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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 02/05/2006
 Siderúrgicas
Brasil: A CSN anunciou planos de investir US$ 5,1 bilhões na expansão da capacidade de produção de aço e minério de ferro até 2011. O Conselho de Administração da empresa já aprovou a aplicação de US$ 3,6 bilhões para a instalação de 4 altos-fornos com capacidade para 1,5 Mt/ano cada. Hoje, a capacidade da CSN é de 5,8 Mt/ano. Dois deles serão instalados em Itaguaí (RJ) e devem entrar em operação em 2009. Os demais serão instalados em nova unidade a ser construída em local ainda não definido, podendo ser no RJ ou MG, prevista para entrar em operação em meados de 2010. A CSN também investirá US$ 1,5 bilhão na mina de Casa de Pedra para elevação da produção de minério de ferro de 16 Mt/ano para 53 Mt/ano até 2011. O plano também contempla a construção de nova planta de pelotização com capacidade para 3 Mt/ano, em Itaguaí.



(Infomet – Usinagem-Brasil, 02/05/06)
Siderúrgicas
Brasil: O Conselho de Administração da Metalúrgica Prada define hoje se formaliza a oferta simbólica de R$ 1 para aquisição de seus ativos, feita pela CSN. Segundo a Prada, haverá deliberação sobre "aumento do capital social, com emissão de novas ações, conforme proposta apresentada pela CSN". Com a aquisição, a idéia é que os créditos da metalúrgica com a CSN no valor de R$ 175 milhões sejam capitalizados, dando fôlego à empresa. Os ativos e passivos da metalúrgica serão integralmente assumidos pela CSN e não há previsão de demissões.



(Danielle Nogueira, DCI, 02/05/06)
Siderúrgicas
Brasil: O projeto da siderúrgica CSA tem enfrentado diversos contratempos e as próximas semanas serão decisivas. Devido a valorização do real frente ao dólar, projeto do grupo ThyssenKrupp está com problemas no investimento inicial de US$ 2 bilhões, uma vez que os orçamentos foram feitos com base no dólar a R$ 2,80. Outro empecilho é a dragagem do canal da Baía de Sepetiba, que custará US$ 90 milhões a mais; além de outras questões de ordem ecológica como a da existência no fundo do canal, de uma certa concentração de metais pesados.



(O Globo, 01/05/06)
Siderúrgicas
Bolívia: EBX deverá desmontar os 2 altos fornos e reloca-los do lado brasileiro da fronteira, aonde poderá utilizar minério e carvão brasileiros, segundo declarações de E. Batista, proprietário da empresa. A decisão foi tomada depois que o governo boliviano recusou licenças ambiental e operacional para suas operações que atingiriam 800.000 t/ano de produção de ferro gusa em 2007. EBX já realizou investimentos de US$ 50 milhões, e a desmontagem provocará perda de US$ 20 milhões. O investimento total (com 4 altos fornos) estava orçado em US$ 148 milhões.



(Metal Bulletin, 02/05/06)
Siderúrgicas
EUA: Gerdau Ameristeel aumentou sua oferta pela Sheffield Steel Corp. em quase 24% para superar oferta concorrente da Jeffries Group Inc. Ameristeel pagará agora US$ 94milhões à vista (a oferta anterior era de US$ 76 milhões), e assumirá dívida de US$ 94 milhões. A transação, ainda sujeita a revisões de órgãos regulatórios e antitruste, deve ser concluída no 2º trimestre. A Sheffield Steel é uma mini-mill produtora de vergalhões, aços comerciais e aços para construção mecânica, com vendas de 550.000 t/ano. Com a compra, a Gerdau amplia em 7% a produção na América do Norte para 9 Mt/ano e passa a responder por cerca de 25% do mercado norte-americano de longos. A siderúrgica gaúcha não descarta também a necessidade de novos investimentos na Sheffield, para melhorar a produtividade.



(DCI, 02/05/06 e Metal Bulletin, 02/05/06)
Siderúrgicas
Reino Unido: Corus anunciou aumento das tiras laminadas a quente e a frio para o 3o trimestre. Os aumentos de 7 a 12% serão aplicados na UE, cuja firme demanda e nível de estoques ao longo da cadeia produtiva deverão absorve- los segundo a empresa. Arcelor também indicou que aplicará aumentos de preço entre EUR 50 a 70/t no 3º trimestre.



(Metal Bulletin, 02/05/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
América Latina: As vendas da Peugeot Citroën do Brasil no 1º trimestre deste ano foram de 25.200 unidades (+64,9% ano a ano). O mercado brasileiro cresceu 13,6% no período, o que aponta crescimento de market share da empresa. As vendas na América Latina cresceram 40,1% no trimestre para 54.200 unidades. Na Argentina, a empresa comercializou 16.700 unidades (+30,6% ano a ano). O mercado argentino avançou 24,4%, o que reflete a retomada do setor automotivo depois de forte queda registrada em 2002, com crise a financeira do país. Apesar do crescimento registrado nos mercados emergentes, a receita do Grupo PSA Peugeot Citroën na divisão automotiva ficou praticamente estável em EUR 10,98 bilhões (-0,3% ano a ano). A empresa informou que suas vendas na Europa Ocidental cresceram 1,2%, fechando o 1º trimestre com 586.800 unidades vendidas.



(Jornal do Commercio, 29/04/06)
Automotivas
Brasil: A decisão da indústria brasileira de concentrar a produção de veículos compactos abre espaço para uma invasão de produtos chineses em até 4 anos, semelhante à que já está ocorrendo com o setor de autopeças. Segundo Letícia Costa, sócia presidente da Booz Allen Hamilton, os veículos chineses deverão chegar ao Brasil, embora ainda levem algum tempo para concorrer em pé de igualdade com os modelos nacionais. "No início, a probabilidade é de que os automóveis chineses sejam como os russos da Lada, mas em até 4 anos o país asiático será um grande exportador", diz. A tendência da indústria brasileira de produzir carros compactos é reforçada agora com a entrada em vigor dos acordos comerciais com o México, o Uruguai e a Argentina. A partir de 2007 o País terá acordo de livre-comércio com os 2 primeiros e as negociações com a Argentina seguem em reuniões quinzenais.



(André Barros e Carlos Matos, DCI, 02/05/06)
Automotivas
Alemanha: Lucro da Volkswagen mundial sobe no 1º trimestre mas decepciona expectativas. O lucro líquido quintuplicou com relação ao obtido no mesmo período de 2005 para EUR 327 milhões. O lucro ficou aquém da estimativa de EUR 394 milhões por 11 analistas. As vendas da montadora subiram 21%, para EUR 25,3 bilhões.



(DCI, 02/05/06)
Automotivas
Coréia do Sul: A Hyundai espera que suas vendas de abril de 2006 caiam 13% mês a mês. A montadora vendeu cerca de 215.000 veículos no mês passado, sendo que 170.000 foram direcionados para o mercado externo. Na comparação anual, as vendas da montadora aumentaram 0,99% apenas.



(Automotive News – Reuters, 01/05/06)
Automotivas
EUA: As vendas de veículos novos no país podem ter alcançado volume de 1,43 milhão de unidades em abril de 2006 (–6% mês a mês). A taxa anual ajustada sazonalmente seria de 16,6 milhões de unidades. Como o mês de abril teve 26 dias de vendas, as vendas foram 1% menores ano a ano; sem o ajuste de dias, houve queda de 4%. Segundo estimativas do site Edmunds.com, especializado no setor automotivo, o mês de maio será mais robusto.



(Just–auto.com, 28/04/06) (Automotive News – Reuters, 01/05/06)
Automotivas
EUA: O presidente George W. Bush se reunirá, este mês, com os presidentes de Ford, GM e DaimlerChrysler, segundo agências norte-americanas do segmento automotivo. A pauta da reunião abordará aspectos energéticos e de meio ambiente, além de discutir as despesas com planos de saúde, fator que vem gerando prejuízos às empresas, e o avanço das marcas japonesas no mercado local.



(DCI, 02/05/06)
Automotivas
EUA: A ArvinMeritor anunciou que obteve lucro líquido de US$ 45 milhões sobre vendas de US$ 2,31 bilhões para o trimestre terminado em 31 de março, elevando a perspectiva de lucros anuais, já que a fornecedora de autopeças se beneficia de um "boom" na produção de caminhões. A empresa fabrica uma variedade de eixos de transmissão, escapamentos e componentes estruturais para os mercados de caminhões e automóveis. Cerca de 46% da atividade da empresa está no setor de caminhões, onde a demanda para este ano ainda é alta, com previsão. Para 2007 a demanda poderá sofrer uma queda devido a inserção de novas regras ambientais. Para este ano a empresa prevê que a produção norte-americana de caminhões será de 340.000 unidades.



(Dow Jones Newswires, Gazeta Mercantil, 02/05/06)
Automotivas
EUA: A Ford decidiu fechar temporariamente 6 fábricas depois de descobrir componentes com defeito, informou nesta sexta-feira Anne Marie Gattari, porta-voz do grupo. As fábricas foram fechadas na noite de quinta-feira e a Ford atua energicamente para resolver o problema, afirmou Gattari, sem precisar quando a empresa pretende reabrir as fábricas. A Ford descobriu que uma peça do sistema de transmissão automática não correspondia aos padrões de qualidade. Na semana passada, a montadora informou uma perda líquida de US$ 1,2 bilhão no 1º trimestre contra um lucro equivalente um ano antes, devido a gastos com sua reestruturação na América do Norte.



(AFP, Jornal do Commercio, 29/04/06)
Automotivas
Inglaterra: A Volkswagen lançou oficialmente o Fox na Inglaterra. O modelo brasileiro está à venda na Europa há 1 ano, mas o início das vendas no mercado britânico exigia adaptações (volante do lado direito por exemplo). Desde janeiro, a VW vinha operando seu sistema de pré-vendas do carro naquele país.



(DCI, 02/05/06)
Automotivas
Mercosul: O governo argentino e a Associação de Fábricas de Automotores da Argentina (Adefa) ainda não avaliaram a proposta do Brasil que estabelece as regras para o setor automotivo do Mercosul. Segundo o gerente de Assuntos Institucionais da General Motors Argentina, Pedro Bentancourt, a proposta só será debatida na próxima reunião, que ocorrerá no dia 4 de maio, no Rio de Janeiro. Conforme a proposta brasileira, encaminhada à Secretaria de Indústria Argentina na quarta-feira, a data para o início do livre comércio de automóveis na região seria em janeiro de 2010, e não a partir de 2008, como defendiam os negociadores brasileiros e as montadoras dos dois países.



(Marina Guimarães, Jornal do Commercio, 29/04/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Dólar fecha no menor valor em 5 anos; em 4 meses, caiu 10,24%. Para alguns analistas, o comercial pode ficar abaixo de R$ 2 ainda neste semestre. Entre os fatores que pressionaram a moeda americana está o discurso do presidente do Fed, Ben Bernanke, sinalizando que o aperto monetário dos EUA está perto do fim. 



(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 29/04/06)
Econômicas
Brasil: Dia 28/04/06: Dólar fechou em queda de 0,80% a R$ 2,088. O Ibovespa em alta de 1,53%, aos 40.363 pontos. O Risco país caiu 2,69% aos 217 pontos. O Global 40 em alta de 0,60% aos 128,78% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,46%, para 108,62%. O Euro teve queda de 0,26% cotado a R$ 2,634.



(Juliana Ennes e Bruna Croce, Jornal do Commercio, 29/04/06)
Econômicas
Brasil: Indústrias esperam 2º trimestre fraco. Conforme mostra a 159º Sondagem Conjuntural da Indústria da Transformação, referente ao 1º trimestre e anunciada ontem pela FGV, a indústria deu sinais de reaquecimento, mas agora espera um 2º trimestre com crescimento modesto. Segundo a FGV, os empresários estão otimistas com o cenário atual, mas são realistas quando formam suas previsões para o curto prazo. O consenso entre os industriais é de que a recuperação do setor deve se dar mesmo a partir do 3º trimestre



(Alessandra Saraiva, O Estado de S. Paulo, 29/04/06)
Econômicas
Brasil: BNDES pode ter linhas especiais para exportadores. Ministro Luiz Fernando Furlan diz que o objetivo é ajudar empresas a enfrentar desvalorização do dólar. Segundo o ministro, estão sendo analisados pedidos de aumento do financiamento pré-embarque em reais com taxa de juros de longo prazo (TJLP) ou outras modalidades que serão formatadas para os diferentes setores, quando necessário. 



(Paula Puliti, O Estado de S. Paulo, 29/04/06)
Econômicas
Brasil: Crises com os vizinhos põem em xeque liderança regional do Brasil. Conflitos entre países da América Latina e dificuldades com parceiros ameaçam política externa do governo brasileiro. As dificuldades com parceiros eleitos prioritários pelo Brasil, como Bolívia e Venezuela, começam a provocar desconforto no governo. A preocupação aumentou, diante de novos riscos à unidade do Mercosul e dos problemas criados pelo presidente da Bolívia, Evo Morales - que quer expulsar do país a empresa EBX e ameaça os interesses da Petrobras com a decisão de nacionalizar as jazidas de petróleo e gás. 



(Tânia Monteiro, O Estado de S. Paulo, 30/04/06)
Econômicas
Brasil: O presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, defende a adoção de sanções econômicas contra a Bolívia em resposta à ocupação pelo Exército boliviano de refinarias da Petrobras. Para ele, a atitude do presidente Evo Morales foi violenta, inusitada e inaceitável



(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 02/05/06)
Econômicas
Brasil: Manifestações no Cerrado contra a crise que abala a agricultura se espalham para outros Estados. Agricultores de MT, MS, BA e GO bloqueiam estradas dos 4 Estados, para impedir o escoamento da safra de grãos. O movimento dos produtores rurais, batizado de Grito do Ipiranga, começou no dia 18 de abril no norte do MT e já atinge mais de 50 municípios



(Patrícia Campos Mello, O Estado de S. Paulo, 01/05/06)
Econômicas
Brasil: Protestos vão afetar exportações. O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, disse ontem que os embarques de soja para exportação podem ser interrompidos já na semana que vem, por causa dos bloqueios dos agricultores. "Com a perda de contratos de exportação, a imagem do País vai sofrer e haverá redução na entrada de recursos." Segundo Maggi, as fábricas também devem parar em breve, porque chegaram ao limite de seus estoques de grãos e não conseguem escoar o farelo e o óleo. "Certamente os bloqueios e a crise vão afetar os resultados da balança comercial", disse o governador. 



(Patrícia Campos Mello, O Estado de S. Paulo, 02/05/06)
Econômicas
EUA: John Kenneth Galbraith, o economista, professor, diplomata e membro liberal do establishment político e econômico, morreu sábado. Tinha 97 anos e vivia em Cambridge, perto de Newfane, Vermont. Galbraith foi um dos autores mais lidos da história da economia. Entre seus livros estão The Affluent Society (A Sociedade Afluente, 1958), uma dessas obras raras que obrigam um país a reexaminar seus valores. 



(The New York Times, O Estado de S. Paulo, 01/05/06)
Econômicas
EUA: A economia dos EUA cresceu 4,8% no 1º trimestre (em projeção anualizada), a maior expansão desde os 7,2% do 3º trimestre de 2003, e dentro das previsões dos analistas, de 4,9%. O PIB foi puxado pelo aumento dos gastos dos consumidores (5,5%) e dos investimentos corporativos, e principalmente pelos gastos do governo, que investiu pesado na reconstrução das áreas assoladas por furacões no Golfo do México. 



(Agências Internacionais, O Estado de S. Paulo, 29/04/06)
Econômicas
Mundo: Hoje há duas forças econômicas que estão moldando o cenário internacional. A primeira é a distribuição geográfica entre o consumo e a poupança no mundo. A segunda é a crescente incorporação da China, e seu enorme contingente populacional, ao mercado mundial. O crescimento mundial tem sido acelerado - com base em 2 motores, EUA e China -, o que favorece a demanda pelas exportações do mundo inteiro, em particular dos produtores de commodities. Essa ordem mundial gera resultados favoráveis para os países em desenvolvimento. O grau em que cada país aproveita essas condições depende da qualidade das suas políticas e instituições. No Brasil, temos conseguido aproveitar o contexto internacional para melhorar a situação das contas externas, mas temos ainda muitos desafios internos (como as contas públicas) para crescer mais e nos prepararmos para fazer frente à próxima fase da economia mundial, em que o permanente déficit comercial dos EUA deverá ser diminuído. As economias emergentes nesse momento deverão fortalecer seu mercado interno, já que terão menos chance de exportar. 



(Ilan Goldfajn, O Estado de S. Paulo, 02/05/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Começa a safra de cana-de-açúcar e preço do álcool cai 12%. Consumidor, porém, ainda terá de esperar para perceber preços mais baixos nos postos. Dados divulgados pelo Cepea mostram que pela primeira vez neste ano, na semana de 24 a 28 de abril, o preço do álcool hidratado ficou abaixo de R$ 1. Para os usineiros, é possível haver uma estabilidade de preços, por causa da pressão da crise do petróleo, do aumento das exportações com a futura abertura dos EUA e do alto preço do açúcar no mercado internacional.



(Chico Siqueira, O Estado de S. Paulo, 01/05/06)
Energia
Bolívia: País nacionaliza petrolíferas e Exército ocupa Petrobras. O presidente da Bolívia, Evo Morales, aproveitou ontem o 1º de Maio para firmar um decreto que nacionaliza todas as operações de hidrocarbonetos (gás e petróleo) do país. Evo fez o anúncio nas instalações do campo de produção de gás de San Alberto, operado pela Petrobras, no departamento de Tarija, sudeste da Bolívia. Uma hora depois de lido o decreto, soldados das Forças Armadas atenderam a uma ordem do presidente e ocuparam as 53 instalações de exploração de gás e petróleo até então controladas por empresas estrangeiras.



(Roberto Lameirinhas, O Estado de S. Paulo, 02/05/06)
Energia
Brasil: Um projeto apresentado em novembro de 2003 começa agora a despertar a atenção de governantes, ambientalistas e moradores do Centro-Oeste. O projeto propõe a criação do Território Federal do Pantanal, numa área de 138.000 km² .O texto foi aprovado no início do ano pela Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados e agora será apreciado na Comissão de Constituição e Justiça. O fato de áreas do Pantanal estarem distribuídas em 2 Estados acaba provocando um jogo na realização de políticas ambientais. Para o diretor da ONG ambiental Ecoa, Alcides Faria, a criação de um Território teria um efeito contrário ao desejado. "Em vez de proteger, uma mudança como essa poderia deixar o campo livre para atividades predatórias na região", afirmou.



(Lígia Formenti, O Estado de S. Paulo, 02/05/2006)
Energia
 Logística
Brasil: A MRS Logística ampliou o contrato de transporte de bauxita para a CBA (Votorantim). A partir de 2007, a empresa vai transportar 2 Mt/ano (+30% com relação ao volume transportado atualmente). A MRS, em parceria com a CBA, vai reformar e acrescentar 70 vagões de carga (de 250 para 320) à frota que serve à empresa de alumínio.



(Infomet – Gazeta Mercantil, 02/05/06)
Logística
 Outras Empresas
Brasil: Há mais de 50 anos a CBA apresenta um crescimento médio anual de 10%. Agora, a meta da empresa é produzir 470.000 t/ano de alumínio primário a partir de 2007.



(O Estado de S. Paulo, 02/05/06)
Outras Empresas
Brasil: País lucra com alta de metais. Cotação recorde de matérias-primas aumenta os lucros das mineradoras e favorece novos investimentos. A combinação entre o forte crescimento mundial e a elevada liquidez internacional tem sustentado o preço das commodities metálicas em níveis recordes. Desempenho comemorado pelas grandes produtoras desses insumos, que devem alcançar resultados favoráveis em seus balanços neste ano. Além disso, vai contribuir para a trajetória de bons resultados da balança comercial brasileira, apesar da queda do dólar. As empresas brasileiras estão aproveitando a alta da cotação para crescer. Nos últimos 2 anos, o grupo Votorantim destinou US$ 300 milhões à produção de zinco no Peru. As empresas de alumínio devem investir US$ 3 bilhões nos próximos anos. A BHP Billiton, a Alcoa e a Alcan têm um projeto de mais de US$ 1 bilhão para elevar a produção de alumina no consórcio Alumar, em São Luís (MA).



(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 02/05/06)
Outras Empresas
Brasil: Indústrias têxteis tiram Brasil do mapa das novas fábricas. Três dos maiores grupos têxteis nacionais, Santista, Coteminas e Vicunha anunciam nos próximos dias seus planos de investimentos em novas fábricas em outros países. Os empresários decidiram fugir dos problemas de competitividade do País e partir para o exterior. Além das queixas comuns a todos os empresários - falta de infra-estrutura, impostos altos e câmbio defasado - os produtores reclamam da concorrência com produtos chineses importados legalmente ou contrabandeados e a falta de acordos comerciais com os EUA e a Europa.



(Ricardo Grinbaum e Mariana Barbosa, O Estado de S. Paulo, 01/05/06)
Outras Empresas
Argentina: País exporta reator nuclear. Uma das empresas argentinas de maior sucesso nos mercados internacionais, a Invap, criada em 1976, é estatal, pertence à Província de Rio Negro. Hoje compete com americanos, europeus e asiáticos na produção de reatores nucleares de baixa potência, radares e produtos de tecnologia espacial da Oceania à América.



(Ariel Palacios, O Estado de S. Paulo, 01/05/06)
Outras Empresas

DAVINCI Engenharia

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