| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 01/03/2006 |
| Siderúrgicas |
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Turquia: Oyak pagou os US$ 2,96 bilhões devidos pela parcela de 49,29% do controle da Erdemir, antes do prazo de 5 de março estabelecido pelo governo. Arcelor desistiu de participar juntamente com Oyak na privatização, porque as autoridades não aprovaram totalmente a transação sob a ótica da concorrência no mercado interno (Arcelor participa juntamente com Borusan na usina de Borçelic).
(Metal Bulletin, 28/02/06) |
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| Siderúrgicas |
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México: A AHMSA divulgou plano de investir US$ 400 milhões em minas e usinas este ano para ampliar o uso da capacidade instalada. A siderúrgica mexicana tem, desde 1999, US$ 1,9 bilhão de dívidas em moratória.
(Infomet – The Wall Street Journal Americas, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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Luxemburgo: Arcelor comunicará aos seus acionistas nos próximos dias, sua projeção de lucros e sua distribuição aos acionistas como forma de se proteger da oferta hostil da Mittal. O objetivo para 2006 a 2008 é o de um Ebitda de EUR 7 bilhões/ ano, o que deverá gerar caixa de EUR 4,4 bilhões/ ano. Também é prevista uma redução de custos de EUR 2,2 bilhões no período de 3 anos, obtida entre outras medidas, através de cortes ("socialmente responsáveis" conforme o CEO G. Urquijo) de pessoal administrativo. A empresa investirá as economias em aquisições e nas linhas de produção de aços de alto valor agregado como automotivo. Alguns analistas mostraram certo ceticismo quanto à capacidade da Arcelor gerar esses resultados. O CEO informará aos acionistas em road show a começar proximamente, que irá pagar 30% de dividendos no período mencionado.
(Metal Bulletin, 27/02/06 e DCI, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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Canadá: A aquisição da Dofasco pela Arcelor terá reflexos positivos no Brasil. A CST deve exportar para a usina de Hamilton (Canadá) cerca de 800.000 t/ano de placas. Lá, seriam beneficiadas e destinadas ao setor automotivo norte-americano, que concentra a maior parte dos clientes da Dofasco. "Nossa presença na América do Sul será fundamental para suprir as operações canadenses", afirmou Michel Wurth, vice-presidente mundial da Arcelor. Até o fim do ano, será concluída a expansão de capacidade da CST, de 5 Mt para 7,5 Mt/ano. Até o 2º trimestre a Arcelor vai decidir se vai duplicar a usina da Belgo de João Monlevade (MG), produtora de aços longos. Atualmente, a unidade tem capacidade para 1,2 Mt/ano.
(Infomet – Valor, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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Bulgária: A usina de Kremikovtzi receberá EUR 300 milhões de investimento para os próximos 3 anos a partir do fim de março, após liquidar a dívida que mantém com a fornecedora estatal de energia elétrica. Global Steel Holding, a empresa de Pramod e Vinod Mittal, tinha se comprometido com o investimento junto ao governo quando adquiriu 71,1% do capital da empresa em 2005. O investimento incluirá um novo forno elétrico Conarc e uma nova máquina de ligotamento contínuo. Kremikovtzi produz billets, barras, fio máquina, laminados planos a quente e a frio, folha de flandres, e tubos brutos e galvanizados.
(Metal Bulletin, 28/02/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Depois do bom desempenho dos papéis do setor siderúrgico em fevereiro, o valuation das companhias do ramo, em especial as de aços planos, não se mostra muito atrativo, afirmou o Banco Espírito Santo (BES) em relatório. Para o BES, o cenário internacional para os preços do aço vem se mostrando mais positivo do que o anteriormente previsto. Entretanto, no âmbito doméstico, ainda há preocupação quanto ao comportamento dos preços. Dentro deste contexto, o banco manteve sua preferência pela exposição no segmento de longos, através das ações da Metalúrgica Gerdau, no qual os investidores estariam melhores posicionados para capturar crescimento de volumes de vendas e preços potencialmente mais altos no mercado interno. Já no que diz respeito ao setor de mineração, o BES considera que as ações poderão seguir pressionadas no curto prazo, diante da indefinição quanto ao reajuste dos preços do minério de ferro. Outro aspecto relevante diz respeito à clara tendência de apreciação do real, que impacta negativamente sobre as receitas de exportação das companhias. Contudo, o BES acredita que o valuation da CVRD permanece bastante atrativo, em um cenário que contempla a expectativa de reajuste de 7,5% do minério de ferro neste ano.
(Infomet – Infomoney, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Apesar do avanço do transporte ferroviário, o segmento de trilhos ainda é o mesmo do século XIX. Em 1854 o Barão de Mauá importou os primeiros trilhos e inaugurou a 1ª linha férrea do país, de 14,5 km em Petrópolis. Após 152 anos, a logística brasileira continua a importar trilhos, que não são fabricados até hoje por nenhuma empresa brasileira. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Luiz Cesário Amaro da Silveira, disse que as siderúrgicas brasileiras até teriam condições de produzir trilhos, mas não entende o porquê não o fazem. Uma possível explicação seria a falta de competitividade frente aos países produtores, como Espanha, Japão e China. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o país importou US$ 67 milhões em trilhos no ano passado (+97% ano a ano).
(Infomet – Diário do Comércio, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A CST começará a vender no mês de março bobinas laminadas a quente para a indústria naval. A empresa pretende consolidar o produto no mercado interno e, posteriormente, iniciar sua exportação. A Belgo comprará as bobinas a quente produzidas pela CST e as transformará em chapas. A companhia acredita na retomada da indústria naval brasileira, sobretudo pela demanda da Transpetro, que irá construir 42 petroleiros. A estatal realizou a licitação dos primeiros 26 navios, que deverão ser entregues ao longo dos próximos 3 anos. A Transpetro estima que as encomendas mundiais do setor podem chegar a R$ 8 bilhões.
(Gustavo Viana, Infomet – Gazeta Mercantil, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A Acesita está se preparando para uma guerra comercial: dentro de 2 anos, os chineses atingirão a auto-suficiência na produção de aço inoxidável e, em seguida, vão entrar no mercado internacional. Com um ótimo resultado no ano passado, o 2º melhor de sua história, a empresa investe alto na substituição em 100% do carvão mineral pelo vegetal, de melhor qualidade e produção própria, e em um gasoduto que lhe trará gás natural de Campos. As duas medidas proporcionarão redução de custos para enfrentar a concorrência chinesa.
(Infomet – O Tempo, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: A Fator Corretora manteve sua visão positiva para o segmento de aços planos no longo prazo. Contudo, especificamente a respeito dos resultados referentes ao 4º trimestre do ano passado das principais empresas do ramo, CSN e Usiminas, a corretora espera adversidade. A própria Usiminas antecipou que o resultado operacional dos últimos três meses de 2005 foi impactado negativamente por preços 5% inferiores à média do trimestre anterior e um pior mix de vendas. Entretanto, a Fator salientou que as perspectivas para o ano de 2006 são positivas. A Usiminas projeta um crescimento de cerca de 6% na demanda por seus produtos. A expectativa é de que a recuperação da economia brasileira, em um cenário de taxas de juros decrescentes e eleições presidenciais, alimente a demanda por produtos siderúrgicos, sobretudo nos segmentos automotivos e de autopeças, construção civil, indústria naval e de equipamentos rodoviários.
(Infomet – Infomoney, 01/03/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Suíça: A Mitsubishi (MMC) espera aumentar suas vendas nos EUA para 240.000 unidades. Esta expectativa é devida à grande variedade de novos produtos que estão saindo da linha de produção, afirmou o presidente da MMC, Osamu Masuko no Salão do Automóvel de Genebra. O objetivo de vendas poderá ser alcançado talvez daqui cinco anos, esclareceu o executivo. Ele também prevê que as vendas da MMC atinjam volume de 180.000 unidades em 2007 (+44% sobre 2005).
(Automotive News, 28/02/06) |
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| Automotivas |
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Suíça: A Peugeot lançou ontem, no Salão do Automóvel de Genebra, o compacto 207. A montadora planeja vender 500.000 unidades do modelo em 2007. O novo modelo ajudará a Peugeot a alcançar seus objetivos de crescimento em volume de vendas (em 2006) na Europa. Foram investidos EUR 1 bilhão no desenvolvimento do 207.
(Just–auto.com, 28/02/06) |
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| Automotivas |
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China: A Dongfeng Honda completou a expansão de US$ 348 milhões para quadruplicar sua capacidade anual de produção para 120.000 veículos. A JV entre Honda e Dongfeng espera iniciar a produção do sedã Civic, na fábrica remodelada, a partir do próximo mês. Montadoras estrangeiras, tais como GM, Ford e Volkswagen, investirão US$ 15 bilhões para triplicar sua capacidade anual para mais de 7 milhões de carros em 2008. As vendas de veículos na China aumentaram 21,4% em 2005.
(Automotive News – Reuters, 27/02/06) |
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| Automotivas |
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Japão: A Nissan investirá US$ 74,6 milhões para aumentar a capacidade de sua joint–venture com a Dongfeng Motor, China. A montadora aumentará em 80% a capacidade de produção de sua planta de montagem de veículos, para 270.000 unidades/ano, até o fim de 2006. A JV pretende vender 200.000 carros este ano (+27% sobre 2005). Na última quinta–feira, a Dongfeng Nissan realizou cerimônia para anunciar a finalização de uma nova planta de fabricação de motores, com capacidade para 180.000 unidades/ano, que poderá ser dobrada até 2008.
(Automotive News – Reuters, 28/02/06) |
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| Automotivas |
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EUA: A Delphi divulgou prejuízo operacional de US$ 115 milhões no país em janeiro de 2006. Com isso, seus prejuízos operacionais desde que entrou com o pedido de concordata (Chapter 11, em 8 de outubro) até 31 de janeiro acumularam US$ 862 milhões. As vendas de janeiro alcançaram US$ 1,47 bilhão; e no período de concordata totalizaram US$ 5,8 bilhões. A empresa possui cerca de 34.000 trabalhadores horistas no país.
(David Barkholz, Automotive News, 28/02/06) |
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| Automotivas |
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Argentina: Para acompanhar o crescimento das montadoras e do mercado de reposição na Argentina, a Sabó já começou a colocar em prática seu programa de expansão. A estimativa de Luis Gonzalo Guardia Souto, diretor de operações para montadoras na América do Sul, é que até 2010 sejam gastos US$ 2 milhões na fábrica de San Justo, província de Buenos Aires. Nos últimos 6 anos a Sabó investiu US$ 5 milhões naquele país. O faturamento, atualmente de US$ 13 milhões, passará para US$ 20 milhões. Além de atender o mercado local, a estratégia da Sabó é tornar a fábrica da Argentina uma base exportadora para o mercado de reposição da América Latina, enquanto a fábrica brasileira terá o seu foco no mercado de montadoras.
(Gazeta Mercantil, 01/03/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: As montadoras e fabricantes de autopeças poderão continuar importando peças de países fora do Mercosul com uma redução de 40% no imposto de importação. O benefício fiscal foi incluído no texto fechado na sexta-feira entre Brasil e Argentina, prorrogando para até 30 de junho o acordo automotivo bilateral. Depois de muito debate entre representantes dos Ministérios do Desenvolvimento, da Fazenda e do Itamaraty, além da Casa Civil, o Governo também encontrou uma fórmula jurídica que valida este desconto concedido em anos anteriores. Dessa forma, em vez de devedores da Receita, os importadores de autopeças passaram a ter um crédito com o Governo.
(Renata Veríssimo, Jornal do Commercio, 25/02/06) (Sergio Leo e Arnaldo Galvão, Valor Online, 01/03/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Marcopolo, Randon, Agrale e A. Guerra mantiveram a produção nos dias de carnaval. Tanto estas como as demais empresas do pólo metal-mecânico da região de Caxias do Sul (RS) estão operando com nível de atividade muito parecido com o do início do ano passado. Conforme dados do Sindicato das Indústrias Mecânicas, Metalúrgicas e Eletroeletrônicas de Caxias do Sul (Simecs), o desempenho em janeiro foi 2,5% maior que dezembro passado. O segmento automotivo, que participa com peso de 73% na composição dos indicadores da entidade, apresentou alta de 9,37% frente a janeiro do ano passado.
(Guilherme Arruda, Gazeta Mercantil, 01/03/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: A GM prevê um incremento de 7% no volume de vendas este ano no País. Para o presidente da GM no Brasil e Mercosul, Ray Young, as perspectivas para o Brasil são excelentes este ano. Esse crescimento das vendas internas deve compensar a queda que a empresa vem tendo nas exportações, em função da desvalorização do dólar. A expectativa para este ano é de uma redução de até 30% nas vendas externas. "Com a queda da taxa de juros, acreditamos que o mercado vai explodir. Lançaremos novos produtos, e nossa previsão é manter o 2º lugar de participação no mercado, passando de 21% para 22% de market share", explica Young. Definida pela companhia como a região mais próspera para o mercado de automóveis em 2006, o Rio de Janeiro será um dos principais focos de atuação da GM neste ano. A GM começou, no início deste mês, as obras de ampliação da fábrica de Gravataí (RS). É nesta unidade que a empresa produzirá, a partir do ano que vem, o Celta Sedan. O projeto de ampliação demandará US$ 240 milhões.
(Cirilo Júnior, Jornal do Comercio, 01/03/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: A determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de acelerar os gastos neste início de ano já teve impacto nas contas do governo. O superávit de janeiro somou R$ 3,06 bilhões (- 73% ano a ano). O Banco Central (BC) confirmou que o aumento das despesas motivou redução significativa no superávit primário, a economia de recursos que o governo faz a cada mês para bancar o pagamento da dívida.
(Isabel Sobral, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 25/02/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O déficit da Previdência Social em janeiro foi praticamente o dobro do mesmo mês de 2005. Em janeiro deste ano as contas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ficaram deficitárias em R$ 4,84 bilhões (-88,5% ano a ano). Os números foram divulgados pelo Ministério da Previdência Social. Segundo o coordenador geral de Estudos Previdenciários, Rafael Liberal Ferreiras de Santana, a elevação do déficit foi provocada pelo aumento das transferências de recursos a outros órgãos e pela antecipação do pagamento de precatórios (dívidas por sentenças judiciais).
(Vânia Cristino, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 25/02/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: A Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) cobrada das empresas, está batendo verdadeiros recordes de crítica. Tanto, que a Receita Federal analisa a possibilidade de realizar treinamento para que fiscais e técnicos a entendam. Até dois anos atrás, a Cofins era uma alíquota de 3% aplicada sobre o faturamento. Era um tributo chamado pelos técnicos de "cumulativo", que aumentava a cada etapa de produção. Mas havia reclamação porque o peso desse tributo, embutido no preço, crescia conforme a complexidade do produto. O sistema passou para "não cumulativo". A Cofins, em conjunto com o PIS, responde por 30,7% da arrecadação do governo federal. Em 2005, os dois tributos recolheram R$ 110 bilhões aos cofres públicos.
(Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/03/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Depois da Medida Provisória (MP) do Bem e da isenção do Imposto de Renda (IR) para os investimentos estrangeiros em títulos públicos, o governo estuda novas medidas de corte de tributos. Entre as alternativas em análise pela equipe econômica, está a redução das alíquotas do Imposto de Importação (II) para produtos de setores oligopolizados e com menor grau de competição. Além de contribuir no combate à inflação, a redução do II poderá ajudar a conter a excessiva valorização do real frente ao dólar. O governo também pretende prosseguir com a desoneração dos investimentos produtivos e de produtos da cesta básica. Outra proposta é a isenção dos ganhos das aplicações nacionais e estrangeiras feitas nos chamados Fundos de Investimento em Participação (FIP) de longo prazo e destinados a financiar obras de infra-estrutura.
(Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/03/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: A agência americana de classificação de risco Standard & Poor's elevou ontem a classificação do risco soberano de longo prazo, em moeda estrangeira, do Brasil, de BB- para BB. Com isso, ficam faltando dois degraus para o País atingir a classificação de "grau de investimento", considerado seguro para investir. O risco soberano de longo prazo em moeda local também foi elevado, de BB para BB+. O risco para investimento no curto prazo em moeda local e estrangeira ficou estável, no nível "B". A perspectiva para o País , segundo a agência, é "estável". A analista de crédito da S&P, Lisa Schineller, elogiou a forma como o governo brasileiro vem administrando a dívida externa, aproveitando as condições favoráveis do balanço de pagamentos e o acúmulo de reservas internacionais para quitar dívidas externas oficiais e comerciais. Na sua avaliação, essa recompra dos papéis da dívida aconteceu "em ritmo mais forte do que esperado", contribuindo para "reduzir o impacto de amortizações externas nos próximos anos".
(Mariana Barbosa, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/03/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 24/02/06: Dólar fechou em baixa de 0,09 % a R$ 2,140. Ibovespa em alta de 0,53%, aos 38.610 pontos. Risco país em queda de 1,34% aos 221 pontos. O Global 40 com queda de 0,09% aos 132,79% do valor de face. O A-Bond caiu 0,11%, para 111.875%. O cotação do Euro foi de R$ 2,541.
(Silvana Rocha, Mario Rocha e Lucinda Pinto, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 25/02/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: O PIB brasileiro cresceu apenas 2,3% em 2005, menos da metade do resultado de 2004, que ficou em 4,9%. O resultado brasileiro de 2005 foi o segundo pior da América Latina, e só superou o do Haiti. A renda per capita cresceu 0,8% em 2005. A forte desaceleração dos investimentos, que cresceram apenas 1,6%, e o mau desempenho da agricultura foram os principais fatores que levaram à brusca desaceleração da atividade econômica no ano passado. Segundo Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a desaceleração do PIB, na parte da demanda, "foi obviamente no investimento".
(Fernando Dantas, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 25/02/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Argentina: A Adeco Agropecuária, do grupo argentino Adeco, comprou a Usina de Monte Alegre SA, na região sul de Minas Gerais, para entrar na indústria dos combustíveis renováveis. A usina tem uma capacidade de moagem anual de 1 Mt de cana-de-açúcar e produz 80.000 t de açúcar e 30 milhões de litros de álcool.
(Rodolpho Sélos, Jornal do Commercio, 25/02/06) |
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| Energia |
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Brasil: As usinas e destilarias deixaram por diversos motivos 3 Mt de cana-de-açúcar madura nos canaviais no fim de 2005. A maior parte está no interior de São Paulo, que responde por 40% da produção nacional. Se essa cana fosse transformada em álcool, renderia 2,4 bilhões de litros, suficientes para abastecer o mercado e evitar os aumentos de preço do combustível. Por conta da escassez, o preço do álcool na usina subiu de R$ 0,99 no fim de novembro para R$ 1,20 esta semana, sem impostos.
(José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 26/02/06) |
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| Energia |
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| Logística |
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Brasil: Há mais de duas semanas, duas das três ligações rodoviárias da Argentina com o Uruguai estão fechadas por piquetes. Apoiados pelo governo provincial de Entre Rios, grupos ambientalistas argentinos protestam contra a construção de duas fábricas de papel e celulose, as papeleras, na margem uruguaia do Rio Uruguai. Argumentam que as fábricas poluirão o rio e, além dos prejuízos ecológicos e à agricultura, afastarão os turistas. Os piqueteiros contam com o apoio explícito das autoridades provinciais e federais argentinas. O governo uruguaio e as empresas envolvidas, no entanto, atestam que as fábricas usarão métodos de produção aceitos pelas autoridades ambientais da União Européia e dos EUA.
(O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 26/02/06) |
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| Logística |
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| Meio Ambiente |
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Mundo: Antes mesmo da implementação do 1º período do Protocolo de Kyoto, já iniciaram as conversas para combater as mudanças climáticas no 1º período do acordo, nos próximos 6 anos. O protocolo, assinado em Kyoto em dezembro de 1997, é um acordo para que os países industrializados reduzam, no 1º período, as emissões dos gases causadores do efeito estufa (GEE) em pelo menos 5,2%, em relação aos níveis de 1990. Os EUA apresentaram resistência mas vários legisladores americanos são a favor do protocolo. O mundo industrializado reconhece as necessidades de países em desenvolvimento e também o princípio de responsabilidades comuns mas diferenciadas estabelecidas pelo Protocolo de Kyoto.
(AmbienteBrasil, 27/02/06) |
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| Meio Ambiente |
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Canadá: Com o avanço das certificações ambientais na indústria, aumenta a oferta de tecnologias que permitem eliminar o uso de substâncias nocivas do dia-a-dia das empresas. De olho nesse nicho de mercado a Walter, empresa canadense especializada em limpeza de superfícies, lançou um equipamento que permite digerir óleos e graxas durante a limpeza de peças, sem resíduos perigosos. "O ponto alto do sistema é que ele bane os solventes, substâncias de difícil descarte, e ajuda a reduzir custos com manutenção", explica Jorge Farsky, presidente da Walter no Brasil.
(Andrea Vialli, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/03/06) |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: Mudanças climáticas no planeta podem provocar conflitos ligados ao acesso a fontes de água entre países, disse ontem o jornal britânico The Independent. Ativistas pela ecologia exigiram que o governo britânico redobre seus esforços para reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa, diz o jornal, que reproduz dados atribuídos à ONU sobre o suprimento de água.
(Estadao, 28/02/06) |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou, em Washington, um acordo de US$ 15 milhões com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para execução do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Mata Atlântica. O empréstimo do BID é de US$ 9 milhões e a contrapartida do governo do Estado será de US$ 6 milhões. Os recursos são para melhorar todos os parques da região (Vale do Ribeira, Litoral Norte e Sul), que terão centros de recepção, educação ambiental, visitas guiadas e trilhas.
(O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 25/02/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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China: A China não conseguiu firmar um acordo sobre o preço do minério de ferro com as mineradoras. As siderúrgicas chinesas e de outros países haviam deixado claro que neste ano não desejavam qualquer alteração, e mesmo uma redução dos preços. A Shanghai Baosteel, a maior produtora de aço do país, teve encontros fracassados com as empresas australianas BHP Billiton e Rio Tinto Group, e com a Vale do Rio Doce, segundo o jornal China Daily.
(Jornal do Commercio, 25/02/06) |
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| Outras Empresas |
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Austrália: A agência governamental Abare projeta um aumento do minério de ferro de 12% para este ano. As mineradoras não estão conseguindo atender a demanda, particularmente na China, por falta de mão de obra e limitações de equipamentos. Isto pode manter os preços em níveis elevados até 2008, quando o aumento da oferta deverá exercer pressão de queda sobre os preços. A lucratividade das exportações de minério de ferro da Austrália devem ultrapassar este ano as de carvão coque devido à queda prevista de 8% nos preços deste último.
(Metal Bulletin, 28/02/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: O destino de uma das áreas potencialmente mais produtivas do Pará, a faixa do vale do rio Tapajós, rica em minérios, madeiras e outros recursos naturais, será definido ainda esta semana. Trata-se da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à lei de gestão de florestas públicas, já aprovada pelo Congresso Nacional. Ela é que vai equacionar algumas questões consideradas de interesse vital para a economia do Estado e para o futuro da região. Entre elas, a possibilidade de asfaltamento da rodovia BR-163 (Cuiabá/Santarém), e a continuidade dos trabalhos de pesquisa mineral naquela área.
(Infomet – Assessoria de Imprensa, 01/03/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: A união entre a Bardella e a Timken prosperou desde 2001, quando se associaram para oferecer um serviço inexistente no país: o recondicionamento de rolamentos industriais. Até então, os rolamentos desgastados eram simplesmente descartados. De lá para cá, a BT Bardella Timken não cresceu menos que 30% ao ano. Em 2005, o resultado foi ainda maior: o faturamento de R$ 3,8 milhões (+42% ano a ano). O gerente geral da Bardella Timken, Júlio César Raele, diz que os negócios da empresa vêm crescendo mais rapidamente desde 2004, acompanhando o aumento da demanda dos países asiáticos, principalmente da China. O diretor e criador da BT, Christopher Armstrong, observa que os grandes fabricantes de rolamentos industriais estão trabalhando no limite de suas capacidades. Por isso, os pedidos de peças novas podem levar até 30 meses para ser atendidos. Além disso, ele crê que o processo de terceirização na recuperação de máquinas e equipamentos vai continuar se acentuando no mundo todo.
(Paulo Henrique de Sousa, Infomet – Valor, 01/03/06) |
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| Outras Empresas |
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