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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 01/06/2006
 Siderúrgicas
Brasil: Há um mês, a América Latina Logística (ALL) está utilizando dormentes metálicos feitos com aço da Gerdau num ramal ferroviário que passa pela siderúrgica Guaíra, de Araucária (PR). No desvio de 2,4 km, que custou R$ 2,6 milhões, foram usadas 300 t de aço. Agora a Gerdau quer usar o trecho como vitrine para ampliar as vendas de perfis dormentes para a ALL, que não descarta a adoção de materiais alternativos à madeira. "Em trechos novos temos a opção de usar metal ou concreto, com custos compatíveis", disse ontem o presidente da ALL, Bernardo Hees.



(Marli Lima, Infomet – Valor, 01/06/06)
Siderúrgicas
China: Cinco usinas do norte do país aumentaram o preço das barras de aço. Shougang, Tangsham, Tianjin, Xuanhua e Chendge informaram aumentos de até 6,7% para junho, sem explicar os motivos. A produção das usinas do norte e nordeste representa mais de 50% do total produzido no país. Na semana passada, a Shanghai Baoshan (Baosteel) aumentou os preços dos produtos principais para o mercado interno em 7%, a serem aplicados no 3o trimestre.



(Metal Bulletin, 01/06/06)
Siderúrgicas
Luxemburgo: Autoridades reguladoras dos mercados acionários da Bélgica e de Luxemburgo aprovaram a oferta melhorada de compra da Arcelor pela Mittal Steel por US$ 30,25 bilhões. Reguladores na França e na Espanha, que ainda precisam dar seus pareceres oficiais sobre a proposta, devem aprovar a oferta melhorada em breve. As autoridades de Luxemburgo informaram que a proposta da Mittal será estendida para 5 de julho ante prazo anterior de 29 de junho e que se encerrará na mesma data em outros mercados onde a Arcelor tem ações negociadas. A Arcelor, que é contrária à oferta da Mittal, informou anteriormente que vai realizar uma reunião de conselho para dar uma reposta formal à proposta não solicitada da Mittal logo que ela for aprovada pelas autoridades de defesa da concorrência.



(Julien Ponthus, Infomet – Reuters, 01/06/06)
Siderúrgicas
Luxemburgo: Carta assinada por 30% dos controladores da Arcelor teria sido enviada ao Conselho de Administração da empresa, na pessoa de M. Kinsch. Pelas leis do país, Arcelor seria obrigada a chamar assembléia no prazo de 30 dias caso requerido por acionistas detendo pelo menos 20% do capital social. Segundo a visão da direção da Arcelor, o negócio de fusão com Severstal só poderia ser detido caso houvesse oposição da maioria em assembléia (o que é improvável porque as reuniões passadas só têm conseguido reunir 35% como máximo dos acionistas). No entanto na visão dos acionistas que estão se opondo ao negócio, seria necessária a aprovação de 67% (2/3) dos mesmos para validar a fusão. Arcelor deverá acelerar o contrato de troca de ativos com Severstal para que tudo esteja concluído antes da próxima assembléia geral em 28 de junho, em que os acionistas poderiam confrontar o Conselho. Mittal elogiou publicamente a iniciativa dos acionistas, expressando que os mesmos deveriam ter melhores chances de escolher entre os modelos Arcelor/Mittal e Arcelor/Severstal. Mas mesmo que 30% dos acionistas se oponham à fusão com Severstal, não teriam força em assembléia para impedi- la.



(Metal Bulletin e Infomet – Reuters, 01/06/06)
Siderúrgicas
Marrocos: Arcelor aumentou sua participação na Sonasid (usina de produtos longos de aço). A Arcelor detém agora 50% da holding Sonasid, e 32,43% da Sonasid). A transação ocorreu através do exercício de opção em aumento de capital, integralizado à vista. O movimento visa a consolidação e desenvolvimento contínuo das posições de mercado da Sonasid, dentro de um cenário previsto de crescimento da região.



(Metal Bulletin, 01/06/06)
Siderúrgicas
Reino Unido: A Corus aumentará em US$ 65/t o preço básico dos perfis estruturais, a partir do fim de junho. O aumento acompanha a evolução dos custos de produção (energia e matérias primas) e está sustentado pelo aumento de demanda no Reino Unido; e também segue os aumentos praticados pelas usinas que produzem chapas grossas.



(Metal Bulletin, 01/06/06)
Siderúrgicas
Reino Unido: A Corus anunciou queda de 73% em seu lucro líquido do 1º trimestre para US$ 83,8 milhões. Segundo a empresa, seu desempenho foi afetado pelos altos preços de energia e do minério de ferro. As vendas atingiram US$ 4,26 bilhões (-2% ano a ano) e ficaram abaixo das estimativas do mercado. Os preços médios de venda caíram 7%. A Corus afirmou que pretende manter o crescimento controlado em suas atividades na Europa e expandir sua atuação em mercados mais dinâmicos, como Brasil e Rússia.



(Infomet – Valor, 01/06/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
Brasil: As vendas de veículos em maio foram de 144.894 unidades (+7,2% ano a ano). O setor automotivo continua mantendo resultados positivos de vendas no mercado interno. No acumulado dos 5 meses até 30 de maio, as vendas de veículos totalizaram 665.736 unidades, (+8,6% ano a ano).



(Sonia Moraes, Gazeta Mercantil, 01/06/06)
Automotivas
Brasil: Para flexibilizar a produção e evitar perdas nos contratos de exportação por conta das variações cambiais, as montadoras estão utilizando plataformas produtivas no Brasil e na Argentina, capacitando a transferência de produção para o local mais competitivo conforme os ajustes da moeda. A PSA Peugeot-Citröen aproveitará a plataforma do 206 Hatch na fábrica de Buenos Aires para produzir as unidades exportadas do veículo para o México, antes fabricadas na unidade de Porto Real (RJ). O presidente da GM do Brasil, Ray Young, anunciou recentemente que a montadora passará a produzir os mesmos modelos nas unidades do Mercosul para facilitar a mobilização de produção para o local mais competitivo para exportar. Estratégia semelhante é utilizada pela Iveco Latin America para os caminhões pesados. Na cotação de ontem, o dólar era negociado a 3,09 pesos argentinos e 2,32 reais.



(André Barros, DCI, 01/06/06)
Automotivas
Alemanha: As vendas de carros novos na Alemanha cresceram, ano a ano, em maio de 2006, informou o VDA (associação da indústria automotiva). O VDA não divulgou os dados do mês passado em separado, mas informou que as vendas na Europa, seu maior mercado, cresceram cerca de 2% nos primeiros 5 meses do ano para 1,101 milhão de unidades. A previsão da associação para o ano de 2006 é que sejam comercializadas 3,35 milhões de unidades no país (+0,3% ano a ano).



(Just–auto.com, 31/05/06)
Automotivas
EUA: Espera–se que em maio, as vendas de carros novos nos EUA tenham atingido 1,52 milhão de unidades, ou 3% a mais sobre o mês anterior. Estes números levam à uma taxa anual ajustada sazonalmente de 16,9 milhões de unidades. Na comparação anual, as vendas de maio devem ter aumentado 1%. O site Edmunds.com, especialista do setor automotivo, estima que a participação de mercado combinada em maio, da Chrysler, Ford e GM tenha ficado em 55,1%; abaixo dos 58,9% em maio de 2005, mas superior aos 54,6% em abril de 2006.



(Just–auto.com, 31/05/06)
Automotivas
EUA: O presidente da GM, Rick Wagoner, anunciou que a montadora está negociando para chegar a um consenso sobre um acordo trabalhista com a Delphi, sua maior fornecedora de peças. Uma greve na Delphi iria desintegrar o plano da GM de reduzir as despesas com pessoal e encargos para cerca de 31% da receita este ano, em relação a 34% no ano passado, segundo uma apresentação feita ontem por Wagoner para analistas da Sanford C. Bernstein. A meta da GM é reduzir esses custos para 25% da receita até 2010.



(Gazeta Mercantil - Bloomberg News, 01/06/06)
Automotivas
França: A Renault, 2ª maior montadora da França, está estudando oportunidades de cooperação com a montadora russa AvtoVAZ como parte do plano da empresa de se expandir nos mercados emergentes. Os diretores da Renault estão na Rússia buscando formas de cooperação com a montadora russa.



(Gazeta Mercantil - Bloomberg News, 01/06/06)
Automotivas
 Econômicas
Brasil: Desempenho da economia no primeiro trimestre foi 3,4% maior em comparação com o mesmo período de 2005. A economia brasileira acelerou, puxada pela indústria e pela demanda interna, com forte desempenho dos investimentos e continuidade do crescimento do consumo das famílias. O PIB, a soma de toda a produção do País, cresceu 1,4% de janeiro a março de 2006, na comparação com o trimestre anterior, livre de influências sazonais. Foi o melhor desempenho em um ano e meio. Em termos anualizados, a taxa corresponde a 5,7%.



(Fernando Dantas, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: Dia 31/05/06: Dólar fechou em alta de 0,56% a R$ 2,323. O Ibovespa em alta de 0,32%, aos 36.530 pontos. O Risco país fechou em queda de 4,31 aos 266 pontos. O Global 40 em alta de 0,32% aos 122,08% do valor de face. O A-Bond em alta de 0,24 para 104,18%. O Euro fechou em alta de 0,10% a R$ 2,978.



(Bruna Croce, Jornal do Commercio, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: O BC faz o esperado e juro cai 0,5 ponto. Depois de três reduções consecutivas de 0,75 ponto percentual, o Copom decidiu diminuir o ritmo e cortar em apenas 0,5 ponto a taxa básica da economia. Com a decisão, unânime e sem viés, o juro básico caiu para 15,25% ao ano e atingiu o menor nível desde fevereiro de 2001. Apesar disso, o juro real brasileiro, descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, continua o maior do mundo, em 10,5% ao ano, segundo a consultoria GRC Visão



(Renée Pereira, Gustavo Freire, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: Importação cresce e setor externo perde força. Aumento das importações foi de 15,9% no trimestre, enquanto exportações avançaram apenas 9,3%. Na comparação com o trimestre anterior, em termos dessazonalizados, as importações cresceram 11,6% e as exportações 3,9%.



(Fernando Dantas, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: Para analistas, alta do PIB no ano pode ficar perto de 4%. Aumento do crédito, melhora na atividade industrial e no consumo e queda nos juros sustentam expectativas. O bom desempenho do PIB no primeiro trimestre ratifica as projeções iniciais das empresas de consultoria de que a economia deve crescer este ano entre 3,3% e 3,8%. Para o economista-chefe da GRC Visão, Jason Vieira, a taxa de crescimento do PIB em 2006 pode ficar acima de 4%, dependendo de como vão se comportar os gastos do governo. O economista avalia que o governo deve afrouxar a política fiscal.



(Marcelo Rehder, Gustavo Porto, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues admite que a queda de 0,5% do PIB do setor agrícola no 1º trimestre, em relação ao mesmo período de 2005 já era esperada e que a crise no setor não tem precedentes. O ministro chegou a afirmar que "o déficit de R$ 30 bilhões (do setor agrícola) é praticamente irrecuperável por medidas emergenciais ou de longo prazo". Durante audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara, os parlamentares alertaram para o risco de desabastecimento no País no próximo ano em decorrência da crise que reduziu a renda do setor e reivindicaram novas medidas de apoio.



(Adriana Fernandes, Fabíola Salvador, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: Câmbio leva indústria de transformação a crescer só 3% comparado com igual período de 2005. O desempenho foi o mais fraco entre os segmentos industriais no período. O crescimento da indústria de transformação, o núcleo mais determinante das tendências gerais da economia dentro das contas nacionais, ficou aquém do desempenho muito bom de outros componentes do PIB no 1º trimestre de 2006. Dentre os setores da indústria de transformação, os melhores desempenhos ficaram com veículos (automóveis, caminhões e ônibus), gasolina, óleo combustível, materiais elétricos, equipamentos eletrônicos e bebidas. A produção de máquinas e equipamentos também foi significativa, no aumento dos investimentos.



(Fernando Dantas, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: Apesar da expectativa de uma produção recorde de cana-de-açúcar na safra 2006/2007, a Companhia Nacional de Abastecimento avalia que o preço do álcool usado como combustível não deve cair mais. Hoje, o litro do álcool hidratado está entre R$ 0,84 e o anidro, R$ 0,96 na usina; em março, no auge da crise, chegou a custar R$ 1,24 e R$ 1,21.



(O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: O crescimento econômico anunciado ontem está longe dos padrões asiáticos, mas é inegavelmente mais robusto do que o dos anos anteriores. E terá importantes desdobramentos econômicos e políticos. É provável que estejamos diante da mudança de qualidade da atividade econômica para melhor. Bons motivos calçam essa expectativa: (1) há o bom crescimento mundial com que se pode contar (2) o aumento das despesas do governo federal (em parte em conseqüência do reajuste do salário mínimo em 16,7% que começou a ser pago em abril) tem o lado ruim de ameaçar o equilíbrio das contas públicas, mas estimulará o consumo no segundo semestre; e (3) há os juros básicos, agora nos 15,25%, o mesmo nível de janeiro e fevereiro de 2001, que tendem a empurrar o crédito e o consumo. Outro número importante das Contas Nacionais é o que revela o comportamento do investimento, que os técnicos chamam de Formação Bruta de Capital Fixo. Foi um aumento de 9,0% em 12 meses.



(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
Brasil: País afasta até investidor interno. Com os números oficiais do BC, nota-se que os investimentos de empresas brasileiras no exterior chegaram a US$ 71,6 bilhões, entre 2001 e setembro de 2005. Um aumento de 44% no período. E continuam aumentando neste ano. Os investimentos externos continuam não vindo e os internos saindo, demonstrando o nosso atraso numa economia mundial que cresce e se globaliza cada vez mais. A conseqüência natural e inevitável é que as grandes empresas brasileiras buscam as oportunidades que não existem no País. Como as perspectivas não mudam, nossas empresas vão investir lá fora.



(Alberto Tamer, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
EUA: Ata da reunião do Fed divulgada ontem, reforça incertezas sobre trajetória do juro. O presidente do Fed, Ben Bernanke admitiu, no documento da reunião, que as pressões inflacionárias surpreenderam. No encontro do dia 10 de maio, os diretores do Fed elevaram o juro básico em 0,25 ponto percentual, para 5% ao ano, a maior taxa desde 2001, mas eles pensaram na possibilidade de um aumento de 0,50 ponto por causa da pressão inflacionária Bernanke, e seus colegas deixaram a porta aberta para futuras elevações "devido ao risco de a perspectiva para a inflação piorar", de acordo com a ata. O aperto monetário começou em junho de 2004, e até agora o juro básico subiu 16 vezes, sempre em 0,25 ponto percentual.



(O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: Petrobras inicia obras de gasoduto de R$ 1,44 bilhão. Inicia-se hoje a construção do gasoduto Urucu-Manaus, que transportará o gás natural da província petrolífera de Urucu, município de Coari (AM), até a capital Manaus. Segundo informou a estatal, as obras irão gerar aproximadamente 3,4 mil empregos diretos e 10 mil indiretos na região. O término do gasoduto, de 670 km de extensão, está previsto para março de 2008.



(Jornal do Commercio, 01/06/06)
Energia
Bolívia: Evo quer gás com preço novo ainda esta semana. YPFB anunciou que vai dobrar a produção em 5 anos e busca novos mercados compradores. O presidente da Bolívia, Evo Morales, instruiu ontem o ministro de Hidrocarbonetos, Andrés Soliz Rada, a apressar as negociações com Brasil e Argentina sobre o preço do gás. "É urgente que se negocie e se defina esta semana melhores preços para a exportação de gás", disse Evo. As negociações entre os países estão praticamente paralisadas. Por enquanto, Brasil e Argentina são os únicos mercados do gás boliviano. A YPFB voltou a afirmar que está descartada qualquer indenização pelas duas refinarias da Petrobras.



(Agnaldo Brito, O Estado de S. Paulo, 01/06/06)
Energia
 Logística
Brasil: Os governadores de Minas, Aécio Neves, de Goiás, Alcides Rodrigues e do Espírito Santo, Paulo Hartung, assinaram ontem, em Belo Horizonte, protocolo de intenções para a criação de um projeto de logística de transporte com o objetivo de facilitar o escoamento das riquezas minerais e do setor agropecuário produzidos em Minas e Goiás e com exportações através dos portos capixabas. O projeto será coordenado pelo ex-ministro de Minas e Energia e ex-presidente da CVRD, Eliezer Batista. O objetivo do empreendimento, segundo o governador mineiro, é o de consolidar um corredor que permita o escoamento a preços mais baixos e de forma mais ágil da produção dos estados signatários do acordo.



(Durval Guimarães, Gazeta Mercantil, 01/06/06)
Logística
 Outras Empresas
Bolívia: O Governo da Bolívia deve divulgar hoje o resultado da licitação que dará o direito de exploração das jazidas de minério de ferro e manganês da Morraria de Mutun. A licitação foi apontada como um dos motivos para a expulsão da EBX da Bolívia, que construía uma usina para produção de ferro-gusa. Uma comissão, formada por 5 ministros, está no Departamento de Santa Cruz analisando o processo. A Jindal foi a única a apresentar carta-proposta para promover a instalação de um pólo siderúrgico para a industrialização do minério da Morraria de Mutum, que tem reserva estimada em 40 Gt de ferro e manganês.



(Marcelo Fernandes, Infomet – Assessoria de Imprensa, 01/06/06)
Outras Empresas
Canadá: A Inco rejeitou uma oferta de compra de US$ 16,1 bilhões feita pela também canadense Teck Cominco, mas disse que estuda um acordo com esta empresa e com a Falconbridge, outra canadense que também recusou proposta de aquisição de US$ 15,9 bilhões feita pela suíça Xstrata.



(Infomet – The Wall Street Journal Americas, 01/06/06)
Outras Empresas
China: A inflexibilidade chinesa nas negociações sobre o preço do minério de ferro ressalta o desejo do país de usar sua condição de grande comprador de matérias-primas para deter a alta dos custos, algo que pode ter implicações para a economia global. É a economia chinesa que impulsiona o recente aumento da demanda e dos preços de petróleo, cobre e uma série de outras commodities. Pequim está tentando usar essa força para empurrar os preços para baixo. A China pode, por exemplo, decidir comprar mais no mercado à vista de países como a Índia. Embora isso possa custar-lhe mais atualmente, pode também provocar uma mudança que diluiria o poder das mineradoras no longo prazo.



(Patrick Barta, Infomet – The Wall Street Journal Americas, 01/06/06)
Outras Empresas
Mundo: O preço do cobre e de outros metais caíram em Londres e Nova York depois que os EUA se ofereceram para participar das conversações entre dirigentes europeus e o Irã caso o país suspenda seu programa de enriquecimento de urânio. O contrato de cobre da Bolsa de Metais de Londres (LME) para entrega em 3 meses foi negociado a US$ 7.875/t. O contrato de alumínio recuou US$ 44, para US$ 2.651/t. O estanho perdeu US$ 150, passando a ser negociado a US$ 8.250/t, o zinco recuou US$ 85, para US$ 3.640/t, e o chumbo permaneceu inalterado, a US$ 1.090 a tonelada.



(DCI, 01/06/06)
Outras Empresas
 Recursos Humanos
Brasil: Os trabalhadores da Volkswagen começaram às 6h00 de ontem a greve de 24 horas nas fábricas de São Bernardo do Campo, Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR) em protesto contra o anúncio de demissões na montadora. O movimento, que envolveu cerca de 22.000 empregados, está previsto para terminar hoje no mesmo horário. A greve teve 100% de adesão, com redução na produção de cerca de 2.600 veículos, segundo os sindicalistas.



(Paulo de Araujo e Cristina Rios, Gazeta Mercantil, 01/06/06)
Recursos Humanos

DAVINCI Engenharia

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