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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 02/05/2011
 Siderúrgicas

Mundo: A SteelBenchmarker informa 4 preços benchmark para HRC em relação há duas semanas. Nos EUA, US$ 951/t FOB, queda de US$ 18/t, Resto do Mundo, US$ 731/t FOB, queda de US$ 28/t, Europa Ocidental, US$ 830/t ex-works, queda de US$ 10/t, China, US$ 633/t ex-works, aumento de US$ 5/t.



(SteelBenchmarker, 02/05/11)

Siderúrgicas

Brasil: Corretoras criticam números e ação da Usiminas cai 2,87%. O BB Investimentos apontou, em relatório assinado por Victor Penna, que o resultado veio fortemente pressionado pela elevação nos custos de matéria-prima e pelo câmbio desfavorável. Nesse sentido, a competitividade dos importados acaba por prejudicar as vendas internas de aço. Por outro lado, a corretora aposta na elevação das receitas e nos investimentos em mineração como elementos positivos sinalizados no relatório trimestral. Com isso, a melhora esperada pelo BB Investimentos deverá ser gradual, ainda que distante do apresentado em 2010.



(Bárbara Ladeia, Brasil Econômico, 02/05/11)

Siderúrgicas

Brasil: O mercado siderúrgico é oligopolizado no mundo inteiro, incluindo no País. As inúmeras fusões e aquisições ocorridas, principalmente após a desestatização do setor, contribuíram para a concentração. No Brasil, essa atividade apresentou alto índice de concentração, principalmente no mercado de vergalhões, no qual apenas 3 grupos empresariais controlam o mercado. “Em uma atividade produtiva altamente concentrada, as firmas podem exercer poder de mercado e desta forma há perdas econômicas para a sociedade”, afirma o professor Janderson Reis, que defendeu sua tese no programa de pós-graduação em Economia Aplicada, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).



(A Tribuna, 02/05/11)

Siderúrgicas

EUA: De acordo com dados divulgados pela American Iron and Steel Institute (AISI), a produção americana de aço bruto, finalizada na semana do dia 23 de abril de 2011 foi de 1,840 Mt, ou 1,1% inferior a semana anterior. A capacidade de utilização da indústria siderúrgica local no período foi de 75,2%, ante valor de 74% referente ao mesmo período do ano anterior. A produção de aço bruto registrada até a data acima foi de 29,159 Mt, com uma capacidade de utilização média de 73,9%, o que representou um aumento de 6,7% em relação as 27,331 Mt produzidas no mesmo período de 2010, quando a capacidade de utilização foi de 70,6%.



(SteelOrbis, 02/05/11)

Siderúrgicas
 Mineração

Brasil: O diretor de siderurgia da Vale, Aristides Corbelini, acenou com a possibilidade de a empresa ampliar seus investimentos no setor no futuro. "Quando nosso sócio ThyssenKrupp achar que vale um novo investimento (na CSA), a Vale estará pronta para fazer", garantiu o executivo. Além da CSA, a mineradora tem hoje mais 3 projetos siderúrgicos em seu planejamento estratégico, que juntos vão produzir 18 Mt de aço. Mesmo aberto a futuras expansões, Corbelini foi enfático ao lembrar que o grupo alemão, que detém 73% da CSA, está atualmente focado em consolidar sua operação na usina, que iniciou produção em 2010.



(Mônica Ciarelli, Agência Estado, 02/05/11)

Mineração
 Mercado de Metais

Reino Unido: Cotação dos metais básicos fornecidos pela LME. O zinco está cotado a US$ 2.221/t e para contratos de 3 meses em US$ 2.234/t, o cobre está cotado a US$ 9.370/t e para contratos de 3 meses em US$ 9.390/t, o alumínio está cotado a US$ 2.771/t e para contratos de 3 meses a US$ 2.772/t e o níquel está cotado a US$ 26.605/t e para contrato de 3 meses a US$ 26.605/t.



(LME, 28/04/11)

Mercado de Metais
 Insumos Siderúrgicos

Brasil: O conselho de administração da Vale aprovou o projeto da 4° planta de pelotização da Samarco em Anchieta (ES). A unidade adicionará uma capacidade de produção de 8,3 Mt do insumo. A expectativa é começar a operação no 1° semestre de 2014, elevando a produção de pelotas da Samarco, uma JV entre Vale e BHP Billiton, para 30,5 Mt/ano. Os investimentos são estimados em US$ 3 bilhões, incluindo, além da pelotizadora, a expansão do terminal portuário, a unidade de beneficiamento para processar a produção da mina em Mariana e Ouro Preto, em Minas Gerais, e um mineroduto de 396 km para o transporte do minério até as unidades de Anchieta.



(Eduardo Laguna, Valor Econômico, 02/05/11)

Insumos Siderúrgicos
 Alumínio / Cobre / Zinco

Brasil: O País, com a 3° maior reserva de bauxita do mundo, terá de reduzir as exportações e ampliar as importações de alumínio primário para conseguir atender a demanda prevista para 2011, informa a Abal. Segundo relatório divulgado, espera-se que o consumo interno de produtos feitos do metal aumente em 13,2% em 2011, o que exigirá da indústria a oferta de 1,469 Mt. Em 2010, a demanda cresceu 29%. Pelos números da própria associação, a capacidade da indústria de alumínio primário vai alcançar o limite e só terá como suprir o mercado cortando exportações. Hoje, o País tem capacidade para produzir 1,5 Mt de alumínio primário. A exportação tomou 600.000 t em 2010, redução de 19% sobre o desempenho de 2009. "Há 20 anos o Brasil não constrói uma única fábrica de alumínio primário. Dizíamos para o governo que o País não iria produzir alumínio primário para seu consumo. O forte crescimento da demanda interna fez com que chegássemos ao limite antes", disse Mauro Moreno, vice-presidente da Abal.



(Agnaldo Brito, Folha de S.Paulo, 02/05/11)

Alumínio / Cobre / Zinco

Brasil: O problema da indústria do alumínio no País está no custo da energia para converter alumina (produto obtido do minério de bauxita) em alumínio. Como não há estímulo para isso, o País tem se tornado um grande exportador de alumina, produto básico da cadeia. Em 2007, o País exportava 3,8 Mt de alumina. Em 2010, exportou 6,4 Mt. Segundo Mauro Moreno, vice-presidente da Abal, essa alumina volta na forma de alumínio primário ou de produto acabado ou semi-acabado. Chamada de indústria eletrointensiva, a cadeia do alumínio é exemplo do efeito nocivo que a escalada tarifária no setor elétrico provocou nos últimos anos. Segundo a Abal, a produção de alumínio primário no mundo exige custo de US$ 30/MWh. "Não há um produtor de alumínio no Brasil que tenha custo inferior a pelo menos o dobro disso", diz.



(Agnaldo Brito, Folha de S.Paulo, 02/05/11)

Alumínio / Cobre / Zinco

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.