| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 02/08/2006 |
| Siderúrgicas |
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Brasil: A Aços Villares reduz custos com produção própria de gusa. A tendência de verticalização de aço chegou a Aços Villares. A empresa obteve a licença ambiental para implantar um novo forno (sistema Tecnored, representado pela Tecnologos) para a produção de ferro-gusa e reduzirá em 30% sua dependência do insumo. Hoje a Villares compra todo o gusa que consome (cujo preço está no patamar de US$ 300/t). Com o novo forno, que possuirá capacidade nominal de 75.000 t/ano, a empresa economizará cerca US$ 22 milhões/ano . Os investimentos chegam a R$ 45 milhões. O forno começa a operar no início de 2007. Esse forno permite que sejam utilizados materiais de menor custo (como os finos de minério de ferro). A nova tecnologia permitirá o reaproveitamento, no forno, de diversos tipos de rejeitos metálicos gerados em outras linhas da Villares, como a aciaria.
(Carlos Matos, DCI, 02/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Minoritários da Arcelor Brasil podem encarecer conta da Mittal em US$ 6 bilhões. Uma queixa dos acionistas minoritários da Arcelor-BR pode tornar a fusão da Arcelor e Mittal ainda mais cara, adicionando até € 5 bilhões ao valor da transação, de € 27 bilhões. As operações brasileiras da Arcelor SA estão entre as mais lucrativas do grupo. Os minoritários exigem que se faça uma oferta pela subsidiária brasileira. A Mittal teria de oferecer o mesmo ágio que havia acertado pagar pelas ações da Arcelor SA. Mas a Mittal e a Arcelor discordam dos minoritários. Elas dizem que as empresas estão fazendo uma 'fusão de iguais'.
(Infomet, 01/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A Votorantim Metais amplia receita em 43% com preços em alta. O elevado preço das commodities metálicas no mercado internacional deverá impulsionar o faturamento da Votorantim Metais . A empresa prevê uma receita líquida de R$ 5 bilhões, em 2006, 43% mais que a obtida em 2005. A empresa anunciará ampliação na produção de zinco. Atualmente, a empresa produz 400.000 t/ano de zinco, incluindo a mina e a metalúrgica de Lima, no Peru. A Votorantim Metais também está ampliando sua produção de aços longos. A empresa assinou ontem contrato para instalação de mais uma siderúrgica no Rio, no município de Resende, com capacidade de 1 Mt/ano, a unidade vai consumir investimentos de R$ 1,1 bilhão.
(DCI, 02/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Lucro da Acesita tem queda de 34% no semestre. A Acesita informou ontem que registrou lucro líquido de R$ 112,8 milhões no segundo trimestre, 40% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Nos primeiros seis meses do ano a siderúrgica apresentou resultado 34,7% menor, caindo de R$ 365,4 milhões para R$ 238,7 milhões. A receita operacional líquida também teve redução. No primeiro semestre, o faturamento totalizou R$ 1,49 bilhão, queda de 13,6% ante R$ 1,72 bilhão de igual período de 2005. O segundo trimestre, porém, mostra retomada, já que a receita foi apenas 2,4% abaixo dos R$ 812,4 milhões apurados em junho de 2005, para R$ 792,8 milhões.
(Infomet, 02/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Os investimentos previstos na área siderúrgica no Estado do Rio são de US$ 10 bilhões até 2011. A produção saltará dos atuais 7,3 Mt/ano para 18 Mt/ano para 2011. A CSN está decidindo se constrói mais 2 alto-fornos além da ampliação de 3 Mt/ano prevista para a eventual nova unidade de Itaguaí (investimento de US$ 4,5 bilhões); e o grupo EBX está analisando a construção de 2 projetos que deverão garantir mais 3 Mt/ano de aço. O investimento da Votorantim levará sua capacidade para 1,7 Mt/ano no Estado (somadas à produção da usina de Barra Mansa atual e o novo projeto recentemente aprovado). A Thyssen, contará com US$ 3,4 bilhões para a produção de 5 Mt/ano de aço na nova usina CSA e a construção de uma térmica e um porto. A Gerdau ampliará a Cosigua, dos atuais 1 Mt/ano de aço para 1,8 Mt/ano, além de uma nova usina de aços especiais em Santa Cruz, com capacidade para cerca de 500.000 t/ano.
(Infomet, 02/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Bolívia: O projeto EBX Siderúrgica de Bolivia poderá derivar para uma associação com empresa boliviana, segundo porta voz da empresa MMX do mesmo grupo. A EBX, de capacidade prevista para 800.000 t/ano de ferro gusa, está com as obras paralizadas desde que o governo boliviano determinou que a empresa não poderia ser desmontada e nem operada. À época, a licença ambiental não foi concedida devido que a empresa é propriedade estrangeira (brasileira), situada a menos de 50 km da fronteira, faixa aonde apenas empresas de maioria boliviana poderiam operar. A perspectiva agora é que o governo local estimule uma joint venture com participação local para re-ativar a usina e manter a perspectiva de empregos na região.
(Metal Bulletin, 01/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: O ritmo das fusões da indústria siderúrgica deverá aumentar ao longo deste ano, segundo a agência oficial Shanghai Securities News. Além da Jinan e da Laiwu cuja fusão foi anunciada na semana passada, Wuhan Iron & Steel (3o maior fabricante de aço da China) pode estar planejando uma associação com Panzhihua Iron & Steel. Para Wuhan (localizada no norte da China), seria interessante ter acesso aos recursos naturais e ao maior mercado no oeste do País (localização da Panzihua). A fusão Arcelor Mittal deverá ser também um fator de aceleração das fusões da siderurgia chinesa, com objetivos de preservar sua competitividade.
(Metal Bulletin, 03/08/2006) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: Os maiores lances no leilão de venda de sucata em pacotes da Ford resultaram US$ 109/t menores do que registrado 1 mês atrás. Os pacotes foram arrematados por US$ 252/t fob. Os lances para compra de sucata da Chrysler na semana passada também resultaram US$ 85/t menores do que nos leilões anteriores. O índice AMM Factory Bundle coloca os preços da sucata de estamparia em pacotes a US$ 271/t, queda recorde de US$ 95/t. O preço da sucata para entrega nas usinas pode chegar a US$ 290/t (frente a US$ 375/t do mês passado). As ofertas de sucata pesada e fragmentada também cairam US$ 60/t.
(Metal Bulletin, 03/08/2006) |
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| Siderúrgicas |
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Reino Unido: Arcelor e Mittal Steel deverão melhorar seu desempenho para atingir a meta de lucro de EUR 12 bilhões neste ano. As duas siderúrgicas, que deverão completar sua fusão proximamente, informaram que seu EBITDA combinado no 1o semestre foi de EUR 5, 5 bilhões, menos da metade do necessário para atingir o objetivo de lucro líquido estabelecido. A previsão das empresas é que deverão atingir EUR 3,3 bilhões de EBITDA no 3o quadrimestre, devido principalmente ao aumento de preços. Isto deixaria um EBITDA de EUR 3,7 bilhões a atingir no último quadrimestre, que é normalmente o menos ativo conforme os analistas. Os resultados da Mittal no 2o trimestre excederam as estimativas do mercado: as vendas aumentaram 21% para US$ 9,2 bilhões, e os lucros operacionais aumentaram 49% para US$ 1,52 bilhões. Já os resultados da Arcelor ficaram abaixo das previsões: 28% de queda de lucro líquido no 1o semestre, para EUR 1,41 bilhão, com aumento de vendas de 18% para EUR 19,9 bilhões. Mittal ainda aguarda parecer das autoridades de regulação de mercado no Brasil quanto à compra das ações dos minoritários, que poderá lhe custar US$ 5 bilhões.
(Metal Bulletin 02/08/2006) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: A indústria automotiva vendeu no mercado brasileiro 1,025 milhão de veículos de janeiro a julho (+ 9,21% ano a ano), segundo a Fenabrave. No ano passado todo foram vendidos 1,71 milhão de veículos. Neste mês de julho foram vendidos 165.800 veículos, o 2º melhor mês de julho da história. O 1º melhor mês de julho foi em 1997, quando as vendas atingiram 172.300 unidades.
(Gazeta Mercantil, 02/08/06) (O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: A Citroën do Brasil criou uma nova estratégia para consolidar a marca dentro do mercado. Um passo decisivo é a programação para ampliar em 60% o número de concessionárias até o final de 2009, segundo o diretor de desenvolvimento de rede da companhia, Domingos Boragina Neto. "Teremos 43 novas unidades no interior", afirmou Domingos. Os investimentos previstos para essa expansão são calculados em torno de R$ 50 milhões e abrangem prioritariamente o interior das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Segundo levantamento da empresa, em 2005 o crescimento das vendas de veículos no interior dos estados dessas regiões foi de 50% e no Nordeste atingiu 85%. Em compensação, as áreas metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo ficaram com apenas 4% do volume de negócios.
(Júlio Ottoboni, Gazeta Mercantil, 02/08/06) |
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| Automotivas |
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China: País torna-se potência das autopeças. China melhora a qualidade e aumenta a concorrência a exportadores como o Brasil. No ano passado, a China pela primeira vez exportou mais peças do que seu setor automotivo (que cresce em ritmo acelerado) importou. A qualidade melhorou tanto que grandes montadoras ocidentais, entre elas a Volkswagen e a DaimlerChrysler, já avisaram que planejam comprar bilhões de dólares em peças de origem chinesa nos próximos anos, como freios, válvulas, rodas e eixos de direção. Mesmo países que contam com alguma vantagem no custo da mão-de-obra em relação aos EUA e à Europa, como Brasil e México, devem sofrer com o fortalecimento da concorrência chinesa.
(wsjamericas, O Estado de S. Paulo, 02/ 08/06) |
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| Automotivas |
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Coréia do Sul: Montadoras sul-coreanas, incluindo a Hyundai, divulgaram queda combinada de 16% nas vendas de julho de 2006. Greve dos trabalhadores sindicalizados atingiram a produção. As vendas combinadas de veículos das 5 montadoras domésticas caíram para 362.948 unidades. As exportações sofreram queda de 12,7% para 288.043 veículos e as vendas internas caíram 26,5% para 74.905 unidades.
(Automotive News – Reuters, 01/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: General Motors, Toyota e Ford são as maiores em vendas no país em julho de 2006. Confirmando a previsão dos analistas, as vendas das Big Three caíram em julho. A GM sofreu queda de vendas (-22,5%, para 406.298 unidades), seguida da Ford (-34,3%, 240.011 unidades) e Chrysler Group (-37,4%). As vendas da Toyota subiram 11,7% para 241.826 unidades e da Honda aumentaram 6% para 151.804 unidades. As vendas gerais no país no mês passado totalizaram 1.493.329 unidades (-17,4% ano a ano), trazendo o acumulado do ano até julho para 9.868.617 unidades (-5% sobre 2005). A taxa anualizada de vendas ficou em 16.835.727 unidades.
(Dale Jewett, Automotive News, 01/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: Delphi Corp. registrou prejuízo líquido de US$ 1,86 bilhão em junho de 2006. Excluindo taxas, a sistemista apresentou prejuízo operacional de US$ 290 milhões. As operações da empresa no exterior apresentaram bons resultados em junho. O lucro líquido em junho foi de US$ 20 milhões e US$ 214 milhões no 1º semestre de 2006. Em contrapartida, as operações nos EUA apresentaram prejuízo líquido de US$ 2,64 bilhões no período janeiro-junho. A Delphi colocou suas operações no país sob proteção do Chapter 11 (concordata).
(David Barkholz, Automotive News, 01/08/06) |
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| Automotivas |
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Europa: Venda de carros novos nos principais mercados da região caíram em julho de 2006. Na Itália as vendas caíram 11,5% para 189.404 unidades; seguida por França e Espanha que registraram queda de 5%, para 151.571 unidades e 154.757 unidades, respectivamente. No acumulado do ano até julho, as vendas na França declinaram 2,1% para 1,26 milhão de carros. Na Espanha, a queda foi de 1,9% para 954.672 unidades. E na Itália, as vendas cresceram 5,1% para 1,51 milhão de unidades.
(Automotive News – Reuters, 01/08/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: A balança comercial brasileira bateu novos recordes em julho. O saldo comercial atingiu US$ 5,638 bilhões. Ainda sob efeito do fim da greve da Receita, exportações somaram US$ 13,6 bilhões e importações, US$ 7,9 bilhões. Também foi a 1ª vez que a média diária das vendas externas ultrapassou a marca dos US$ 600 milhões, atingindo US$ 648,7 milhões. A média diária das importações registrou a cifra inédita de US$ 380,2 milhões. Com o resultado de julho, o superávit comercial do País soma US$ 25,170 bilhões no ano. As exportações totalizam US$ 74,522 bilhões e as importações, US$ 49,352 bilhões.
(Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 02/ 08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 01/08/06: Dólar subiu 0,73%, cotado a R$ 2,192. O Ibovespa em queda de 0,64% aos 36.839 pontos. O Risco país estável aos 223 pontos. O Global 40 em queda de 0,07% aos 128,33% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,17% aos 108,18% do seu valor de face. O Euro teve alta de 1,11% cotado a R$ 2,810.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 02/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Juntos, minério e petróleo têm 10% das exportações. O valor exportado de minério mais do que dobrou de 2002 (US$ 3,049 bilhões) para 2005 (US$ 7,296 bilhões) e sua participação na pauta saltou de 5,05% para 6,17%. No caso do petróleo bruto, a participação no total de exportações subiu de 2,80% em 2002 para 3,52% em 2005, com US$ 4,164 bilhões
(O Estado de S. Paulo, 02/ 08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Valorização do real é inevitável. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem que os empresários brasileiros terão de se acostumar com um real mais valorizado. Segundo ele, a valorização cambial é inevitável, dado o sucesso do País na área de comércio exterior e na solidez de seus fundamentos macroeconômicos, como controle da inflação, superávit primário e crescimento do PIB.
(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 02/ 08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Impulsionadas pelas fortes compras do BC no mês passado, as reservas internacionais brasileiras deram um salto e subiram US$ 4,1 bilhões em julho. De acordo com os dados disponibilizados pelo BC, as reservas passaram de US$ 62,670 bilhões em 30 de junho para US$ 66,819 bilhões na segunda-feira, dia 31 de julho. O ritmo de crescimento das reservas em julho, mês em que o BC só não fez compras no dia 5, foi bem maior do que a média mensal de janeiro a junho, de US$ 1,5 bilhão.
(Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 02/ 08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Após 8 quedas consecutivas, terminou na última semana de julho o mais longo ciclo de deflação da história do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S). Pressionado pelo fim das variações negativas de preço dos alimentos (que passaram de -0,35% para 0,14%) e pela alta nos preços dos combustíveis, o indicador subiu 0,06% na semana de 23 a 31 de julho. O resultado ficou acima das expectativas do mercado financeiro e do número registrado na semana anterior (-0,04%). A tendência é de que a taxa, divulgada ontem pela FGV, continue em aceleração.
(Jornal do Commercio, 02/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Petrobras vai bancar rombo de R$ 9,3 bilhões do fundo Petros. Segundo cálculos dos petroleiros, dinheiro seria suficiente para construir 3 refinarias ou 4 plataformas. A Petrobras assinou com a Federação Única dos Petroleiros (FUP)acordo para liquidar o rombo atuarial de seu fundo de pensão, a Petros, avaliada pela Justiça em R$ 9,3 bilhões. O presidente da companhia, José Sérgio Gabrielli, confirmou ontem que as negociações, iniciadas há mais de 2 anos, estão em fase final e devem "praticamente zerar o déficit do fundo". O prazo para a conclusão do acordo é 31 de agosto. O objetivo é repactuar, em 30 anos, o déficit do fundo. Em contrapartida, todas as ações na Justiça contra a Petros seriam extintas.
(Mônica Ciarelli, O Estado de S. Paulo, 02/ 08/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: A publicação do Plano Nacional de Energia (PNE) 2030 está prevista para final de outubro ou início de novembro, mas uma prévia dele, o Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica (PDEE) 2006/2015, já indica que, em um crescimento econômico de 4,2% e com um aumento populacional de 2 milhões, o consumo de energia elétrica aumentará 5,1% ao ano. Segundo o secretário da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Pereira Zimmermann, a capacidade a ser instalada nos próximos 10 anos é de 41.800 MW em 41.300 Km de linhas de transmissão. Isto consumiria, segundo ele, investimentos de US$ 56 bilhões.
(Jornal do Commercio, 02/08/06) |
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| Energia |
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Brasil: A Petrobras promoverá em outubro licitação para afretamento de duas embarcações de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL), projeto lançado na esteira da crise com a Bolívia, o principal fornecedor do insumo ao Brasil. "Os navios serão deslocados de acordo com a necessidade", disse Ildo Sauer, diretor da estatal, que anunciou ontem investimentos de US$ 22,1 bilhões, até 2011, para a área de gás. A estatal, porém, pretende manter o contrato com os bolivianos.
(Ricardo Rego Monteiro, Gazeta Mercantil, 02/08/06) |
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| Energia |
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Brasil: O setor industrial está reduzindo o consumo de energia elétrica mês a mês, especialmente na região Sudeste. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estatal responsável pelo planejamento de longo prazo do setor no País, o consumo de maio da indústria somou 12.575 GWh, com queda de 0,1% em relação a maio de 2005. Foi o único segmento a registrar queda, já que a área residencial contabilizou em maio aumento de 3,77% sobre igual período do ano passado, totalizando 6.971 Gwh.
(Jornal do Commercio, 02/08/06) |
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| Energia |
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| Logística |
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Brasil: MRS registra recorde com retomada de forno da CSN. A ferrovia MRS Logística bateu recorde em julho com o transporte de 10 Mt de carga. O resultado é atribuído à retomada da produção do alto-forno 3 da CSN, que, desde janeiro estava paralisado. A CSN é uma das principais clientes da MRS, nos segmentos de siderurgia, minério de ferro e carvão, a MRS transportou 1,15 Mt da siderúrgica. Em agosto os índices irão atingir 1,3 milhão a 1,4 Mt. O contrato firmado com o Consórcio das Mineradoras da Serra Azul para o transporte de 1 Mt/ano de minério de ferro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro também deve intensificar a movimentação de carga na malha da MRS. A ferrovia opera na região Sudeste do País.
(Infomet, 02/08/06) |
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| Logística |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Ao longo do 2º trimestre, a Iochpe-Maxion efetuou uma série de ajustes para reduzir os custos de produção e manter a competitividade. Entre as medidas, o grupo demitiu 300 dos 4.900 funcionários da divisão de vagões ferroviários em Cruzeiro (interior de SP), renegociou preços com fornecedores e clientes e reformulou processos de produção. "Tivemos que nos adequar às novas dimensões do mercado brasileiro de equipamentos ferroviários e de componentes automotivos", afirmou Oscar Becker, diretor financeiro do grupo. O mau resultado da safra agrícola e as vendas tímidas de caminhões, segundo ele, acabaram afetando as vendas da empresa no trimestre.
(Patrícia Nakamura, Valor Online, 02/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Segundo a empresa de informações financeiras Economática, o resultado semestral do Itaú é o maior já registrado por um banco de capital aberto na história do Brasil para esse período. Entre janeiro e junho, resultado líquido chegou perto dos R$ 3 bilhões. O lucro líquido do Banco Itaú alcançou R$ 1,498 bilhão no 2º trimestre, o que significou uma expansão de 2,6% em relação aos 3 primeiros meses deste ano e de 12,4% na comparação com o mesmo período de 2005. No semestre, o lucro chegou a R$ 2,958 bilhões, 19,5% maior do que em igual intervalo do ano passado. Até então, o Bradesco era o recordista, com ganho de R$ 2,727 bilhões entre janeiro e junho do ano passado.
(Leandro Modé, O Estado de S. Paulo, 02/ 08/06) |
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| Outras Empresas |
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