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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 18/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: CSN obteve grau de investimento pela Fitch. A CSN informou que, com a revisão da metodologia de nota de classificação de risco de ' teto país' por parte da agência Fitch, a empresa teve seu rating aumentado de BB mais para BBB menos, considerado como grau de investimento.



(Infomet, 18/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: A CSN obteve ontem licença para implantar sua fábrica de cimentos a partir de agregado siderúrgico de alto-forno, em Volta Redonda (RJ). A previsão é de que a unidade deve produzir 3 Mt/ano. A autorização foi dada pela Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA) e pela Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) do estado do Rio de Janeiro.




(Jornaldocommercio, 18/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: A Mittal pediu na quarta-feira que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) reconsidere a decisão de obrigar a empresa a realizar uma oferta pública de ações (tag along) para os acionistas da Arcelor Brasil. A área técnica da CVM entende que a fusão entre a Mittal e a Arcelor, operação avaliada em US$ 38,3 bilhões anunciada em 26 de julho, representa mudança de controle, já que a Mittal teria adquirido mais de 50% das ações da Arcelor. Se prevalecer o entendimento da CVM, o custo final da transação entre a Mittal e a Arcelor poderá aumentar em até US$ 3,9 bilhões. Assim, a Mittal teria adquirido o controle indireto de Arcelor Brasil, o que implica, com base no estatuto da própria companhia brasileira, na realização de uma oferta pública aos acionistas (tag along). A Mittal rejeita a exigência, argumentando que não houve mudança de controle da Arcelor Brasil e que o lançamento de uma OPA (Oferta Pública de Aquisição), portanto, não é necessário. Agora, a área técnica da autarquia tem até o próximo dia 30 de agosto para responder se vai acatar o pedido.



(Aluísio Alves, Gazeta Mercantil, 18/08/06)
Siderúrgicas
China: Os preços do aço inox 304 (laminado a quente e a frio) originário da Ásia, terão aumento em torno de US$ 100/t devido ao aumento no preço do níquel. Países do leste asiático estão negociando entregas a até US$ 3.100/t e até US$ 3.300/t na China. Os estoques desse tipo de aço estão baixos e os clientes estão somente comprando quando necessário. Os distribuidores aço inox estão mantendo expectativas de novos aumentos para o decorrer do ano. Taiwan’s Yieh United Steel Corp (Yusco) e Tang Eng Iron Works aumentarão os preços de seus laminados a quente e a frio em até US$ 450/t, devido ao aumento do preço das matérias primas. No inicio da semana os maiores produtores chineses e a Taiyuan Steel aumentaram em 14% os preços de seus produtos devido ao preço recorde do níquel.



(Metal Bulletin, 18/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Worthington Industries comprou o re-processador de aços inox Precision Specialty Metals. O valor da transação foi de US$ 33,7 milhões à vista. Com esta aquisição Worthington tornou- se a única laminação da Costa Oeste a operar a cadeia completa de transformação por laminação a frio, transformando tiras a quente em tiras a frio e depois em fitas, incluindo aço inox. Este movimento faz parte da consolidação da indústria siderúrgica, abrangendo usinas, centros de distribuição e relaminações (re-processadores). Reliance Steel & Aluminium tem sido a mais ativa consolidadora de outros revendedores, seguida pela Ryerson. Recentemente Esmark comprou Independent Steel por US$ 21 milhões; Olympic Steel comprou GSP por US$ 10 milhões; e Steel Technologies comprou Kasle Steel Corp. por US$ 49 milhões.



(Metal Bulletin, 18/07/06)
Siderúrgicas
Reino Unido: A Bolsa de Metais de Londres impôs limites de backwardation ao níquel. A medida foi imposta para evitar o pânico no mercado devido aos extremamente baixos níveis de estoque. Embora controvertida entre os negociantes de metais, a LME tomou essa providência para proteção dos agentes (especialmente de venda), visando evitar o surgimento de situações desconhecidas de ruptura do mercado. (obs: backwardation ou mercado invertido, é a situação em que o preço de um ativo á vista é superior ao seu preço futuro devido à escassez em situação de forte demanda). No caso do cobre, alta backwardation atraiu o metal de novo para os estoques; mas no caso do níquel isto não aconteceu, o que segundo alguns analistas significa que a situação de fornecimento é realmente crítica, e que a redução dos estoques a zero é uma possibilidade. 



(Metal Bulletin, 17/08/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: Randon de olho em vendas para mineradoras. De olho nos crescentes investimentos das grandes mineradoras brasileiras, especialmente a CVRD e suas coligadas, a Randon Veículos do setor de veículos especiais, aumentará a capacidade de produção de caminhões fora de estrada. Segundo o diretor Corporativo e de Relações com Investidores da Randon, Astor Milton Schmitt, alguns segmentos do mercado brasileiro serão grandes impulsionadores da economia nos próximos 5 anos e se expandirão muito acima do PIB do país. "Entre eles, está a mineração", explicou. Parte dos investimentos de R$ 800 milhões anunciados pelo grupo no início deste mês, que abrange 2005 a 2010, serão destinado ao segmento.



(Bruno Villas Bôas, Jornal do Commercio, 18/08/06)
Automotivas
Brasil: As vendas de automóveis e comerciais leves com motores bicombustíveis atingiram ontem 2 milhões de unidades, de acordo com dados divulgados pela Anfavea. Deste total, cerca de 800.000 unidades foram produzidas apenas neste ano. Esta tecnologia representa 77% das vendas de automóveis e comerciais leves no mercado brasileiro. Seis montadoras detêm esta tecnologia atualmente no mercado brasileiro. Volkswagen, Fiat e General Motors têm cerca de 90% da produção com motores flexíveis (gasolina e álcool). Ford, Renault e Peugeot/ Citroën completam o grupo. As próximas a aderirem serão as japonesas Honda e Toyota, agora neste 2º semestre, de acordo com metas já anunciadas.



(Wagner Oliveira, Gazeta Mercantil, 18/08/06) (Carsale, 17/08/06)
Automotivas
Brasil: A Volkswagen Caminhões e Ônibus planeja incrementar a participação das exportações para 25% das vendas, principalmente em chassis para ônibus e com a nova linha de caminhões que foi lançada este ano, visando compensar a queda de demanda registrada no mercado interno. A empresa produz 3.000 veículos/mês na fábrica de Resende (RJ), única do grupo no mundo a produzir veículos pesados, dos quais 20% são comercializados para América do Sul, África e Oriente Médio.



(Bruno Villas Bôas, Jornal do Commercio, 18/08/06)
Automotivas
Brasil: Em duas semanas, a Audi vai parar de fabricar carros no País. Sete anos depois de abrir fábrica no Paraná, empresa encerra produção do Audi A3 no País. A Audi é mais uma marca que abandona a produção local para voltar a ser importadora. A nova geração do A3, bem mais cara que a atual, começará a ser importada da Alemanha em setembro. As vendas do Audi A3 chegaram a 11.000 unidades em 2001, mas despencaram. Este ano foram apenas 1.300 unidades, já sob o impacto do anúncio do fim da produção. Das novas montadoras que chegaram ao País nos últimos 10 anos, a Audi é a 4ª a desistir da produção. A Chrysler fechou a fábrica da picape Dakota no Paraná. A International desativou a linha de caminhões no Rio Grande do Sul e a Land Rover deixou de montar no ABC o jipe Defender. A Mercedes-Benz acabou com o Classe A em Minas Gerais, mas fará um modelo para exportação na mesma planta.



(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Automotivas
EUA: A Visteon, fabricante de autopeças, colocou duas das 5 plantas existentes na Alemanha à venda. Esta decisão eliminará cerca de 2.800 postos de trabalho. As plantas localizadas em Wuelfrath e Dueren não se encaixam mais na estratégia do grupo, que tem focado mais no interior de veículos, controles eletrônicos e de climatização.



(Automotive News – Reuters, 17/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Fitch eleva teto-país do Brasil. A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou ontem o teto país ("country ceiling") do Brasil de BB para BB+ e de mais 39 países. A nota do teto-país representa os ratings em moeda estrangeira das transações originadas em cada nação, diferente do risco soberano, que aponta a qualidade de crédito. A nota do teto país é mais um dado para analisar o risco de que medidas de controle de câmbio venham a ser adotadas pelos governos e, com isso, dificultar ou impedir a capacidade do setor privado de converter moeda local em estrangeira e a transferir para credores não residentes.




(Lucianne Carneiro, Jornal do Commercio, 18/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 17/08/06: Dólar subiu 0,18%, cotado a R$ 2,142. O Ibovespa em queda de 0,31% aos 37.558 pontos. O Risco país estável aos 210 pontos. O Global 40 em queda de 0,16% aos 130,47% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,11% aos 109,87% do seu valor de face. O Euro teve alta de 0,07% cotado a R$ 2,747.



(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 18/08/06)
Econômicas
Brasil: Superávit na balança comercial impulsiona resultado de US$ 3,04 bilhões nas transações com o exterior em julho. Com o impulso proporcionado pelo superávit recorde da balança comercial, o Brasil teve em julho o maior saldo nas suas transações com o exterior da série estatística divulgada pelo BC, iniciada em 1947. A conta corrente registra as operações de comércio, serviços e transferência de renda do Brasil com o exterior. Em julho de 2005, o superávit havia sido de US$ 2,566 bilhões. Mas esse resultado recorde na conta corrente não é uma tendência. Nos próximos meses, o superávit deve se acomodar em um nível menor, e o BC já projeta saldo de US$ 1,5 bilhão em agosto



(Fabio Graner, Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Econômicas
Brasil: O economista-chefe da Febraban, Roberto Troster, criticou as medidas para reduzir o spread bancário anunciadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele afirmou que elas não levarão à redução significativa das taxas cobradas do consumidor. Economistas e entidades financeiras também criticaram o pacote, que classificaram de "insuficiente". Para a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), as medidas terão "eficácia limitada". 



(Thiago Velloso, Patrícia Campos Mello, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Econômicas
Brasil: Arrecadação federal cresce 4,37% ante julho de 2005 e bate mais um recorde. A arrecadação de impostos e contribuições federais em julho, de R$ 33,84 bilhões, bateu mais um recorde e deve aumentar ainda mais. Em relação a junho, houve queda de 0,74%. No ano, foram arrecadados R$ 222,21 bilhões, 3,25% mais que no mesmo período do ano passado. Esse resultado, segundo o secretário-adjunto da Receita Federal, Ricardo Pinheiro, é significativo porque superou o do ano passado mesmo com as medidas de desoneração, estimadas em R$ 8,97 bilhões



(Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Econômicas
Brasil: Os bancos e o custo do crédito. A concentração do mercado em poucos bancos é uma das razões pelas quais o crédito é tão caro no Brasil. Outros fatores se juntam à concentração bancária para justificar o alto nível dos juros no País. Há o ambiente macroeconômico ainda não inteiramente confiável, que não ajuda a derrubar a percepção de que o risco do crédito no Brasil é alto. E há o risco judicial (por exemplo, dificuldade para de imóveis em garantia). Os bancos oficiais (BB e CEF) também concorrem em igualdade com os bancos privados em juros e taxas. O governo prepara medidas para forçar a redução dos custos do crédito.



(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Econômicas
Brasil: Inflação medida pelo IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) desacelerou em agosto e apontou alta de 0,27%. Em julho, a variação havia sido de 0,39%. Segundo a FGV, os decréscimos dos preços no atacado, que correspondem a 60% da taxa, e da construção civil explicam o movimento.




(Clarice Spitz, Folha Online, 18/08/06)
Econômicas
China: O Banco Popular da China elevou sua taxa de juros para 6,12%, um aumento de 0,27 ponto percentual. Foi a segunda alta de juros na China neste ano, em mais uma medida do governo para desacelerar a economia. O 1º aumento deste ano, também de 0,27 ponto percentual, foi efetuado em abril (a taxa anterior era de 5,85%). A taxa de juros para empréstimos de 5 anos ficou mais alta, em 6,84% ao ano.




(Vinícius Albuquerque, Folha Online, 18/08/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Segundo executivo da Petrobras, descobertas recentes podem garantir abastecimento de gás por mais 30 anos. O Brasil pode triplicar suas reservas de gás natural, atualmente em 320 bilhões de m³, caso a Petrobras confirme descobertas feitas recentemente, informou ontem o diretor de gás e energia da estatal, Ildo Sauer. Com outros recursos já descobertos, podemos chegar a algo entre 820 bilhões e 1 trilhão de m³, afirmou o executivo. Sauer explicou que os volumes adicionais ainda não foram declarados como reservas provadas porque não atendem às condições dos órgãos reguladores.



(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Energia
Japão: País estabelecerá normas nacionais para o uso do biodiesel este ano. O objetivo é alavancar a demanda pelo combustível, porém, sem obrigar as refinarias a vende-lo. A nova lei entrará em vigor no final no ano fiscal (março/2007). A expectativa é substituir 3,14 milhões de barris/ano de combustível por bio-etanol até 2010 (este volume corresponde por menos de 0,2% da demanda total japonesa por petróleo). Mas o Japão ainda é incapaz de atingir auto-suficiência, uma vez que precisa se valer das colheitas da Malásia ou Brasil para abastece-lo com a maior parte do biodiesel ou etanol importados. O país utilizou quase 643.000 barris/dia de diesel e 1,1 milhão de barris/dia de gasolina em 2005.



(Automotive News – Reuters, 17/08/06)
Energia
 Meio Ambiente
Mundo: A escassez de água cresceu 6 vezes nos últimos 100 anos, e ainda deve dobrar até 2050. Um terço do mundo já enfrenta o problema, indica um relatório divulgado ontem, na Austrália, pelo Instituto Internacional de Gerenciamento de Água. As áreas cultivadas ficam com 80% da água consumida no mundo, diz o diretor do instituto, Frank Rijsberman. Os países ricos, diz o Fundo Mundial para o Meio Ambiente (WWF), enfrentarão o mesmo problema de escassez dos países pobres da África.



(Reuters, O Estado de SP,16/08/06)
Meio Ambiente
Mundo: Crescimento populacional e indicadores sociais preocupam. No mundo, onde se ultrapassou a casa dos 6,5 bilhões de habitantes ,com mais 160.000 por dia, chegamos em julho a 6.527.525.419, a previsão para 2050 é de 9,3 bilhões, dependendo da taxa de crescimento, que vem decaindo. De qualquer forma, pela 1ª vez a maioria da população estará nas cidades, o que complica o problema, porque aumenta o consumo de materiais, alimentos e energia, no momento em que já se está acima da capacidade de reposição de recursos e serviços naturais no planeta. Apenas na área da energia, prevê-se um aumento de 71% no consumo até 2030. A estimativa é que 85% da população neste século estará nos países ditos em desenvolvimento, enquanto mais de 80% do consumo estará nos países industrializados, aumentando os movimentos migratórios. No ano passado já havia 191 milhões de migrantes no mundo, dos quais 115 milhões se transferiram para os países industrializados. Mas, está crescendo também a chamada migração Sul-Sul, já com mais de 75 milhões de pessoas. São, todos, números que aconselham muita reflexão aos formuladores de políticas públicas. Principalmente na Grande São Paulo, que, em 2015, chegará a 20 milhões de habitantes. Mais que Nova York.



(Washington Novaes, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Brasil: Compra da Inco pela Vale pouco deve afetar cotação do níquel no mercado. Uma eventual compra da canadense Inco pela CVRD não deve afetar as cotações do níquel. Na opinião de analistas, a aquisição não teria forte impacto sobre o mercado de metais porque a Vale não tem como se tornar uma grande produtora apenas com os projetos que vem desenvolvendo no Brasil. A elevação da Vale ao 2º lugar no ranking de produtores do níquel, com potencial para a tomada da liderança a partir de 2011, implicaria apenas em uma reorganização geográfica da indústria mineradora, sem alteração do poder de barganha das empresas para negociar contratos. A cotação do níquel tem batido sucessivos recordes, na Bolsa de Metais de Londres (LME), que fez restrições à entrega do metal, devido aos baixos estoques. O níquel fechou o dia em alta de 3.8%, a US$ 28.650/t.




(Danielle Nogueira, DCI, 18/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A CVRD, iniciou a concessão de contratos para um projeto que movimentará US$ 2 bilhões em Moçambique, e que poderá criar a maior mina de carvão mineral do hemisfério sul. A Vale, decidiu dar andamento ao projeto Moatize, segundo Estêvão Rafael, autoridade do governo de Moçambique. A empresa está expandindo as operações de mineração de carvão para aumentar as vendas das matérias-primas utilizadas por suas siderúrgicas clientes, como a ThyssenKrupp AG. Moçambique, que enfrentou 14 anos de guerra civil, deseja começar a exportar carvão e a utilizar a energia elétrica gerada em Moatize para atrair fundições e outras empresas para sua economia, que movimenta US$ 5,6 bilhões/ano. A entrada em operação da mina colocará Moçambique em concorrência direta com a vizinha África do Sul, país que é o 4º maior exportador mundial de carvão e que no ano passado exportou 69,2 Mt.



(DCI, 18/08/06)
Outras Empresas
Brasil: A MMX, empresa do grupo EBX, anunciou que iniciará as obras de implantação da Mina Amapá. A mina faz parte do Sistema MMX Amapá, que além da extração de minério de ferro, conta com uma estrada de ferro operada sob regime de concessão pela MMX Logística do Amapá e compreenderá, ainda, um terminal portuário no município de Santana. O investimento total previsto em todo o sistema é de US$ 270 milhões, que serão pagos com financiamento e capital próprio. As estimativas da empresa indicam que a mina poderá produzir até 6,5 Mt/ano de minério de ferro, a partir de 2009. Além disso a companhia também prevê a produção de 2 Mt/ano de ferro-gusa a partir de 2008. A empresa obteve R$ 1,03 bilhão com o lançamento de ações em julho desde ano.



(Infomet, 18/08/06)
Outras Empresas
 Tecnologia da Informação
EUA: A Casa Branca renova contrato com a Icann e ignora debate na ONU sobre democratização da Internet. O governo dos EUA mantém o controle técnico sobre a internet até 2011. Nesta semana, o governo americano renovou contrato com a Icann, empresa com sede na Califórnia e responsável pela gestão da rede mundial de computadores. A decisão americana de renovar sua ligação com a Icann ocorreu 2 meses antes de uma reunião da ONU na Grécia, que vai discutir o futuro da Internet.



(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 18/08/06)
Tecnologia da Informação

DAVINCI Engenharia

ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.