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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 10/08/2006
 Siderúrgicas
Brasil: Mercado local ampara reação da siderurgia. O balanço do setor de siderurgia termina hoje e a percepção dos analistas é de que as empresas conseguiram recuperar margens, mantendo uma expectativa futura bastante favorável. O crescimento da demanda local, (indústrias automotiva e de construção civil), indicam bons resultados para o 2º semestre, no mercado externo a recuperação dos preços siderúrgicos ainda desenha um canal promissor para o escoamento de parte da produção. A maioria das ações tem recomendação de compra e as principais indicações são Gerdau PN e Usiminas PNA, com a média de preço de R$ 43,55 e R$ 96,3/ação, com potencial de valorização de 28% e 31%, respectivamente. Dentre os resultados apresentados, o da Gerdau foi que mais surpreendeu, segundo analistas. No 1º semestre a Gerdau ampliou em 6,2% o lucro líquido, para R$ 1,8 bilhão. Analistas recomendam compra para CSN ON a R$ 89,23/ação.



(Adriana Cotias, Infomet, 10/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: CSN está progredindo na sua análise de viabilidade para instalar duas novas usinas de slabs para exportação. Uma das plantas poderá contar com a parceria da Baosteel (China) com 25% do controle Segundo J. Saliba, diretor de mineração, ambas as usinas terão 4,5 Mt/ano de capacidade, com investimento de US$ 3,3 bilhões; uma das plantas poderá ser localizada em Itaguaí (RJ) e a outra em MG. Ambas plantas seriam abastecidas com minério da mina Casa de Pedra, da CSN. Uma das clientes das novas usinas seria a Wheeling-Pittsburgh (EUA), que está em processo de fusão com a planta de relaminação LLC (antigamente Hartland Steel), controlada da CSN. A CSN também concluiu recentemente a compra, da Corus, do restante 50% de controle da Lusosider (Portugal, laminação a frio).



(Metal Bulletin, 10/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: CSN produzirá aços longos para a construção civil. A empresa investirá US$ 113 milhões na instalação de uma planta em Volta Redonda (RJ), com capacidade para produzir 500.000 t de vergalhões/ano. A empresa tem, em Volta Redonda, um forno de pequenas proporções, que será reativado para trabalhar com sucatas e outras placas. Outros US$ 185 milhões estão sendo investidos em duas plantas, uma de moagem, também em Volta Redonda, e uma de clínquer, em Arcos (MG), para a fabricação de cimento, assinalando a entrada da CSN no mercado de construção civil.



(André Barros, DCI, 10/08/06)
Siderúrgicas
Brasil: A CSN registrou lucro líquido de R$ 409 milhões, no 2º trimestre, queda de 2,32% sobre os R$ 419 milhões registrados em igual período de 2005. No mesmo período, a receita líquida da empresa caiu 24,6%, para R$ 1,9 bilhão, sendo que o faturamento do mercado interno recuou 18,2%, para R$ 1,5 bilhão, e o externo diminuiu 41,5%, para R$ 409 milhões. O custo dos produtos vendidos aumentou 11,35%, para R$ 1,5 bilhão, e o lucro bruto caiu 64%, para R$ 436,5 milhões. A margem bruta passou de 47,7% para 22,8%. O resultado da siderúrgica foi afetado por uma parada acidental de um dos altos-fornos da empresa durante quase todo o 2º trimestre com o conseqüente aumento de custos.



(Infomet, 10/08/06)
Siderúrgicas
China: Laiwu Steel obteve acréscimo de 17,41% no faturamento com produtos de aço passando para US$ 1,5 bilhões no 1º semestre (ano a ano). A empresa produziu 2,55 Mt/ano de ferro gusa, 3,23 Mt/ano de aço bruto e 3,31 Mt/ano de tarugos e placas na 1º metade deste ano. Entretanto, o lucro caiu 10,31% ano a ano, devido ao aumento dos custos das matérias primas como o ferro e demais insumos. Laiwu Steel é a 7º maior siderúrgica chinesa, com produção de 10,34 Mt de aço bruto em 2005.



(Metal Bulletin, 09/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Mittal Steel confirma intenção de elevar preços de chapas grossas nos EUA. A empresa confirmou nesta segunda-feira que tem intenções de aumentar os preços desses produtos a partir de 1 de outubro. As usinas de Burns Harbor, Coatesville e Conshohocken aumentaram os preços em US$ 22/t (aços laminados de alta resistência, chapas grossas de baixa liga, tiras largas) e em US$ 33/t (aços laminados e chapas grossas maiores que 75mm de espessura e todos os demais aços tratados e chapas de aços-liga).



(Metal Bulletin, 09/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Aumento dos preços do níquel primário impulsionam exportação de sucata. Alguns países que utilizam esta liga metálica estão comprando sucata dos EUA com maior intensidade. A exportação de sucata contendo níquel e ligas ferrosas para siderúrgicas elevou-se a um recorde de aproximadamente 5.000 t em maio, mais que o dobro de 2.500 t que foram exportadas no mês anterior e 13% acima da previsão que foi de 4.400 t. Em maio, países como Japão, Canadá e Inglaterra aumentaram a compra deste insumo, tornando este mês recordista em vendas. Os sul-coreanos voltaram a comprar dos EUA, indicando uma tendência mundial do aumento de vendas de sucata. As exportações do material até maio chegaram a 13.700 t, 24,6% acima do exportado nos 5 primeiros meses de 2005.



(Metal Bulletin, 09/08/06)
Siderúrgicas
EUA: Nucor Corp. está mantendo os preços dos aços longos comerciais, mas está diminuindo os preços dos aços de construção mecânica. A partir de setembro, a surcharge para vergalhões, barras e perfís, e produtos estruturais cairá US$ 47/t. No entanto, os preços básicos aumentarão de forma que o comprador continuará pagando o mesmo preço final. Para os aços de construção mecânica, a surcharge de sucata está sendo diminuída em US$ 77/t sem mudança dos preços básicos.



(Metal Bulletin, 10/08/06)
Siderúrgicas
EUA: O grupo Gerdau informou que o ambiente de trabalho nas usinas da Gerdau Ameristeel é normal e não apresenta ameaças de interrupção. A comunicação da Gerdau veio depois que o sindicato United Steel Workers informou que está considerando uma paralização de atividades no grupo. Com a recente aquisição da Sheffield Steel, o número de contratos coletivos ainda não renovados no grupo, aumentou para 7. Gerdau informou que a usina de Beaumont (Texas), que foi a primeira das usinas adquiridas nos EUA a renovar seu contrato sob a gestão do grupo, está apresentando excelente clima interno devido a incentivos financeiros para os empregados, e a introdução de planos de redução de acidentes.



(Metal Bulletin, 10/07/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
EUA: A GM tenta eliminar US$ 2 bilhões em custos globais de compras este ano, apesar da alta nos preços das matérias-primas. A montadora compra US$ 86 bilhões/ano em autopeças. Atualmente, a GM compra cerca de 32% de suas autopeças de países como México, Brasil, Rússia, Coréia do Sul, China e Tailândia, percentagem que em 2002 era de 20%. Para a sua produção dirigida ao mercado norte-americano entretanto, a GM ainda compra 95% de suas autopeças na América do Norte, a montadora espera que esta percentagem seja reduzida gradualmente em favor de países com menores custos de produção. A GM está empreendendo um plano de reestruturação que eliminará 30.000 postos de trabalho e 12 plantas nos EUA.



(Just-auto.com, 10/08/06)
Automotivas
EUA: A Ford está planejando investimento de US$ 1 bilhão. Este valor seria dedicado à expansão da produção em suas fábricas no Estado de Michigan, à pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, e na tecnologia avançada de motores de transmissão avançados e veículos híbridos. A montadora, que registrou no 1º semestre deste ano, prejuízo líquido de US$ 1,45 bilhão, anunciou ontem que aumentará o ritmo de lançamentos de veículos mais econômicos na América do Norte, além de acelerar seu plano de recuperação. Durante um seminário, Mark Fields, presidente da Ford para as Américas, afirmou que a indústria automotiva tem sido testemunha de uma mudança profunda nas preferências dos consumidores. Segundo ele, a velha máxima 'se você fabrica, eles compram' precisa ser substituída por 'se eles compram, nós o fabricaremos'.



(Eautoportal, 10/08/06) (O Estado de S. Paulo - Reuters, 10/08/06)
Automotivas
EUA: Ford e GM tentam convencer analistas de que seus planos estão dando certo. Altos executivos da GM e da Ford tentaram, ontem, transmitir a mensagem de que sua estratégia de recuperação está ganhando força, apesar da alta nos preços da gasolina, da queda na venda de utilitários esportivos e de um horizonte econômico incerto. Em um encontro do setor em Michigan, o diretor da Ford para a América do Norte, Mark Fields, disse que a montadora pretende "combinar" uma aceleração dos planos de reestruturação já implantados e novos cortes de custos ao lançar versão reformulada do plano de reestruturação. Já os executivos da GM fizeram questão de afirmar que os planos de recuperação da maior montadora americana estão registrando um contínuo progresso e, na América do Norte, devem gerar resultados melhores no 2º semestre.



(WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Risco país atinge menor nível da história. Indicador que mede a diferença entre a remuneração de títulos dos EUA e a de papéis da dívida externa brasileira fechou ontem em 208 pontos, recuando 3,70%. O risco país demonstra o interesse de estrangeiros por papéis da dívida, quanto mais baixo, maior a demanda por esses títulos. Segundo analistas, o risco do Brasil vem batendo recordes de baixa por causa dos bons fundamentos da economia do País, aliados à situação positiva da economia mundial. 



(Patrícia Campos Mello, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: Dia 09/08/06: Dólar caiu 0,45%, cotado a R$ 2,168. O Ibovespa em queda de 0,91% aos 37.255 pontos. O Risco país caiu 2,8% aos 208 pontos. O Global 40 em alta de 0,14% aos 129,62% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,23% aos 109,62% do seu valor de face. O Euro teve queda de 0,42% cotado a R$ 2,789.



(Ana Paula Cardoso, Jornal do Commercio, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: Produção industrial tem queda em 10 regiões do País. Mau desempenho de São Paulo em junho teve impacto negativo na média nacional, de -1,7%. Os resultados regionais da produção industrial mostraram que a forte perda de ritmo do setor em junho, na comparação com maio, espalhou-se pela maior parte do País. Das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE, 10 mostraram queda ante mês anterior. São Paulo responde por cerca de 40% da produção nacional e com recuo de 2,3% ante maio, acabou influenciando os resultados do País. 



(Jacqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: Inovação tecnológica e exportações sustentam o emprego formal. Estudo do Ipea identifica regiões de trabalho com carteira assinada e remuneração maior no Norte e Centro-Oeste. O mapa do emprego formal no Brasil aponta para 4 direções: indústrias que exportam bens continuamente, empresas que investem em inovações tecnológicas e os setores agrícola e comercial das Regiões Norte e Centro-Oeste. O estudo "Brasil, o Estado de Uma Nação - Mercado de Trabalho, Emprego e Informalidade", coordenado pelo economista Paulo Tafner, do Ipea, identificou que o processo de internacionalização da economia brasileira, desde meados da década de 90, foi essencial na transformação do mercado de trabalho nos últimos anos



(Denise Chrispim Marin, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: População mais velha será novo desafio. A queda na taxa de natalidade no Brasil e a melhoria da expectativa de vida deverão provocar grandes alterações no mercado de trabalho nas próximas décadas. Para os próximos 4 anos, o Ipea avalia que a taxa de desemprego será menor que a média do período 1992-2004, de 10%. A partir de 2010, a parcela jovem da População em Idade Ativa (PIA) cairá substancialmente. Em 2030, metade da População em Idade Ativa terá mais de 45 anos. 



(Denise Chrispim Marin, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: Inflação medida pelo IGP-DI cai. Produtos agrícolas e industriais no atacado puxam indicador para baixo. Com os preços dos produtos agrícolas e industriais subindo menos no atacado, a inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu apenas 0,17% em julho, menos da metade do apurado em junho (0,67%). Segundo informou a FGV, foi o menor resultado em 3 meses no indicador - usado para cálculo do reajuste na tarifa de telefonia deste ano, juntamente com o Índice de Serviços de Comunicações (IST). 



(Alessandra Saraiva, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: Safra de grãos cresce 5% este ano. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou ontem a estimativa para a safra de grãos 2005/06. A previsão é de uma colheita de 119,7 Mt, 0,2% mais que os 119,4 Mt da estimativa anterior, feita em julho. "A produtividade é o principal fator desse crescimento. O rendimento aumentou nas lavouras de milho, algodão e arroz", disse o presidente da Conab, Jacinto Ferreira. 



(Fabíola Salvador, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: O prêmio de risco não é o único bom indicador das contas externas brasileiras. Ele se expressa também pela queda da relação dívida externa líquida e exportações, que era de 3,6 em 1999 e deve fechar este ano por volta de 0,6. Outro indicador é o forte superávit em conta corrente que era negativo em 1999 e será positivo neste ano, por volta dos US$ 44 bilhões. É preciso reconhecer que muitos fatores externos favoráveis, criaram as condições para que isso acontecesse. Por exemplo: o forte crescimento da economia mundial; o surgimento de um novo pólo de desenvolvimento no mundo, que inclui China, Índia, Coréia do Sul, Rússia e mais alguns asiáticos; a difusão de TI, que comprimiu os custos de produção; e o bem-sucedido arranjo entre EUA e China que tem garantido cobertura para os 2 grandes rombos da economia americana (o déficit externo e o déficit orçamentário). 



(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: Fusões e aquisições no País aumentaram. Relatório divulgado pela consultoria PricewaterhouseCoopers mostra que, somente em junho, foram realizados 46 transações, o que representa aumento de 70% em relação a igual mês do ano passado. No acumulado de janeiro a julho, já são 287 operações, um crescimento de 40% frente ao período de 2005.




(Daniele Carvalho, Jornal do Commercio, 10/08/06)
Econômicas
Brasil: A valorização do real está reduzindo a quantidade exportada em diversos setores da economia e provocando aumento generalizado no volume de importações. Dados da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) revelam que dos 27 setores pesquisados, 12 registraram queda no volume exportado no 1º semestre do ano em relação a igual período de 2005. Entre os produtos manufaturados, o setor de máquinas e tratores reduziu em 8,5% o volume exportado no 1º semestre. No setor automotivo, as vendas no exterior ficaram estagnadas. A quantidade de carros embarcados cresceu apenas 0,6% de janeiro a junho ante igual período do ano anterior, mas as montadoras reajustaram os preços em 15,4%.



(Raquel Landim, Valor Online, 10/08/06)
Econômicas
América Latina: A América Latina cresceu em média 5% ao ano, em 2004 e 2005, e a expansão, agora, pode ser mais duradoura que nos ciclos anteriores. Muita coisa melhorou, depois de 1 século de turbulência e instabilidade, mas nada garante, ainda, um rompimento com o passado. É este o problema, segundo o estudo intitulado Macroeconomic Volatility: The Policy Lessons from Latin America (Volatilidade Macroeconômica: Lições Políticas da América Latina), datado de julho e destacado no último boletim mensal do FMI, divulgado nesta semana. Recentes mudanças, como a adoção de leis de responsabilidade fiscal, metas de inflação e câmbio flexível, justificam algum otimismo, segundo a análise. Mas falta consolidar as novas práticas



(Rolf Kuntz, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
Argentina: FMI ataca política argentina de combate à inflação. Para diretores da instituição, congelamento de preços deve ser 'derrubado o mais rapidamente possível'. O FMI advertiu ontem a Argentina dos perigos de sua política de controle de preços. As críticas ocorrem 8 meses depois de o presidente Néstor Kirchner ter autorizado o pagamento antecipado das dívidas do país com o organismo, que somavam pouco mais de US$ 9,5 bilhões. 



(Agências Internacionais, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
China: PIB chinês é revisado para cima. As províncias chinesas continuam inflando suas estatísticas econômicas. Menos de um ano depois de o governo repreender oficialmente os governos locais por maquiarem dados econômicos, um estudo elaborado pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NRDC), com base na média dos dados apresentados pelos governos locais, revela que o PIB chinês cresceu 12% no 1º semestre, ante a taxa oficial de 10,9%.



(Paulo Vicentini, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Econômicas
 Outras Empresas
Bolivia: País pode boicotar acordo de exploração na divisa com o Brasil. O governo boliviano anunciou hoje que não firmará um contrato com a siderúrgica indiana Jindal Steel para exploração da jazida de ferro de Mutún, se a companhia não oferecer maiores benefícios ao país. O Ministério do Planejamento informou que amanhã voltará a se reunir com os executivos da empresa indiana para discutir as condições do acordo de exploração da mina. O governo não tomará nenhuma decisão, pois que ter a certeza que registrará lucros, assim como a empresa. As jazidas possuem 40 bilhões de toneladas em reservas de ferro e de outros minerais. Em 1º de junho, o governo escolheu a Jindal como vencedora da licitação para explorar metade da mina. A execução do projeto geraria cerca de 10.000 empregos diretos e 30.000 indiretos na região e requereria a construção de um gasoduto para fornecer gás aos futuros fornos de fundição na mina.



(Infomet, 10/08/06)
Outras Empresas
Brasil: O Banco Itaú e a Itaúsa, em comunicado conjunto, anunciaram a compra das operações do BankBoston no Chile e no Uruguai, que estavam pendentes desde que instituição adquiriu do Bank of America os negócios do Boston no Brasil. A transação envolve o pagamento de R$ 2,3 milhões em dinheiro e ações ordinárias do Itaú, correspondentes a cerca de 1,7% do capital do banco. As instituições estimam que o valor chegue a cerca de R$ 1,4 bilhão com base na cotação média de mercado entre os dias 21 de fevereiro e 24 de abril deste ano.



(Nelson Rocco, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Outras Empresas
Brasil: Fabricante de latas quer fim do imposto para importar chapas de alumínio. Inconformados com a recusa do governo em reduzir a alíquota de importação das chapas usadas para confecção de latas, os executivos da Abralatas, associação das 3 empresas do setor, cobram do governo explicações. O único fabricante de chapas no Brasil, a Novelis, reage acusando os fabricantes de lata de pressionarem o governo na negociação de preços. A Abralatas quer incluir na lista de exceções da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul os dois tipos de chapa de alumínio usados para o corpo e tampa das latas de bebidas. As empresas argumentam que há uma forte demanda por bebidas e pela embalagem, o que daria excessivo poder de mercado para o único fabricante das chapas no país. A tarifa de 12% aplicada sobre importações já teria deixado de proteger a indústria nascente e se transformado em injustificável reserva de mercado. O auge do consumo de bebidas enlatadas no Brasil coincide com a redução desse consumo nos EUA.



(Infomet, 10/08/06)
Outras Empresas
Chile: País mantém liderança no mercado mundial de produção de cobre. A Comissão Chilena do Cobre afirmou hoje que o país sul-americano mantém a liderança no mercado mundial de produção do cobre, com participação de 35,5%, com os EUA em 2º colocado com apenas 6%. Os altos preços do cobre no mercado internacional em 2005 fizeram com que a receita por exportações do produto aumentassem 22% em relação a 2004, totalizando US$ 17,762 bilhões. O Chile deve aumentar sua produção de cobre de 5,3 Mt/ano para 6,2 Mt até 2010, o que supõe crescimento a uma taxa anual de 4,2%, inferior à média obtida em 12 meses na década anterior.



(Infomet, 10/08/06)
Outras Empresas
 Tecnologia da Informação
Brasil: MP vai reduzir impostos de semicondutores. Governo quer criar condições favoráveis à instalação de fábricas no País e já busca investimentos no exterior. O governo vai editar uma MP desonerando de tributos a indústria de semicondutores (microeletrônica). Estão em estudo a isenção de imposto de importação para insumos usados na produção, a redução total ou parcial de PIS e Cofins para os investimentos e o fim da incidência da Contribuição de Intervenção sobre Domínio Econômico (Cide) sobre a importação de tecnologia de ponta.



(Renata Veríssimo, O Estado de S. Paulo, 10/08/06)
Tecnologia da Informação

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ABM Clipping - Estes resumos representam a interpretação dada pela DAVINCI às notícias publicadas em jornais ou publicações de grande circulação.