| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 15/08/2006 |
| Siderúrgicas |
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Brasil: Resultados: Siderurgia e Mineração são destaques no 2º trimestre, diz Santander. De acordo com o banco, os setores de siderurgia e mineração foram destaques do período, tendo apresentado margens Ebitda superiores às suas estimativas. Para a mineração, a forte demanda por minério de ferro, associada ao reajuste de 19% para a matéria-prima, garantiu uma boa performance. Já o reaquecimento do mercado siderúrgico favoreceu os números deste segmento entre abril e junho, com destaque para os aços planos.
(Infomet, 15/08/2006) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Cade fixa nova data para pagamento de multas para as siderúrgicas Gerdau, Belgo-Mineira e Barra Mansa. O Cade estendeu o prazo, que se encerrou dia 11/08, para que as siderúrgicas citadas, façam o pagamento da multa aplicada por formação de cartel na venda de vergalhões no mercado nacional. A nova data estipulada pelo Conselho é de 05/09/2006, e o motivo foi que o órgão não observou o prazo de 60 dias úteis, contados a partir da publicação do acórdão definitivo do caso julgado em instância administrativa. As multas, se somadas, chegam ao total de R$ 345 milhões. Além desse pagamento, as siderúrgicas precisam ainda publicar em jornal de grande circulação a decisão que as condenou por cartel. Os advogados das empresas comemoraram a retificação pois têm mais tempo para obterem liminares na Justiça que evitem o desembolso.
(Infomet, 15/08/2006) |
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| Siderúrgicas |
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China: A produção de aço bruto foi de 36,1 Mt em julho (aumento de 22% ano a ano), segundo a Agência Nacional de Estatísticas (NBS). Este volume ficou abaixo do recorde histórico de 36,6 Mt registrado no último mês de junho. A produção de ferro gusa também aumentou para 34,7 Mt em julho (+22,9%). O produto industrial nacional aumentou para US$ 90 bilhões (+16,7%), a menor taxa de crescimento em vários meses. Os preços do aço na China caíram 3,9% em julho (ano a ano); os preços do gusa aumentaram 1,1% nesse mês. A demanda de aço segundo analistas, têm arrefecido nos últimos dois meses devido a diminuição de atividades no segmento de construção civil e preocupações quanto à política a ser adotada pelo governo para esfriar o crescimento econômico.
(Metal Bulletin, 15/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: Angang New Steel Co. a 2º maior siderúrgica chinesa, irá construir uma nova planta (no nordeste do país, no porto de Bayuquan, província de Liaoning), esta terá custo de aproximadamente US$ 2,83 bilhões. A demanda de minério de ferro para essa nova planta será de 7,3 Mt/ano, sendo que este poderá ser importado de países como Brasil, Austrália e Índia. A capacidade estimada de produção será de 4,9 Mt/ano de ferro gusa, 5 Mt/ano de aço bruto, 2 Mt/ano de chapas grossas, 1,9 Mt/ano de tiras laminadas a quente e 960.000 t/ano de laminados a frio, fornecendo este material para empresas fabricantes de automóveis e navios principalmente. Este projeto iniciará operações em 2008. Angang produziu 6 Mt em 2005; 59% destas foram destinadas a produtos de aço de alto valor agregado.
(Wall Street Journal, 15/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: Arcelor Mittal nomeou L. Schorsch CEO de produtos planos para as Américas, com a missão de integrar as operações e a gestão de ambas as empresas no continente. Shorsch era CEO da Mittal Steel EUA; seu âmbito de atuação além desta última, passou a incorporar Mittal Steel do México e do Canadá, bem como CST e Vega do Sul (Brasil). O CEO passará a responder para A. Mittal, CFO da Arcelor Mittal, quem têm responsabilidade total sobre produtos planos nas Américas.
(Metal Bulletin, 15/07/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Argentina: Montadoras retomam aposta no País. A filial da Fiat na Argentina espera fechar, até outubro, o plano de negócios de uma associação com a indiana Tata Motors. As duas empresas anunciaram, na 1ª semana de agosto, que pretendem investir cerca de US$ 100 milhões na parceria que envolve a produção conjunta de veículos utilitários e picapes na Argentina.
(Janes Rocha, Valor Online, 15/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Veículos fabricados na China vão expor seus produtos, pela primeira vez, no Salão Internacional do Automóvel que ocorrerá em outubro em São Paulo. Duas montadoras chinesas negociam com importadores o início das vendas no País. Por enquanto, só uma delas, a Chana Automobile garantiu estande no evento em parceria com uma marca que já atua no Brasil.
(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Automotivas |
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Chile: Volvo do Brasil fecha venda de 499 ônibus para a Transantiago do Chile. O contrato foi de US$ 120 milhões. O presidente da Volvo Bus Latin America, Per Gabell, informou que as metas para 2006 serão ultrapassadas. 'Vamos chegar a 1.200 ônibus produzidos e faturados', contou o executivo. Os 499 ônibus encomendados agora não entraram nessa conta, porque começarão a ser feitos em novembro de 2007 e o prazo de entrega vai de janeiro a junho de 2008. Santiago será a cidade com a maior quantidade de ônibus articulados da Volvo no mundo. Em janeiro do ano passado a montadora fechou contrato de fornecimento de 1.779 ônibus para 3 operadoras do transporte coletivo do pais. O negócio, no valor de US$ 400 milhões, foi o maior já realizado na história da Volvo Bus.
(Infomet, 15/08/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: Para CNI, desempenho morno deve persistir. Segundo os dados divulgados pela CNI, referentes ao 2º trimestre do ano, as vendas da indústria de transformação tiveram uma variação positiva pelo 3º trimestre consecutivo. Elas avançaram 0,39% em relação ao trimestre anterior. O número de horas trabalhadas, que mede a produção industrial, ampliou-se 1,88% no período. De acordo com a CNI, é um crescimento de certa relevância não só pela intensidade, mas também porque interrompe uma seqüência de 3 trimestres em queda.
(Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 14/08/06: Dólar caiu 0,18%, cotado a R$ 2,162. O Ibovespa em queda de 1,04% aos 36.556 pontos. O Risco país caiu 2,43% aos 206 pontos. O Global 40 em queda de 0,19% aos 129,18% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,34% aos 109% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,14% cotado a R$ 2,752.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: MP do governo vai dar incentivos fiscais ao setor de semicondutores. A decisão do governo de beneficiar o setor de semicondutores com incentivos fiscais objetiva criar as condições para a instalação de fábricas no País, uma delas em Minas. Os estudos consideram a isenção de Imposto de Importação (que varia de zero a 10%) para insumos usados na produção, a redução total ou parcial de PIS (hoje em 1,65%) e Cofins (hoje em 7,6%) para investimentos, e o fim da incidência da Contribuição de Intervenção sobre Domínio Econômico (Cide) sobre a importação de tecnologia de ponta.
(O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Indústrias param de contratar, mas salários continuam em alta. Pesquisa do IBGE mostra queda de 0,1% no emprego em junho ante maio. Pesquisa da CNI, calculou aumento no emprego, de 1,29% em junho. Os dados de desemprego são negativos e incluem mau desempenho no 1º semestre (-0,5%) e nos últimos 12 meses (-0,3%). Para o economista André Macedo, da coordenação de indústria do IBGE, o quadro do emprego industrial em junho é de estabilidade, acompanhando o que ocorre na produção. Segundo ele, para obter números mais fortes na ocupação industrial, será preciso maior vigor na reação da atividade do setor.
(Jacqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: A balança comercial teve saldo positivo de US$ 2,106 bilhões nas duas primeiras semanas de agosto. Isso alimentou as expectativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior de obter o superávit de US$ 42 bilhões no ano. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o superávit neste ano já chega a US$ 27,275 bilhões. Para cumprir a meta, será necessário o saldo mensal de US$ 5,034 bilhões de agosto a dezembro.
(O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Governo terá de cortar mais gastos em 2007. Ajustes podem atingir até despesas relacionadas a programas sociais. O governo terá de fazer um corte em suas despesas em 2007 para se enquadrar no limite definido no projeto de lei de diretrizes orçamentárias (LDO), que manda reduzir os gastos correntes em 0,1% do PIB em relação ao executado este ano. Estimativa feita pela área técnica mostra que o corte poderá atingir 0,6% do PIB, ou algo como R$ 13,7 bilhões, pois será necessário compensar parte dos gastos autorizados em 2006 que serão pagos somente no próximo ano. O valor do PIB estimado na LDO para 2007 é de R$ 2,295 trilhões.
(Ribamar Oliveira, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Nos últimos 2 anos, o Brasil já resgatou, de forma antecipada, o equivalente a US$ 30,5 bilhões de papéis da dívida externa de responsabilidade do governo. Nesse total, estão incluídos os US$ 15,5 bilhões de antecipação de pagamentos ao FMI e os restantes US$ 15 bilhões eram títulos diversos, especialmente os vinculados à renegociação da dívida externa na década passada.
(Alaor Barbosa, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Estudo do Ipea mostra que países estão sujeitos a choque de liquidez e risco. O Brasil está entre os 7 países mais vulneráveis a um choque de percepção de liquidez e risco entre 24 emergentes comparados em estudo pelo Ipea, órgão do Ministério do Planejamento, com base em dados de 1998 a 2005. O estudo simulou qual seria o aumento nos juros pagos por cada país em caso de um choque que diminuísse a liquidez e de um outro que aumentasse a aversão a risco dos investidores. O Brasil ficou em 7º no ranking da vulnerabilidade por choque de liquidez, com um acréscimo entre 1,5 e 2%. Também ficou em 2º lugar na lista dos mais vulneráveis no caso de choque de risco.
(Adriana Chiarini, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: De acordo com a Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), os investimentos externos vão desacelerar. Os investimentos estrangeiros diretos (IEDs) de pequeno porte estão crescendo mais este ano enquanto perde velocidade a expansão dos empreendimentos de grande porte. Com isso, o ingresso dos IEDs este ano crescerá menos do que o ano passado. "Para 2006, a tendência é de queda no crescimento do ingresso dos investimentos diretos estrangeiros. Crescerá, mas a uma taxa menor", diz o economista-chefe da Sobeet, Alexander Xavier. No ano passado, o ingresso de investimento externo foi de US$ 22 bilhões, 68% acima do ano anterior. Para este ano, a sociedade projeta um ingresso ao redor de US$ 28 bilhões, 27% acima de 2005.
(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Conforme pesquisa semanal Focus, divulgada ontem pelo BC, as projeções do mercado financeiro para a taxa básica de juros neste mês ficaram estáveis em 14,5% ao ano. O percentual embute a expectativa de que o Copom corte os juros em 0,25 ponto percentual na reunião dos dias 29 e 30 deste mês (hoje a taxa Selic está em 14,75% ao ano). Para o final do ano, as estimativas de taxa de juros também não mudaram e prosseguiram em 14% ao ano pela 2ª semana seguida. Há 4 semanas, as previsões de juros no fim do ano estavam em 14,25% ao ano.
(Jornal do Commercio, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: A Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação de julho de 2006, elaborada pela FGV, aponta aumento no número de indústrias que planejam mais investimentos neste ano. Das 642 empresas que responderam à sondagem, 344, ou 53,6% do total, projetam gastos superiores aos realizados em 2005, em termos reais, relacionados à construção de novas fábricas, compras de máquinas e equipamentos. O volume de investimentos, como proporção das vendas, dessas empresas aumentou de 6,1%, em 2005, para 7,0% este ano, segundo a FGV.
(Clarice Spitz, Folha Online, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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China: Segundo previsão do Banco Mundial, divulgada hoje, mesmo em processo de desaceleração, a economia da China deve atingir nesse ano a marca de 10,4% de crescimento econômico. O dado mostra um aumento em relação à previsão anterior do banco, que era de um crescimento de 9,5% da economia chinesa para este ano. Mesmo assim, o banco julga que já há sinais de que as medidas adotadas pelo governo chinês para conter o superaquecimento da economia do país começam a agir.
(Folha Online, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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Europa: A economia da Europa cresceu 0,9% no 2º trimestre, o maior ritmo desde o ano 2000. O resultado superou a expansão de EUA (0,6%) e Japão (0,2%) no período. Segundo autoridades, o desempenho deveu-se ao avanço da Alemanha e da França. Analistas se surpreenderam com a informação e alguns já avisaram que o restante do ano pode não ser tão bom. Outros especialistas alertaram para o risco de novas altas do juro básico na região.
(O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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França: Japão e França vão apoiar produção de etanol. O setor financeiro francês vai investir na produção do biocombustível no Brasil. O banco de investimento Société Générale anunciou que fará parte de um fundo de US$ 1 bilhão no Brasil para financiar projetos para a ampliação do mercado do etanol. O banco decidiu investir em etanol porque acha que o combustível será um dos principais elementos na evolução energética mundial. Já o governo do Japão pretende implementar uma ampla série de medidas para estimular o uso de etanol como combustível e diversificar as fontes energéticas do país, para aliviar o impacto dos elevados preços do petróleo, informou ontem o jornal Nihon Keizai Shimbun.
(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Energia |
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Brasil: A Tractebel Energia, com sede em Florianópolis (SC) e pertencente ao grupo internacional Suez, registrou lucro líquido de R$ 188,8 milhões no 2º trimestre (-14,4% ano a ano). No semestre, o lucro da companhia somou R$ 532,6 milhões (+36% ano a ano), de acordo com o balanço divulgado ontem pela empresa. o resultado positivo no semestre refletiu o aumento de 13% na venda de energia e o aumento de 7% nos preços médios.
(Denis Cardoso, Gazeta Mercantil, 15/08/06) |
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| Energia |
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| Meio Ambiente |
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Mundo: Projeção prevê que floresta tropical passe por processo de savanização; a boreal, nas regiões árticas, ficaria sujeita ao completo desaparecimento. Um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), dos EUA, reúne diferentes modelos e faz projeções amplas do que a humanidade enfrentará neste século e no próximo. O resultado é uma configuração bastante diferente da atual: se a temperatura média global subir mais 3°C, florestas desaparecerão, queimadas se tornarão mais freqüentes, algumas regiões serão mais sensíveis a eventos extremos e outras passarão a emitir gás carbônico em vez de retirá-lo do ar. A floresta abrirá espaço para o cerrado e estará mais suscetível a secas e queimadas. A boreal, no Ártico, pode sumir. O trabalho segue linha similar ao do climatologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Atmosféricas. Ele também indica que o aquecimento pode levar ao que chama de savanização da Amazônia. A temperatura média global atual é de 14,6°C. Ela tem crescido rapidamente graças ao aumento da concentração de gás carbônico na atmosfera, emitido na queima de petróleo e carvão e do desmatamento de florestas tropicais, como a Amazônica. O último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, grupo ligado às ONU, indica que a temperatura média global será de 1,4°C a 5,8°C maior em 2100.
(Cristina Amorim, O Estado de SP, 15/08/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Mundo: O contrato de níquel para 3 meses encerrou o pregão de ontem na London Metal Exchange (LME) negociado a US$ 27.200. É o mesmo patamar atingido na sexta-feira, quando o metal atingiu seu maior preço nos últimos 19 anos. Em 12 meses, o preço do metal já registrou uma valorização de mais de 80%. Essa grande queda nos estoques globais do metal (provocada pela demanda aquecida principalmente na China), deve pressionar as cotações até 2008, quando novas jazidas entrarão em operação. Mesmo com o inicio de operação de novas minas na Nova Zelândia, novos projetos da CVRD no estado do Paraná e a expansão da jazidas de Voisey's Bay, podem não ser suficientes, acreditam os especialistas. De acordo com estimativas do Standard Bank, a cotação média do níquel deve ser de US$ 21.000 em 2006 e US$ 17.200 para 2007. Os estoques globais de níquel somavam apenas 5.800 t na sexta-feira (um recuo de 84% desde o início do ano) e devem fechar o ano com um déficit em relação à demanda de 29.900 t.
(Infomet, 15/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A CVRD, que administra 4 ferrovias no País (Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), Estrada de Ferro Vitória-Minas, Estrada de Ferro de Carajás e a Ferrovia Norte Sul), transportou 14,13 bilhões TKU (t por km útil) de carga geral no 1º semestre deste ano. As principais cargas transportadas foram produtos agrícolas, 47,3% do total, insumos e produtos siderúrgicos (38,1%) e combustíveis (6,5%). Para este ano, a companhia prevê investimentos de R$ 2 bilhões na melhoria da eficiência das ferrovias.
(Ana Paula Machado, Gazeta Mercantil, 15/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A Alcan Inc., a 2º maior produtora mundial de alumínio, pretende investir US$ 1,8 bilhão para expandir e modernizar sua planta de alumínio primário de Kitimat, no Canadá, em meio à disparada da demanda pelo metal. A produção de alumínio da planta aumentará em 63%, para 400.000 t/ano, disse hoje a Alcan. Parte da nova capacidade produtiva vai entrar em operação em 2009, e o restante até o fim de 2011, disse a empresa.
(DCI, 15/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Crédito tributário dobra lucro do BB. Resultado no semestre chega a R$ 3,9 bilhões e supera o dos principais bancos privados, Bradesco e Itaú. O lucro líquido de janeiro a junho de 2006 supera em 96,5% o resultado do mesmo período de 2005, que foi de R$ 1,979 bilhão. Só o Tesouro Nacional, acionista majoritário da instituição, com 70,9% do capital do banco, vai receber R$ 1,1 bilhão. Outros R$ 500 milhões serão distribuídos entre os demais acionistas.
(Vânia Cristino, O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Xstrata fecha compra da Falconbridge. Os acionistas da mineradora anglo-suíça Xstrata aprovaram a compra de todas as ações em circulação da canadense Falconbridge. A Xstrata já era a maior acionista da empresa, com participação de 20%. Segundo comunicado, o pagamento seria feito ontem. No mês passado, a Xstrata elevou sua proposta pela mineradora de níquel e cobre canadense para US$ 55/ação, vencendo uma concorrida disputa com a Inco.
(O Estado de S. Paulo, 15/08/06) |
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| Outras Empresas |
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| Recursos Humanos |
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Brasil: A Renault do Brasil contratará 1000 novos funcionários para a implantação do 2º turno de sua fábrica em São José dos Pinhais (PR), para a produção do novo carro de entrada da montadora, o Logan, e ampliação da produção do Mégane. De janeiro a julho já foram contratados 350 novos empregados e até 2007 estão previstas a contratação de mais 650, sendo que 400 deles já começam a trabalhar em janeiro de 2007. Segundo informações do sindicato local, a previsão é produzir 150 unidades do Logan até o final de 2006.
(DCI, 15/08/06) |
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| Recursos Humanos |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) coloca em teste hoje, o sistema on-line para o registro de marcas e patentes. O registro on-line amplia a garantia dos direitos para os clientes, com processo totalmente informatizado, que gera, com toda a segurança, um protocolo digital para os seus usuários, um comprovante do registro efetuado. Batizado de INPI sem papel, o sistema tem como objetivo reduzir o prazo de registro de uma marca, de 6 anos, ou uma patente, de 8 anos, para até 1 ano. O instituto recebe anualmente uma média de 100.000 pedidos de registros. Segundo o presidente do órgão, Roberto Jaguaribe, a informatização é o primeiro passo para acabar com a morosidade, ao tornar ágil a aprovação dos processos.
(Wallace Nunes, Gazeta Mercantil, 15/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: As empresas do setor elétrico intensificam os investimentos em tecnologia da informação. Neste ano, além de substituir seus antigos sistemas corporativos desenvolvidos internamente, elas buscam terceirizar suas atividades de TI, seguindo tendência de outras empresas. O setor de energia e saneamento deve ampliar em 14% os gastos com TI neste ano sobre 2005, quando respondeu por 3,8% dos investimentos totais no segmento no País, segundo pesquisa da IDC Brasil.
(Ana Carolina Saito e Carlos Eduardo Valim, Gazeta Mercantil, 15/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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