| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 02/10/2006 |
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Brasil: Ciclo básico volta com força à universidade pública e seus reitores destacam a importância de formação menos focada no conhecimento específico. Grandes universidades do País passaram a oferecer nos primeiros anos, independentemente do curso escolhido, aulas de literatura, meio ambiente, psicologia e noções de cidadania.
(Renata Cafardo, O Estado de S. Paulo, 02/10/06) |
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| Diversos |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A ThyssenKrupp deu o 1º passo para sua estratégia de crescimento no setor siderúrgico na última sexta-feira, com a inauguração da CSA no Rio de Janeiro, que terá financiamento de mais de US$ 230,4 milhões do BNDES. Fruto de uma parceria com a CVRD que fornecerá cerca de 8 Mt/ano de minério de ferro, a usina é considerada peça chave em 2 novos negócios que a Thyssen pretende concretizar na América do Norte: a aquisição da canadense Dofasco, que depende de seu desligamento dos ativos da recém criada Arcelor Mittal, o que poderá acontecer em poucas semanas, e a construção de uma unidade de laminação a quente com capacidade de produção de 4,5 Mt/ano nos EUA. A recém inaugurada unidade brasileira será a responsável pelo abastecimento dos 2 empreendimentos. Os planos da ThyssenKrupp são de investimentos de até US$ 24 bilhões para os próximos 5 anos. Metade desse valor será aplicada em manutenção e a outra metade, em crescimento, incluindo aquisições como a da Dofasco.
(Danielle Nogueira, DCI, 02/10/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A CSA, projeto liderado pela ThyssenKrupp que começará a operar no Rio em março de 2009, negocia com produtores de cimento no Brasil, entre os quais Votorantim, Camargo Corrêa e Lafarge, a venda de grandes volumes de escória granulada de aciaria. O subproduto siderúrgico é usado como insumo na produção de cimento. Até o fim do ano a CSA deve fechar contrato de venda de 1,4 Mt/ano para uma ou 2 cimenteiras. Hans-Ulrich Lindenberg, presidente do conselho de administração da CSA, disse que a empresa fez consultas a vários produtores de cimento e a maioria está interessada em comprar o produto. No Estado do Rio existem 4 grandes produtores de cimento: Votorantim, Tupi, Lafarge e Holcim, que poderão valer-se da proximidade geográfica com a CSA, a ser construída no distrito industrial de Santa Cruz (RJ). Além de escória de aciaria, a CSA terá outra receita adicional: a venda de metade da energia gerada em termelétrica própria, de 490 MW.
(Francisco Góes, Valor Econômico, 02/10/06) |
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| Siderúrgicas |
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África do Sul: Mittal Steel South Africa deve aumentar o preço dos aços planos e longos, pela 3a vez neste ano. O argumento utilizado foi o da tendência internacional de preços, que fez o aumento inevitável. As chapas grossas, tiras a quente e a frio em bobinas aumentarão 5% a partir de novembro. Os perfís estruturais, cantoneiras e outros produtos não planos sofrerão a mesma percentagem de aumento. Algumas classes de fio máquina aumentarão 7,5%. Os vergalhões e billets permanecerão no mesmo nível de preços. O mercado interno da África do Sul está aquecido, sendo que as vendas de aços ao carbono no pais no 2o trimestre chegaram a 1.345 Mt, recorde desde 1998. As importações de aço também estão em nível recorde dos últimos 10 anos. Em agosto, Mittal teve que optar por estabelecer cotas para seus clientes, para poder lidar com a demanda aquecida. A empresa também manifestou que planeja importar aço para seus clientes.
(Metal Bulletin, 02/10/06) |
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| Siderúrgicas |
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Alemanha: A Comissão Européia determinou a Arcelor Mittal a venda de 3 laminações de perfís. Salzgitter está interessada na unidade de Unterwellenborn (Thüringer) já que conta com a disponibilidade de caixa obtida na venda dos 17% que detinha na Vallourec, e esta aquisição pode reforçar sua posição no nicho de perfís. Unterwellenborn é uma mini-mill com 1 laminador reversível e 1 Mt/ano de produção. As outras 2 unidades que Arcelor Mittal deverão vender, localizam- se na Itália e na Polônia.
(Metal Bulletin, 02/10/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: A redução dos incentivos fiscais aos exportadores de aço chineses deve ter pouco efeito prático para a diminuição das vendas externas do produto, acreditam os analistas da consultoria britânica MEPS, especializada no setor siderúrgico. Segundo a consultoria, a redução de 11% para 8%, traduz-se em apenas alguns dólares a mais nos preços por tonelada do aço, o que não deve prejudicar significativamente a competitividade do produto chinês no mercado global. De 2004 para os dias de hoje, a China saiu da condição de importadora líquida de aço para a de exportadora do produto. Neste ano, por exemplo, a expectativa é de que o país exporte mais de 18 Mt de aço a mais do que importe. No entanto, apesar do impacto positivo nas contas externas, os elevados incentivos à produção local de aço permitem que produtores de baixíssima eficiência possam oferecer seus produtos no mercado externo. O resultado é que os subsídios sustentam empresas com elevado consumo de energia, grande potencial poluidor e pouco impacto na balança de pagamentos.
(Infomoney, Infomet, 02/10/2006) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: A Esmark, cuja oferta para assumir a siderúrgica Wheeling-Pittsburgh foi rejeitada, não desistiu de suas intenções de tomar o controle da empresa, que negocia parceria com a brasileira CSN. Em documento que inclui a apresentação que está fazendo a investidores, a Esmark afirma que contratou a Innisfree M&A para ajudá-la em sua tentativa. O documento também lista diretores que serão votados em assembléia geral de acionistas em novembro. A Wheeling-Pittsburgh afirmou que planeja adiar a votação sobre a proposta concorrente feita pela CSN de novembro para janeiro.
(Reuters, Jornal do Commercio, 02/10/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: A direção mundial da Fiat quer que a subsidiária brasileira retome a exportação para a Europa, uma prática comum da montadora até meados da década de 90. A informação partiu de Luca De Meo, vice-presidente mundial da montadora. "A operação na América do Sul é uma das mais importantes para nós", disse o executivo durante o salão do automóvel de Paris, aberto ao público no sábado. Maior operação da montadora fora da Itália, a filial brasileira da Fiat obteve receita de R$ 13 bilhões em 2005. A direção da montadora italiana está planejando uma estratégia para equilibrar a distribuição das importações e exportações nos principais mercados da América Latina.
(Marli Olmos, Valor Online, 02/10/06) |
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| Automotivas |
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França: No recém inaugurado Salão Mundial do Automóvel, Carlos Ghosn, presidente da Renault e da Nissan, explicou que a Renault pretende atingir uma margem operacional de 2,5% em 2006. A margem operacional do 1º semestre deste ano foi de 2,7%. Mesmo assim, afirmou o executivo, o contexto econômico atual está longe de ser fácil. Para os próximos anos, a expectativa é que o grupo atinja margem operacional de 3% em 2007, 4,5% em 2008 e 6% em 2009 e após este período, a rentabilidade da montadora continuará a melhorar. A Renault continua a negociar com a Avtovaz da Rússia uma atuação conjunta nesse país, mas ainda não se chegou a uma decisão.
(CCFA, 29/09/06) |
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| Automotivas |
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América do Sul: A MWM, subsidiária da Navistar International que produz motores diesel na América do Sul, acaba de fechar acordo com a Dongfeng Chaoyang Diesel (DCD), uma das maiores produtoras chinesas de motores diesel, para produzir e comercializar estes motores na China. Neste acordo, que ainda aguarda aprovação do governo chinês, a MWM fornecerá suporte para o desenvolvimento e produção do motor high speed de 120 a 170 CV, que começará a ser produzido na China a partir de 2008. A unidade brasileira vai transferir para a Dongfeng o que há de mais moderno em tecnologia de motor diesel eletrônico, que atende aos níveis de emissões Euro III e Euro IV (que ainda não está em vigor no Brasil), disse José Eduardo Luzzi, diretor de vendas, marketing e planejamento estratégico da MWM. A Dongfeng produz anualmente 160.000 motores diesel, em um mercado que produz por ano 800.000 veículos comerciais leves, segmento que tem maior crescimento na China. Com a parceria com a MWM, a Dongfeng prevê aumentar sua produção em cerca de 210.000 motores/ano a partir de 2008.
(Sonia Moraes, Gazeta Mercantil, 02/10/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: O resultado preliminar de um levantamento do BNDES, órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que será concluído em novembro, prevê avanço nos investimentos. O Banco estima que crescimento será impulsionado pelo agronegócio, petróleo, mineração, siderurgia, celulose e petroquímica. O investimento das empresas na construção de fábricas e ampliação da capacidade de produção das já existentes deve voltar a crescer na casa de dois dígitos ao ano entre 2007 e 2010, o que não se via há duas décadas. O baixo nível de investimento na economia brasileira, que no 2º trimestre deste ano correspondeu a 20,1% do PIB, é hoje uma das principais travas ao crescimento e o grande desafio para o próximo governo.
(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 02/10/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 29/09/06: Dólar caiu 0,04%, cotado a R$ 2,171. O Ibovespa em queda de 0,1% aos 36.449 pontos. O Risco país caiu 0,42% aos 232 pontos. O Global 40 caiu 0,11% aos 130,18% do valor de face. O A-Bond caiu 0,23% aos 109,62 pontos. O Euro caiu 0,21%, cotado a R$ 2,754.
(Ana Paula Cardoso, Jornal do Commercio, 30/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Infra-estrutura exige solução para entraves. Os investimentos no setor de infra-estrutura também devem ganhar um impulso nos próximos anos, especialmente se a taxa básica de juros (Selic) continuar com tendência decrescente. Especialistas alertam, no entanto, que a expansão dos projetos exigirá um melhor ambiente de negócios, com estabilidade de regras, segurança jurídica e redução da burocracia. Segundo estudo da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), a necessidade anual de investimento do setor entre 2007 e 2010 é de R$ 87,7 bilhões, equivalente a 4,5% do PIB.
(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 02/10/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Fazenda quer acelerar criação do cadastro positivo. Medida faz parte do pacote anti-spread lançado no início do mês e deve ser publicada nesta semana. Esta é uma das grandes apostas do governo para atacar os elevados custos do crédito e reduzir os spreads bancários, à medida que melhora o nível de informação do sistema financeiro em relação aos clientes que têm bom histórico de pagamento.
(Fabio Graner e Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo, 30/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: BNDES eleva crédito para exportações. O financiamento à exportação pela instituição cresceu 28% em 2006, até os últimos dias deste mês, em dólares, ante o mesmo período do ano passado. Em reais este crescimento foi de 12%. Segundo o presidente do banco, Demian Fiocca, o setor privado continua investindo fortemente, sobretudo a indústria e os setores de infra-estrutura e insumos básicos. Ele ressaltou que a perspectiva para o 4º trimestre é de incremento dos desembolsos.
(Paula Puliti, O Estado de S. Paulo, 30/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Reformas fiscal e política, investimentos em infra-estrutura de transportes e de geração de energia elétrica devem ser as prioridades na agenda do próximo governo. Na avaliação de especialistas, o Brasil só apresentará crescimento mais vigoroso ao superar esses entraves nos próximos 4 anos. O aumento da competitividade brasileira, segundo afirmam, passa ainda pela diminuição da carga tributária, redução da taxa de juros e melhor ambiente regulatório. Na avaliação de Aloísio Campelo, do Instituo Brasileiro de Economia (Ibre/FGV), o próximo governo terá de perseverar na política macroeconômica, dedicando atenção especial à reforma fiscal. Campelo defende também nova reforma da previdência, "que se não for feita já, terá reflexos seríssimos no futuro". Ele alerta ainda para a necessidade esforço na redução da informalidade. A informalidade não é boa para nenhuma economia", explica. Outra questão citada pelo economista é a autonomia do BC.
(Bruno Villas Boas, Daniele Carvalho, Jornal do Commercio, 02/10/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O superávit da balança comercial brasileira deve diminuir cerca de 15% em 2007. Se confirmadas as estimativas dos economistas, será o 2º recuo consecutivo do saldo. Neste ano, as projeções apontam pequena queda entre 2% e 3%. Trata-se de uma reversão da curva ascendente do saldo comercial que vem desde 2001, quando o País reverteu um déficit de US$ 752 milhões em 2000 em um superávit de US$ 2,65 bilhões. Para a Tendências Consultoria Integrada, o superávit da balança comercial deve atingir US$ 36,4 bilhões em 2007, queda de 15,3% em relação aos US$ 43 bilhões projetados para 2006. Já a Rosenberg & Associados estima um recuo de 12%, de US$ 43,4 bilhões, em 2006, para US$ 38 bilhões, em 2007. Em 2005, o Brasil atingiu o superávit recorde de sua história: US$ 44,7 bilhões. O fraco desempenho esperado para as exportações que explica as estimativas de redução do superávit.
(Raquel Landim, Valor Online, 02/10/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: A desaceleração global vai inevitavelmente afetar a economia brasileira em 2007, mas a expectativa dominante é de que o cenário externo ainda será razoavelmente bom para o país. A maior parte dos analistas têm a visão otimista do FMI, acreditando que o desaquecimento mundial será gradual, com impacto moderado sobre os preços das commodities e sobre o fluxo de capitais para países emergentes. Há uma unanimidade, porém: o quadro não será tão positivo como nos últimos 4 anos. O cenário mais provável para o Brasil contempla uma desvalorização moderada do câmbio, com algum impacto sobre a inflação. A balança comercial tende a ser menos robusta do que em 2005 e 2006, pois a demanda por produtos brasileiros deve diminuir.
(Sergio Lamucci, Valor Online, 02/10/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: O País terá, ainda neste mês, um plano de contingência para responder a um eventual corte no fornecimento de gás proveniente da Bolívia. O plano dará total prioridade ao abastecimento de residências e comércio (que hoje consomem apenas 3% do fornecimento do gás no País) e deverá requerer apoio, em caso de falta do produto, até de empresas hoje independentes do combustível boliviano. Governo e setor privado ainda discutem como serão compensadas as empresas que investiram em equipamentos bicombustível, e podem se ver obrigadas a optar por alternativas mais caras que o gás. As termelétricas, que consomem 26% do gás fornecido, vêm a seguir, na escala de prioridades: em caso de emergência, o Operador Nacional de Sistema (ONS) será automaticamente acionado para definir as necessidades de suprimento das usinas térmicas e garantir o combustível necessário para evitar cortes de energia. As indústrias terão tratamento diferenciado, com preferência para as que têm "compromisso " de abastecimento de gás.
(Sergio Leo, Valor Online, 02/10/06) |
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| Energia |
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Brasil: Preço de gás cai e favorece Petrobras em negociações. Cotação fechou em US$ 4,201 por milhão de BTU em Nova York, muito próximo dos US$ 4 que o Brasil já paga para a Bolívia. Segundo especialistas, esse movimento de queda das últimas semanas, deve reforçar a posição da Petrobras, nas negociações com o País vizinho.
(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 30/09/06) |
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| Energia |
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França: A decisão do governo francês de instalar, até 2007, pelo menos 500 bombas de etanol nos principais postos em operação nas suas rodovias, foi bem recebida pelos produtores brasileiros. Quanto maior e mais disseminado for o consumo desse combustível, sobretudo nos países industrializados, mais fácil será para o governo brasileiro e os dirigentes da agroindústria canavieira alcançar seu objetivo, que é definir um padrão mundial de especificação do etanol utilizado como carburante automotivo, para desse modo transformá-lo numa commoditie de ampla negociação.
(O Estado de S. Paulo, 02/10/06) |
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| Energia |
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| Outras Empresas |
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Brasil: O faturamento do setor de autopeças no acumulado de janeiro a agosto ficou 0,7% superior ao de igual período de 2005, segundo dados do (Sindipeças). É o menor crescimento acumulado no ano. De janeiro a julho, este índice estava em 1,7%. O número de empregos do setor foi ligeiramente superior, com 198.500 postos de trabalho, contra 198.400 registrados em julho. De janeiro a agosto, os fornecedores nacionais de autopeças exportaram US$ 5,85 bilhões, um crescimento de 20,5% sobre igual período de 2005. Os mercados com maior crescimento são a Venezuela, com 68,1%, o Peru, com 62,2%, os Países Baixos, com 55,2% e a Argentina, com 49,9%. Mas os maiores compradores ainda são os EUA, com US$ 1,7 bilhão. Já as importações somaram cerca de US$ 4,61 bilhões, apresentando queda de 1,09%. A Finlândia, com 107,3%, a Turquia com 101,1% são os mercados com maior crescimento das compras externas. A China aparece na 3ª colocação: 63,3%. O país que mais exporta para o Brasil é a Alemanha, com US$ 777,8 milhões.
(DCI, 02/10/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: O presidente da CVRD, Roger Agnelli, disse que até 16 de outubro a empresa deverá conseguir fechar a compra da Inco, obtendo o aval dos acionistas da mineradora canadense. Conforme observou o executivo, tudo indica que não deverá haver novas mudanças no cronograma. Sobre a questão do financiamento da operação, Agnelli disse que a Vale está conversando com o BNDES e investidores para alongar o empréstimo que já conseguiu com instituições financeiras européias. Esse crédito vence em 2 anos e a intenção da empresa é procurar outros bancos para alongar o prazo de vencimento da dívida. Uma das fontes de financiamento mencionadas pelo executivo, além do banco brasileiro, é o Japan Bank for International Cooperation (JBIC).
(Ana Paula Grabois, Infomet, 09/10/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Após ter registrado crescimento de apenas 0,55% na produção física do 1º semestre, a indústria brasileira de embalagens mostrou alguma recuperação no mês de julho, passando a acumular alta de 0,75% no ano. A Associação Brasileira de Embalagem (Abre) avalia que a alta de 1,05% no mês confirma a expectativa de aquecimento da atividade no 2º semestre sob a influência de fatores como a expansão do crédito, queda da inflação, redução da taxa de juros e aumento do poder de compra da população. O desempenho do setor é um indicador avançado do comportamento da indústria nos meses seguintes, pois as encomendas aos fabricantes de embalagens somente crescem quando os demais setores também receberam encomendas.
(Mariana Durão, Jornal do Commercio, 02/10/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Apesar da perda de rentabilidade no setor agrícola, as encomendas de tratores na Agrale - dona de 75% do segmento de pequena potência (até 40 cavalos) - cresceu 10,9% entre janeiro e a agosto deste ano, devido à estabilidade econômica de pequenos produtores que detém até 40 hectares de terra. Segundo o gerente de vendas da empresa, Silvio Rigoni, prazos para financiamento , de até 120 meses, e taxas de juros reduzidas na modalidade consórcio têm contribuído para o desempenho.
(Jornal do Commercio, 02/10/06) |
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| Outras Empresas |
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Finlândia: A fabricante finlandesa de equipamentos para siderurgia Outokumpu anunciou sexta-feira que a divisão de tecnologia obteve 2 contratos no valor total de US$ 253 milhões no Brasil. A Outokumpu Technology entregará uma grande planta de pelotização de minério de ferro para a Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), subsidiária da CVRD, num contrato que totaliza cerca de US$ 140 milhões. O outro contrato, no valor de aproximadamente US$ 115 milhões, foi fechado junto à CSA. Segundo a empresa, a encomenda envolve uma grande unidade de sinterização.
(Gazeta Mercantil, 02/10/2006) |
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| Outras Empresas |
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| Recursos Humanos |
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Brasil: Atualmente a função de gerente de normas e processos (N&P) apresenta alta demanda no mercado. Quem assume este cargo dentro de uma empresa analisa sua rotina, mapeia problemas e, além de encontrar soluções, desenvolve a melhor maneira de executa-las. O grande impulso para esta função de N&P foi referente a lei Sarbane-Oxey, aprovada em 2002 no congresso americano, cujo propósito é combater fraudes no mercado financeiro, após ocorrência de sucessivos escândalos em grandes empresas do País. Esta lei exige total transparência dos controles financeiros de empresas que possuem capital aberto.
(O Estado de S.Paulo, 02/10/06) |
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| Recursos Humanos |
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Brasil: A capacidade de enxergar ou descobrir novas possibilidades em uma determinada situação, pode ser adquirida e incorporada por meio de treinamento. As pessoas que já possuem esse dom, são otimistas e persistentes, excitando sua imaginação para revelar ângulos novos da situação a serem explorados. O pessimismo pelo contrário, estreita o campo de percepção e derruba a motivação evitando que se façam as tentativas necessárias. Como dizia Ford (fundador da homônima montadora de automóveis), "se você pensa que pode ou pensa que não pode, em ambos os casos você tem razão". Por exemplo: um executivo apresenta um bom projeto para a diretoria, mas não consegue aprovação. Em vez dele ficar remoendo mágoas, poderá traçar novas estratégias para o futuro, quando eventualmente o projeto voltará à consideração. A inteligência emocional permite que ele não tome essa rejeição como definitiva, porque sabe que aquilo que hoje não é aceito, poderá voltar à pauta amanhã. Como disse Edwar de Bono (consultor e autor), as pessoas não deveriam pensar em termos de "sim" ou "não", mas de "possível".
(O Estado de S. Paulo, 02/10/06) |
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| Recursos Humanos |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: Corrida tecnológica revoluciona mercado e favorece consumidor. O futuro das telecomunicações no País estará em discussão de hoje a 5ª feira em Florianópolis (SC) durante a FUTURECOM 2006. Em sua 8ª edição, o maior e mais importante evento do setor reunirá cerca de 7.000 participantes e 150 expositores.
(O Estado de S. Paulo, 02/10/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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