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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 22/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: O aquecimento do mercado internacional e a retomada das operações no alto forno 3 da CSN, no final de junho, levaram o setor a registrar um aumento de 9,4% na produção de aço bruto no mês de julho. Foram 2,73 Mt, contra os 2,48 Mt verificados no mesmo mês de 2005. Além da retomada da produção pela CSN, a Associação Brasileira de Siderurgia (IBS), divulgou hoje seu relatório mensal, destacando que as demais plantas do setor apuraram aumento de 14% na produção, puxadas, principalmente, pela recuperação da demanda externa. Em laminados planos, a produção atingiu a marca histórica de 1,31 Mt, com aumento de 15,2% frente a igual período de 2005. As vendas domésticas cresceram 23,9%, saltando de 744.600 t para 922.600 t vendidas em julho. Essa evolução é explicada pela maior demanda nos setores automotivo, construção civil e de utilidades domésticas. Já a produção de laminados longos atingiu 810.700 t, com aumento de 23,4% em relação ao mesmo mês em 2005, o maior patamar desde outubro 2004, com venda de 548.900 t no mercado interno, 15,4% maior do que o total vendido um ano antes.



(Valor Online, 22/08/06, Gazeta Mercantil, 22/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Controlador da Mittal Steel, Lakshmi Mittal, disse ontem que acredita no Brasil e que está confiante de que o país será a plataforma de crescimento da empresa. O empresário reuniu-se com o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Marcelo Trindade. A CVM tem até o dia 30 de agosto para definir se aceita o recurso da maior siderúrgica mundial contra a decisão que determinou a realização de uma oferta pública aos acionistas minoritários da Arcelor Brasil, em função da aquisição da Arcelor S.A. (controladora da empresa brasileira) pela Mittal, em julho. Caso a área técnica da CVM opte por manter a exigência de uma oferta pública, a exemplo do que foi feito no exterior, o recurso da Mittal será enviado ao Colegiado da CVM, que não terá um prazo definido para finalizar sua análise. O mercado calcula que a oferta custaria em torno de US$ 5 bilhões à Arcelor Brasil. Antes do encontro na CVM, Mittal esteve por cerca de uma hora e meia no BNDES. No domingo, Mittal se dissera impressionado com o complexo de Tubarão e disposto a transformar o país em um grande fornecedor de placas de aço para os EUA.



(Mariana Durão, Jornal do Commercio, 22/08/06, Mônica Ciarelli, Beth Moreira, O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Investment grade e novos projetos garantem revisão de preço-alvo às ações da CSN. A obtenção do investment grade pela Fitch Ratings e os novos projetos que vem sendo implementados pela empresa garantiram às ações da CSN a revisão de seu preço-alvo pelos analistas da Ágora. Atualmente em R$ 83,29, o preço-alvo implica um potencial de valorização de cerca de 30% aos papéis da empresa, mas deve ser revisado para cima, segundo relatório divulgado na última sexta-feira. Os analistas da Ágora participaram de uma reunião com a diretoria da CSN na semana passada, a qual serviu para reforçar o cenário positivo sobre os segmentos de siderurgia e mineração, além de situar o mercado sobre o andamento dos novos projetos da empresa. A divisão da empresa em três unidades de negócio (siderurgia, mineração e cimento), medida atualmente em estudo avançado, também foi abordada durante a reunião e, segundo a Ágora, poderia resultar em um maior reconhecimento do valor dos ativos da empresa.



(Infomet, 22/08/06)
Siderúrgicas
América Latina: O Instituto Latino-americano do Ferro e do Aço pede ação preventiva para impedir que a indústria siderúrgica sofra prejuízos devido ao aumento das exportações de aço da China. O secretário geral G. Moreno disse em declaração enviada aos governos latino-americanos, que as siderúrgicas locais estão perdendo mercados internos e externos para as congêneres chinesas. As cadeias produtivas latino-americanas também estão sendo afetadas pela importação de produtos que contém aço, como a linha branca, móveis e outros, afetando o nível de emprego. As exportações chinesas de aço para a região deverão alcançar 1 Mt em 2006 (4 vezes mais do que em 2005), ainda sem contar com os produtos que contém aço. O México seria o país que mais foi afetado até agora, seguido do Chile e Peru. O Brasil por ora têm sido menos afetado, mas seu nível de importação subiu devido à valorização do real. Segundo Moreno, um dos problemas que deve ser resolvido é o dos subsídios ao aço na China, que criam condições desiguais de competição. Não é objetivo do Ilafa pedir medidas anti- dumping ou retaliações, mas sim o de chamar a atenção dos governos para o problema.



(Metal Bulletin, 22/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Wheeling negocia junto a sindicato fusão com a CSN. A Wheeling-Pittsburgh anunciou nesta segunda-feira que acertou uma reunião com os líderes do sindicato norte-americano dos metalúrgicos para tentar convencer a organização a apoiar a fusão com a CSN. O sindicato, que apoiava uma oferta concorrente da siderúrgica Esmark, declarou ser contrário ao acordo proposto entre a Wheeling-Pittsburgh e a CSN. Os trabalhadores disseram que fizeram queixa judicial, acusando a companhia de violar cláusulas de acordos trabalhistas.



(DCI, 22/08/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: A Bosch Rexroth, empresa de automação industrial do grupo alemão Bosch, inaugura hoje uma nova fábrica em Pomerode (SC), onde já opera uma fábrica desde 1989. No total, será investido EUR 40 milhões para quadruplicar, até 2008, a capacidade de produção de componentes hidráulicos. O diretor geral da empresa no Brasil, Manfred Al-Kayal, explicou que o objetivo do projeto, definido em 2004, é, além de atender a demanda doméstica, possibilitar a exportação. Atualmente, o índice de nacionalização dos produtos mais vendidos pela Rexroth no país, como bombas de engrenagem, é de 90%, informou. O objetivo é que outras linhas de produção, em que esse índice é muito baixo, e novas linhas hoje em implantação, tenham 60% de nacionalização até 2008.



(Luciana Collet, Gazeta Mercantil, 22/08/06) (Patrícia Nakamura, Valor Online, 22/08/06)
Automotivas
Itália: A Fiat quer recuperar posição entre as 3 maiores exportadoras de carros para a Alemanha até 2008, aumentando sua participação de mercado para 4,1%. A montadora pretende introduzir novos modelos tais como o novo Bravo em alguns meses e a próxima geração do Fiat 500 no 2º semestre de 2007. Atualmente, a Fiat ocupa a 4ª colocação no ranking de exportadoras. A Toyota lidera o grupo, seguida pelas francesas Renault e PSA Peugeot-Citröen. A Fiat prevê um aumento em suas vendas na Alemanha para mais de 150.000 veículos até 2008 (+25% na base de 2006).



(Automotive News – Reuters, 21/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Emprego formal tem 2º melhor julho da história. No ano, já são 1,08 milhão. As empresas brasileiras criaram 154.357 empregos com carteira assinada em julho. Embora inferior ao do mês de junho, quando 155.455 vagas foram abertas, o resultado foi o 2º melhor já registrado para o mês, perdendo apenas para julho de 2004, quando o saldo líquido de empregos (contratações menos demissões) chegou a 202.033. O número de empregos criados no mês passado foi ainda 31,4% maior do que o de julho de 2005 (117.473 vagas). 



(Vânia Cristino, O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 21/08/06: Dólar caiu 0,69%, cotado a R$ 2,132. O Ibovespa em queda de 1,04% aos 37.160 pontos. O Risco país subiu 1,39% aos 218 pontos. O Global 40 estável aos 130,43% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,11% aos 109,5% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,14% cotado a R$ 2,75.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 22/08/06)
Econômicas
Brasil: Exportação já cresce mais que importação. As venda externas estão sendo favorecidas pelo bom preço do petróleo e de minérios. Mesmo com a taxa de câmbio desfavorável, as exportações brasileiras voltaram a crescer em ritmo maior do que as importações em agosto. Até a 3ª semana do mês, enquanto a média diária das importações (US$ 387,6 milhões) registrou alta de 15,8%, a das vendas externas (US$ 611 milhões) cresceu 23,9% em relação a agosto do ano passado. 



(Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Econômicas
Brasil: BC mantém aposta sobre crescimento e em reunião com analistas, órgão mostra que não alterou previsões. Ainda que a avaliação do mercado sobre o comportamento da atividade econômica tenha piorado nos últimos dias, a percepção dos analistas que participaram da primeira reunião trimestral com a equipe do BC em São Paulo é que a autoridade monetária não alterou o cenário que havia traçado. O BC está confiante numa retomada da expansão do PIB no 2º semestre, ainda que não tenha explicitado seus números. 



(Célia Froufe, Francisco Carlos de Assis, O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Econômicas
Brasil: Pela segunda semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu sua projeção para o crescimento do PIB neste ano. Segundo a pesquisa semanal Focus, feita pelo BC com mais de 100 instituições e empresas de consultoria, a previsão passou de 3,55% para 3,53%. A revisão, na opinião da economista Marcela Prada, da Consultoria Tendências, ainda é reflexo do resultado ruim da queda da produção industrial em junho. "




(Jornal do Commercio, 22/08/06)
Econômicas
Brasil: Pesquisa da Câmara Internacional de Comércio (ICC) indica que as taxas de juros no Brasil vão cair nos próximos 6 meses. A tendência de queda vai contra a direção da taxa mundial de juros, que deverá aumentar no mesmo período. Rússia e Indonésia são os únicos países que devem seguir a tendência brasileira. Nas últimas semanas, o Banco Central Europeu (BCE) elevou sua taxa de juros para 3% para conter a inflação e já se fala em 3,5% até o fim do ano. 



(O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Econômicas
EUA: Pouso da economia americana preocupa bolsas. Mercado torce para que o Fed de Ben Bernanke evite inflação e recessão. A continuidade ou a interrupção da atual escalada das bolsas nos EUA, que tem ajudado a Bovespa a subir também, vai depender muito da habilidade do presidente do Federal Reserve (Fed) em uma dificílima manobra: promover, no jargão de investidores profissionais, um pouso suave da economia. No final de um período de de expansão econômica, o mais desejado, e quase nunca obtido, é um pouso suave. A idéia é que o Fed desacelere a economia o suficiente para conter uma inflação séria, mas não o bastante para estrangular o crescimento.



(E.S. Browning, WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 21/08/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Índios ocupam gasoduto na Bolívia. O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, disse ontem, durante inauguração da primeira unidade de gás natural liquefeito (GNL) do País, em Paulínia (SP), que a estatal não vê risco de desabastecimento de gás boliviano por causa do protesto de índios pertencentes à Assembléia do Povo Guarani (APG). Dezenas de índios da APG ocupam, desde a tarde de domingo, uma estação de controle do gasoduto de Transierra, consórcio do qual fazem parte a brasileira Petrobras, a hispano-argentina Repsol-YFP e a francesa TotalFinalElf. Eles ameaçam fechar uma válvula, o que pode prejudicar o fornecimento de gás ao Brasil. Pela estação, no sudeste da Bolívia, passam diariamente 11 milhões de m³ de gás. A APG quer US$ 9 milhões, a título de direito de passagem, como ficou tratado no ano passado.



(Stella Fontes, O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Energia
 Meio Ambiente
Brasil: Especialistas em mudanças climáticas vão se reunir na próxima quinta-feira, dia 24, para discutir as mais recentes pesquisas sobre o tema em um seminário na Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP). A idéia é analisar as estratégias que estão sendo adotadas por várias empresas para a redução das emissões de gases de efeito estufa e quais as perspectivas para o 2º período de compromisso do protocolo de Kyoto, ou seja, após 2012. O evento marca o lançamento do livro: Para mudar o futuro: mudanças climáticas, políticas públicas e estratégias empresariais, de Jacques Marcovitch. O seminário começa às 10h30 e o lançamento do livro está previsto para as 13 horas.



(Gazeta Mercantil, 22/08/06)
Meio Ambiente
Mundo: Escassez de água é debatida em evento mundial. Reunidos na Suécia, especialistas debatem agravamento do problema. Durante uma semana, especialistas mundiais vão estudar sobre a falta de água, em Estocolmo, por ocasião da Semana Mundial da Água. O quadro é inquietante: 1 habitante de cada 3 sofre de escassez do recurso no mundo. Os estragos disso comprometem a economia, a agricultura em 1º lugar, mas também a indústria. Se nada for feito, a situação será grave dentro de 50 anos.



(Gilles Lapouge, O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Reino Unido: O ferro-molibdênio e o óxido de molibdênio estão subindo de preço no mercado internacional, ao mesmo tempo que a produção da Kennecott e da Codelco diminuem. O ferro- molibdênio permanece firme a US$ 62/kg, mas as expectativas são de aumento para dentro em breve. O óxido de molibdênio está cotando a US$ 58/kg (+4% na última semana). A eliminação da vantagem fiscal chinesa na semana passada, às exportações dessas ligas deve ter contribuído ao aumento de preços. Porém, basicamente o mercado está sendo afetado pelos rumores de falta de estoques nos dois produtores mencionados, líderes do mercado global.



(Metal Bulletin, 22/08/06)
Outras Empresas
Brasil: Aquisição da Anglo pela Vale gera insegurança. A notícia de que a CVRD estaria planejando participar da compra de ativos da mineradora Anglo American, ao lado das também mineradoras Xstrata e Rio Tinto, surpreendeu o mercado ontem. A Anglo American tem valor de mercado superior ao da Vale. São US$ 65,6 bilhões, enquanto a empresa brasileira está avaliada em US$ 59,8 bilhões. A eventual aquisição de parte da Anglo American poderia ser um plano alternativo da mineradora brasileira, interessada em pressionar os acionistas da Inco. Na avaliação de especialistas, a Vale procuraria ficar com os ativos de ouro e outros metais preciosos da Anglo American, que não fazem parte de sua carteira de projetos. Isso iria ao encontro de sua estratégia de diversificação de portfólio.



(Danielle Nogueira, DCI, 22/08/06)
Outras Empresas
Chile: A Mineradora Escondida, maior produtora privada de cobre do mundo, suspendeu as negociações com seus trabalhadores, em greve desde 7 de agosto, e paralisou totalmente a atividade da jazida, localizada no Chile. A empresa, pertencente à BHP Billiton, decidiu fechar a jazida depois que grevistas intensificaram o bloqueio dos acessos à mina e entraram em choque com a polícia. De acordo com a empresa, falta segurança para os trabalhadores contratados, que permitiam até então o funcionamento da mina em 40% de sua capacidade.



(Infomet, 22/08/06)
Outras Empresas
Brasil: O ABN Amro Real encerrou o 1º semestre do ano com lucro de R$ 686 milhões, o que significa crescimento de 22% em relação ao mesmo período de 2005. O resultado foi o 5º maior entre 14 bancos que já apresentaram balanço e impulsionado pela alta da carteira de crédito, de 30,9% em 12 meses, para R$ 43,36 bilhões. Somada ao volume de R$ 6,04 bilhões de avais e finanças, a carteira totalizou R$ 49,40 bilhões, a 3º maior do mercado. (Jornal do Commercio, 22/08/06)




(Jornal do Commercio, 22/08/06)
Outras Empresas
Brasil: Substituto do Bandeirante será fabricado em São Paulo. A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou a escolha do turboélice C-212, fabricado pelo consórcio europeu Eads Casa, para substituir sua frota de Bandeirantes. O contrato prevê a aquisição de 50 aviões, que serão montados pela própria FAB no Campo de Marte, zona norte de São Paulo, em um acordo que prevê a transferência de tecnologia. O valores da compra só serão revelados no dia 15 de setembro, quando está prevista a assinatura do contrato.



(Mariana Barbosa, O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Outras Empresas
 Recursos Humanos
Brasil: Fiesp marca reunião para evitar greve. A entidade se reúne hoje com representantes dos metalúrgicos para tentar evitar a greve marcada para amanhã. Cerca de 65.000 trabalhadores de empresas de máquinas, bens de capital e eletroeletrônicos do Estado reivindicam 2% de aumento real. As empresas oferecem 1,4%. "Se a proposta não melhorar, a greve começa quarta-feira", avisa Adi dos Santos, presidente da Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT.



(O Estado de S. Paulo, 22/08/06)
Recursos Humanos
Brasil: A Volkswagen do Brasil confirmou ontem aos dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que há possibilidade de fechar a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, caso os funcionários não aceitem as proposta apresentada pela empresa dentro do seu plano de reestruturação. Sem acordo, a VW diz, em comunicado, que a fábrica Anchieta não terá condições de concorrer a novos investimentos, o que inviabilizaria o futuro das suas operações em curto prazo. A empresa destacou também que vai providenciar a relação de 1.800 pessoas que serão desligadas após 21/11 deste ano, quando vence o acordo de estabilidade, sem pagamento de qualquer incentivo adicional. "Sem acordo, as demissões serão feitas conforme a legislação determina e não haverá pacote", disse Nilton Junior, gerente executivo de relações trabalhistas corporativo da Volkswagen.



(Sonia Moraes, Gazeta Mercantil, 22/08/06)
Recursos Humanos
EUA: A Ford, que está tentando reduzir sua produção e reverter a queda de participação no mercado norte-americano, está se preparando para oferecer pacotes de demissão voluntária aos trabalhadores de todas as suas fábricas na América do Norte. As demissões são parte do plano de reestruturação da Ford, após a empresa ter apresentado prejuízo de US$ 1,44 bilhão no 1º semestre. A montadora anunciou na semana passada que no 2º semestre realizaria os maiores cortes na produção desde a década de 1980.



(Gazeta Mercantil - Folha de S. Paulo, 22/08/06)
Recursos Humanos
 Tecnologia da Informação
Brasil: O Ministério Público Federal tenta anular, por meio de ação civil pública, o decreto de implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital, baseado no padrão japonês ISDB, que foi assinado no último dia 29 de junho, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ação foi protocolada no fim da semana passada pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, e está sendo analisada pela 20a Vara da Justiça Federal de Belo Horizonte (MG). Os procuradores questionam o fato de a escolha do governo pelo sistema japonês impor encargos pecuniários a escolha do padrão japonês (o consumidor terá que pagar mais pelo decodificador), e porque será dificultada a política pública de viabilizar TVs comunitárias, educativas e canais de relevante aspecto social aos usuários da televisão aberta (cerca de 169 milhões no país).



(Jornal do Commercio, 22/08/06)
Tecnologia da Informação

DAVINCI Engenharia

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