7% em novembro. Para alguns analistas, a economia americana, que no 3º trimestre teve o maior crescimento em 4 anos, pode apresentar uma contração nos últimos 3 meses do ano. "Dois meses seguidos de declínio nas encomendas de bens duráveis sugerem um aumento da cautela com relação aos negócios e às finanças e, portanto, no que se refere a um esfriamento da atividade econômica", observou Nigel Gault, economista da Global Insight.



(O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas

EUA: O banco de investimentos Goldman Sachs previu em relatório, que as baixas contábeis do Citigroup podem subir para US$ 18,7 bilhões. Antes, o Goldman estimava que as perdas do Citi com obrigações colaterais de crédito (CDOs) chegariam a US$ 11 bilhões. O Goldman também acredita que, para preservar capital, o Citigroup reduzirá o pagamento de dividendos em cerca de 40%. "Rebaixamos, ainda, nossas previsões para 2008 e 2009, pois assumimos um ambiente mais desafiador (mais baixas contábeis e custos maiores com crédito) combinado com a necessidade de captar entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões adicionais", afirmou um relatório do Goldman.



(O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Econômicas
 Energia

Brasil: A Petrobras e o BNDES assinaram contratos para a liberação de R$ 4,5 bilhões para a conclusão do Gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene). A estatal se comprometeu a iniciar, ainda no 1º semestre de 2008, as obras do 3º trecho da tubulação, que ligará as duas principais malhas de gasodutos do País. Com 946 km de extensão, o 3º trecho ligará Cacimbas (ES), a Catu (BA). O trecho Cacimbas-Catu permitirá o transporte de até 20 milhões de m³/dia para o Nordeste, que serão produzidos na Bacia do Espírito Santo. Esse volume, calcula a empresa, representa quase o dobro do consumo de gás nos mercados nordestinos.



(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Energia

Brasil: Consumo de eletricidade aumentou 5,4% no ano. Informação da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), em novembro, expansão alcançou 6,7%, puxada pelo bom desempenho do comércio, atingindo 32.600 GWh durante o mês. O setor comercial foi o que apresentou o maior crescimento no mês passado, de 7,8%, estimulado pelo aumento da renda da população. Em novembro, o consumo de energia pelos setores industrial e residencial apresentou expansão de 5,8% e 5,6%, respectivamente.



(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 28/01/07)

Energia
 Meio Ambiente
EUA: A cidade de Nova York deu início a um projeto de reduzir em 30% até 2030 suas emissões de gases que causam o efeito estufa. Nova York está se tornando "verde", no momento em que tenta reduzir os custos de energia, a cidade responde por cerca de 1% das emissões americanas de carbono. Novos veículos híbridos de polícia e bombeiros serão introduzidos, junto com caminhões de lixo, por um período de testes. A cidade planeja adotar iluminação econômica em escolas e prédios municipais. Estes projetos de curto prazo têm o objetivo de atingir uma redução de 34.000 t/ano na emissão de gases que causam o efeito estufa, um volume relativamente modesto, considerando que estas emissões alcançam atualmente quase 60 Mt/ano. Estima-se que os edifícios urbanos respondem por 80% do total do carbono lançado na atmosfera pela cidade.



(BBC Brasil, Folha Online, 28/12/07)
Meio Ambiente

China: As usinas siderúrgicas chinesas que utilizam o carvão, são responsáveis por grande parte das emissões e poluição do ar no País. Segundo alguns economistas, as taxas de crescimento de 2 dígitos não têm ajudado muito a melhora de vida das pessoas, quando são considerados, os danos ao meio ambiente. Equipamentos de produção obsoletos terão de ser substituídos ou aperfeiçoados a um alto custo se o País pretende reduzir a poluição. Tendo ignorado as conseqüências ambientais de seu júbilo industrial por anos, a liderança do Partido Comunista agora diz que está determinada a desenvolver um modelo econômico mais limpo. Pequim tentou implantar metas ambiciosas, apesar de impróprias, para aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões. Eles estão especialmente preocupados com a sobrecarga do meio ambiente devido a produção de mais de US$ 1 trilhão de produtos todo ano para vendas ao exterior. A agência de planejamento central do País, barrou a compra de alguns equipamentos industriais usados do exterior, exigindo que as empresas instalem sistemas que apresentem eficiência energética. Cancelaram muitos incentivos para promover exportação, principalmente para empresas que consomem muita energia e poluem bastante. O governo alertou às empresas que o desrespeito às leis ambientais custará suas licenças de exportação. Investimento em novas usinas e equipamentos para produção de aço, alumínio e cimento aumentaram bruscamente, mesmo com os alertas que o setor terá menos apoio do Estado.



(Jornal do Brasil, 27/12/07)

Meio Ambiente
 Outras Empresas

Reino Unido: Cotação dos metais básicos fornecidos pela LME. O zinco está cotado a US$ 2.420/t e para contratos de 3 meses em US$ 2.445/t, o cobre está cotado a US$ 6.870/t e para contratos de 3 meses em US$ 6.925/t, o alumínio está cotado a US$ 2.369/t e para contratos de 3 meses a US$ 2.421/t e o níquel está cotado a US$ 27.000/t e para contrato de 3 meses a US$ 27.300/t.



(Yieh, 28/12/07)

Outras Empresas

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.