| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 16/08/2006 |
| Siderúrgicas |
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Reino Unido: Corus afirmou que aumentará acima de 10% todos os preços de seus produtos longos produzidos para entregas no 4º trimestre. A empresa divulgará o aumento específico de cada um dos produtos nas próximas semanas, e este aumento será aplicado em todos os produtos da divisão de longos, os quais incluem perfis médios e pesados, fio máquina, trilhos, aços para construção mecânica e barras laminadas e barras com acabamento a frio. Na média, o aumento representa US$ 85/t
(Metal Bulletin, 15/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Alemanha: ThyssenKrupp (TK) acompanhou Arcelor e Salzgitter com aumento de EUR 30/t das tiras (laminadas a quente e a frio), e dos preços dos produtos planos revestidos, para o 4° trimestre. Na semana passada a Arcelor e a Salzgitter anunciaram aumentos similares nos preços. Arcelor está com plano de aumentar em EUR 50/t das tiras laminadas em outubro enquanto que a Salzgitter anunciou para o 4º trimestre aumento de EUR 40/t. No mercado interno americano os preços já tiveram aumento de EUR 100/t nos últimos 12 meses. TK confirmou que pretende construir uma nova usina nos EUA, um investimento de EUR 2,3 bilhões. A usina poderá ser usada para processar placas da Cia Siderúrgica do Atlântico (CSA), sua joint venture no Brasil com a CVRD.
(Metal Bulletin, 15/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: Baotou Steel inicia produção comercial de 900.000 t/ano de trilhos e perfis laminados. No interior da Mongólia o grupo escolheu uma de suas subsidiárias que começou a produzir no inicio de agosto. Este tipo de produto cumpre com as especificações do Ministério dos Transportes que está promovendo o uso de trilhos com 100 metros de comprimento, substituindo os normalmente utilizados que possuem 25 metros. A Baotou Iron & Steel e uma das 3 principais fornecedoras do país, junto da Anshan Iron & Steel e Panzhihua Iron & Steel. A Panzhihua Steel tornou-se a 1º empresa chinesa a produzir trilhos ferroviários com 100 metros de comprimento, no inicio de 2005.
(Metal Bulletin, 15/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Coréia do Sul: Posco reinicia operações no 1º laminador de fio máquina da planta de Pohang, após paralisação por 60 dias, para melhorias da qualidade. O upgrade permitirá a produção de fio máquina de alta qualidade para a indústria automotiva, mantendo os níveis de produção atuais. Estas inovações fazem parte da estratégia da Posco para manutenção de sua participação no mercado do segmento automotivo, para contrabalançar a ameaça representada pela produção de aços tipo commodity pela China. A siderúrgica produz quase 2 Mt/ano de fio máquina em seus 3 laminadores em Pohang.
(Metal Bulletin, 16/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Rússia: Maxi Group prepara-se para iniciar produção em seu 2º EAF da usina de Revda, com capacidade de 1 Mt/ano, em setembro. O 1º EAF entrou em operação no fim do ano passado, foi projetado para produzir 1 Mt/ano. A siderúrgica planeja introduzir um 3º EAF até 2008. O proprietário e presidente do grupo, Nikolai Maximov, afirmou que pretende construir uma rede de 10 mini-mills para a produção de 10 Mt/ano de aço bruto até 2012. A capacidade de laminação até o fim de 2006 será de 1,32 Mt/ano. Atualmente o grupo produz apenas 320.000 t/ano de fio máquina, mas espera-se que até o fim de novembro, seja adicionada uma capacidade de 1 Mt/ano de produtos longos leves. Recentemente o grupo assinou com Danieli o fornecimento de um laminador de tubos de 450.000 t/ano
(Metal Bulletin, 15/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: O cenário para as automotivas continuará favorável até 2007. De acordo com projeção da Tendências Consultoria Integrada, as vendas de automóveis e comerciais leves deverão atingir em 2007 um total de 1,89 milhão de unidades. Após 10 anos, o setor poderá bater o recorde de 1997, quando fechou com 1,87 milhão de unidades, o melhor desempenho da história. Neste ano o crescimento deverá ser de 8,2% em relação ao ano passado. Para o mercado de caminhões, os analistas prevêem para este ano uma queda de 6% em relação ao ano passado, e para 2007, uma recuperação de 4,5% em relação a 2006. De acordo com Adriano Pitoli, economista responsável pelas projeções, aumento de crédito, redução de juros e planos de financiamento irão impulsionar as vendas de veículos.
(Wagner Oliveira, Gazeta Mercantil, 16/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Dupont triplicará o faturamento de sua divisão de pintura automotiva no país até o fim de 2006 (base de comparação, 2002). Além do aumento regional da produção automotiva, o crescimento também foi alavancado, principalmente, pela aplicação da metodologia Seis Sigma e da implementação de uma novo plano estratégico de marketing. Com uma média de crescimento anual de 13% da indústria automotiva nacional, a empresa está focando as demandas das montadoras que mais crescem na região, tais como Fiat, Ford, Toyota, Volkswagen e Volvo.
(Just-auto.com, 15/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: Segundo pesquisa da Universidade de Michingan, compradores de veículos no país estão satisfeitos com suas aquisições. O índice de satisfação dos consumidores americanos em relação aos seus automóveis cresceu 1,3% para 81 pontos, puxado principalmente pela melhoria na qualidade. O rank, que pode chegar ao máximo de 100 pontos, foi baseado em uma pesquisa com mais de 5.000 usuários, sobre qualidade, assistência técnica e preço. O estudo também mostrou que as americanas GM (86 pontos) e Ford (77 pontos), que têm perdido participação de mercado nos EUA para suas concorrentes estrangeiras, continuam atrás de montadoras tais como Toyota (87 pontos) e Honda (86 pontos).
(Automotive News – Reuters, 15/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: A Delphi registrou um prejuízo líquido de US$ 2,6 bilhões no 1º semestre de 2006. No 1º semestre de 2005 a sistemista havia registrado prejuízo de US$ 741 milhões. O faturamento no período totalizou US$ 14 bilhões (+0,7% ano a ano). A Delphi ocupa o 4º lugar na lista dos 100 maiores fornecedores globais do Automotive News com vendas mundiais de autopeças estimadas de US$ 22,59 bilhões em 2005.
(Dale Jewett, Automotive News, 15/08/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: O Brasil foi o 3º país de maior crescimento nas exportações de produtos agrícolas em um prazo de 10 anos, atrás apenas de Chile e México, num grupo de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Segundo o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), o crescimento médio anual foi de 5,8% de 1995 a 2004.
(O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Na opinião do economista e ex-diretor do BC Carlos Thadeu Gomes, a queda dos spreads bancários no Brasil e, por conseqüência, dos juros nos empréstimos, só ocorrerá com a redução das exigências de capital feitas aos bancos e o aumento do mercado de securitização dos créditos. Para ele, a reestruturação do sistema financeiro após o Plano Real levou a uma exigência de capitalização excessiva dos bancos, que passaram a privilegiar posições em títulos públicos federais, em detrimento da operação de crédito. Para o economista, os depósitos compulsórios, a carga tributária sobre operações financeiras e a superposição dos papéis desempenhados pelos bancos federais têm influência no custo do crédito no Brasil.
(Thiago Velloso, O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 15/08/06: Dólar caiu 0,18%, cotado a R$ 2,162. O Ibovespa em alta de 2,02% aos 37.295 pontos. O Risco país estável aos 206 pontos. O Global 40 em alta de 0,51% aos 129,85% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,57% aos 109,62% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,50% cotado a R$ 2,738.
(Bruna Croce, Jornal do Commercio, 16/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Bancos suíços estão interessados no Brasil. Atentos ao lucro das instituições financeiras brasileiras, executivos da Suíça falam em grande potencial do País. O retorno sobre o patrimônio na Suíça é de 26,9% e no Brasil, de 24,7%. Uma consulta nos mercados financeiros de Genebra e Zurique mostra que essa rentabilidade é acompanhada de perto pelos suíços. O UBS e o Bank Leu querem ganhar espaço no Brasil. O Credit Suisse foi o 1º a entrar no mercado brasileiro, em 1998. Hoje, tem ativos totais de US$ 9,7 bilhões no Brasil. Patrick Zuppiger, um dos porta-vozes do banco, afirmou que existe um potencial crescente para a indústria de serviços financeiros no Brasil que querem desenvolver. Os suiços acreditam que o Brasil oferece oportunidades de crescimento significativas.
(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem que o governo anuncia ainda este mês o conjunto de medidas para facilitar a queda do spread bancário. Ele disse que as mudanças são necessárias porque os spreads elevados encarecem os custos do crédito e dos investimentos. As medidas estão sendo discutidas pela equipe econômica. Dentro de 15 dias, serão anunciadas medidas para o setor habitacional. Ele disse que os empresários precisam ser mais ousados e investir na ampliação da capacidade produtiva. Mantega espera que a taxa de investimento no País passe dos atuais 20% do PIB para 25% nos próximos 4 anos.
(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que até hoje emprestou cerca de US$ 1 bilhão ao setor privado, poderá ampliar gradualmente esse valor para perto de US$ 5 bilhões com a nova estratégia autorizada pela sua diretoria executiva e anunciada ontem. Parte de um esforço que reflete a retração dos governos centrais e o aumento da participação das empresas no financiamento de projetos de interesse público na AL e Caribe. O novo modelo de operações permitirá ao BID conceder empréstimos sem garantia soberana a empresas de capital privado, público e misto em todos os setores da economia. Até agora, os créditos do BID ao setor privado estavam restritos aos segmentos de infra-estrutura, de mercado de capitais e financiamento de comércio.
(Paulo Sotero, O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O País cresce menos que o mundo como um todo, e até menos que os vizinhos da América Latina. Prêmios Nobel de Economia reconhecem que o Brasil é um país cheio de promessas e possibilidades e que não há nenhuma razão intrínseca para que não tenha o sucesso dos asiáticos. Todos compartilham a concepção de que o desenvolvimento verdadeiro é um processo que envolve toda a sociedade, realizado pelos cidadãos, e não pelo Estado, que precisam estar livres de amarras para empreender, construir e progredir. Todos apontam o excesso de burocracia e regulamentações e os impostos elevados como sérios entraves para o Brasil. Para Robert Mundell (Nobel de 1999), o Brasil é um dos países mais fechados do mundo e todas as evidências comprovam que o intercâmbio, com o resto do mundo, favorece o desenvolvimento. James Heckman (Nobel de 2000) reforça a tese comum de que faltam incentivos para que as pessoas possam ser mais competitivas.
(Antônio Márcio Buainain, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: No ano passado, o presidente da GM do Brasil, Ray Young, advertia que, em 5 anos, o mercado brasileiro corre o risco de ser tomado pelos veículos chineses. Este não é um problema exclusivo do setor automotivo, pois toda a indústria brasileira está enfrentando ou está na iminência de enfrentar esta ameaça. Por enquanto, vão perdendo mais mercado externo do que interno. Acreditam que o inimigo é o câmbio adverso, que dá em troca cada vez menos reais por dólar faturado no exterior. Esta é só uma pequena parte do problema. Mais grave é o fato de que os chineses estão tomando mercado externo da indústria brasileira. Nem uma eventual desvalorização do real, será capaz de reverter a tendência.
(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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China: País adota nova medida para conter crescimento. A China elevou pela 2ª vez em 60 dias a quantidade de dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar imobilizada no BC, o que vai retirar US$ 18,8 bilhões de circulação. A medida mostra que o governo continua preocupado com o forte ritmo de crescimento da economia, que registrou expansão de 11,3% no 2º trimestre, a mais alta em uma década. O objetivo do aumento do depósito compulsório é reduzir o volume de dinheiro à disposição dos bancos e, em conseqüência, a quantidade de empréstimos. Os financiamentos a baixo custo são um dos principais combustíveis do alto índice de investimentos na China, que teve expansão de 30,9% no 2º trimestre.
(Claudia Trevisan, Folha Online, 16/08/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: Itaipu Binacional faz carro elétrico. Empresa lidera grupo que prevê lançar veículo ainda este ano. Empresas do setor de energia se anteciparam às montadoras e estão desenvolvendo, no Brasil, veículos elétricos que podem ser abastecidos na tomada. A demanda inicial é pequena e será destinada exclusivamente para frotas das próprias empresas de energia, como Eletrobrás e CPFL, que encomendaram 6 veículos. A Itaipu pretende agregar à sua frota 26 carros e a KWO, dona de usinas hidrelétricas na Suíça, pediu 4 unidades. Todas são parceiras no desenvolvimento do veículo elétrico. A Fiat também participa com o fornecimento do modelo Palio e assessoria técnica. Em países como EUA e Japão a iniciativa partiu da indústria automotiva, preocupada com o avanço do preço do petróleo.
(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Energia |
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Brasil: Petrobras admite defasagem de 11,6% no preço de combustíveis. O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, reconheceu ontem que existe uma defasagem entre os preços dos combustíveis no Brasil e os valores dos EUA, mercado que baliza as cotações internacionais dos derivados de petróleo. O executivo frisou, porém, que a empresa não vai alterar sua política de reajustes, que prevê o acompanhamento no longo prazo das cotações internacionais. Segundo dados da empresa, o preço médio dos derivados no Brasil no 2º trimestre ficou em US$ 70,7 por barril, enquanto nos EUA o valor de venda dos mesmos produtos chegou a US$ 80, em média, o que dá uma diferença de 11,6%.
(Nicola Pamplona, Teresa Navarro, O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Energia |
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| Logística |
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Brasil: A ALL fechou o 1º semestre de 2006 com lucro líquido consolidado de R$ 97,6 milhões, (+97,1% ano a ano). A empresa está investindo R$ 400 milhões este ano no processo de reestruturação da Brasil Ferrovias. Esse balanço não inclui os resultados da holding Brasil Ferrovias, concessionária adquirida pela ALL em 16 junho deste ano. Em 2006 as empresas serão administradas e avaliadas separadamente.
(Cristina Rios, Gazeta Mercantil, 16/08/06) |
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| Logística |
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Brasil: Representantes do governo do Estado do Rio de Janeiro e do setor privado apresentaram, na sede da Associação Comercial do Rio um projeto que pretende transformar o Porto do Rio no 2º maior do País no comércio internacional. Para tanto seria necessário investir R$ 286 milhões. O projeto prevê a dragagem dos canais de acesso e berços de atracação, com elevação da profundidade, que hoje é de 7 m, para até 15 m na área dos terminais de contêineres. Na questão do acesso estão previstas duas rodovias, que ligariam a Avenida Brasil diretamente ao porto, enquanto seria implantado um sistema de bitola mista para o transporte ferroviário. Segundo Rogério Caffaro, presidente do Sindicato dos Operadores Portuários do Rio, R$ 91 milhões viriam do setor privado, enquanto os governos municipal, estadual e federal participariam com os R$ 195 milhões restantes.
(Rafael Rosas, Gazeta Mercantil, 16/08/06) |
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| Logística |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do grupo Votorantim, pode tornar-se a maior fábrica integrada de alumínio do mundo, a partir de 8 de fevereiro de 2007. Nesta data, a empresa deve concluir as obras de expansão para produzir 470.000 t de alumínio / ano. Antonio Ermírio de Moraes, presidente executivo da CBA, disse que após concluída a expansão, será planejado novo salto para 600.000 t anuais de alumínio.
(Milton da Rocha Filho, Jornal do Commercio, 16/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Inco apóia oferta da Phelps Dodge e abre negociação com Vale. Depois de formalizada a proposta da CVRD pela Inco, as concorrentes da vale assumiram posição ofensiva na disputa pela companhia. A canadense Teck Cominco elevou a proposta de US$ 16,7 bilhões para US$ 17,8 bilhões, superando ligeiramente a oferta da Vale de US$ 17,6 bilhões. A americana Phelps Dodge manteve sua proposta, mas obteve da diretoria da Inco o compromisso de apoio a sua oferta. A Teck Cominco, anunciou que vai captar até US$ 5,1 bilhões por meio de uma oferta pública de ações para financiar a nova proposta. A disputa das três empresas é pelas reservas de 7,8 milhões de toneladas de níquel da Inco e por seu corpo técnico, reconhecido como um dos melhores no setor.
(Danielle Nogueira, DCI, 16/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Bolivia: Bolivia concorda em assinar acordo de exploração da mina de Mutún com a Jindal. O governo boliviano assinou o contrato final com a empresa indiana Jindal Steel & Power Ltd cedendo os direitos de exploração do local. A Bolívia tinha concordado com os termos do contrato, que concede metade dos lucros para o estado. Executivos da Jindal assinaram contrato de exploração da mina por um período de 40 anos com o presidente boliviano Evo Morales. No acordo, o governo espera ganhar aproximadamente US$ 200 milhões/ano. A Jindal investirá cerca de US$ 2 bilhões em El Mutún no período de 7 a 8 anos. A empresa construirá uma unidade de pelotização dentro de 3 anos e em 5 anos espera-se construir plantas que produzirão ferro gusa, DRI e aço. JSPL venceu a concorrência para exploração das minas de El Mutún que possuem reservas de 175 Mt de minério com teor médio de 67% de ferro, bem como reservas de 40 bilhões de toneladas.
(Metal Bulletin, 15/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Suiça: Xtrata assume controle efetivo da canadense Falconbridge. A suíça Xstrata anunciou nesta terça-feira que tomou controle efetivo da mineradora canadense Falconbridge, enquanto estende o prazo de expiração de sua oferta, à vista, para ter mais tempo para obter as ações restantes. A Xstrata declarou que 67,8% das ações da Falconbridge tinham sido oferecidas até o fechamento da oferta e que agora ela detém 92,1% das ações da companhia canadense. O anúncio desta terça-feira acontece um ano e um dia após a Xstrata ter comprado participação de 20% na Falconbridge, a US$ 24,9/ação.
(DCI, 16/08/06) |
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| Outras Empresas |
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| Recursos Humanos |
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Brasil: Sindicato é contra fusão da CSN e Wheeling. Um dos sindicatos mais poderosos dos EUA decidiu se opor ao plano da CSN para ampliar sua presença no mercado americano, um passo considerado decisivo para assegurar a sobrevivência da brasileira diante da consolidação da indústria em torno de grandes grupos internacionais. Em comunicado divulgado na 2ª feira, os Metalúrgicos Unidos (USW) anunciaram que vão trabalhar contra a proposta de fusão dos ativos americanos da CSN com os da Wheeling-Pittsburgh. O acordo que regula as relações entre o sindicato e a Wheeling foi assinado em 2003, quando a empresa saiu da concordata, e é válido até 2008. Uma de suas cláusulas diz que qualquer tentativa de transferência do controle da empresa precisa ser submetida primeiro à avaliação do USW, que tem o direito de submeter uma proposta alternativa.
(Ricardo Balthazar, Valor Online, 16/08/06) |
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| Recursos Humanos |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: Os primeiros projetos para implementar uma indústria de semicondutores no Brasil deverão começar pelos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A idéia, segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, é aproveitar iniciativas que já estejam em andamento nos setores de fabricação e de desenho de chips, que são usados, por exemplo, em televisores digitais. A implantação dessa indústria poderá contar, segundo o ministro, com a participação da empresa japonesa Toshiba.
(Gerusa Marques, O Estado de S. Paulo, 16/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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