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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 21/08/2006
 Diversos
Brasil: País cresce como exportador de idéias, afirma o sociólogo e historiador italiano, Francesco Morace. O Brasil passa pelo desafio de se firmar como um país com identidade própria, exportador de idéias e tendências. A alternativa para fugir aos padrões americano e europeu está em investir no que o país tem de mais simples: os próprios valores, a alegria de viver, a qualidade de vida e as belezas naturais. São características próprias que podem ser expressas em produtos, designs e tendências. Morace participou do 1º Seminário Internacional de Comportamento e Consumo. No evento, Morace apresentou estudos sobre a tendência do consumo nos BRICs e sua influência nos grandes mercados da Europa e EUA. "Brasil, Índia e outros países emergentes são países que têm um grande número de jovens, que tem energia própria, capacidade, desejo de expressão ". 



(Janaina Vilella, Valor Econômico, 21/08/06; Especial Exame v.40, n.15, BRIC)
Diversos
 Siderúrgicas
Mundo: O IISI divulgou os números da produção mundial de aço bruto de julho. No período foram fabricadas no mundo, 103,6 Mt de aço bruto (+14,8% ano a ano). Entre os maiores produtores mundiais de aço destacam-se: China com 36,1 Mt (+22,2% ano a ano), Japão com 9,86 Mt (+4,5% ano a ano), EUA com 8,5 Mt (+18,7% ano a ano), Rússia com 6,03 Mt (+11,6% ano a ano), Coréia do Sul com 4,03 Mt (+6,2% ano a ano), Alemanha com 3,99 Mt (+14,5% ano a ano), Índia com 3,47 Mt (+10,5% ano a ano), Ucrânia com 3,6 Mt (+24% ano a ano) e Brasil com 2,72 Mt (+9,4% ano a ano). A Espanha produziu 1,3 Mt (+6,8% ano a ano).



(IISI International Iron and Steel Institute, 18/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: Mittal discute compra de ações com CVM. O controlador da Mittal Steel, o indiano Lakshmi Mittal, está no Brasil. Hoje, Mittal vai ao Rio de Janeiro, onde deve se encontrar com Marcelo Trindade, presidente da CVM, e com Demian Fiocca, presidente do BNDES. O assunto será o pagamento dos minoritários da Arcelor Brasil. A Mittal Steel está recorrendo de decisão da CVM que determina que apresente proposta pelos papéis minoritários da Arcelor Brasil como parte da fusão entre Mittal Steel e Arcelor. Mittal deve se encontrar também com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.



(Jornal do Commercio, 21/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: CST garante manutenção de investimentos no estado do Espírito Santo. O fundador do grupo indiano Mittal Steel, Lakshmi Mittal, e outros diretores do grupo Arcelor Mittal estiveram reunidos, na tarde deste domingo, com o governador Paulo Hartung (ES). Mittal garantiu a manutenção dos investimentos do grupo. Na CST está em andamento o maior projeto de investimento da Arcelor Brasil, a construção do 3º alto forno que elevará a produção de 5 Mt/ano para 7,5 Mt/ano de placas de aço a partir de 2007. O governador discutiu com os executivos da Mittal a implantação do novo pólo siderúrgico do Estado e o complexo portuário de Ubu. Apenas a CST e uma unidade da Belgo estão localizadas no Estado. O indiano teve um encontro com executivos da Arcelor, na sede da CST, durante a manhã. A tarde, o grupo visitou as instalações da CVRD, em Tubarão.



(Infomet, 21/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: MMX começa construção da Usina Corumbá. A MMX, empresa do grupo EBX, anunciou que nos próximos dias serão iniciados as obras da Usina de Gusa Corumbá. A Licença de Instalação pelo Instituto de Meio Ambiente Pantanal (IMAP), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Mato Grosso do Sul já foi concedida. Os 2 alto-fornos, em construção no local, serão alimentados por minério de ferro, produzido pela Mina Corumbá, de propriedade da subsidiária da MMX Corumbá Mineração. A Usina de Gusa Corumbá terá capacidade nominal de produção de 400.000 t/ano de ferro gusa. Para financiar a usina, a MMX firmou acordo preliminar com o Credit Suisse Brazil Investment Bank. A instituição financeira utilizará linhas de crédito no valor total de US$ 150 milhões.



(Infomet, 21/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: O Grupo PCP Produtos Siderúrgicos, de Caxias do Sul (RS), firmou parceria com a empresa sueca Swedish Steel AB para importação de chapas de aço laminadas a quente, a frio, e galvanizadas HDG e galvanizadas com pintura, com um volume de cerca de 1000 t/mês. A Swedish Steel comercializa aços de alta resistência, que permitem projetar carrocerias e implementos mais leves. Os mesmo são aplicados em ônibus, transporte rodoviário de carga e equipamentos agrícolas. Segundo Luiz Carlos Ghesla, da área de vendas, o grupo gaúcho participa hoje de 32 projetos que estão em diversas fases de desenvolvimento, sendo a grande maioria deles do setor automotivo, que devem estar no mercado nos próximos anos.



(Guilherme Arruda, Gazeta Mercantil, 21/08/06, Infomet, 21/08/06)
Siderúrgicas
Alemanha: ThyssenKrupp Stainless investirá EUR 72 milhões para expandir sua planta de superligas. A ampliação consistirá de uma nova linha de forjamento e equipamentos de refusão para sua subsidiária produtora de ligas especiais, ThyssenKrupp VDM (planta de Unna). O propósito da empresa é o de fortalecer sua posição de liderança mundial no segmento de ligas de alto desempenho baseadas em níquel (superligas), particularmente as utilizadas na indústria aeroespacial. ThyssenKrupp VDM produz tiras de ligas de níquel, fitas, fio máquina e barras, e aços inox especiais e aços elétricos, aplicados nas indústrias aeroespacial, energia, eletrônica e automotiva.



(Metal Bulletin, 21/08/06)
Siderúrgicas
Austrália: BlueScope Steel (maior siderúrgica do país) apresentou lucro anual em queda de 66% devido à volatilidade dos preços do aço, aumento do custo das matérias primas e fortalecimento do dólar australiano. O lucro líquido anual do exercício encerrado em 30 de junho foi de US$ 272 milhões, O faturamento foi de US$ 6,4 bilhões (+1%). Bluescope investiu no ano que se encerrou, um recorde de US$ 658 milhões em diversos projetos em 6 países. Em junho foi iniciado um projeto de reestruturação de US$ 100 milhões, que resultou no fechamento do laminador de folha de flandres em Port Kembla, e da planta de Taiwan. Bluescope recentemente adquiriu uma participação (de quase 20%) na Smorgon por US$ 258 milhões, provavelmente para ter voz atuante na anunciada compra desta última pela OneSteel.



(Metal Bulletin, 18/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Allegheny Ludlum (subsidiária de Allegheny Technologies Inc.) anunciou aumentos do aço inox em tiras, em até 10% para setembro. Este foi o primeiro dos três grandes produtores da América do Norte a anunciar aumentos para setembro. Allegheny aumentou os preços das tiras a quente de inox, fitas e chapas. Parte do aumento foi praticada reduzindo em 5% os descontos praticados; outros produtos como chapas grossas, tiveram seus preços nominais aumentados. Segundo Allegheny, o aumento de preços é necessário para sustentar seus planos de investimento e crescimento.



(Metal Bulletin, 18/08/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
EUA: Ford corta produção nos EUA. Para conter gastos, empresa vai fabricar 168.000 carros a menos no 4º trimestre. O corte será de 21% em relação ao volume produzido no último trimestre do ano passado. Com isso, a empresa deve fechar o ano com uma produção de 3,048 milhões de veículos na América do Norte, ou 9% menos que no ano passado. A decisão faz parte do esforço da empresa de acelerar seu plano de recuperação, que ainda não deu os resultados esperados. "Sabemos que essa decisão terá impacto dramático sobre nossos funcionários, assim como sobre nossos fornecedores", disse o presidente-executivo da montadora, Bill Ford, em mensagem dirigida a empregados.



(Reuters, O Estado de S. Paulo, 19/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Na indústria de SP, 95% dos salários superaram a inflação. Acordos do semestre foram os melhores em 10 anos, diz Dieese. Nas negociações envolvendo trabalhadores com data-base nesse período, 95% conseguiram aumento real e 5% zeraram as perdas salariais. Inflação em queda e economia aquecida ajudaram na hora de negociar. São Paulo participa com 18% do total de acordos salariais negociados no 1º semestre em 14 Estados pesquisados pelo Dieese. No desempenho nacional, 83,8% das negociações na indústria resultaram em aumento real. 



(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 19/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 18/08/06: Dólar subiu 0,23%, cotado a R$ 2,147. O Ibovespa em queda de 0,01% aos 37.551 pontos. O Risco país subiu 2,38% aos 215 pontos. O Global 40 em queda de 0,03% aos 130,43% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,23% aos 109,62% do seu valor de face. O Euro teve alta de 0,25% cotado a R$ 2,754.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 19/08/06)
Econômicas
Brasil: Em 12 anos, juros de operações de crédito pessoal acumulam até 511.000% como se o Brasil continuasse na época da hiperinflação. E o rendimento do aplicador em fundos foi de no máximo 793%. País com a maior taxa real de juros do mundo, o País também se notabiliza pela diferença entre taxas cobradas dos devedores e pagas aos investidores. O Brasil é o único país do mundo que manteve uma taxa de juro real (descontada a inflação) acima de 10% ao ano por 12 anos seguidos. Desde o início do Plano Real, a taxa básica de juro (Selic) não cai abaixo desse patamar. Em vários momentos, ultrapassou os 20% ao ano, como em 1997 e 1999. 



(Sérgio Gobetti, Ribamar Oliveira, O Estado de S. Paulo, 21/08/06)
Econômicas
Brasil: Estudo publicado em boletim do BNDES é utilizado para estudo da indústria de transformação. O coeficiente de comércio exterior mede a relação importação/exportação das empresas exportadoras de cada setor, chamado de ‘hedge natural’. Para o setor automotivo, por exemplo, as exportações correspondem aos veículos enviados ao exterior, e nas importações, estão incluídas compras de máquinas, componentes eletrônicos, estofamento etc. Segundo o economista Fernando Puga, assessor da presidência do BNDES, atualmente não é mais possível analisar os efeitos do câmbio apenas observando o total das exportações. O estudo ainda indica que há empresas com ‘hedge’ quase perfeito, onde o patamar do câmbio faz pouca diferença, pois os insumos importados equivalem às exportações. É o caso dos fabricantes de materiais elétricos e produtos de metal.



(Raquel Landim, Valor Econômico, 21/08/06)
Econômicas
Brasil: Banco BMG inova e aumenta financiamento de bens duráveis via consignação. O banco inaugurou este ano, sua 1ª loja-vitrine, em Belo Horizonte (MG) e em apenas 30 dias de funcionamento, as vendas de eletrodomésticos e eletrônicos aumentaram mais de 50%. Outras instituições também trabalham como o CDC consignado, mas nenhuma delas chegou a abrir lojas de produtos. A expectativa do BMG é que a venda de bens duráveis faça a penetração do crédito consignado subir, em 6 meses, dos atuais 35% para até 55% nos convênios que têm com INSS, órgãos públicos e empresas privadas. O banco abrirá uma loja-vitrine em cada capital brasileira.



(Ivana Moreira, Valor Econômico, 21/08/06)
Econômicas
Brasil: A fuga de investimentos estrangeiros causou aos países emergentes prejuízo de US$ 20 bilhões. Mas, segundo a consultoria americana Credit Sights, os países em desenvolvimento resistiram bem, principalmente o Brasil. O Brasil perdeu apenas US$ 776 milhões. No próximo ano, porém, quando o saldo em conta corrente estiver próximo de déficit, o país pode ficar vulnerável ao contágio de uma nova onda de vendas



(Patrícia Campos Mello, O Estado de S. Paulo, 21/08/06)
Econômicas
Brasil: Reservas passam de US$ 70 bilhões. A marca foi atingida pela última vez em julho de 1998, quando as reservas estavam em US$ 70,210 bilhões, valor apenas US$ 22 milhões maior que os US$ 70,188 bilhões do último dia 17. A posição divulgada pelo BC, entretanto, ainda está abaixo do pico histórico de US$ 74,656 bilhões alcançado em abril de 1998, quando o País precisava ter reservas altas para sustentar cotação do real quase igual ao dólar. No fim do ano passado, as reservas estavam em US$ 64 bilhões. 



(Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo, 19/08/06)
Econômicas
Brasil: Indústria pisa no freio e crescimento do PIB pode ficar abaixo de 3,5%. Queda nas vendas provoca antecipação de férias coletivas e consultorias já revisam projeções do PIB para baixo. Uma conjugação negativa de fatores, como juros reais elevados, crise agrícola, perda de dinamismo do setor exportador e aumento da inadimplência, diminuiu as expectativas positivas dos empresários para este semestre. Na prática, o ritmo de produção e vendas de julho e agosto indica que a expansão de 4% do PIB, prevista pelo governo para 2006 é cada vez menor. Há empresas dando férias coletivas neste mês para enxugar os estoques no comércio e nas fábricas. 



(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 20/08/06)
Econômicas
Brasil: Em um ano, as pequenas e microempresas (MPEs) de São Paulo fecharam 130.000 postos de trabalho. Foram 356 empregos a menos por dia, entre junho de 2005 e junho deste ano. Atualmente, as MPEs paulistas empregam 5,73 milhões de pessoas. "É o menor nível de ocupação nos últimos 16 meses", diz Marco Aurélio Bedê, coordenador de Pesquisas Econômicas do Sebrae-SP e responsável pelo estudo que revelou esses dados. Houve também queda de 2,8% no faturamento das MPEs paulistas, com perda de R$ 3,3 bilhões em relação a 2005. Do total de demissões, 60% ocorreram só em junho



(Ana Paula Lacerda, O Estado de S. Paulo, 20/08/06)
Econômicas
Brasil: Estudo da Fiesp calcula prejuízo de exportadores que se beneficiam do Sistema Geral de Preferências americano. O Brasil vai perder mais de 20 mil empregos e, no mínimo, US$ 386 milhões em exportações caso os EUA cumpram a ameaça de excluir o País do Sistema Geral de Preferências (SGP), mecanismo unilateral por meio do qual o governo americano dá isenção tarifária a milhares de produtos importados de países em desenvolvimento. Segundo a Fiesp, os estragos podem ser até maiores. Ainda não está claro, por exemplo, quanto do mercado dominado pelas exportações brasileiras seria apropriado por países emergentes, como a China, ou de regiões mais desenvolvidas, como a União Européia, cujos produtos ficariam ainda mais competitivos. Pelo sistema, o Brasil exportou US$ 3,6 bilhões aos EUA em 2005, o que representou 15% das vendas brasileiras ao mercado americano.



(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 20/08/06)
Econômicas
Índia: País vem em busca de grupos brasileiros. Nos últimos tempos, os indianos iniciaram um cerco a empresas brasileiras de vários setores para convencê-las a investir no seu país. Em setembro, está prevista a visita do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, ao Brasil. Os indianos têm uma lista extensa de atrativos. O país cresce 8% ao ano, tem uma classe média de 300 milhões de pessoas, um mercado de capitais estruturado, com 24 bolsas de valores em operação, e uma farta mão-de-obra de engenheiros. Um estudo da PricewaterhouseCoopers feito recentemente com 1.400 presidentes de empresas de todo o mundo revelou que 64% deles apontam a Índia como destino certo de investimento nos próximos 3 anos.



(Patrícia Cançado, O Estado de S. Paulo, 21/08/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, admitiu ontem que o Brasil pode aceitar um reajuste no preço do gás boliviano, caso se comprove que há desequilíbrios no contrato atual. "A posição (da Petrobras) não é de não aceitar reajustes, mas de negociar dentro do limite do razoável", afirmou o ministro, em desacordo com declarações recentes de executivos da estatal, para quem não há espaço para aumentos.



(Jacqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 19/08/06)
Energia
Brasil: Grupo franco-belga de energia Tractebel tem R$ 2 bilhões à espera de licença e mercado. O maior investimento, de R$ 1,1 bilhão, será feito na usina hidrelétrica de Estreito (TO), mas aguarda há mais de um ano a licença de instalação por parte do Ibama. O saldo será aplicado na construção da hidrelétrica São Salvador (TO), que deverá ficar pronta até 2009, caso a empresa consiga vender 100% de sua capacidade instalada (241 MW) em leilão. A Tractebel tem registrado bons resultados financeiros em 2006, o EBITDA do 2º trimestre atingiu R$ 416 milhões (+14,6% ano a ano).



(Maurício Capela, Valor Econômico, 21/08/06)
Energia
Argentina: O presidente Néstor Kirchner vai concluir a terceira usina atômica e já planeja a construção da quarta. O Ministro do Planejamento da Argentina, Julio de Vido, anunciou que o governo argentino retomará a construção da terceira usina nuclear do país. Declarou também que a intenção do governo é começar a construção de uma 4ª usina nos próximos anos. De Vido, explicou que a conclusão da usina de Atucha II demandará investimentos de US$ 1,5 bilhão. O plano é que a 3ª usina comece a funcionar em meados de 2009.



(Ariel Palacios, O Estado de S. Paulo, 21/08/06)
Energia
 Logística
Brasil: Standard e ALL inauguram novo terminal estratégico nesta sexta-feira, em Cambé, município vizinho de Londrina, o terminal de contêineres da empresa Standard Logística já é considerado um ponto estratégico para o escoamento da safra agrícola e de mercadorias para exportação via portos da Região Sul. O terminal, construído em parceria com a ALL, tem capacidade inicial para 600 contêineres/mês, mas poderá movimentar até 1.200 contêineres mensais de cargas secas e/ou frigorificadas. O investimento no terminal foi de R$ 10 milhões. Em geral, os carregamentos terão origem principalmente nas regiões norte do Paraná, sudoeste de São Paulo e todo o Mato Grosso do Sul, e chegarão ao terminal por rodovia.



(Gabriela Mainardes, DCI, 21/08/06)
Logística
 Meio Ambiente
Mundo: Os 250 especialistas do órgão da ONU que lida com o clima chegaram ontem à conclusão de que serão necessários 15 anos a mais do que era estimado inicialmente para que o buraco na camada de ozônio se feche completamente, passando de 2050 para 2065. A camada de ozônio bateu seu recorde quando registrado em 2003, chegando a 29 milhões de Km2. Em 2005, chegou a 27 milhões de Km2 , um recuo de quase 7%. A próxima revisão da situação da camada de ozônio feita pelas ONU ocorre em 2010, quando os cientistas esperam anunciar maiores quedas nas dimensões do buraco. Existem pelo menos 2 efeitos da deterioração da camada de ozônio: o aumento do número de casos de câncer de pele diante da maior exposição da população aos raios ultravioleta e a conseqüência que está ligada à flora, já que os raios destroem as espécies mais sensíveis.



(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 19/08/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Reino Unido: Cobre e níquel voltam a subir de preço no final da semana. Os contratos de metais básicos voltaram a subir nesta sexta-feira em Londres e Nova York, com os contratos de cobre impulsionados pela decisão da BHP Billiton de paralisar totalmente a atividade na mina chilena Escondida, onde os trabalhadores estão em greve há 15 dias. Os contratos de níquel para 3 meses subiram US$ 280 e fecharam a US$ 27.975/t no final da rodada na LME. Os contratos de cobre para 3 meses subiram US$ 195,00 e fecharam a US$ 7.480/t no final da tarde na LME.



(DCI, 18/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A Anglo American, 2º maior mineradora do mundo em vendas, poderia ser comprada por US$ 80 bilhões e dividida entre seus principais concorrentes, como a CVRD, a Xstrata e a Rio Tinto, de acordo com informações do jornal inglês The Observer. As empresas do setor de mineração passam por uma fase de investimentos devido à grande demanda pelas commodities na China e na Índia, iniciando um período de consolidação do setor, afirma o jornal. Os investidores querem a Anglo American para acirrar a briga com os concorrentes e garantir o fornecimento de minério de ferro, cobre e níquel. Recentemente, a Vale conquistou os direitos de exploração de minas de cobre da Mineração Itamaracá, empresa localizada na região dos Carajás (PA) e ligada ao grupo Anglo American.



(DCI, 21/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A mineradora Inco tem apenas uma semana para decidir se mantém seu apoio à proposta da americana Phelps Dodge em detrimento da oferta da CVRD. O prazo está previsto em uma cláusula do acordo feito entre a Inco e a Phelps, segundo a qual a empresa canadense não pode permanecer neutra diante de uma oferta hostil por mais de 15 dias. Como a proposta da Vale foi formalizada segunda-feira passada, a Inco deve se manifestar até dia 28 de agosto. Os detalhes do acordo foram revelados por advogados que acompanham o processo de compra da Inco ao jornal canadense Globe and Mail. Semana passada, a diretoria da Inco recomendou a seus acionistas que mantivessem seu suporte à oferta da Phelps, embora tenham orientado os mesmos acionistas a levar em conta a proposta da Vale, considerada superior por analistas de mercado. Caso a Inco opte por romper o acordo com a mineradora americana, terá de indenizá-la em US$ 475 milhões.



(Danielle Nogueira, DCI, 21/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A Usiparts, empresa do grupo Usiminas, anunciará na próxima quarta-feira os novos investimentos para a expansão de seu parque industrial em Pouso Alegre (MG). O projeto prevê ampliação da produção e da gama de produtos da empresa. No mesmo dia, o presidente da Usiminas, Rinaldo Campos Soares, assinará o acordo com uma empresa de grande porte, a qual viabilizará os investimentos. A Usiparts é líder brasileira no setor de estamparia para o setor automotivo.



(DCI, 21/08/06)
Outras Empresas
Brasil: País recebeu investimentos de US$ 1 bilhão no setor de fabricação de pneus nos últimos 3 anos. Pirelli, Continental AG, Bridgestone Firestone, Columbian Chemicals e a gaúcha Vipal estão investindo na Bahia, o estado que mais recebeu investimentos em novas unidades de fabricação de pneus no país. A Goodyear ampliará em 50% a produção de pneus para máquinas agrícolas e do tipo radial para caminhões, com investimentos de US$ 120 milhões nos próximos 2 anos.



(Patrick Cruz, Valor Econômico, 21/08/06)
Outras Empresas
Brasil: País produz mais alumínio. Segundo a Associação Brasileira do Alumínio, a produção de alumínio primário no país subiu 9% em julho, para 137.200 t. Entre janeiro e julho, foram 928.500 t, 75.800 t a mais em comparação a 2005.



(Infomet, 21/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A mineradora MCR do Grupo Rio Tinto recebe multa de R$ 3,5 milhões aplicada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) por depositar minério de ferro e realizar obras na área de preservação Edivaldo Bitencourt às margens do Rio Paraguai. Em 2005, a MCR produziu 2 Mt de minério de ferro, sendo que 1,1 Mt foram exportados. A empresa investiu US$ 35 milhões para ampliar as atividades. Em julho passado, a MCR anunciou investimentos de US$ 2 bilhões em Corumbá com o objetivo de elevar a produção para 15 Mt/ano até 2009.



(Infomet, 21/08/06)
Outras Empresas
Chile: A mina chilena de cobre Escondida paralisou suas operações e suspendeu as negociações salariais com os trabalhadores em greve há 15 dias depois de protestos e do bloqueio das vias de acesso ao local. Responsável por produzir 8% do fornecimento global do metal, Escondida operou com metade de sua capacidade nas últimas duas semanas embora dois terços de sua força de trabalho estivesse paralisada. Ontem, o grupo de trabalhadores grevistas e a polícia se enfrentaram ao redor da mina.



(Juliana Cardoso, Valor online, 18/08/06)
Outras Empresas
EUA: Os preços da sucata de níquel nos EUA aumentaram US$ 100/t, passando para US$ 2.610/t de acordo com a London Metal Exchange (LME). O preço seguiu a alto dos preços no níquel. A LME, no dia 16/08 impôs limites de backwardation em torno de US$ 300/t para contratos de 3 meses, cujo preço foi de até US$ 3.800/t.



(Metal Bulletin, 18/08/06)
Outras Empresas
Mundo: Processos de consolidação do setor mineiro é acelerado pela alta recorde dos metais. A grande demanda vinda de países com alto crescimento econômico, como a China, impulsionou os preços das maiorias dos metais a sucessivos recordes. O preço do níquel alcançou a marca de US$ 33.000/t na semana passada. Com a baixa oferta da maioria dos metais básicos e as mineradoras com bom fluxo de caixa graças aos altos preços pagos por seus produtos, mais fusões devem acontecer. Como no caso da Xstrata e Falconbridge, que poderão formar a 5ª maior mineradora do mundo após conclusão da fusão. Outras empresas que estão neste processo são Phelps Dodge (EUA), Inco (Canadá) e CVRD (Brasil).



(Valor Econômico – The Economist, 21/08/06)
Outras Empresas
 Recursos Humanos
Brasil: Metalúrgicos vão parar por aumento salarial. Além de 2,87% para repor a inflação, trabalhadores querem 2% de ganho real. Metalúrgicos de São Paulo dos setores de máquinas, bens de capital e eletroeletrônicos podem entrar em greve nesta semana. O setor emprega cerca de 65.000 trabalhadores que reivindicam no mínimo 2% de aumento real de salários, além do repasse da inflação dos últimos 12 meses. As empresas ofereceram 1,4%. Com o impasse, a Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT vai protocolar aviso de greve na Fiesp amanhã.



(O Estado de S. Paulo, 20/08/06)
Recursos Humanos
 Tecnologia da Informação
Brasil: Voz sobre internet avança no País. Estudo da consultoria IDC prevê que a telefonia baseada em voz sobre IP (protocolo de internet) deve crescer 23% ao ano até 2010. "Existe muito potencial no Brasil", afirmou o analista Brendan Conroy, da consultoria. "Há uma grande oportunidade para atender a pequenas e médias empresas". A telefonia via internet usa uma conexão de banda larga, que pode ser da própria operadora de telefonia fixa, para fazer ligações mais baratas, principalmente de longa distância. A redução de gastos de telefonia chega a 70%. Em 2010, deve estar em 41% das casas com banda larga.



(Renato Cruz, O Estado de S. Paulo, 21/08/06)
Tecnologia da Informação

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