| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 22/05/2012 |
| Siderúrgicas |
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Brasil: A venda da fatia da ThyssenKrupp na CSA deverá ser uma tarefa árdua, a depender do interesse de grandes siderúrgicas nacionais como Usiminas e Gerdau. Durante uma apresentação no Rio Investors Day, o vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Usiminas, Ronald Seckelmann, foi taxativo em dizer que a CSA não está nos planos da companhia. O diretor Financeiro da Gerdau, Harley Scardoelli, também disse que o grupo está com foco em projetos internos, como a expansão da capacidade em mineração. Nos próximos 5 anos, contou, a companhia investirá R$ 10 bilhões. Já o diretor de RI da CSN, David Salama, disse que não comenta especulações. "Somos sócios minoritários e é importante pontuar que a Vale é uma companhia de mineração, não siderúrgica", limitou-se a dizer o gerente geral de RI da Vale, Viktor Moszkowicz.
(Mariana Durão / Mônica Ciarelli, Agência Estado, 22/05/12) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A expectativa de retomada de investimentos do setor siderúrgico desde a crise de 2008 vem sendo frustrada, avaliou o vice-presidente de Finanças e de Relação com os Investidores da Usiminas, Ronald Seckelmann. O executivo se mostrou pouco otimista em relação à retomada da atividade. "No início deste ano os mais otimistas falavam em crescimento de 5% do PIB. Agora, se chegarmos a 3% será muito bom", disse. Seckelmann criticou o fato de o crescimento do País estar sendo puxado pelo consumo e não por investimentos.
(Mariana Durão, Agência Estado, 22/05/12) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Executivos da Vale e das siderúrgicas brasileiras mostraram-se otimistas e projetaram aumento da demanda para o ano. O diretor-executivo de relações com investidores da CSN, David Salama, afirmou que, independentemente da volatilidade dos últimos meses, a expectativa é de crescimento da demanda entre 5% e 6%, com perspectiva mais nítida de aceleração no 2° semestre. O diretor financeiro da Gerdau, Harley Lorentz Scardoelli, por sua vez, afirmou que o consumo de aço tem boas perspectivas no Brasil, mas admitiu que “turbulências ocorrem de uma hora para outra”. Representando o presidente da Vale, o executivo da área de relações com investidores, Viktor Moszkowicz, afirmou que a demanda “continua bastante firme”. “Não temos nenhum problema em pedidos de clientes, vendemos todas as quantidades”, afirmou acrescentando enxergar um “cenário positivo” na economia real.
(Alessandra Saraiva, Valor Econômico, 22/05/12) |
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| Siderúrgicas |
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| Mineração |
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Brasil: O plano de investimentos de US$ 21,4 bilhões da Vale em 2012 está mantido, apesar do cenário global incerto, afirmou o gerente geral de Relações com os Investidores da mineradora, Viktor Moszkowicz. Segundo ele, desde que Murilo Ferreira assumiu a presidência da empresa, há um ano, o foco da administração passou a se voltar para a alocação de capital. "Para 2012 estamos otimistas em performar os US$ 21,4 bilhões que temos orçados. Continuamos acreditando nisso", disse. Moszkowicz afirmou ainda que o modelo atual de precificação do minério de ferro traz maior volatilidade aos preços. Por isso, defende que a tendência da cotação deva ser analisada em períodos mais longos. "Temos que olhar as projeções mais longas."
(Mariana Durão / Mônica Ciarelli / Vinicius Neder, Agência Estado, 22/05/12) |
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| Mineração |
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Brasil: A CSN aumentará em 50% a capacidade de seu terminal no Porto de Itaguaí (RJ), para atender o aumento das exportações de minério de ferro, segundo David Salama, diretor de Relações com Investidores da empresa. "A prova da nossa perspectiva de crescimento é a entrega do aumento da nossa capacidade no Porto de Itaguaí", disse. A capacidade de exportação atual da CSN é de 30 Mt e deverá passar para 45 Mt no início de 2013. A empresa também trabalha pela expansão na mina de Casa de Pedra.
(Mariana Durão / Mônica Ciarelli / Vinicius Neder, Agência Estado, 22/05/12) |
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| Mineração |
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Brasil: A união da mineradora Xstrata com a Glencore deve trazer novos investimentos para o País. As empresas suíças, que ainda não têm produção no Brasil, estão se voltando para o mercado brasileiro, principalmente no segmento de cobre. “Com a Glencore, haverá novas oportunidades. Estamos olhando para o País”, afirmou o presidente da área de cobre da Xstrata, Charlie Sartain, em evento, em Sydney, sobre investimentos do País na América Latina. Segundo ele, a companhia “tem boas aspirações com os ativos brasileiros”.
(Vanessa Dezem, Valor Econômico, 22/05/12) |
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| Mineração |
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| Mercado de Metais |
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Reino Unido: Cotação dos metais básicos fornecidos pela LME. O zinco está cotado a US$ 1.901/t e para contratos de 3 meses em US$ 1.903/t, o cobre está cotado a US$ 7.799/t e para contratos de 3 meses em US$ 7.745t, o alumínio está cotado a US$ 2.003/t e para contratos de 3 meses a US$ 2.045/t e o níquel está cotado a US$ 16.770/t e para contrato de 3 meses a US$ 16.855/t.
(LME, 21/05/12) |
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| Mercado de Metais |
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