| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 01/09/2006 |
| Siderúrgicas |
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Brasil: O grupo Usiminas conseguiu a aprovação de crédito de R$ 900 milhões do BNDES. Foi o maior valor de financiamento aprovado pelo banco para uma empresa de siderurgia este ano. Segundo o banco, os recursos serão usados para modernização tecnológica e proteção ambiental nas duas usinas do grupo: a Usiminas, em Ipatinga (MG), e a Cosipa, em Cubatão (SP). Antes do anúncio da aprovação de crédito para o grupo Usiminas, o banco já tinha anunciado outras 7 aprovações para empresas de siderurgia incluindo a Cosipa. Este ano, foram divulgadas as aprovações para Acesita (R$ 200 milhões); Cimesa (R$ 185 milhões); Cosipa (R$ 130 milhões); CSN (2 financiamentos: uma para área de cimento, de R$ 150 milhões; e outro para a mina Casa de Pedra, de R$ 733 milhões); Votorantim (R$ 28 milhões) e Gerdau (R$ 345,4 milhões).
(DCI, 01/09/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: O conselho da CSN decidiu que a capacidade potencial dos 2 novos projetos de placas será de 4,5 Mt/ano cada. A capacidade previamente anunciada dos projetos era de 3 Mt/ano cada. Ambos estão na fase de estudo de viabilidade; um deles estará possivelmente localizado em Itaguaí (RJ), em associação com a Baosteel (China). O 2º projeto não tem ainda sua localização definida, estando em análise a conveniência de instalá-lo nos estados de Minas Gerais ou Rio de Janeiro. O investimento total será de aproximadamente US$ 3,5 bilhões. Em princípio, os projetos darão partida em 2011, e sua produção poderá atender necessidades de aço nas laminações da CSN no exterior (LCC nos USA, e Lusosider em Portugal). Caso a proposta de fusão com Wheeling Pittsburgh (EUA) se realizar, também esta usina receberá aço dos novos projetos. A usina de Volta Redonda possui atualmente capacidade de produção de aço bruto de 5,8 Mt/ano. A nova laminação de produtos não planos cuja instalação já iniciou em Volta Redonda, requererá 500.000 t/ano adicionais de aço bruto.
(Metal Bulletin, 01/09/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), controlada pela Arcelor Brasil, informou que recebeu esta semana as duas primeiras autorizações, emitidas pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, para iniciar a operação da estação de tratamento e distribuição de água recuperada e do sistema de despoeiramento secundário nº 4 da aciaria, que contará com o maior filtro de manga das américas, com capacidade para captar até 1,55 M m3 /hora de poeira gerada no processo de refino do aço, contribuindo para a redução das emissões de material particulado da usina.
(Infomet. 01/09/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A pedra fundamental da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), uma parceria da siderúrgica alemã Thyssenkrupp com a brasileira CVRD, será lançada em 29 de setembro. Com investimento de US$ 2,4 bilhões, a siderúrgica será instalada em Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, e deve gerar 18.000 empregos nos próximos 3 anos.
(Infomet, 01/09/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: Shanxi Huanan Stainless Steel iniciou a produção comercial do seu novo laminador a quente de 200.000 t/ano. A empresa produzirá tiras de aço inox das classes 200, 300 e 400. Shanxi, baseada na província de Sanxi (norte do país) pretende iniciar novos projetos de produção dentro dos próximos 2 anos: laminação a frio e arames trefilados.
(Metal Bulletin, 01/09/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: Os preços do aço estão mostrando alguns sinais de recuperação, apesar da influência da redução de preços de até 5% que Baosteel (benchmark do mercado) praticou em agosto. Há expectativas de aumento sazonal de demanda para os próximos 2 meses, após a queda geral de preços que aconteceu no verão, motivada pela baixa demanda. A China passou por um dos mais secos verões dos últimos 100 anos, acompanhado de temperaturas anormalmente altas, que retardaram o ritmo de construção em geral. Os vergalhões no leste do país, estão cotando a US$ 375/t, e o fio máquina a US$ 400/t, em panorama de estabilidade.
(Metal Bulletin, 01/09/06) |
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| Siderúrgicas |
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Índia: Os preços dos produtos planos de aço nas revendas caíram até US$ 22/t. Isto leva os preços das tiras a quente em bobinas (HRC) para US$ 611/t (-4%). As empresas Tata Steel, JSW Steel, Essar Steel, Ispat Industries e Sail reduziram seus preços de revenda nessa percentagem, coordenadamente. O movimento reflete a queda internacional de preços que acontece neste momento, segundo o diretor comercial da Ispat, V. Gargh. Esta tendência possivelmente seja temporária segundo o executivo, com uma recuperação nos próximos meses. Os produtos planos laminados a frio manterão por ora o nível de preços anterior, que tinha sido aumentado 3% em julho.
(Metal Bulletin, 01/09/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: A fábrica da Volkswagen de São José dos Pinhais (PR) já começa a registrar falta de peças para produção por conta da greve na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), segundo informou o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba. A unidade paulista envia para o Paraná peças estampadas internas, como longarinas e parte dos assoalhos dos carros. "Como não há estoques, o reflexo na linha é quase imediato. Segundo o sindicato, a fábrica está no limite da capacidade. "O quadro de funcionários foi reduzido nos últimos meses, mas mesmo assim a produção foi mantida. Hoje o quadro teria que ter o acréscimo de mais 300 pessoas", diz. O plano de reestruturação da VW prevê 900 demissões nesta fábrica, com extinção do 3º turno partir de janeiro de 2007. A montadora informou que deu folga aos funcionários das fábricas de Taubaté e São José dos Pinhais (PR), e que essas folgas já estavam programadas anteriormente. Assembléia realizada ontem decidiu que a greve dos funcionários da fábrica Anchieta deve continuar pelo menos até segunda-feira, dia 4, quando será realizada outra reunião para decidir os próximos passos da paralisação.
(Bianca Ribeiro, Valor Online, 01/09/06) (Cristina Rios, Gazeta Mercantil, 01/09/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: A Kanto Auto Works construirá uma planta no país para atender Toyota. A unidade ficará em Salto (SP), nas proximidades de uma planta de montagem da Toyota e sua produção será iniciada em março de 2008. A Kanjiko do Brasil empregará cerca de 100 pessoas e inicialmente produzirá componentes para até 60.000 veículos/ano. A composição acionária da Kanjiko estará dividida entre a Kanto (90%) e a Toyota Tsusho (10%) e receberá investimentos de R$ 48 milhões.
(Chris Lui, JCN Network, 25/08/06) (CCFA, 31/08/06) (Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil) |
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| Automotivas |
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EUA: As Big 3 perderam mais participação de mercado em agosto de 2006, uma vez que os incentivos e o faturamento concedido pelas montadoras asiáticas mantiveram as vendas estáveis. As vendas totais de veículos no país, em uma base ajustada sazonalmente e anualizada, devem ficar próximas às 16,8 milhões de unidades. A participação de mercado nos EUA para a GM, Ford e grupo Chrysler caiu para 53,3% no mês passado, contra os 55,4% em agosto de 2005, de acordo com a previsão do site Edmunds.com, especializado no setor automotivo.
(Automotive News - Reuters, 31/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: Prejuízo operacional da Delphi em julho de 2006 aumentou para US$ 321 milhões. O prejuízo líquido da Delphi no mês passado foi de US$ 534 milhões e, na comparação mensal, o faturamento da sistemista sofreu queda de 45,2% para US$ 894 milhões.
(David Barkholz, Automotive News, 31/08/06) |
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| Automotivas |
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EUA: A Ford está analisando oportunidades para venda da divisão Aston Martin do Reino Unido. Segundo o CEO da Ford, Bill Ford, após a recuperação da Aston Martin sob o controle da Ford, pode ser oportuna a venda desta empresa como meio de capitalização e de criação de valor. A linha de produtos da Aston Martin (carros esportivos de luxo) é completamente diferente da linha de produção habitual da Ford, motivo pelo qual o desinvestimento parece oportuno. O impacto da venda será sentido na cadeia de produção, tal como fundições de alumínio e outras ligas. Em abril após a paralização da Rover MG, verificaram- se muitas falências em indústrias fornecedoras. A tendência geral das montadoras da região é a de se instalar em países de menor custo, tal como os do leste europeu.
(Metal Bulletin, 01/09/06) |
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| Automotivas |
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França: Negociações entre Renault e General Motors desenvolvem-se bem, afirmou Carlos Ghosn, CEO da Renault. Haverá uma revisão sobre o assunto em setembro e uma conclusão deverá sair até a 2ª quinzena de outubro, concluiu o executivo. Ghosn preferiu não comentar sobre um possível contato entre Renault e Ford caso as negociações com a GM falhassem.
(Automotive News - Reuters, 31/08/06) |
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| Automotivas |
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Japão: Exportações de veículos no país aumentaram 20,5% ano a ano em julho, para 513.626 unidades. Este é o 12º mês consecutivo (na comparação anual) de crescimento e as exportações de julho foram as mais altas dos últimos 18 anos, informou o JAMA, associação das montadoras japonesas. Os embarques cresceram 35,1% na América do Norte e 8,2% na Europa. A produção automotiva do país também aumentou, pelo 9º mês consecutivo (na base anual), para 977.856 unidades (+8,2%). Esta é uma revisão dos dados publicados pelo CCFA no noticiário de 31/08/06.
(Just-auto.com, 31/08/06) |
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| Automotivas |
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Mundo: Vaga apertada? Use o controle remoto. Se você acha que dirigir é chato e estacionar é mais ainda, esta é uma boa notícia: montadoras estão lançando novos meios de transferir mais trabalho do motorista para o carro. As alemãs BMW e DaimlerChrysler e a japonesa Toyota estão entre as fabricantes de modelos de luxo que estão começando a vender carros que automatizam muitas partes do ato de dirigir: baliza (com o motorista dentro ou fora do carro), sistemas de orientação de baliza, piloto automático que funciona em tráfego lento e mantém uma distância segura entre carros, e alertas que dizem quando você está saindo da sua pista.
(WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: O ritmo de crescimento da economia brasileira caiu no 2º trimestre do ano, com a elevação de apenas 0,5% no PIB em relação ao 1º trimestre. É menos que as previsões mais pessimistas e menos que metade do crescimento de janeiro a março. Houve queda na produção industrial (0,3%), no investimento (2,2%), na exportação (5,1%) e nas importações (0,1%). O único resultado positivo expressivo foi o consumo das famílias, que cresceu 1,2%. Em 12 meses, o acumulado é de 1,7%. A desvalorização do dólar é apontada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial como um dos fatores do baixo crescimento.
(O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 31/08/06: Dólar subiu 0,32%, cotado a R$ 2,145. O Ibovespa em queda de 0,22% aos 36.232 pontos. O Risco país caiu 2,22% aos 220 pontos. O Global 40 subiu 0,34% aos 130,55% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,23% aos 109,62% do seu valor de face. O Euro teve alta de 0,21% cotado a R$ 2,749.
(Yuki Yokoi, Jornal do Commercio, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Nova onda de revisões reduz alta do PIB a 3%. Somente um desempenho do PIB 3,8% superior no 2º semestre, ante igual período de 2005, garantiria crescimento econômico de 3% este ano, pelos cálculos do economista Estêvão Kopschitz, do Ipea, vinculado ao Ministério do Planejamento. No 1º semestre, o crescimento foi de 2,2% ante mesmo período do ano passado. Na próxima 4ª feira, o Ipea vai divulgar a revisão do PIB de 2006, reduzindo a projeção para 3,8%. Ontem, consultorias, bancos e organizações empresariais já iniciaram a temporada de revisões e a média das previsões caiu para em torno de 3%.
(Irany Tereza, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Os diretores do Departamento de Economia da Fiesp, Paulo Francini, e da Ciesp, Boris Tabacof, classificaram ontem como ruim e preocupante, o desempenho do Indicador do Nível da Atividade (INA) da indústria paulista de julho, que teve queda de 1,8% ante junho, sem ajuste sazonal. Tabacof acredita que a indústria não vai se recuperar dos 2 trimestres em baixa que tivemos este ano.
(Jander Ramon, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Brasil está mais distante de Rússia, China e Índia. O fraco desempenho do PIB brasileiro no 1º semestre afasta ainda mais a performance do País em relação aos demais integrantes do grupo que ficou conhecido como BRICs e inclui, Rússia, Índia e China. Comparado a outros países da América Latina, caso o Brasil cresça perto de 3% esse ano, como já se especula no mercado, será o penúltimo de um grupo de 18 que tiveram o desempenho estimado pelo FMI para 2006. O País, que empresta a primeira letra do nome do BRICs, vem jogando para baixo a média de crescimento do grupo. Conforme levantamento feito pela Austing Rating, entre 2001 e 2005, os 4 países cresceram 6,1% em média ao ano, taxa que sobe para 7,3% excluindo os resultados brasileiros.
(O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Em volume, exportações caem. O último resultado negativo ocorreu no fim de 2003. Segundo o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, o setor externo deverá prosseguir com contribuição negativa para os resultados do PIB no 2º semestre deste ano, assim como ocorreu no 2º trimestre. Ontem, o IBGE divulgou que as exportações de bens e serviços apresentaram queda de 0,6% no 2º trimestre ante igual período de 2005, enquanto no 1º trimestre o saldo resultado havia sido de crescimento de 9,3% no mesmo tipo de comparação.
(Jaqueline Farid, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Segundo os economistas da ONU, a política cambial precisa ser flexível o suficiente para auxiliar na estratégia de desenvolvimento de uma economia. Uma das principais mensagens do relatório da Conferência da ONU para o Desenvolvimento e Comércio (Unctad), é que os níveis de taxa de juros estabelecidos por um governo e o regime de câmbio escolhido devem estar dentro de um plano para garantir o desenvolvimento do País, a geração de emprego e o aumento das exportações, e não apenas para manter controlada a inflação ou as reservas nacionais. Divulgado no dia em que saiu o número desfavorável do PIB no 2º trimestre, o relatório também faz um alerta para a escolha macroeconômica do Brasil e pede que o BC trabalhe com o governo para o País crescer.
(Jamil Chade, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Moody's eleva a classificação de risco soberano do Brasil. País está a 2 passos do grau de investimento, mas agência alerta para riscos dos gastos públicos. O teto do risco em moeda estrangeira passou de Ba2 para Ba1 e os dos bônus em moeda estrangeira e moeda local subiram de Ba3 para Ba2. O teto do risco tem base na classificação dos bônus do governo. Ao justificar a decisão, a agência citou significantes mudanças na estrutura da dívida do País, que levaram a uma substancial redução na vulnerabilidade do crédito, derivada dos impactos financeiros causados pelas flutuações no câmbio e, em menor grau, da taxa de juros sobre a dívida do governo.
(Agências Internacionais, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Safra recorde na cana-de-açúcar. Impulsionada pela demanda interna e externa por açúcar e álcool, a produção de cana-de-açúcar na safra 2006/07 será de 471,2 Mt. Estimativa divulgada ontem pelo presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Jacinto Ferreira, aponta crescimento de 9,2% na produção na comparação com a safra anterior, que foi de 431,4 Mt. Em relação à previsão anterior para a safra 2006/07, divulgada em maio, o crescimento é de 0,3%, ou 1,3 Mt.
(Fabíola Salvador, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Europa: O Banco Central Europeu (BCE) manteve ontem a taxa de juros em 3% ao ano, apesar dos índices de crescimento econômico e de inflação na zona do euro divulgados neste mês. Os preços ao consumidor tiveram alta de 2,4% em julho, uma desaceleração em relação a junho e maio (ambos com alta de 2,5%), mas ainda acima da meta de 2% com que trabalha o banco. A economia teve crescimento de 2,4% no 2º trimestre, na comparação com o mesmo período de 2005. A expectativa, é de que, com o atual desempenho econômico, o banco deverá aumentar a taxa na próxima reunião de 5 de outubro.
(Jornal do Commercio, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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Europa: O desemprego na UE em julho ficou inalterado em relação a junho, em 8%, enquanto a economia no bloco cresceu apenas 0,9% no 2º trimestre, na comparação trimestral, informou hoje a Eurostat, a agência européia de estatísticas. A taxa representa um recuo de 8,7% em relação ao observado em julho de 2005.
(Folha Online, 01/09/06) |
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| Econômicas |
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| Logística |
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Brasil: A América Latina Logística (ALL) prevê investimentos de quase R$ 1,5 bilhão nos próximos 5 anos na organização e manutenção do trecho paulista da malha ferroviária que administra. O investimento servirá para atender de forma satisfatória a demanda por grãos em direção ao Terminal de Granéis do Guarujá (TGG) com obras previstas para serem finalizadas em janeiro de 2007. O complexo compreende 498.000 m². Os investimentos da ALL servirão para adaptar a malha recém-comprada da extinta Ferronorte.
(Marcos Seabra, Gazeta Mercantil, 01/09/06) |
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| Logística |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Ações pulverizadas da Inco abrem espaço para investida da Vale. Depois da orientação da diretoria da Inco para recusar a proposta da CVRD, na última terça-feira, a estratégia agora, é de convencer os acionistas da empresa canadense a aderir à sua proposta, aberta até dia 28 de setembro. A Inco não é controlada por nenhum grande grupo. Suas ações são pulverizadas, o que amplia as chances da Vale de derrubar a resistência da diretoria canadense. Em 31 de dezembro do ano passado, a empresa tinha 13.770 acionistas, segundo seu relatório anual. Há duas semanas, quando a Vale anunciou sua proposta de compra, 2 diretores da companhia foram para Toronto tentar convencer a diretoria da empresa, mas não foram bem-sucedidos na empreitada. A Inco chegou a recomendar que seus acionistas analisassem a oferta da mineradora brasileira, na expectativa de que a Vale elevasse sua proposta, o que não aconteceu. Caso a transação entre Vale e Inco se concretize, a liderança no setor de níquel será alcançada a partir de 2011, quando os projetos que a mineradora brasileira mantém no Brasil estarão em operação.
(Danielle Nogueira, DCI, 01/09/06) |
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| Outras Empresas |
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China: As empresas públicas chinesas vão passar a negociar em conjunto os preços dos recursos energéticos e das matérias-primas minerais com os fornecedores estrangeiros para conseguir preços mais baixos. Segundo analistas, a nova política chinesa terá conseqüências para empresas como a CVRD, cujo principal cliente em 2005 foi a China, com 56,5 Mt de minério de ferro, 22,4% do total das vendas da empresa. A China é um grande importador, mas não temos capacidade para fixar os preços internacionais, e espero que a união dos importadores dê mais peso à China no mercado internacional, explicou o vice-ministro do Comércio, Wei Jianguo, dando como exemplo as recentes negociações do aumento do preço internacional do minério de ferro. Essas negociações opuseram os produtores chineses de aço, que representam 43% da produção mundial e propunham um aumento máximo de 10%, contra a CVRD, BHP Billiton e a Rio Tinto, responsáveis pela extração de 75% do minério de ferro mundial. Os produtores chineses viram-se obrigados a aceitar um aumento de 19% nos preços do minério.
(Infomet, 01/09/06) |
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| Outras Empresas |
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Chile: Acaba greve na mina Escondida. Os 2.000 trabalhadores chilenos da mina de cobre Escondida, de propriedade da australiana BHP Billiton, votaram ontem pelo final da greve, que durou 25 dias. Os trabalhadores aceitaram receber um aumento salarial de 7,1%.
(DCI, 01/09/06) |
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| Outras Empresas |
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| Tecnologia da Informação |
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Brasil: O 6º Congresso Brasileiro de Jornais terminou ontem em São Paulo com uma perspectiva positiva para o futuro dos jornais, apesar de previsões pessimistas de quem acredita no fim do produto em papel. Os empresários da indústria reconhecem os desafios impostos pelas novas tecnologias e pela mudança de hábitos dos leitores, mas acreditam que o jornal ainda tem um longo caminho pela frente. Existe entre eles um consenso de que o jornal vive um ciclo de revitalização, que deve ser entendido como algo positivo para a sociedade. Ainda há muito a ser feito para que o jornal cumpra bem a sua função social. Os executivos reconheceram algumas falhas do meio e apontaram propostas para o aperfeiçoamento e o fortalecimento da indústria.
(Marili Ribeiro, Patrícia Cançado, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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Mundo: Prepare-se para receber um email que se autodestruirá em 30 segundos. Várias empresas de tecnologia estão oferecendo novos serviços para tornar os atuais programas de email, como o Outlook, da Microsoft Corp., mais seguros, com funções que vão desde emails que não podem ser repassados até mensagens que só podem ser vistas por um tempo limitado e depois se autodestroem. Embora a maioria dos programas de email já se proteja contra ataques de vírus e spam, eles dão pouco controle ao usuário sobre as mensagens enviadas. Serviços que oferecem segurança para e-mail enviado: Secure Mail: destinatários têm de responder a uma pergunta para abrir o email. Kablooey Mail: as mensagens se ‘autodestroem’. Prazo pode ir de 10 segundos a duas semanas. Registered Email: confirma que um email foi entregue e aberto, e avisa se o conteúdo foi modificado.
(WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 01/09/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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