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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 24/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: O secretário de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Wilson Brumer, e o presidente da Usiminas, Rinaldo Campos Soares, informaram hoje que o governo mineiro apresentou proposta para a implantação no Estado da nova usina que a siderúrgica deseja construir a partir do próximo ano, com investimento da ordem de US$ 3 bilhões. Um dos parceiros desse projeto poderá ser a CVRD. Essa nova usina terá capacidade de produzir 5 Mt/ano de aço, elevando a capacidade de produção da siderúrgica em 50%.



(Infomet, 24/08/06, DCI,24/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Empresas fabricantes de máquinas e equipamentos, selecionadas pela CSA, deverão importar até 90% do conteúdo dessas máquinas da China. Assim, ficarão dentro do orçamento de US$ 2,4 bilhões que será disponibilizado pela ThyssenKrupp, controladora da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA). No início de 2005, CSA e Abimaq haviam assinado um protocolo de intenções para adquirir 75% dos bens de capital de fabricantes nacionais; mas devido a valorização do real, a CSA afirmou ao governo que o projeto estava 33% mais caro que o inicial e tentou, com o seu aval, flexibilizar o acordo selado com a Abimaq, fixando a parcela de equipamentos nacionais em 43% para US$ 660 milhões. O valor do projeto da CSA é de US$ 3,6 bilhões, incluindo, além da usina de 5 Mt/ano de placas de aço estimada em US$ 2,4 bilhões, a instalação de uma coqueria, uma termoelétrica e um terminal portuário, a serem construídos em parceria ou por outras empresas.



(Vera Saavedra Durão e Chico Santos, Valor Econômico, 24/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Merrill Lynch destaca expedições recordes de aços planos em julho (942.000 t) das siderúrgicas brasileiras, anotando recorde histórico para o período. Ao mesmo tempo, as siderúrgicas brasileiras estão promovendo reajustes nos preços domésticos de aços planos entre 5% e 12%, dependendo do produto. O desempenho em volume representa um incremento de 22% frente a igual período do ano passado e de 1% na comparação com o mês imediatamente anterior. Se o volume apresentado em julho se repetir até o final do ano, poderá acontecer expansão de 10% das expedições em 2006, frente a uma estimativa prévia de aumento de 7%. A Merrill Lynch ressaltou que este expressivo crescimento em base mensal já reflete o incremento da produção de aço bruto advindo do alto forno 3 da CSN, cujas operações foram retomadas em junho. As expedições de aços longos no mês passado subiram 5% na comparação com junho. Considerando a performance desde o início de 2006, o aumento é de 10%. Para o acumulado do ano, os analistas do banco norte-americano projetam uma expansão de cerca de 14%.



(Infomet, 24/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Minas Gerais está nos planos de Lakshmi Mittal. Uma nova planta de produção de aço utilizando carvão vegetal foi um dos pedidos do governador Aécio Neves ao presidente do grupo Arcelor Mittal. O empresário indiano esteve ontem no Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte (MG), acompanhado do presidente da CVRD, Roger Agnelli. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Minas, Wilson Nélio Brumer, afirmou que a idéia da produção à base de carvão vegetal foi bem recebida pelo indiano. "Minas tem vocação natural para esse tipo de negócio com produção entre 6,5 a 7 Mt/ano de gusa, boa parte produzida por pequenas empresas. Durante a conversa, o presidente do conselho da Arcelor Mittal garantiu aos representantes do governo mineiro que a sede do grupo no Brasil continua sendo em Minas Gerais. O dirigente assegurou também, conforme relatou Brumer, a manutenção de todos os investimentos previstos pela Arcelor no Estado, como os da Belgo-Mineira, que somam R$ 1,2 bilhão, incluindo as unidades de João Monlevade e Juiz de Fora.



(Infomet, 24/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: A Aços da Amazônia ampliou as suas instalações em Manaus com investimento de R$ 14 milhões e projeta ampliar em aproximadamente 30% a sua capacidade produtiva (atualmente produz 5.000 t/mês ) visando a substituição das importações dos seus clientes. Esta empresa, pertencente ao grupo Armco, produz aço inoxidável, bobinas laminadas a frio e a quente e aços galvanizados, sendo uma das principais fornecedoras da indústria eletroeletrônica, motos, e de fabricação de veículos da zona franca de Manaus.



(DCI, 24/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: A CST, controlada pela Arcelor Brasil, informou que recebeu esta semana as duas primeiras autorizações, emitidas pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema/Seama), para iniciar a operação da Estação de Tratamento e Distribuição de Água Recuperada (ETA-Reuso) e do Sistema de Despoeiramento Secundário número 4 da Aciaria. A ETA-Reuso é composta de equipamentos para barragem, captação e tratamento de até 720 m3/h de água, que será captada no canal de efluentes da avenida principal da companhia.



(Infomet, 24/08/06)
Siderúrgicas
Arábia Saudita: O grupo Al-Tuwairi (ATG) investirá US$ 150 milhões em laminação de produtos longos. O projeto consistirá de duas fases, e será localizado na Zona Livre de Hamriyah, segundo o vice- presidente do conselho do grupo, T. Barlas. A planta contará com dois laminadores de 600.000 t/ano cada, que produzirão vergalhões e fio máquina (a partir de tarugos de outras usinas do grupo), para a indústria da construção civil de Dubai. O primeiro laminador deverá entrar em operação em 2007 e o outro, em 2008. ATG pretende iniciar a operação do seu laminador de perfís em novembro, com capacidade de 25.000 t/ano. O grupo ATG pretende atingir produção de 5 Mt/ano em 2010, e recentemente manifestou interesse na aquisição da Suez Steel (Egito), e de participar novamente na aquisição da Pakistan Steel (Paquistão). O grupo opera usinas de aço na Arábia Saudita e no Reino Unido.



(Metal Bulletin, 24/07/06)
Siderúrgicas
China: Shagang (maior siderúrgica privada da China) iniciará operações do plate mill e da laminação de produtos longos em novembro. O laminador de chapas grossas (plate mill) terá uma capacidade de 1,8 Mt/ano, com possibilidades de expansão. Os produtos serão destinados inicialmente à indústria naval. O laminador de barras terá 1 Mt/ano de capacidade e será destinado a produzir aços carbono de alta qualidade, de bitolas redondas entre 16 e 60 mm. O investimento realizado foi de US$ 375 milhões no plate mill, e algo menos de US$ 60 milhões no laminador de barras. Shagang produziu 10,5 Mt de aço bruto em 2005 (+38,5% ano a ano), o que a tornou a 4a maior siderúrgica da China. Nesse ano Shagang também produziu 10 Mt/ano de ferro gusa e 15 Mt de produtos acabados, entre os quais 400.000 t de aço inox em tiras, e 150.000 t de tiras galvanizadas.



(Metal Bulletin, 24/07/06)
Siderúrgicas
China: Os maiores produtores de aço inox aumentaram novamente seus preços, mas os executivos das usinas consideram que a demanda permanecerá firme apesar do repasse aos produtos, do preço do níquel (US$ 30.000/t). Os líderes de mercado aumentaram o preço dos aços inox em volta de 8%, alegando aumento de custos de matérias primas. Taiyuan Iron & Steel (maior produtor de inox da China) por exemplo, aumentou o preço das séries 304 e 321 laminadas a frio em tiras, em US$ 289/t. Segundo projeções da empresa, a demanda deverá retomar o ritmo depois das férias de verão, devido ao consumo dos estoques das revendas. Outros produtores como Ningbo Baoxin também anunciaram aumentos similares.



(Metal Bulletin, 24/07/06)
Siderúrgicas
China: A chinesa Baosteel vai cortar os preços do aço em mais de 4% no quarto trimestre, em relação aos 3 meses anteriores, informou a Reuters. O preço dos laminados a quente sofrerá redução de 5,1%, passando para US$ 472/t, em relação ao 3º trimestre. O preço do laminado a frio vai recuar 4,2%, passando para US$ 580/t.



(Valor Econômico, 23/08/06)
Siderúrgicas
Índia: A Índia esta modernizando suas plantas de relaminação que atualmente possuem capacidade consolidada de 15 Mt/ano, com ajuda do fundo de desenvolvimento da ONU. O ministério indiano do aço emitiu chamado para empresas interessadas neste projeto, querendo atrai-las, para que possam ajudar este segmento a adquirir novas tecnologias, desenvolvendo a gestão do conhecimento e a disseminação de informações. As empresas interessadas tem até o dia 31/08 para responder ao governo. Em 2003 o ministério do aço realizou pesquisa, levantando informações sobre as plantas de relaminação existentes no país. No relatório consta que haviam no país 1.901 empresas relaminadoras, dessas 1.217 estavam em operação, e 684 paradas. A capacidade de produção em 2003 foi de 14,6 Mt/ano, mas produziu-se somente 8,24 Mt. Aproximadamente 89% do aço produzido pelos relaminadores foram barras e arames, enquanto que 11% foram tiras. Das usinas de relaminação em operação, 16 tinham EAF e 82 IF, enquanto que 1.119 não possuíam planta de aciaria.



(Metal Bulletin, 23/08/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Alemanha: A Volkswagen poderá vender planta de fundição no país, como parte de seus esforços de redução de custos. Atualmente, a planta emprega 1.250 funcionários. Mais de 20.000 empregos estão em risco nas 6 plantas localizadas no oeste do país, devido ao programa de reestruturação, que também pretende introduzir jornadas de trabalho mais longas.



(Automotive News – Reuters, 23/08/06)
Automotivas
Rússia: A produção de carros no país subiu 9,5% ano a ano, para 646.000 unidades no 1º semestre de 2006. O crescimento foi atribuído ao aumento na produção na Avtoframos, JV entre o governo da cidade de Moscou e Renault; na Ford; na JV GM-AvtoVAZ entre outras montadoras. A produção de pick-ups também cresceu em 18,4% no período.



(Just-auto.com, 23/08/06)
Automotivas
Canadá: A General Motors deixará de demitir 2.500 funcionários na planta localizada em Oshawa. A planta fabricará o esportivo Chevrolet Camaro a partir do fim de 2008, como parte do investimento de US$ 740 milhões. Com isso, a fábrica de Oshawa será convertida para uma planta de produção flexível, que permitirá à montadora alternar as linhas de produtos com mais facilidade. A GM espera fabricar nessa planta, cerca de 100.000 automóveis/ano.



(Eautoportal – Star News Services, 23/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Aversão ao risco faz bolsa cair. Os dados relativos à venda de imóveis usados em julho nos EUA, divulgados ontem, indicaram uma economia hesitante, com tendência de desaceleração mais forte que as estimativas. Além disso, o presidente dos EUA, George W. Bush, convocou o Conselho de Segurança da ONU para dizer que é preocupante a forma como o Irã está tratando a questão nuclear. Juntos, esses 2 fatos levaram apreensão aos mercados internacionais. O Ibovespa encerrou a quarta-feira na menor cotação do dia, em queda de 3,18%, aos 35.512 pontos. Com esse resultado, a bolsa passou a acumular baixa de 4,22% em agosto e alta de 6,15% em 2006. 



(Denise Abarca, Mario Rocha e Silvana Rocha, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 23/08/06: Dólar subiu 0,60%, cotado a R$ 2,152. O Ibovespa em queda de 3,17% aos 35.512 pontos. O Risco país subiu 2,76% aos 223 pontos. O Global 40 caiu 0,49% aos 129,72% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,40% aos 109,25% do seu valor de face. O Euro teve alta de 0,51% cotado a R$ 2,754.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Importações de máquinas e equipamentos superaram as exportações em US$ 200 milhões entre janeiro e julho de 2006, com US$ 5,5 bilhões. Essa aceleração, em especial de países da Ásia, aumenta a preocupação dos empresários do setor. Segundo Newton Mello, presidente da Abimaq, as importações cresceram 16,7% no ano, mesmo assim, o consumo aparente destes bens de capital sofreu retração de 0,8%.



(Vera Saavedra Durão, Chico Santos e Ivo Ribeiro, Valor Econômico, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Desemprego estável na Grande São Paulo. Pesquisa divulgada ontem pelo convênio entre a Seade e o Dieese mostra que a taxa ficou ligeiramente estável em julho, passando de 16,8% da População Economicamente Ativa (PEA), em junho, para 16,7%. Isso indica que havia 1,680 milhão de pessoas sem ocupação, 3.000 a menos que no mês anterior. No mês passado, foram abertos 100.000 vagas no setor privado, dos quais 69.000 com carteira de trabalho assinada. Mas houve demissões no setor público. O saldo entre demissões e contratações de assalariados nas empresas privadas vinha sendo negativo desde janeiro. Até junho, já haviam sido fechadas 129.000 vagas. 



(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: A forte elevação das despesas reduziu a economia que o governo faz para pagar as despesas com os juros da dívida e evitar que ela saia do controle. As despesas do governo federal aumentaram 12,9% em julho, em comparação com o mês anterior. De janeiro a julho, os gastos do governo já cresceram 14,8%, enquanto as receitas subiram em ritmo menor: 11,1%. Apesar do aumento, apenas 2,6% do total de R$ 211,49 bilhões de despesas do período foram destinados para investimentos. O chamado superávit primário do Governo Central, que reúne as contas do Tesouro Nacional, INSS e BC, fechou o mês em R$ 2,9 bilhões, bem abaixo dos R$ 4,75 bilhões de julho de 2005 e praticamente metade dos R$ 5,91 bilhões obtidos em junho passado. 



(Adriana Fernandes, Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Déficit do INSS de janeiro a julho sobe 12,8% e vai a R$ 22,5 bilhões. Estimativa da Previdência para o resultado do ano é de déficit de R$ 41 bilhões; a anterior era de R$ 45,8 bilhões. O aumento do salário mínimo continuou produzindo efeitos negativos nas contas do INSS em julho. No mês passado, apesar de uma arrecadação recorde de R$ 9,73 bilhões, a Previdência teve um déficit de R$ 3,4 bilhões, valor 8,3% maior que o de julho do ano passado, em termos reais. Na comparação com junho deste ano, o déficit cresceu 8,8%, mas essa alta teve como causa principal o fim da greve dos funcionários da Dataprev, a empresa que processa os dados da Previdência. 



(Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Segundo divulgação do IBGE, impulsionada pelos alimentos e combustíveis, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - 15 (IPCA-15) subiu para 0,19% em agosto, ante deflação de 0,02% em julho. No ano, a taxa é de 1,89% até agosto e em 12 meses, de 3,82%. 



(Jacqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: O BNDES baixou de 13,95% para até 12% ao ano o juro final do Modermaq, programa de financiamento de máquinas e equipamentos nacionais. A taxa fixa para o financiamento, que tem prazo de 5 anos, ficará entre 9,5% e 12%, dependendo da remuneração (spread) do agente financeiro que faz a intermediação. O BNDES está lançando também a opção de taxa variável no Modermaq, seguindo a TJLP. Atualmente, a TJLP está em 7,5% ao ano. Quem optar por essa alternativa terá de pagar ainda o spread do agente repassador (de 1% a 3,5% ao ano) e do BNDES, de 0,5%. Pela TJLP atual, a soma ficará entre 9% e 11,5% ao ano



(Adriana Chiarini, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Spread cai menos que juros, diz BC. Queda da taxa de juros entre janeiro e julho foi de 5 pontos percentuais, enquanto spread recuou apenas 3,1 pontos. Os dados do BC indicam que o volume total que os bancos emprestaram para qualquer finalidade aos seus clientes subiu 12,3%, passando de R$ 405,83 bilhões em janeiro para R$ 453,49 bilhões em julho. Os juros recuaram de 59,7% em janeiro para 54,3% no fim de julho, enquanto o spread representava no mês passado 39,7 pontos percentuais do custo do empréstimo. 



(Vânia Cristino, Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Mensalão afastou investimentos do País. Conclusão é de levantamento da consultoria Ernst & Young; empresas de médio porte teriam evitado o Brasil após escândalo. "Investimentos foram cancelados ou postergados, especialmente na indústria de transformação", diz José Francisco Compagno, sócio da área de Investigação de Fraudes da Ernst & Young. A pesquisa foi feita com 586 empresas com atuação em 19 países. A principal questão era se algum investimento já havia sido abortado por causa de riscos de corrupção. O resultado foi que uma em cada 5 deixaram de investir em mercados emergentes após avaliar o risco de fraude nos países em que pretendiam aportar. 



(Irany Tereza, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Segundo o secretário do Tesouro, Carlos Kawall, hoje, o governo deve aos estrangeiros US$ 64,7 bilhões, portanto a dívida externa deixou de ser um pesadelo. Além disso, o excedente comercial deve continuar acima de US$ 40 bilhões neste ano e poderá ficar em US$ 35 bilhões em 2007. Que argumentos podem ter os classificadores de risco para manter o Brasil ainda longe do ambicionado grau de investimento? Parte da resposta aparece no boletim distribuído pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco: a dívida externa deixou de ser uma barreira para a reclassificação do Brasil, mas falta resolver o problema da trajetória e da composição da dívida interna. A proporção entre dívida e PIB será mais favorável, se a economia crescer com maior velocidade. Mas não haverá espaço para esse crescimento, se a ineficiência do gasto público forçar o Tesouro a continuar competindo com o setor privado na busca de financiamento. Resta, portanto, mudar a qualidade do ajuste fiscal e abrir espaço para maior volume de investimentos públicos e privados. 



(Rolf Kuntz, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Brasil: Sete ganhadores do Nobel em Economia avaliaram por que o PIB brasileiro cresce pouco. No século passado e até os anos 70, nossa economia era uma das que mais se destacavam mundialmente por seu forte crescimento. A partir de 1980 seu desempenho tem sido pífio, tanto relativamente ao passado como, nos dias de hoje, em comparação com outros países chamados emergentes, como China, Índia e Chile. Os economistas sentiram-se mais à vontade em mostrar por que esses 3 países crescem mais do que em explicar por que o Brasil cresce menos. A grande lição dada pelos nobels é que eles não vêem as variáveis econômicas num sistema fechado, mas sim como resultantes de outras, institucionais, políticas e sociais. Assim, nenhum dos 7 mencionou especificamente os juros altos. Apenas 3 falaram dos impostos (Becker, Mundell e Prescott), igual sobre o número dos investimentos (Solow, Prescott e Mundell), e só 1 tocou no câmbio (Mundell). Há referências ao excesso de burocracia (Becker e Heckman), subjacente ao excesso de gastos públicos, o que também transparece na ênfase que Prescott dá à necessidade de poupar mais. O excesso de burocracia e de regulamentações também dificulta a competitividade entre empresas e pessoas, além de aumentar custos para quem queira fazer os negócios que movimentam a economia. 



(Roberto Macedo, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
Mundo: Nesta semana, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), confirmou que o PIB das 30 maiores economias do mundo recuou de 1% no primeiro trimestre para 0,7% no segundo. Há também um número importantíssimo e inquietador que mostra a dependência econômica mundial dos EUA: entre 1997 e 2005 o déficit comercial de produtos manufaturados americanos aumentou quase 300%. Os EUA e a zona do euro estão desacelerando. As causas já foram analisadas pela entidade: preço do petróleo, forte desaceleração dos EUA, divisões internas na UE, que hesita em adotar políticas estruturais mais agressivas, levando a uma desaceleração do comércio mundial. A conclusão dos técnicos da OCDE é que a economia mundial está desacelerando.



(Alberto Tamer, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: A americana Crow West Company pretende instalar usina de biodiesel de óleo de algodão em Luís Eduardo Magalhães (BA), local onde já produz algodão e soja em 17,5 mil hectares, com previsão de início em agosto de 2007. "A demanda por biocombustíveis é crescente, e o biodiesel de óleo de algodão é 10% mais econômico que o de soja", afirmou o diretor-executivo da empresa responsável pelo relatório de viabilização e implantação da fábrica, Trace Consultoria em Agronegócios, Carlos Freitas. Os investimentos na unidade de biodiesel, que terá capacidade de processar 76.000 t/ano, somam R$ 40 milhões.



(Chiara Quintão, Gazeta Mercantil, 24/08/06)
Energia
 Outras Empresas
Brasil: A Usiparts Sistemas Automotivos, empresa do Sistema Usiminas, investirá R$ 46 milhões para ampliação de seu parque industrial em Pouso Alegre (MG). O aporte permitirá aumentar em 30% o volume de cabines completas de aço e alumínio para a indústria automobilística brasileira, alcançando cerca de 3.200 t/mês. Com isto, a empresa projeta um crescimento de 20% no seu faturamento bruto nos próximos 2 anos. A ampliação permitirá à Usiparts atender o aumento da demanda de seus clientes, montadoras e fabricantes de autopeças. Dentre seus principais compradores estão Ford, Scania, Mitsubishi Motors, Iveco, International Caminhões e DaimlerChrysler.



(DCI, 24/08/06)
Outras Empresas
Brasil: O Banco Votorantim, divulgou lucro líquido de R$ 473,506 milhões no 1º semestre deste ano (+37,24% ano a ano). A receita de intermediação financeira consolidada (que inclui operações de crédito, arrendamento mercantil, títulos e valores mobiliários, câmbio e aplicações compulsórias) foi de R$ 4,116 bilhões no período (+31,54% ano a ano).



(Bruno Villas Bôas, Jornal do Commercio, 24/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A Caixa Econômica Federal (CEF) encerrou o 1º semestre do ano com lucro recorde de R$ 1,34 bilhão (+43% ano a ano). O bom resultado foi sustentado, em grande parte, pelas operações com títulos públicos feitas pela tesouraria do banco. O destaque ficou com a elevação da participação das operações com empresas no total do crédito da instituição, que passou de 14% para 17%.



(Gustavo Freire, Jornal do Commercio, 24/08/06)
Outras Empresas
 Tecnologia da Informação
EUA: Intel e Qualcomm correm para criar novas maneiras de acessar a internet. Uma batalha entre duas grandes empresas de tecnologia está ganhando força nos EUA, e qualquer que seja o ganhador, a briga deve mudar a maneira como milhões de pessoas em todo o mundo acessam a internet. De um lado está a Qualcomm Inc., que se tornou uma potência da tecnologia criando os cérebros de centenas de milhões de celulares da chamada 3ª geração. No outro está a Intel Corp., que domina o mercado de microprocessadores para computadores. Ambas estão correndo para desenvolver novas tecnologias para permitir uma melhor conexão à Web, com banda larga, seja pelo celular, laptop, computador de mão, ou até talvez aparelhos como MP3 e filmadoras. Com isso, elas estão tentando definir o futuro das comunicações sem fio.



(WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 24/08/06)
Tecnologia da Informação

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.