| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 14/08/2006 |
| Siderúrgicas |
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Brasil: A Usiminas reajustará o preço do aço em 3% no 3º trimestre do ano, e já promete um outro aumento de 2% para o 4º trimestre. As vendas da Usiminas no 1º semestre do ano alcançaram 3,98 Mt (aumento de 11% ano a ano), com o resultado do 2º trimestre em aumento de 11% ano a ano. As vendas no mercado interno aumentaram 9%, enquanto as vendas ao mercado externo aumentaram 14%. As vendas externas corresponderam a 31% do total da Usiminas. Os laminados a quente corresponderam a 28% das vendas da Usiminas, seguido pelos laminados a frio, com 25%, e pelas chapas grossas, com 22%. As perspectivas da siderúrgica são de vender 7,9 Mt este ano, sendo 67% para o mercado interno e 33% para o mercado externo. No mercado interno, a previsão de aumento da demanda por aços planos será em torno de 7%.
(DCI, 14/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: O setor de fundição registrou neste 1º semestre um crescimento de 5,9% sobre o mesmo período do ano anterior em volume e nas exportações, os índices ficaram 25% superiores do que 2005. Os dados foram apresentados na Plenária Nacional (Abifa) realizada em Joinville (SC). A previsão é de que as exportações se mantenham em alta no 2ºsemestre.
(DCI, 14/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A diretoria BNDES aprovou financiamento de R$ 345,4 milhões para a Gerdau Açominas ampliar a produção de aço líquido da unidade industrial de Ouro Branco (MG), dos atuais 3 Mt/ano para 4,5 Mt/ano. O projeto total está orçado em R$ 1,2 bilhão e prevê novas coquerias, sinterização e um novo alto-forno. De acordo com nota do BNDES, o Banco participará com 29% dos investimentos totais, que vão gerar 190 empregos diretos.
(DCI, 14/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: CSN reitera perspectiva de embarque de 5 Mt para 2006. De acordo com as perspectivas da empresa, a produção no 2º semestre deste ano pode atingir 2,5 Mt, contando com a volta do alto forno nº 3, que sofreu um acidente no 1º semestre, e já está voltando à operação.
(Infomet, 14/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Alemanha: ThyssenKrupp AG registrou lucro recorde de 40% no trimestre encerrado em junho, com todas suas divisões exibindo melhora de números a exceção do segmento automotivo. O lucro da empresa chegou a EUR 806 milhões no 3º trimestre fiscal, incluindo despesa de EUR 24 milhões pelo fechamento de uma unidade de autopeças em Detroit (EUA). No entanto, será difícil manter esses índices, por causa da volatilidade das vendas e resultados do aço inoxidável. A ThyssenKrupp elevou sua projeção de receitas para o ano fiscal 2005/06 para cerca de EUR 46 bilhões.
(Infomet, 14/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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Alemanha: ThyssenKrupp AG, maior siderúrgica da Alemanha, anunciou próxima abertura da negociação com Arcelor para compra da Dofasco (Canadá). Ao anunciar os resultados do trimestre, o CFO S. Kirsten também informou que a empresa decidiu elaborar um estudo de viabilidade para uma nova usina nos EUA. O conselho da Arcelor- Mittal ainda não se pronunciou sobre a venda da Dofasco.
(Metal Bulletin, 14/07/06) |
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| Siderúrgicas |
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Áustria: Voestalpine AG, que inclui a maior siderúrgica austríaca, apresentou resultado trimestral recorde. No trimestre finalizado em junho, o faturamento aumentou 6,7% para EUR 1,8 bilhão, com o Ebitda em aumento de 1,4% para EUR 301 milhões (comparações ano a ano). O lucro antes de impostos aumentou em 3,4% para EUR 153 milhões. O faturamento da divisão siderúrgica aumentou em 7% ano a ano devido à forte demanda e apesar dos menores preços, mas seu Ebitda caiu 14% para EUR 115,9 milhões. Voestalpine está levando a cabo plano de expansão na siderúrgica de Linz, consistente em melhorias e aumento de capacidade das laminações a frio e a quente, e na galvanização. A usina de Donawitz está para inaugurar um novo laminador de trilhos, com instalação de têmpera no fluxo de laminação.
(Metal Bulletin, 14/08/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: Anfavea defende corte em subsídios. Para facilitar acordos bilaterais, entidade prega redução gradual da alíquota de importação, hoje de 35%. Depois do fracasso da Rodada Doha, a indústria automotiva brasileira decidiu liderar movimento de abertura do Brasil e demais países do Mercosul para facilitar acordos bilaterais. O setor, tradicionalmente protecionista, já admite que, mantendo a atual alíquota de importação de 35%, uma das mais altas do mundo, não haverá negócios, segundo a vice-presidente da Anfavea, Elizabeth Carvalhaes. Ela acredita que, para ser competitivo, o Mercosul precisa cortar a tarifa atual em 10 pontos percentuais num prazo máximo de 10 anos.
(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 13/08/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Grupo Randon estuda meios para ingressar nos mercados chineses e indianos. Segundo Astor Schmitt, diretor corporativo e de relações com investidores, a empresa já tem tradição em todos os mercados emergentes, com exceção da Ásia e afirma também que qualquer um que deseje ser um player importante no cenário internacional não pode deixar China e Índia de lado. No 1º semestre de 2006, as exportações consolidadas do grupo aumentaram 29,6%, para R$ 100,6 milhões. A previsão para o conjunto do ano é alcançar R$ 200 milhões (+16,9% sobre 2005).
(Sérgio Bueno, Valor Econômico, 14/08/06) |
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| Automotivas |
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Alemanha: ThyssenKrupp poderá vender suas operações norte-americanas de produção de chassis e carrocerias; estes negócios tiveram vendas combinadas de quase EUR 1 bilhão. Além disso, o restante das unidades Automotivas e de Tecnologia serão reunidas. Stefan Kirsten, CFO (chief financial officer) da siderúrgica, que introduziu o conceito de EVA (Economic Value Added) na empresa, poderá não renovar seu contrato de trabalho, que venceu no fim do mês passado; analistas dão a ele o crédito pela reestruturação da ThyssenKrupp. As ações do grupo cairam 8% devido a essas noticias, apesar do grupo ter anunciado lucro recorde antes de impostos para o trimestre finalizado em junho. Todas as divisões melhoraram seus resultados, exceto a divisão automotiva.
(Automotive News – Reuters, 14/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: A Toyota está alcançando recordes de vendas nos EUA e construindo fábricas na América do Norte. As vendas da Toyota para os EUA estão crescendo pelo 10º ano consecutivo. Do total de 1,47 milhão de veículos da Toyota vendidos nos EUA até julho passado, 45%, foram importados, 34% a mais do que um ano antes. No total mundial, as vendas da Toyota neste 1º semestre aumentaram 7,1% para 4,36 milhões unidades, enquanto a GM teve queda de 2,3% para 4,6 milhões de unidades.
(Eautoportal, 14/08/06) (Gazeta-Bloomberg News, 14/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: A General Motors, BMW AG e DaimlerChrysler AG investirão US$ 1 bilhão no desenvolvimento conjunto de nova tecnologia de veículos híbridos. As 3 montadoras já estão trabalhando há 18 meses no desenvolvimento de nova tecnologia de veículos, os quais combinam uma bateria movida a motor elétrico com um motor de combustão convencional a gasolina.
(Eautoportal, 14/08/06) (Gazeta - Bloomberg News e Reuters, 14/08/06) |
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| Automotivas |
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Mercosul: Uruguai e Paraguai querem maior participação no setor automotivo. Os dois países esperam obter uma participação de 1% na produção automotiva da região, e para isso, Brasil e Argentina devem fazer acordos que permitam a atração de novos investimentos para os sócios menores do bloco econômico. Atualmente, o Uruguai detém apenas 0,7% da produção da região, enquanto o Paraguai apenas monta motocicletas e bicicletas.
(Valor Econômico, 14/08/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: Brasil precisa de mais crescimento para ter 'upgrade'. Segundo as agências de classificação de risco, o grau de investimento exige que País cresça bem mais que 3% ao ano. Esse é o diagnóstico das 3 principais agências de classificação de risco (Standard & Poor's, Fitch e Moody's), responsáveis pelo cobiçado grau de investimento, que equivale a um sinal verde para os investidores e reduz o custo de captação de recursos. Para analistas, existe a possibilidade do Brasil ser promovido a grau de investimento até 2010.
(Patrícia Campos Mello, O Estado de S. Paulo, 14/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 11/08/06: Dólar subiu 0,27%, cotado a R$ 2,166. O Ibovespa em queda de 1,09% aos 36.944 pontos. O Risco país subiu 1,95% aos 209 pontos. O Global 40 em queda de 0,26% aos 129,43% do valor de face. O A-Bond em queda de 0,23% aos 109,37% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,28% cotado a R$ 2,756.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 12/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Câmbio faz indústria descarregar no País os produtos tipo exportação. Movimento favorece os consumidores, mas incomoda os concorrentes que dependem só do mercado interno. Produtos que naturalmente seguiriam para o mercado externo estão sendo vendidos no País, com diferencial de qualidade e preços menores. Para o BC, esse efeito é ótimo, afirma o especialista em inflação do Instituto de Economia da UFRJ, Carlos Thadeu de Freitas Filho. Segundo ele, o real valorizado já favorece a entrada de produtos importados a preços mais baixos e o redirecionamento de produção agora acaba funcionando como outro efeito do câmbio.
(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 14/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Se nada mudar, o Brasil não cresce muito mais de 3%. Para presidente mundial da Alcoa, Alain Belda, com o nível atual de taxa de juros e relação dívida/PIB, tendência é ficar onde está. Na sexta-feira Belda participou do Wharton Forum Alumini Global, no Rio, e disse que o País precisa crescer e travar o avanço dos gastos. Comentou também que a empresa está investindo US$ 2 bilhões em projetos voltados basicamente para exportações.
(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo, 13/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O IBGE divulgou resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho, com uma alta de 0,19%, mostrando que a inflação continua sob controle. No mês anterior, o índice que baliza as metas de inflação do País havia apresentado redução de 0,21%. "O cenário está bastante confortável e a inflação deve encerrar 2006 abaixo da meta, com 4%", disse o economista Gian Barbosa, da Tendências Consultoria.
(Jacqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 12/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Só na Suíça bancos têm rentabilidade maior que no Brasil. Estudo mostra que retorno sobre o patrimônio na Suíça é de 26,9%. Aqui, está próximo disso: 24,7%. Estudo feito pelo consultor em assuntos bancários Carlos Coradi, demonstra que os bancos brasileiros só perdem em rentabilidade, e por uma pequena diferença, para os suíços. O trabalho revela que as altas taxas de juros cobradas no Brasil são um fardo pesadíssimo para o devedor e acabam tendo impacto negativo sobre as operações das instituições financeiras. É tão alto o retorno dos bancos brasileiros que em apenas 4 anos os lucros dobram o patrimônio. Coradi observa que, entre os bancos daqui, Bradesco e Itaú têm apresentado rentabilidade superior à dos suíços.
(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 13/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Os dados do IBGE sobre a produção industrial regional de junho mostraram queda de 1,7% em relação a maio e confirmaram as bruscas oscilações no ritmo da produção dos últimos meses. Os empresários parecem ter incertezas quanto ao ritmo da demanda e às perspectivas para o 2º semestre, em contraste com o otimismo das consultorias econômicas e do governo. Na comparação entre os primeiros semestres de 2005 e 2006, o crescimento da produção foi de 2,6%, pouco acima dos 2% apurados na comparação de 12 meses, entre julho de 2004 e junho de 2005 e julho de 2005 e junho de 2006. Ou seja, até agora não se confirmam as expectativas de que a indústria poderia crescer até 6%. Analistas econômicos, como os da consultoria Tendências, prevêem que a situação tende a mudar e que os indicadores já mostram recuperação em julho.
(O Estado de S. Paulo, 13/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O fraco desempenho da economia no 2º trimestre do ano colocou novamente um ponto de interrogação sobre a capacidade do Brasil manter sua taxa de crescimento em níveis mais robustos. Depois de um início de ano promissor, a indústria, que responde por quase 1/3 do PIB, perdeu fôlego entre abril e junho. O efeito sobre o ânimo dos economistas foi imediato. Analistas apostam que a economia não crescerá os 4% pretendidos pelo governo. Muitos já falam em revisar para baixo suas previsões. Até mesmo os 3,6% previstos pelo mercado financeiro estão na berlinda. O Ipea, vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, deve ser um dos que vai alterar as projeções. A última projeção do Ipea é de 3,8% de crescimento do PIB.
(Jornal do Commercio, 14/08/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: UE dá ultimato para Brasil melhorar controle sanitário. Começa nesta semana avaliação detalhada do quadro e plano brasileiro deve ser apresentado até o final do mês. A Europa alerta que o Brasil continuará a ser ameaçado por barreiras no comércio enquanto mostrar falhas em seu sistema de defesa sanitária na produção de alimentos, como carnes, frutas e legumes. "A Comissão Européia está pedindo ao Brasil que fortaleça seu controle de resíduos. Se os problemas não forem adequadamente lidados, existe a possibilidade de que certas importações sejam suspensas no futuro", afirmou Haravgi-Nina Papadoulaki, porta-voz do Departamento de Saúde do Consumidor da UE.
(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 14/08/06) |
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| Econômicas |
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Europa: A economia dos 12 países que compõem a zona do euro apresentou um crescimento de 2,4% no 2º trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2005, informou nesta segunda-feira a Eurostat, a agência de estatísticas do bloco econômico europeu. Já nos 25 países da UE, o crescimento foi de 2,6%, também na comparação anual. Na comparação trimestral, o crescimento tanto da UE como na zona do euro foi de 0,9%.
(Folha Online, 14/08/06) |
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| Econômicas |
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Mundo: Afinal, o que é globalização que tantos criticam sem conhecer, e quais são os seus efeitos sobre a soberania nacional, o Estado? Segundo Eduardo Felipe Pérez Matias (Dr. em Direito Internacional pela USP), é uma oportunidade, que os países podem aproveitar ou não. Mas, para tirar proveito da globalização, há um trinômio fundamental: comércio exterior, segurança jurídica e educação. Tanto o multilateralismo comercial quanto a integração regional exigem instituições fortes capazes de fazer valer as regras dos acordos firmados entre os Estados. O multilateralismo comercial continua sendo o melhor caminho. Para Matias, o Brasil precisa insistir nesse caminho, sem, no entanto, correr o risco de ser deixado para trás pela proliferação de acordos bilaterais entre os países do mundo. A integração regional também é fundamental para haver instituições sólidas e obter bons resultados. Ele adverte que a globalização pode representar também um risco quando o enfraquecimento do Estado abre oportunidade para que interesses privados prevaleçam sobre os interesses públicos. A revolução tecnológica contribui também para o fortalecimento das empresas transnacionais e dos mercados financeiros, reduzindo o poder de controle dos Estados que, sempre tiveram o papel de reguladores da atividade econômica dentro de seu território. Nesse contexto, afirma, "compreender os reais efeitos da globalização e imaginar mecanismos institucionais que permitam que o interesse da maioria prevaleça e que o poder seja exercido de forma efetiva e legítima é um dos maiores desafios da sociedade global que está surgindo".
(Alberto Tamer, O Estado de S. Paulo, 13/08/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: A Petrobras fechou o 2º semestre com lucro líquido de R$ 13,6 bilhões. Este é o maior resultado de sua história e 37% superior ano a ano. A Petrobras reajustou sua expectativa de produção em 2006, estimando agora fechar o ano produzindo 1,88 milhão de barris/dia, -1,6% que a meta anterior. As ações da Petrobras acumulam alta de 25,44% no ano.
(Cláudia Schüffner, Valor Econômico, 14/08/06) |
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| Energia |
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| Outras Empresas |
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Reino Unido: Os preços do níquel deram um salto de 3% na London Metal Exchange (LME) na última sexta-feira, alcançando seu maior patamar nos últimos 19 anos, com a queda vertical dos volumes dos estoques. A cotação do metal alcançou o valor de US$ 28.600/t. Desde o início do ano a cotação do níquel praticamente dobrou. Nos primeiros dias de janeiro, o metal esteve cotado a US$ 14.500/t. O preço do níquel é tomado pelos mercados internacionais e a demanda européia está muito alta. O único produtor de níquel instalado no Brasil é a Companhia de Níquel Tocantins, da Votorantim Metais. Porém, a tendência é da produção ser exportada. A alta do níquel esta elevando os preços do aço inox, que também sofrem com o reajuste do aço. Os preços já foram reajustados 32% desde janeiro, e um novo reajuste de 13% é prometido para o próximo mês.
(DCI, 14/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Reino Unido: Cobre e zinco perdem preço na Bolsa de Londres na 6a feira passada; níquel continua sua subida. Contratos de 3 meses de cobre foram fechados por US$ 7.570/t (queda de US$ 306/t sobre a semana anterior); contratos análogos de zinco fecharam a US$ 3.260/t (queda de US$ 125/t). Já o níquel fechou contratos de entrega de três meses, a até US$ 26.625/t (na 5a feira passada, o fechamento foi de até US$ 26.400/t). Uma das influências sobre o mercado do níquel foi a da oferta da Cia. Vale do Rio Doce pela Inco.
(Metal Bulletin, 14/08/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Vale próxima da liderança com oferta pela INCO. A CVRD está prestes a se tornar a 2º maior mineradora do mundo, e a 1º produtora mundial de níquel. A Vale anunciou proposta de US$ 17,6 bilhões pela canadense INCO. Atualmente, a Vale está na 5º posição do ranking, avaliada em US$ 59,8 bilhões. Após o negócio, o valor da empresa atingirá US$ 77 bilhões, ficando atrás apenas da australiana BHP Billiton, com valor de mercado de US$ 135,3 bilhões. Caso a transação se concretize, a liderança no setor de níquel será alcançada a partir de 2011, quando os projetos que a mineradora mantém no Brasil estarão operando. Hoje, a mineradora brasileira não produz níquel, mas tem amplo portfólio neste segmento. Pelos cálculos da CVRD, a partir de 2011, a empresa estará produzindo 402.000 t/ano de níquel contido, das quais 221.000 t viriam da INCO. A empresa canadense fechou 2005 com lucro líquido de US$ 836 milhões.
(DCI, 14/08/06) |
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| Outras Empresas |
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| Recursos Humanos |
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Brasil: Pólo automotivo vive momento delicado no Paraná. Este, concentrado na região metropolitana de Curitiba, é ameaçado pela reestruturação da Volkswagen, que prevê até 1.400 demissões, e pela tentativa da Renault de tornar a operação brasileira viável. A Audi também deixa de produzir no Paraná, a partir de setembro. Mesmo diante desse cenário a Federação dos Metalúrgicos pretende manter as reivindicações.
(Infomet, 14/08/06) |
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| Recursos Humanos |
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| Tecnologia da Informação |
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Mundo: Basta um minuto para uma pessoa se transformar em um criminoso virtual. Especialista e consultora de segurança norte-americana, Laura Chappell, alerta que está cada vez mais fácil encontrar ferramentas na web capazes de lançar ataques a outros PCs; um problema mantido oculto que, a seu ver, precisa ser denunciado para proteger os usuários. Tornar-se um criminoso virtual nunca foi tão fácil, pois softwares para espionar ou invadir micros, redes de PCs e até celulares estão disponíveis para download de graça na internet em quantidade cada vez maior.
(Maurício Moraes e Silva, O Estado de S. Paulo, 14/08/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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