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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 23/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: Reajustes devem elevar receitas de siderúrgicas no 2º semestre. Devido ao último reajuste no preço do aço realizado no final de julho, e já contando com os novos aumentos anunciados por algumas siderúrgicas nos próximos meses, a expectativa é que os próximos balanços das empresas do setor apresentem maiores margens de lucro, afirma Fábio Silveira, sócio diretor da RC Consultores. O preço do aço está em média 9% superior ao praticado em 2005, devido à grande demanda mundial, principalmente na Ásia. Ainda de acordo com o analista, a demanda mundial por aço deve ser 7% superior em 2006. No Brasil, a produção de laminados planos deverá ficar 2% acima do registrado em 2005; e o segmento de aços longos deverá ficar 8% acima devido à forte demanda da construção civil.



(DCI, 23/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Mittal confia em recurso na CVM. O indiano Lakshmi Mittal, presidente do conselho da Arcelor Mittal, o maior grupo siderúrgico do mundo, afirmou ontem que não pensa neste momento em recorrer à Justiça contra a decisão da CVM para que a empresa faça uma oferta pública de compra aos acionistas minoritários da Arcelor Brasil. Mittal disse ainda que tampouco pretende propor um acordo a esses acionistas minoritários. "Neste momento, estamos dependendo de nosso recurso na CVM", afirmou o empresário, após encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. A CVM determinou que a Arcelor Mittal faça uma oferta pública para os minoritários da Arcelor Brasil (que reúne as siderúrgicas CST, Belgo-Mineira e Vega do Sul), acompanhando a operação, no exterior, em que a Mittal Steel comprou a Arcelor. A Mittal argumenta que não houve uma aquisição, e sim uma fusão entre os grupos.



(Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Acesita busca mercado nas Américas. A Acesita, siderúrgica controlada pela grupo Arcelor Mittal, tem um plano estratégico para manter a liderança entre as mais rentáveis produtoras de aços inoxidáveis do mundo. Até 2010, a empresa pretende mudar o destino de suas exportações, ampliando sua presença nos países das Américas do Sul e Central e reduzindo gradativamente as vendas na Ásia. Quer também difundir o consumo interno de inox. De acordo com projeções da Acesita, o mercado interno de inoxidáveis pode alcançar, até 2010, cerca de 270.000 t/ano. No restante da América do Sul, o consumo pode subir das 94.000 t/ano atuais para 122.000 t/ano.



(Patrícia Nakamura, Valor Online, 23/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: CSN ofertará participação na mina Casa de Pedra. A empresa prepara para o 4º trimestre deste ano a venda de entre 10% a 30% do capital da mina de minério de ferro Casa de Pedra, ativo que, após a expansão, deverá elevar a geração de caixa da siderúrgica em US$ 700 milhões.



(DCI, 23/08/06)
Siderúrgicas
América Latina: Os preços para exportação (FOB) do ferro gusa brasileiro e do ferro briquetado venezuelano caíram nas últimas 3 semanas, em consonância com a queda de preços do aço e da sucata. Os preços do gusa caíram 13,4% para cerca de US$ 290/t e dá sinais de que não haverá espaço para mais aumentos. Os preços do HBI caíram 16,1% para US$ 260/t. No Brasil, o setor de produção de ferro gusa trabalha, atualmente, com 60% de sua capacidade produtiva; enquanto a Venezuela trabalha com 70% de sua capacidade industrial instalada na produção de HBI.



(Metal Bulletin, 22/08/06)
Siderúrgicas
Austrália: Lucro líquido da OneSteel caiu 7,5% no ano fiscal finalizado em 30 de junho para US$ 142,9 milhões, devido a alta nos custos das matérias-primas e da pressão das importações de aço. O faturamento elevou-se em 1,7% passando para US$ 3,05 bilhões. O desempenho foi bom, compensando a alta dos preços das matérias-primas, principalmente nos 6 meses até junho, disse o CEO Geoff Plummer. As condições do mercado australiano para o próximo ano apresentam expectativa similar aos últimos 12 meses, com demanda forte dos setores de construção civil pesada e mineração, mas com fraca demanda dos setores automotivo, indústria em geral e construção civil residencial. OneSteel's anunciou proposta de compra pela Smorgon Steel no valor de US$ 1,22 bilhões, apesar da Bluescope ter comprado 20% das ações da Smorgon tentando obter participação nesse acordo.



(Metal Bulletin, 22/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Wheeling-Pittsburgh anunciou ontem que acertou uma reunião com os líderes do sindicato americano dos metalúrgicos (USW) para tentar convencer a organização a apoiar a fusão com a CSN. Segundo a Reuters, o sindicato, que apoiava uma oferta concorrente da siderúrgica Esmark, declarou na semana passada ser contrário ao proposto acordo entre a Wheeling-Pittsburgh e a CSN.



(Infomet, 23/08/06)
Siderúrgicas
Rússia: O acúmulo de pedidos elevou os preços dos billets nos países do CIS. As siderúrgicas dos países do CIS estão elevando os preços dos billets exportados com expectativa de chegar à marca de US$ 405/t. O acúmulo de pedidos faz com que muitas plantas não consigam atender novos pedidos até a metade de setembro; por exemplo, a Ukraine’s Kriviy Rih, controlada pela Mittal Steel poderá atender novos pedidos somente na metade de outubro. Apesar dos poucos negócios para os vergalhões, os preços na ultima semana subiram, chegando até US$ 460/t no Mar Negro. Os preços do fio máquina também aumentaram (US$ 30/t chegando até US$ 470/t), também com baixo nível de negócios. Os aços comerciais aumentaram 7% chegando a até US$ 500/t na região.



(Metal Bulletin, 22/08/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: A Toyota anunciará na próxima terça-feira investimentos para ampliar a sua capacidade de produção no País. A iminência destes investimentos já mobilizou a fabricante de tintas automotivas PPG Industrial, que já conta com a triplicação da capacidade de produção da montadora japonesa até 2010, segundo informou Raimundo Cossio, gerente-geral da empresa no Mercosul. No final de julho, o presidente da Toyota Mercosul, Shozo Hasebe, viajou para o Japão em busca de investimentos para a fabricação de carros compactos no Brasil. A montadora tem como meta alcançar a 4º colocação do ranking nacional. A fábrica atual, em Indaiatuba (SP), produz anualmente 67.000 unidades de Corolla e Fielder, com produção abaixo da demanda.



(DCI, 23/08/06)
Automotivas
Brasil: A Tenneco, subsidiária brasileira da fabricante norte-americana de amortecedores Monroe, de escapamentos Walker e de componentes de suspensão Axios, já definiu até 2009 investimentos de US$ 45 milhões para a América do Sul. Deste total, US$ 30 milhões serão destinados ao Brasil e o restante para a Argentina. Na América do Sul, onde tem 4 fábricas: Rosário (Argentina) e Brasil (Cotia e duas em Mogi Mirim, estado de SP), a Tenneco está conseguindo manter o resultado positivo com o crescimento do mercado brasileiro e a recuperação da Argentina. Para 2007, prevê um acréscimo de US$ 1 bilhão no faturamento mundial sobre 2006, ano em que deverá faturar US$ 5,5 bilhões (+25% ano a ano). A América do Sul representou 5% do faturamento do grupo.



(Sonia Moraes, Gazeta Mercantil, 23/08/06)
Automotivas
Brasil: Os contratos de financiamento da Volkswagen com o BNDES somam R$ 2,090 bilhões entre 2000 e 2006. Considerada a última operação, aprovada em abril, mas ainda não contratada, de R$ 497,1 milhões, a cifra sobe para R$ 2,587 bilhões. O último empréstimo destina-se à produção de veículos da linha Fox. O banco está prestes a assinar o contrato para o desembolso da primeira etapa do financiamento, no valor de R$ 358 milhões. O financiamento de quase meio bilhão de reais será destinado à melhoria de produção em 5 fábricas, incluindo a de São Bernardo do Campo, que está sob ameaça de fechamento caso não haja acordo entre empregadores e sindicato acerca da demissão de funcionários no processo de reestruturação. Também serão aplicados recursos nas unidades de Taubaté e São Carlos (SP), e de São José dos Pinhais (PR).



(Irany Tereza, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Automotivas
China: A Changan Auto registrou uma aumento de 48% em seu lucro no 1º semestre de 2006, graças às boas vendas de sua JV com a Ford. O lucro líquido da Changan foi de US$ 54,65 milhões e suas vendas atingiram 287.514 veículos no período (+15,76% ano a ano) com US$ 1,56 bilhão. Para este ano, a empresa prevê um aumento de mais de 50% em seus lucros tanto para o 3º trimestre quanto para os 9 primeiros meses do ano. Changan e Ford estão expandindo sua JV para que possam produzir 200.000 carros/ano, além de construir, em parceria com a Mazda, uma nova planta em Nanjing, que terá capacidade produtiva inicial de 160.000 veículos/ano



(Automotive News – Reuters, 22/08/06)
Automotivas
EUA: Ford é pressionada a ampliar reestruturação. Os investidores, que haviam visto uma sólida valorização de 36% nas ações da Ford nos últimos 30 dias, começaram a vender para realizar esses lucros, após os analistas de Wall Street terem rebaixado os papéis, na esteira do anúncio dos planos da montadora para o 4º trimestre. Na sexta-feira, a Ford anunciou que a demanda havia recuado mais do que previa e que pretendia reduzir a produção de veículos em mais de 20% nos últimos 3 meses do ano. Na segunda-feira, as ações caíram 6,6% e fecharam a US$ 7,47. Ontem, registraram queda de 0,67%, para US$ 7,42. Em 4 dias os papéis acumularam perda de 10,17%.



(David Kiley, Valor Online, 23/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: País pára de emitir títulos no exterior para pagar dívida. Ancorado nos bons resultados da balança comercial, que aumentou fortemente o fluxo de dólares para o Brasil, o governo anunciou ontem que poderá não captar recursos no mercado internacional para honrar compromissos externos até 2008. Os dólares para esses pagamentos serão obtidos preferencialmente com compras no mercado doméstico, o que deve contribuir para elevar a dívida interna. Novas emissões de títulos no mercado internacional só serão feitas quando as condições forem consideradas muito favoráveis, informou o secretário do Tesouro Nacional, Carlos Kawall. Até pouco tempo, o País era dependente dos dólares obtidos com emissões de bônus externos para fechar as contas públicas. 



(Adriana Fernandes e Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 22/08/06: Dólar subiu 0,32%, cotado a R$ 2,139. O Ibovespa em queda de 1,30% aos 36.677 pontos. O Risco país caiu 0,45% aos 217 pontos. O Global 40 caiu 0,04% aos 130,37% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,17% aos 110% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,36% cotado a R$ 2,740.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 23/08/06)
Econômicas
Brasil: Portaria da Secretaria do Tesouro Nacional, publicada ontem no Diário Oficial, criou limitações para a realização de Parcerias Público-Privadas (PPPs) pela União, estados e municípios. Se o parceiro público assumir pelo menos 1 entre os 3 riscos inerentes aos empreendimentos, a portaria estabelece que ele terá de contabilizar as despesas como dívidas e, por isso, observar os limites de endividamento previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Como serão contabilizados como dívida, esses gastos terão impacto no déficit público. 



(Ribamar Oliveira, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Econômicas
Brasil: Para empresários, País não crescerá 4%. Lideranças que participaram de reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), onde foi discutido o futuro da indústria no Brasil, acham difícil atingir a meta do governo. Segundo Jorge Gerdau, presidente do grupo Gerdau, e o presidente licenciado da CNI, Armando Monteiro Neto o crescimento deverá ficar entre 3,5% e 4%. 



(Lu Aiko Otta, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Econômicas
Brasil: Com o fim da deflação nos preços do varejo (de -0,13% para 0,05%), a segunda prévia do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) subiu levemente em agosto, para 0,25%, ante alta de 0,21% em julho. Usado para reajustar preços de aluguel e de energia elétrica, o IGP-M acumula altas de 1,80% no ano e de 2,27% em 12 meses, até a segunda prévia de agosto, que abrange o período de 21 de julho a 10 de agosto



(O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Econômicas
Brasil: PIB do agronegócio deve cair 1,9%. Segundo estimativa da Confederação Nacional da Agricultura, participação no PIB do País será a menor desde 94. O PIB do setor deve fechar o ano em R$ 527,38 bilhões, uma perda de R$ 10,25 bilhões em relação ao resultado do ano passado, de R$ 537,63 bilhões. A desaceleração das atividades do agronegócio em quase 2% do PIB confirma as previsões de menor crescimento econômico este ano, abaixo, portanto, dos 4% projetados pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, e pelo BC. A CNA estima que a agricultura e pecuária responderão por uma retração de 0,4% no PIB nacional



(Fabíola Salvador, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Econômicas
Brasil: Aumento do mínimo não reduz pobreza no País, mostra estudo da FGV. Queda da desigualdade na renda obtida com o trabalho perdeu fôlego em 2005 e 2006. O estudo mostra que houve forte avanço na distribuição de renda entre março de 2002 e junho de 2006 O trabalho leva em conta dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE, que abrange as seis principais regiões metropolitanas brasileiras. A FGV calculou que a parcela da renda do trabalho apropriada pelos 50% mais pobres subiu de 10,1%, em março de 2002, para 11,62%, em julho de 2004, e chegou a 12,20%, em junho de 2006. Apenas entre abril e julho de 2004, esta participação saltou de 10,5% para 11,62%; neste período não houve ganho real do mínimo, mas o dinamismo econômico e o avanço do mercado de trabalho ajudaram a reduzir a pobreza. O indicador que mede a desigualdade da renda do trabalho (índice Gini) recuou de 0,633 para 0,609 em julho de 2004 e alcançou 0,600 em junho deste ano. A taxa varia de 0 a 1, sendo o ponto zero o que indica a distribuição de renda ideal. O economista do Ipea Sergei Soares reconhece que a partir de determinado valor o salário mínimo começa a provocar efeitos negativos, como desemprego e informalidade, mas diz que não é possível definir em que nível isso ocorre. 



(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Econômicas
Brasil: País recebe mais um recado: pode sair do Sistema Geral de Preferências (SGP), programa pelo qual os EUA facilitam a entrada em seu mercado de produtos exportados por países em desenvolvimento. O embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel, disse, em apresentação à Câmara de Comércio Americana (Amcham) no Rio, que o Brasil e a Índia, os 2 países que mais se beneficiam do SGP, "são hoje diferentes do que eram há 20 anos". Sobel lembrou que a lei que criou o sistema vence este ano e que seu objetivo era ajudar as exportações para o mercado americano de países com indústria nascente e novas democracias. 



(Adriana Chiarini, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Petrobras prevê três novas refinarias até 2014. O diretor da área de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou ontem que a empresa terá concluído, até 2014, 3 novos projetos de refinarias previstos no plano de negócios 2007-2011. A refinaria do Nordeste, que terá sede em Pernambuco, receberá investimentos de US$ 2,8 bilhões, com capacidade para processar 200.000 barris/dia, sendo que 100.000 barris de óleo virão da Venezuela e a outra metade do Brasil. O projeto será feito em parceria com a PDVSA, a estatal venezuelana de petróleo, e estará concluído em 2012. A 2ª refinaria a ser construída será a do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), com o projeto conceitual devendo ser concluído no final deste mês e a terraplenagem, iniciada no final de 2007. A expectativa de conclusão do empreendimento é também em 2012. Ainda em fase de estudos, a refinaria Premium será a última ser concluída, em 2014, com capacidade de processamento de 500 mil barris/dia. O empreendimento ainda não tem local definido para a sua construção.



(Jornal do Commercio, 23/08/06)
Energia
Índia: A Bajaj Hindusthan Ltd., a maior fabricante de açúcar da Índia, pretende investir US$ 500 milhões no Brasil, para tirar proveito do crescente mercado de combustíveis alternativos. Kushagra Nayan Bajaj, principal executivo da empresa, quer adquirir usinas na América do Sul capazes de produzir açúcar e etanol, o que ajudaria a Bajaj Hindusthan, sediada em Mumbai, na Índia, a crescer, a partir do aumento de 10 vezes já registrado por sua capacidade de esmagamento, que ajudou na obtenção de 4 anos de lucros recordes pela empresa. "Se eu quero obter um crescimento exponencial, eu preciso estar no Brasil", disse Bajaj.



(Agência Bloomberg, Jornal do Commercio, 23/08/06)
Energia
 Logística
Brasil: Os investimentos dos clientes da América Latina Logística (ALL) para instalação de 4 terminais de contêineres, em Porto Alegre (RS), Cambé (PR), Apucarana (PR), e Mafra (SC) chegam a R$ 20 milhões este ano. De acordo com o diretor de Industrializados da empresa, Alexandre Campos, há grande potencial de crescimento no segmento de contêineres na malha sul da ferrovia. Na Brasil Ferrovias, incorporada pela ALL no 1º trimestre, ainda não há previsão de investimentos em terminais de contêineres.



(Paulo de Araujo, Gazeta Mercantil, 23/08/06)
Logística
 Outras Empresas
Reino Unido: Os contratos de níquel subiram para sua cotação mais elevada do último período de pelo menos 19 anos na Bolsa de Metais de Londres (LME), puxados por especulações de que os estoques mundiais serão consumidos pela alta da demanda por parte dos fabricantes de aço inoxidável. Os estoques de níquel monitorados pela bolsa despencaram 83% este ano e os preços mais do que dobraram. O contrato de níquel para entrega em 3 meses subiu US$ 1.505, ou 5,3%, para US$ 29.950/t às 18h20 na LME, sua cotação máxima desde pelo menos 1987.



(DCI, 23/08/06)
Outras Empresas
Austrália: BHP Billiton registrou lucro líquido de US$ 10,5 bilhões no ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2006, puxado pelos preços, e forte demanda. O resultado saltou 63% na comparação anual e as vendas cresceram 25,5% para US$ 39,1 bilhões. Apesar das altas nos preços da energia e aumento nas taxas de juros, a previsão da economia global é positiva segundo a empresa.



(Metal Bulletin, 23/08/06)
Outras Empresas
 Recursos Humanos
Brasil: Representantes das indústrias de máquinas e produtos eletroeletrônicos e dos 65.000 trabalhadores do setor, ligados à Federação Estadual dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (FEM-CUT), chegaram ontem a um acordo sobre o reajuste salarial da categoria para este ano. O entendimento foi possível porque os empresários melhoraram a proposta depois que os trabalhadores ameaçaram paralisar a produção a partir da próxima semana. A nova proposta prevê reajuste salarial de 5%, o que representa aumento real (acima da inflação acumulada em 12 meses) de 2,07%, retroativo a 1º de agosto, data-base da categoria.



(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Recursos Humanos
Brasil: Empregados da Volks vão resistir às demissões. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC se reúne hoje com a direção da Volkswagen para reiniciar discussões sobre o plano de reestruturação da montadora, que ameaça fechar a fábrica de São Bernardo do Campo. O presidente da entidade, José Lopez Feijóo, adiantou que não aceitará o corte de 3.600 empregos e a redução de benefícios trabalhistas. Para ele, é possível encontrar outras alternativas. A decisão de não aceitar cortes foi aprovada em assembléia realizada ontem à tarde nos portões da unidade na Via Anchieta. Participaram, segundo o sindicato, cerca de 10.000 trabalhadores de um total de 12.400.



(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 23/08/06)
Recursos Humanos

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.