| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 02/01/2006 |
| Siderúrgicas |
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Canadá: O banco Credit Suisse First Boston Canada Inc. anunciou a aquisição de 2,9 milhões de ações ordinárias da Dofasco, elevando a participação do banco na empresa para 5,5% (ações ordinárias e preferenciais, por valor de US$ 235 milhões). A compra foi realizada no meio da guerra de ofertas pelo controle da Dofasco, por parte da Arcelor e ThyssenKrupp; ambas as siderúrgicas têm interesse em estabelecer uma cabeça de ponte na América do Norte. O banco esclareceu que o movimento tem propósitos apenas de investimento, não havendo o desejo de influenciar no controle da empresa.
(Metal Bulletin, 29/12/ 05) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: A redução (alto forno) e aciaria da Weirton vão ser fechadas definitivamente. A controladora Mittal Steel já comunicou ao presidente do sindicato dos trabalhadores (ISU) sobre o fechamento, que acontecerá em 60 dias. 800 trabalhadores serão afetados pela decisão. A redução e a aciaria da Weirton estavam em atividades desde a fundação em 1909. O sindicato ainda procurará meios que viabilizem a manutenção das mencionadas áreas em funcionamento. Mittal concentrará as operações da Weirton na produção de folha de flandres, mercado em que compartilha a liderança com USSteel.
(Metal Bulletin, 02/01/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Coréia do Sul: A Hyundai Motor Group, planeja vender acima de 4 milhões de veículos em 2006, crescimento aproximado de 18% em relação ao ano de 2005, com faturamento de US$ 99 bilhões. O Grupo planeja investir em 2006, US$ 8,447 bilhões, sendo US$ 5,18 bilhões em ativos e US$ 3,26 bilhões em pesquisa e desenvolvimento. O conglomerado inclui as montadoras Hyundai Motor e Kia Motors, a fornecedora de autopeça Hyundai Mobis e a siderúrgica INI Steel. A montadora tem expandido sua produção globalmente e concluiu a construção de uma planta no Estado de Alabama (EUA). A Hyundai pretende construir novas plantas na China e na Europa Oriental em 2006 e planeja se tornar até 2010 uma das cinco maiores automotivas mundiais.
(Eautoportal, 02/01/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Rússia: A Rússia superou a onda asiática da crise financeira, em 1998 e cresce em média 7% ao ano desde 2004, já chegou a crescer até 9%, tem reservas cambiais de US$ 165 bilhões, reduziu a dívida externa de 90% do PIB, naquele ano, para 28% e tem um produto interno bruto, uma riqueza interna, de US$ 1,4 trilhão, mais de duas vezes a do Brasil. Isso sem contar imensas descobertas de petróleo que elevaram suas reservas a 70 bilhões de barris, transformando-a, após a Arábia Saudita, na segunda maior produtora mundial, 8,5 milhões de barris/dia, ao lado dos EUA. Não devemos deixar de lembrar que todo esse progresso foi feito em apenas 14 anos.
(Alberto Tamer, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/01/06) |
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| Econômicas |
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Mundo: O comportamento do dólar e do euro em 2006 é um dos temas que mais dominam a atenção dos analistas estrangeiros desde o fim do ano passado. Após três anos consecutivos de queda, 2005 foi positivo para a moeda americana, que acumulou valorização de cerca de 13% diante da européia, sendo cotada hoje em torno de US$ 1,20. Mas a aposta majoritária dos investidores é de que, neste ano, o dólar iniciará novo ciclo de queda, podendo voltar a ser cotado em torno de US$ 1,30 ou mais diante do euro. O economista-chefe da consultoria Economist Intelligence Unit, Robin Bew, acredita que o dólar deverá se fortalecer um pouco neste primeiro trimestre, mas em seguida entrará em declínio.
(João Caminoto, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 02/01/06) |
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| Econômicas |
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Mundo: Economia global pode desacelerar este ano. Cenário deve-se à perspectiva de queda do consumo nos EUA. Segundo relatório do UBS Wealth Management (unidade do banco suíço UBS), 2006 será marcado por uma forte desaceleração mundial e por retornos de investimentos abaixo da média. Apesar disso, o Brasil se beneficiará das baixas taxas globais. Mesmo com as incertezas políticas, o País continua sendo a maior aposta do UBS entre os emergentes, afirma o estrategista-chefe do banco no Brasil, Paulo Tenani. Para o mundo, no entanto, o cenário não é otimista. Uma explicação está no consumo dos EUA, que pode estar prestes a recuar. Conforme o relatório Perspectivas para 2006, o consumo privado será respaldado pelo crescimento do emprego aliado à elevação de salário. Mas a taxa de poupança das famílias americanas já estava negativa no terceiro trimestre de 2005, ou seja, a renda já não era suficiente para financiar os gastos e as famílias tiveram de recorrer à poupança, descreve o relatório.
(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 02/01/06) |
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| Econômicas |
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China: País espera crescer mais 9%. Previsão leva em conta consumo interno e exportações. Relatório divulgado pelo Centro de Informações do Estado (CEI), órgão subordinado ao Conselho de Estado da China, afirma que a economia chinesa poderá passar por outro espetáculo de crescimento em 2006, com uma expansão acima de 9%. O ambiente econômico interno e externo permitirá uma elevada taxa de crescimento e a manutenção de um baixo índice de inflação. O segredo para o crescimento, segundo Hu Shaowei, pesquisador do CEI, está na crescente capacidade de consumo dos camponeses e na notável elevação do poder aquisitivo da população urbana. Para Hu, o volume de vendas no varejo e de bens de consumo deverá registrar crescimento entre 12% e 13%, mantendo assim a média dos últimos 20 meses.
(Paulo Vicentini, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 02/01/06) |
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| Econômicas |
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Argentina: País libera US$ 9,5 bilhões para pagar o FMI. Relação com o FMI vai mudar, esperam membros do governo. A ministra da Economia, Felisa Miceli, assinou a resolução que autoriza o desembolso de US$ 9,5 bilhões (atualmente no BC na categoria de reservas em disponibilidade), para o pagamento da dívida. O pagamento será em 2 e 3 de janeiro. O ministério também anunciou que entregará ao BC letras intransferíveis em dólares, com prazo de dez anos, pela mesma quantia da dívida que será cancelada, de forma que os ativos e os passivos do banco fiquem equilibrados.
(Ariel Palacios, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 31/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Com real apreciado, expectativa é de que exportação cresça menos do que em 2005 e importação aumente. O ritmo de crescimento das exportações brasileiras deve ser reduzido em 2006, apontam especialistas em comércio exterior. Já as importações serão influenciadas por um crescimento maior do PIB brasileiro, na comparação com 2005, fazendo com que o nível de crescimento ultrapasse o das vendas ao exterior. Com isso, o superávit comercial deve ficar menor que o do último ano, segundo a maior parte dos analistas. O mesmo cenário, entretanto, já havia sido traçado para 2005, mas não se concretizou. Isso mostra que as previsões podem se reverter ao longo do ano, dependendo da conjuntura global e dos rumos da economia brasileira.
(Lucianne Carneiro, Jornal do Commercio, 02/01/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: País começa em janeiro a enriquecer urânio. Produção em escala industrial se inicia no dia 17 em Resende (RJ). Depois de dois anos de polêmicas e adiamentos, a Fábrica de Combustível Nuclear das Indústrias Nucleares do Brasil (INB)começa a enriquecer urânio em escala industrial. A previsão da INB é que no ano 2010 a fábrica já consiga produzir o suficiente para abastecer as usinas de Angra 1 e 2. O enriquecimento do urânio representa 35% do custo da transformação do minério em combustível nuclear. O quilo do urânio natural salta de US$ 40 para US$ 1.500. A INB é uma indústria que agrega valor ao urânio. Poucos países dominam a tecnologia e o Brasil está hoje nesse grupo dos que detêm o conhecimento do ciclo completo do combustível nuclear, disse o diretor de Produção do Combustível Nuclear, Samuel Fayad Filho.
(Clarissa Thomé, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 31/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Liberação de mais de US$ 17 bilhões do BNDES para 2006. Em parte dos casos, a consulta ao Banco não foi formalizada em 2005, mas os contatos informais para participação já estavam adiantados. Isso ocorre, por exemplo, com o projeto da CVRD com a ThyssenKrupp para formar a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) em Sepetiba, cujo investimento previsto é de US$ 2,3 bilhões. Há a possibilidade de os acionistas nem recorrerem ao BNDES e optarem por outras formas de financiamento. Também não há decisão ainda se o BNDES apoiará ou não outra siderúrgica com participação minoritária da Vale, a Ceará Steel, uma sociedade com a coreana Dongkuk Steel e a italiana Danieli, fornecedora de equipamentos. Nesse caso, o financiamento do BNDES para parte do investimento total, de US$ 750 milhões, só pode se dar se for atingida uma participação mínima de conteúdo nacional na siderúrgica, o que contraria alguns interesses da sócia italiana. O outro grande projeto para o qual o Banco esperava liberar recursos ainda em 2005 é o do aumento de produção da CSN. A empresa não decidiu, porém, se vai expandir suas instalações em Volta Redonda ou se investe R$ 6,5 bilhões em uma nova planta em Itaguaí, na região do Porto de Sepetiba.
(Adriana Chiarini, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 31/12/05) |
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| Econômicas |
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Brasil: Regras para uso do telefone fixo mudam. A telefonia fixa no Brasil entra numa nova fase, com regras para facilitar a vida dos cerca de 40 milhões de clientes e cobrar mais qualidade das empresas na prestação dos serviços. Passam a valer a partir de hoje os novos contratos de concessão, assinados em dezembro entre as empresas do setor e a Anatel. As regras previstas nesses contratos, que terão validade de 20 anos, poderão ser revistas a cada cinco anos. Algumas das novidades passam a valer de imediato, como o uso gratuito do 102, para auxílio à lista telefônica. Outras, porém, como a medição das tarifas por minutos, entrarão em vigor só no meio do ano. O gasto com as ligações locais ficará mais fácil de ser controlado, já que, a partir de agosto, as empresas serão obrigadas a fornecer a lista de todas as chamadas feitas no mês, com duração e custo de cada uma. Atualmente, a conta só traz o total gasto. A mudança de pulso para minuto vai beneficiar quem tem o hábito de fazer ligações curtas, de até três minutos. Mas quem faz chamadas longas pagará mais caro, pois o novo modelo mede as ligações a cada seis segundos, e não mais a cada quatro minutos.
(Gerusa Marques, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/01/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Comércio, tecnologia da informação e energia vão abrir vagas em 2006. Consultores e especialistas em recursos humanos são unânimes: não há tendência de declínio ou cortes drásticos. Metas de liberação de verbas do governo federal para obras de grande porte de siderurgia, infra-estrutura e energia, implementação de projetos por meio das PPPs e expansão de grandes empresas, como a CSN e Perdigão, reforçam o otimismo quanto ao emprego. Consultores que prestam serviços de orientação e planejamento para as organizações no País citam consumo, varejo, tecnologia da informação, energia e até indústria de base como potenciais bons contratadores.
(Terciane Alves, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/01/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Decisão do Banco Central que entra em vigor hoje elimina o teto para a compra de dólares pelos bancos. O segmento de câmbio estará no foco das atenções hoje, quando o mercado financeiro inicia as atividades do novo ano. Por decisão do BC, tomada na sexta-feira, a partir de hoje fica extinto o limite de US$ 6 milhões para a compra de dólar pelos bancos. A medida tem o claro objetivo de atrair compradores para dar sustentação às cotações da moeda americana.
(Tom Morooka, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 02/01/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Analistas divergem quanto ao futuro das exportações. Mercado diz que cenário de queda é mais provável, mas entidades estão mais otimistas. As previsões de exportações para o Brasil este ano vão desde estimativas de pequena queda, conforme analistas de mercado, a projeções de crescimento mais robusto, com vendas no valor de US$ 137,5 bilhões para 2006, 17% acima do valor em 2005, segundo o cenário otimista da Fundação Centro de Estudos em Comércio Exterior (Funcex). A Funcex montou três hipóteses para 2006. O cenário básico, considerado o mais provável, leva em conta exportações brasileiras de US$ 129 bilhões em 2006 e superávit comercial de US$ 42,5 bilhões, muito próximo ao de 2005. Este quadro, mais conservador, não inclui ganhos de preços. Já o cenário otimista inclui ganhos de volumes e preços. Na estimativa mais pessimista, as exportações cairiam para US$ 115,6 bilhões.
(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 02/01/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O economista José Roberto Afonso, calculou de tudo o que a União, os Estados e os Municípios arrecadaram em 2005 com todos os impostos, taxas e contribuições. Nos seus cálculos, a carga tributária aumentou 1,23 pontos percentuais do PIB no ano passado em comparação com 2004. Já a estimativa do economista Amir Khair, prevê um crescimento de 1,54 pontos percentuais do PIB na carga. Khair utilizou a metodologia da Secretaria da Receita Federal (SRF) para o cálculo da carga tributária e a mesma base de dados. Pela metodologia da SRF, a carga ficou em 35,91% do PIB em 2004. Khair estimou que ela subiu para 37,45% do PIB em 2005. Se essa previsão se confirmar, o peso dos impostos aumentou 1,84 pontos percentuais do PIB durante os três anos deste governo. Em 2002, a carga era de 35,61% do PIB, segundo a SRF.
(O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 02/01/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Se confirmada a previsão do governo para a criação de vagas, 2005 terá sido o segundo melhor ano da década. Foram 1,2 milhão de novas vagas com carteira assinada, conforme projeções do Ministério do Trabalho, ante 1,5 milhão em 2004. Analistas do mercado apostam que em 2006 a criação de empregos deve repetir os números de 2005 ou até mesmo superá-los e empatar com o saldo recorde obtido em 2004. A economia deverá ter desempenho melhor que o de 2005, cujo crescimento não passará de 2,6%. As taxas de juros tendem a cair, mesmo que em ritmo lento, e é esperada melhora no câmbio. Para o economista da LCA Consultores Fábio Romão, este ano será parecido com 2005 na contratação de mão-de-obra. Apesar da queda em relação a 2004, com aproximadamente 323 mil postos de trabalho a menos, o número de vagas formais surpreendeu diante da baixa expansão do PIB, que deve alcançar no máximo 65% das projeções iniciais.
(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/01/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: No considerado ano do álcool, as conversões de veículos leves para gás natural atingiram recorde histórico no País. De janeiro a novembro de 2005, cerca de 200 mil veículos foram convertidos, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP). De acordo com o coordenador do comitê de GNV (gás natural veicular) da entidade, Rosalino Fernandes, as previsões indicam que, até dezembro passado, cerca de 216 mil conversões seriam realizadas. Com isso, a frota nacional de veículos que utilizam o GNV atingiria 1,05 milhão, o que significaria um aumento aproximado de 24% ano a ano.
(Luciana Collet, Gazeta Mercantil, 02/01/06) |
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| Energia |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: Apesar de não figurar entre os países que devem reduzir emissões segundo o Protocolo de Kyoto, o Brasil está entre os dez que mais emitem gás carbônico na atmosfera. Do volume total de lançamentos desse gás, causador do efeito estufa, 74% advêm do desmatamento, outros 23% têm origem na queima de combustíveis fósseis e 3% são contribuições industriais. Neste ano, a divulgação do desmatamento de 2004/2005 foi um alívio para o governo e a sociedade, houve uma redução de 31% na região da Amazônia Legal, segundo dados divulgados pelo Inpe no início de dezembro.
(AmbienteBrasil, 31/12/05) |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: O Brasil encerrou o ano de 2005 como um dos primeiros países a elaborar seu Plano Nacional de Águas, uma das exigências da Organização das Nações Unidas (ONU) incluída nas Metas do Milênio. Esses objetivos foram assumidos pelos países membros da ONU e prevêem, entre outros aspectos, o fim da pobreza e da fome no mundo até 2015. Ter uma lei das águas já é um grande avanço para o Brasil e agora ser um dos primeiros países a ter o plano nacional de recursos faz com o que o país esteja alcançando um dos resultados esperados pela ONU, no âmbito das Metas para o Milênio que é exatamente a formulação de um plano de recursos hídricos, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ressaltando que a partir de 2006, estaremos partindo para a implementação do plano. Para a ministra, o grande problema a ser equacionado pelo plano é a utilização da água de maneira mais justa, levando em conta os diferentes usos como abastecimento para seres humanos, indústrias ou projetos de irrigação.
(Agência Brasil, Gazeta Mercantil, 02/01/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Índia: Tata Metaliks comprou a Usha Ispat (estado de Maharashtra), segundo maior produtor de ferro gusa para fundição do país. O leilão foi conduzido pelo Fundo de Estabilização do Banco da Índia, que interveio na empresa quando o débito chegou a US$ 400 milhões. A Tata Metaliks já produz 300.000 t/ano de gusa em dois mini- altos fornos, e com esta aquisição incorporará mais 316.500 t/ano produzidas em três mini- altos fornos. Tata Steel já anunciou planos de dobrar sua capacidade de produção de ferro gusa no estado de West Bengala, e de instalar uma nova planta com capacidade de 500.000 t/ano.
(Metal Bulletin, 02/01/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A fabricante de rolamentos NSK está investindo R$ 10 milhões para nacionalizar sua produção de rolamentos para indústria pesada, que hoje é importada da matriz japonesa da companhia. Um fator decisivo para a mudança foi o aquecimento da indústria asiática, que sobrecarregou a fábrica no Japão com pedidos locais. Agora, as importações ficarão restritas a produtos de uso e tamanho específicos. A nova linha da NSK, que já está em fase de testes na fábrica da empresa em Suzano (SP), vai começar a produzir rolamentos de grande porte em fevereiro de 2006. Este tipo de produto, com 180 milímetros de diâmetro, é voltado para máquinas utilizadas na indústria pesada.
(Natalia Gómez, Valor Online, 02/01/06) |
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| Outras Empresas |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: O brasileiro bateu em 2005 todos os recordes da internet mundial. Em 2005, foi a população que mais baixou músicas e imagens e mais usou navegadores e comunicadores. No rastro das vendas dos aparelhos que permitem ouvir músicas (MP3) e imagens (MP4) baixadas da internet, foi a população que mais usou o serviço. Também liderou o número de horas de navegação e o uso de comunicadores, sendo o MSN, o popular Messenger da Microsoft, o mais usado. Quando o assunto são comunidades, a exemplo do Orkut, o Brasil ocupa a segunda colocação, atrás apenas do Japão, onde muitos dos usuários também são brasileiros que estudam e trabalham naquele país, os chamados dekasseguis. Os dados são de pesquisa Nielsen/IbopeNet Ratings, que monitora o que ocorre em 11 países. Em novembro, por exemplo, 12,52 milhões de brasileiros navegaram na internet utilizando computadores em seus domicílios, um aumento de 17,5% em relação ao total verificado em janeiro. O número de horas diárias navegadas atingiu 17 horas e 53 minutos, fazendo do País o líder no uso.
(Carlos Franco, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 02/01/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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