| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 01/08/2006 |
| Siderúrgicas |
|
Brasil: Votorantim investirá R$ 1 bilhão em usina. O projeto prevê a construção de uma unidade de aços longos no Rio de Janeiro para produzir 1 Mt/ano. O anúncio será feito hoje no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense. A construção da nova usina pode triplicar a produção desse tipo de produto na Votorantim Metais. No ano passado, a Usina Barra Mansa (RJ), produziu 469.000 t de vergalhões.
(Agnaldo Brito, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
China: Foi aprovada a fusão das duas principais siderúrgicas do leste chinês, o que criará a 2ª maior siderúrgica do país, atrás apenas da Baosteel, informou ontem a agência oficial "Xinhua". Juntas, Jinan Iron and Steel e Laiwu Steel produzem cerca de 20 Mt. Está sendo constituída uma holding para administrar esta fusão, chamada Shandong Iron & Steel.
(Gazeta Mercantil, 01/08/06, Metal Bulletin, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
China: A capacidade de produção de aço bruto chinesa aumentará em 6%, passando para 439 Mt/ano, e aumentará em 9,3% a capacidade de produção de aço acabado passando para 463 Mt/ano até o fim de 2006, de acordo com a Associação Chinesa de Ferro e Aço (Cisa). A produção estimada para este ano está em torno de 410 Mt/ano. A mais importante tarefa do governo chinês esta em manter sob controle a expansão da capacidade, substituindo as usinas obsoletas. Outra das tarefas urgentes do governo é a de manter equilibrada a demanda e a oferta domésticas, para evitar a volatilidade do mercado. Recentemente os preços dos produtos siderúrgicos têm apresentado queda acentuada.
(Metal Bulletin, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
Comunidade dos Estados Independentes (CIS): A tendência dos preços dos produtos longos para exportação é de manutenção ou ligeira redução. Os preços oferecidos pelas usinas pararam de subir, tendo mantido os patamares do mês passado, parecendo indicar enfraquecimento do mercado. Os preços da sucata continuam a cair, aumentando as pressões sobre as usinas para reduzir preços. Os billets para exportação de usinas russas e ucranianas estão a US$ 400/t fob, com tendência a alguma queda. Para vergalhões o preço fob Mar Negro é de até US$ 440/t, e para fio máquina para malhas, até US$ 470/t
(Metal Bulletin, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
EUA: Estão sendo investigados 3 acidentes mortais em usinas siderúrgicas. Na semana passada, uma queda desde o telhado a mais de 25 m de altura, provocou a morte de 2 instaladores de telhas na usina da North American Stainless (NAS), em Ghent, Kentucky. Ambos os trabalhadores eram funcionários de uma prestadora de serviços. Segundo o Depto. de Segurança Estadual, as quedas continuam sendo uma das principais causas de acidentes tanto na construção residencial quanto comercial e industrial. O outro trabalhador, da usina da Mittal Steel USA de Burns Harbor, ficou preso entre a estrutura e o mecanismo de abertura da porta de uma bateria de coque.
(Metal Bulletin, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
EUA: Acompanhando os aumentos de preços dos concorrentes, AK Steel planeja aumentar seus aços inox aplicados em sistemas de escapamento de automóveis. O aumento será aplicado a partir de 3 de setembro, abrangendo as classes 409, 439 entre outras ao cromo cobalto (30% de aumento), e outras ligas com adição de alumínio e níquel (20% de aumento). Allegheny Technologies e North American Stainless anunciaram movimentos similares na semana passada.
(Metal Bulletin, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
Espanha: A Comissão de regulamentação da UE aprovou a compra da Fundia pela Bosian Time SL. Fundia (laminação de vergalhões) foi vendida à Bosian Time (pertencente ao grupo Celsa) pelo grupo Rautaruukki. Ao mesmo tempo, Francisco Rubiralta Rubiò (acionista majoritário da Celsa) comprou as ações pertencentes ao seu irmão José Maria, ficando com o controle total do grupo. A transação foi de EUR 123 milhões.
(Metal Bulletin, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
Japão: Queda nos lucros da Nippon Steel. A Nippon Steel, maior siderúrgica do Japão, apresentou lucros em queda de 18%, para US$ 652,3 milhões, no segundo trimestre, em relação a um ano antes, devido à alta das matérias-primas.
(Infomet, 01/08/06) |
|
| Siderúrgicas |
 |
| Automotivas |
|
Brasil: A MWM-International reforça sua estratégia mundial para compensar a baixa rentabilidade (devido a desvalorização do dólar frente ao real) e manter o desempenho positivo da sua produção nas fábricas de Canoas (RS) e de Córdoba, na Argentina, mesmo com a retração de 10% no mercado brasileiro de caminhões. A empresa está avançando as negociações na direção da China, cuja meta é atuar no segmento de picapes no mercado chinês, afirmou o diretor de vendas e marketing, José Eduardo Luzzi. A MWM-International também está avaliando os mercados da Rússia e Turquia, onde pretende exportar os motores high speed e Acteon. No 1º semestre deste ano a MWM-International elevou suas exportações para 20.967 unidades (+6% ano a ano). A estratégia da empresa é aproveitar a joint-venture fechada pela International Truck & Engine Corporation com a Mahindra para ampliar as exportações de cabeçotes de motores e eixos de comandos. Com esses negócios o grupo International pretende elevar para US$ 5 bilhões o faturamento até 2010.
(Sonia Moraes, Gazeta Mercantil, 01/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
Brasil: Autopeças nacionalizam itens de segurança até agora considerados de luxo. A subsidiária da americana TRW e a da alemã Bosch estão prontas para produzir airbag e freios ABS. A taxa de instalação desses equipamentos nos carros fabricados no país ainda é baixa. Em média, apenas 12% dos automóveis feitos no Brasil saem com os chamados freios ABS, que impedem o travamento das rodas numa freada brusca. Mas o índice era a metade disso há 3 anos, afirma o diretor de vendas da Bosch, Bernd Schemer. Daí o entusiasmo para começar a produção local. A TRW ainda não definiu a data para produzir o airbag brasileiro. Mas acredita que pode alcançar 50% de nacionalização. Para as montadoras, clientes da indústria de autopeças, o que importa é que, quando nacionalizados, esses equipamentos venham a custar menos.
(Marli Olmos, Valor Online, 01/08/06) |
|
| Automotivas |
 |
EUA: Montadoras americanas devem registrar forte queda nas vendas de veículos em julho de 2006. Em contrapartida, espera-se que as montadoras asiáticas apresentem outro mês positivo nas vendas, uma vez que as altas nos preços da gasolina levaram muitos consumidores a comprarem veículos com combustível mais eficiente, particularmente carros e SUV's compactos, um segmento onde Toyota e Honda têm notória presença. As vendas de veículos novos nos EUA, em julho, devem alcançar uma taxa anual ajustada de até 17,2 milhões de veículos (-20,3% ano a ano). No geral, as vendas no país caíram 2,4% no 1º semestre de 2006 e muitos analistas prevêem que estes resultados reflitam um declínio sobre as 16,94 milhões de unidades vendidas em 2005.
(Automotive News - Reuters, 31/07/06) |
|
| Automotivas |
 |
França: O presidente e executivo-chefe da Renault e da Nissan, Carlos Ghosn, descartou a possibilidade de fazer uma oferta hostil à rival americana GM caso as negociações para uma aliança entre as 3 não dêem resultado.
(Folha Online, 31/07/06) |
|
| Automotivas |
 |
| Econômicas |
|
Brasil: Margem de lucro da indústria é a maior em 3 anos. Pesquisa da Serasa com 10 mil empresas aponta setor como o mais lucrativo, superando comércio e serviços. A explicação para o bom desempenho do lucro líquido da indústria em relação aos demais setores é que a queda do dólar reduziu o endividamento das empresas em moeda estrangeira e melhorou o resultado financeiro. Segundo a pesquisa realizada a partir de 10 mil balanços de empresas dos 3 setores, indústria, comércio e serviços, a margem de lucro líquido da indústria entre janeiro e março foi de 11% das vendas.
(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Dia 31/07/06: Dólar fechou estável a R$ 2,176. O Ibovespa em queda de 0,81% aos 37.077 pontos. O Risco país subiu 0,45% aos 223 pontos. O Global 40 em queda de 0,05% aos 128,43% do valor de face. O A-Bond estável aos 108,37% do seu valor de face. O Euro teve alta de 0,1% cotado a R$ 2,779.
(Bruna Croce, Jornal do Commercio, 01/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Indústria planeja aumentar preços. De acordo com a 160ª Sondagem Conjuntural da Indústria da Transformação, referente aos meses de maio a julho, divulgada pela FGV, a estabilidade econômica levou a indústria de transformação a atingir este ano o maior nível de uso da capacidade para meses de julho desde 1980: 84,9%, na série sem ajuste sazonal.
(Alessandra Saraiva, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: De acordo com a pesquisa Focus, do BC, o mercado já prevê juro de 14% no final do ano. Selic deve cair nas 3 próximas reuniões do Copom. O mercado reduziu a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, no fim do ano, mesmo avaliando que a ata da última reunião do Copom do BC indicou que os cortes serão feitos com "maior parcimônia".
(Fabio Graner, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Brasil: Crise fiscal é ameaça já para 2007. Em seminário realizado em São Paulo pelo Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, os especialistas em contas públicas, o economista Raul Velloso e o consultor econômico do Senado, Marcos Mendes, advertiram que o País mergulhará numa crise fiscal já no próximo ano por causa do aumento excessivo dos gastos públicos.. "Se nada for feito, haverá uma crise de confiança na capacidade de o País administrar sua dívida, o que poderá levar à fuga de capitais, alta do câmbio, aumento dos juros, redução do crescimento e, conseqüentemente, à recessão", adverte Velloso.
(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
Mundo: Diretor do FMI adverte contra acordos bilaterais. O diretor-gerente do FMI, o espanhol Rodrigo de Rato, fez ontem uma advertência contra os acordos bilaterais de comércio, depois do fracasso das negociações no âmbito da OMC, disse esperar que o congelamento da Rodada Doha seja temporário. Também ontem, o presidente dos EUA, George W. Bush, voltou a dizer que seu governo "fará tudo o que puder" para retomar a Rodada Doha da OMC. De acordo com ele, a abertura de mercados estrangeiros dará impulso à economia dos EUA e do mundo.
(AFP, Reuters, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
União Européia: O desemprego nos 12 países que compõem a zona do euro registrou queda em junho e ficou em 7,8% em junho, menor nível desde que a Eurostat (a agência de estatísticas do bloco econômico europeu) passou a apurar o índice, em outubro de 1998. Os dados foram divulgados hoje pela agência. A taxa ficou abaixo do registrado em maio, 7,9%. Em março e abril, a taxa ficou estacionada em 8%, apesar do aumento das exportações européias para países asiáticos.
(Folha Online, 01/08/06) |
|
| Econômicas |
 |
| Energia |
|
Brasil: Investimentos da Petrobras devem crescer 25% este ano. De acordo com dados do Ministério do Planejamento, impulsionada pelo aquecimento do mercado global de petróleo, a Petrobras espera realizar este ano R$ 21,186 bilhões em investimentos. Em 2006, a Petrobras deverá ser responsável por cerca de 66,2% da meta de superávit primário das estatais federais, estabelecida em R$ 17,9 bilhões. Ou seja, a estatal de petróleo deverá contribuir para a economia destinada ao pagamento de juros com cerca de R$ 11,8 bilhões.
(Isabel Sobral, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Energia |
 |
| Meio Ambiente |
|
Brasil: Especialistas sugerem isenção tributária para aumentar os investimentos. A discussão em torno dos créditos de carbono não se limita à questão ambiental. Analistas financeiros calculam que o mercado mundial dos chamados créditos de carbono deverá movimentar algo em torno de US$ 10 bilhões até 2012. Cerca de 1/6 do valor total deverá passar pelo Brasil e é por isso que especialistas em questões tributárias afirmam que este valor poderia aumentar consideravelmente caso houvesse uma legislação específica para a questão, que ganhou força nos últimos 3 anos. A discussão sobre tributação aos créditos de carbono é polêmica. O advogado especialista em direito tributário, Roberto Pasqualin, por exemplo, afirma que uma legislação específica para este mercado não aumentaria a arrecadação, mas sim oneraria o setor.
(Denise Juliani e Wallace Nunes, Gazeta Mercantil, 01/08/06) |
|
| Meio Ambiente |
 |
| Outras Empresas |
|
Brasil: O banco de investimento Bear Stearns informou ontem que acredita que a CVRD é potencial compradora da mineradora canadense Inco. Segundo a instituição, uma compra atingiria uma série de metas da companhia, como diversificação de portfólio, redução do risco Brasil, maior alavancagem para sua estrutura de capital, maior conjunto de produtos para a indústria siderúrgica e aquisição de experiência e tecnologia para seus próprios projetos de níquel.
(Gazeta Mercantil - Reuters, 01/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
Brasil: Queda de 20% no lucro trimestral da CVRD. O reajuste de 19% do preço do minério de ferro e o aumento do volume de vendas de minério e pelotas não foram suficientes para neutralizar o efeito câmbio nos resultados financeiros da CVRD. O lucro líquido foi de R$ 2,8 bilhões, cerca de 20% inferior ao registrado no segundo trimestre de 2006. As vendas no período somaram 66,6 Mt, 8% mais que no segundo trimestre de 2005 e 6% superiores às registradas no primeiro trimestre deste ano. O aumento das vendas e o reajuste do preço do minério asseguraram à companhia, receita de R$ 8,9 bilhões, gerando R$ 4,6 bilhões e lucro líquido de R$ 2,8 bilhões. Os valores são todos inferiores aos obtidos no segundo trimestre de 2005, mas os números são melhores, se comparados ao trimestre imediatamente anterior. O lucro líquido pode alcançar R$ 11,5 bilhões para 2006.
(Danielle Nogueira, DCI, 01/08/06) |
|
| Outras Empresas |
 |
| Tecnologia da Informação |
|
Brasil: Telefones celular e fixo se tornam um só aparelho. A Brasil Telecom começa a vender na quinta-feira o Telefone Único, que funciona como fixo, quando está em casa, e como celular, quando está na rua. Desenvolvido em parceria com a Motorola, ele será oferecido inicialmente no Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Paraná. A empresa colocará à venda, inicialmente, 10 mil kits do Único. Cada kit é composto por 1 telefone celular e 1 aparelho chamado ponto de acesso, que é conectado a uma linha de telefonia fixa. O ponto de acesso, assim que for conectado à rede fixa, estabelece uma rede de cobertura com raio de 100 m, dentro da qual as ligações feitas a partir do telefone móvel terão a mesma tarifa de um aparelho fixo. Outra operadora, a Telemar, planeja lançar um serviço semelhante, mas ainda não definiu a data.
(Leonardo Goy, O Estado de S. Paulo, 01/08/06) |
|
| Tecnologia da Informação |
 |
|