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Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM.
de: 01/02/2006
 Siderúrgicas
Reino Unido: A Arcelor pode tentar fazer uma aliança com uma siderúrgica asiática para combater a oferta da Mittal. "Tomaremos medidas legais e podemos até mesmo considerar uma aliança ou algum tipo de cooperação", disse ontem Gonzalo Urquijo, diretor financeiro da Arcelor, sem informar quais seriam os possíveis sócios do negócio. O CEO da empresa, Guy Dollé, disse que pretendia se reunir com a Nippon Steel (3ª siderúrgica mundial), ainda esta semana. O primeiro-ministro de Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, declarou ontem ao Parlamento de seu país também ser contrário à oferta. O país é o maior acionista da empresa, com cerca de 5,6% de suas ações. "Não somos capazes de reconhecer um conceito industrial nas propostas da Mittal e somos contrários à sua oferta pública", disse Juncker ontem ao Parlamento de Luxemburgo. "Esta é a primeira vez em que vejo uma oferta de compra de controle acionário tão mal preparada", afirmou o ministro da Fazenda da França, Thierry Breton.



(DCI, 01/02/06)
Siderúrgicas
Japão: A Nippon Steel e a JFE Holdings registraram forte alta nos lucros. A Nippon Steel registrou lucro líquido de US$ 2,3 bilhões no período de abril a dezembro do ano passado (+84% ano a ano). A JFE anunciou que seus resultados no período já superam os alcançados durante o todo ano fiscal anterior. O lucro líquido da JFE foi de US$ 1,45 bilhão entre abril e dezembro de 2005 (+6,4% sobre todo ano fiscal de 2004). Tanto a Nippon quanto a JFE beneficiaram-se da estratégia de elevar os preços dos produtos de alta qualidade, vendidos para montadoras e estaleiros, como meio de compensar os gastos maiores com minério de ferro e carvão.



(DCI, 01/02/06)
Siderúrgicas
EUA: Apesar de ter registrado declínio de 19,8% em seu lucro líquido do ano passado, a US Steel anunciou que o resultado de 2005 foi o segundo melhor de sua história. A empresa teve lucro líquido de US$ 910 milhões no ano passado com vendas de US$ 14,04 bilhões (+0,5% ano a ano). John P. Surma, CEO da US Steel disse que a empresa ainda tem outro ano de retorno do capital investido. Surma disse ainda que as necessidades de investimento e os gastos com reparos e manutenção programada ficaram acima do previsto. A empresa enfrentou atrasos na implantação do alto-forno nº 14 de sua planta de Gary mas Surma disse que o projeto já está na fase de start-up e deverá começar a produção a plena capacidade (9.200 t/dia) em breve. Para 2006 a empresa espera que suas vendas aumentem tanto nos EUA quanto na Europa.



(Metal Bulletin, 31/01/06)
Siderúrgicas
EUA: A California Steel Industries (CSI) registrou queda de 60,3% em seu lucro líquido do 4º trimestre de 2005. O declínio de 17% no preço médio de venda de seus produtos se sobrepôs ao maior volume embarcado. A produtora de aços planos embarcou no período 479.380 t. Para os embarques no 4º trimestre, as chapas galvanizadas registraram aumento de 16,4% ano a ano para 191.172 t, o volume de chapas laminadas a frio avançou 5,1% para 48.108 t e o de chapas a quente recuou 1,2% para 193.257 t. No acumulado de 2005, a CSI registrou aumento anual de 13,9% no volume embarcado para 1,81 Mt. A CSI é de propriedade da JFE (Japão) e da brasileira CVRD.



(Metal Bulletin, 31/01/06)
Siderúrgicas
CIS: Os preços de exportação de produtos longos (aços comerciais) oriundos da Comunidade de Estados Independentes estão se mantendo apesar dos volumes menores de vendas, causados pelo congelamento dos portos do norte do Mar Negro. Os billets estão sendo cotados a até US$ 315/t fob. Cantoneiras leves estão cotando a até US$ 380/t fob. As bobinas estão mantendo o nível de até US$ 360/t fob.



(Metal Bulletin, 01/02/06)
Siderúrgicas
Argentina: A Siderar e a Tenaris, ambas do grupo Techint, anunciaram a compra de 3 plantas da Acindar (controlada pela Belgo-Mineira). O total da transação foi de US$ 83,2 milhões. A Tenaris pagou US$ 28 milhões pela fábrica de tubos com costura da Acindar em Villa Constitución. Já a Siderar pagou US$ 55,2 milhões por 2 unidades processadoras em Rosario e San Luis.



(O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Siderúrgicas
Alemanha: Saarstahl (produtora de não planos de aço) recebeu autorização judicial para adquirir duas acabadoras de fio máquina da Tréfileries de Conflandey (França), que estão insolventes. As plantas ocupam 300 pessoas e estão situadas no leste da França, possuindo capacidade combinada de 70.000 t/ano de fio máquina revestido com cobre, e galvanizado.



(Metal Bulletin, 01/02/06)
Siderúrgicas
Brasil: Os preços do aço para embalagens, em especial as folhas-de-flandres utilizadas na produção de latas, podem ser diminuídos em 2006. Os fabricantes de latas fecharam o ano passado com um volume de estoques de chapas relativamente alto e os preços internos praticados pela CSN estão acima das cotações internacionais, de acordo com indústrias do segmento de latas. "É provável que haja corte nos preços das chapas", afirma Rogério Marins, presidente da Metalgráfica Iguaçu . Ele comenta que é provável que a CSN passe a conceder descontos por quantidade, oferecendo preços menores na aquisição de maiores volumes. Segundo Marins, a CSN produz 1,1 Mt de folhas-de-flandres/ano, sendo que a demanda interna é de aproximadamente 600.000 t. "O restante é exportado a preços bem mais baixos do que os praticados no Brasil", explica o empresário. Marins também afirma que a importação de chapas por parte do segmento de latas é cada vez mais freqüente. "Não há uma origem fixa. Importamos chapas de países como França, Inglaterra, China e Canadá".



(Carlos Matos, DCI, 01/02/06)
Siderúrgicas
Brasil: O governo do Pará demonstrou interesse na instalação de uma aciaria no estado, como parte do plano de verticalização da produção mineral que é um dos eixos de desenvolvimento traçados pelo governo estadual nos últimos 10 anos. O governador Simão Jatene disse que manteve contato recente com a direção da CVRD, e na ocasião argumentou que o Pará conta com uma significativa produção de ferro gusa. O próximo passo do governador é reunir-se com os guseiros do Estado. "Sabemos que a China tem algumas experiências bem sucedidas no transporte de gusa líquido, é possível transporta-lo para uma aciaria", observou Jatene. Simão Jatene considera que é possível articular as guseiras, sobretudo as de Marabá, para viabilizar o projeto. Nos contatos iniciais com a CVRD, Jatene obteve como resposta que a empresa tem interesse, desde que os guseiros sejam também sócios da aciaria. "A Vale justifica que, se os guseiros forem sócios, mesmo quando o ferro gusa disparar no mercado internacional, eles vão continuar oferecendo o insumo necessário para que a empresa produza o aço". De acordo com o governador, um empreendimento deste porte representará investimento de até US$ 350 milhões.



(Infomet – Agência Brasil, 01/02/06)
Siderúrgicas
 Automotivas
México: A Nissan prevê exportar cerca de 170.000 unidades de sua planta localizada no país em 2006, um crescimento de 9% sobre 2005, puxado pelo início da produção do novo modelo Versa. Segundo Diego Arrazola, porta–voz da montadora, a produção deverá ser iniciada até o meio do ano na planta de Aguascalientes, onde uma versão do Sentra também deverá ser produzida. A Nissan está investindo US$ 800 milhões para expandir a capacidade anual de produção da planta de Aguascaliente para 350.000 (+133%) em 2007, gerando 2.000 novos empregos diretos e 2.000 indiretos.



(Automotive News – Reuters, 31/01/06)
Automotivas
Japão: Pela primeira vez após doze anos, as exportações de veículos do Japão ultrapassaram a barreira das 5 milhões de unidades em 2005. As exportações totais de 2005 alcançaram volume de 5,05 milhões de veículos (+2%). Os maiores mercados para as exportações japonesas foram EUA (+7%, 1,85 milhão), Oriente Médio (+14%, 520.000) e Américas Central e do Sul (+20%, 410.000). As exportações para a Ásia caíram 18% para 420.000 unidades.



(CCFA, Comité des Constructeurs Français d'Automobiles, 31/01/06)
Automotivas
Japão: O lucro líquido consolidado da Honda no trimestre terminado em 31 de dezembro de 2005 apresentou queda de 11,7% ano a ano, para US$ 1,128 milhão. Em contrapartida, o faturamento no período saltou 15,8% para US$ 21 bilhões. O lucro líquido operacional consolidado aumentou 23,7% para US$ 1,66 bilhão, graças aos efeitos cambiais positivos, compensando os aumentos das despesas e investimentos em P&D. As vendas de veículos alcançaram volume de 816.000 unidades, praticamente o mesmo volume de 2004 (–9,8% no Japão). As exportações aumetaram 2,5% para 660.000 unidades devido às boas vendas nos EUA. Para o ano fiscal 2005/06 a Honda projeta um faturamento de US$ 82,8 bilhões (+12,6%), lucro operacional de US$ 7,3 bilhões (+36,3%) e lucro líquido de US$ 5,14 bilhões (+24,4%).



(Just–auto.com, 31/01/06; Automotive News – Reuters, 31/01/06)
Automotivas
França: A Renault e sua afiliada Nissan Motor aumentaram suas vendas combinadas de veículos em 5,9% no ano passado, à medida que aceleraram o lançamento de novos modelos, compartilhando mais motores, peças e estilos. As montadoras compartilharam a venda de 6,13 milhões de unidades de veículos em 2005, o que lhes deu uma participação no mercado mundial de 9,8%, acima dos 9,6% em 2004, segundo anunciaram ontem. A Nissan teve participação global de 5,74% em 2005 e a Renault, recuou para 4,04%.



(Bloomberg News – Gazeta Mercantil, 01/02/06)
Automotivas
Europa: A GM pretende elevar suas vendas na Europa para 300.000 unidades em 2007 (+26,5% sobre 2005), enriquecendo sua oferta de modelos fabricados pela GM Daewoo (Coréia do Sul). Este ano, a Chevrolet Europe lançará o compacto Aveo, o sedan Epica e o off road Captiva e comercializará somente modelos fabricados na Coréia do Sul, pelo menos até 2009. A Chevrolet foi a marca GM mais vendida nos EUA em 2005 (2,65 milhões de veículos).



(CCFA, Comité des Constructeurs Français d'Automobiles, 31/01/06)
Automotivas
EUA: As ações da Goodyear Tire & Rubber registraram uma queda de 16%, após o anúncio da empresa de que o lucro operacional do quarto trimestre foi de aproximadamente US$ 238 milhões, abaixo do estimado pelos analistas. Goodyear, maior fabricante de pneus nos EUA, informou que as despesas com matéria-prima avançaram mais do que o estimado. Os desafios que a Goodyear necessitará enfrentar este ano e no próximo incluem pagamentos "significativos" de pensões e negociações com o sindicato, assim como maiores despesas com matéria-prima.



(Bloomberg News - Gazeta Mercantil, 01/02/06)
Automotivas
Brasil: A partir de 1º de maio, a Renault do Brasil passará a ser presidida por Jérôme Stoll, hoje responsável pelas operações da companhia na Coréia. Ele substituirá a Pierre Poupel. A mudança foi comunicada ontem, na França, dez dias antes da apresentação que o presidente mundial do grupo, Carlos Ghosn, fará do plano da companhia para os próximos três anos, incluindo os projetos para o Brasil e o Mercosul.



(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Automotivas
Brasil: Segundo a Anfavea, em 2005 os tratores de baixa e média potência (até 99 cavalos) elevaram sua participação no mercado de tratores de rodas. Em 2004, do total de tratores de rodas vendidos, 53,5% tinham potência até 99 cv, em 2005 esta participação passou para 68%. Embora as vendas globais de tratores tenham sofrido uma queda 38,5% ano a ano em 2005 (17.543 unidades), as de tratores de baixa potência apresentaram queda de 17,5%. Para este ano as expectativas são mais otimistas, a começar pela iniciativa do governo federal que reduziu a partir de 1º de janeiro deste ano, de 5% para zero a alíquota do IPI para tratores de rodas agrícolas, medida que deve baixar os preços e estimular as vendas. Os fabricantes acreditam que o nicho de baixa e média potências deva continuar em destaque, pelo bom desempenho de fruticultura e café e crise mais amena no setor de grãos, além do excelente desempenho previsto para a cana.



(Tânia Rabello, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Automotivas
Brasil: A unidade da Ford no Brasil está trabalhando no reformulação da EcoSport. O novo modelo será montado no México e exportado para os EUA. Segundo o The Car Connection (website especializado do setor automotivo) os custos do desenvolvimento básico no Brasil são muito competitivos uma vez que os salários dos engenheiros correspondem a 1/3 daqueles pagos nos países mais desenvolvidos. O modelo atual do EcoSport fez grande sucesso nos países da América Latina onde foi comercializado e o novo modelo poderá ser o substituto ideal para o Ford Escape e o Mazda Tribute (SUV’s menores que têm quase o mesmo tamanho). Nos dois primeiros ano, a Ford Brasil produziu 170.000 unidades na planta de Camaçari (BA), onde 44% foi comercializado internamente e o restante foi exportado (51% para o México). Com a transferência da produção do novo modelo para o México, a planta de Camaçari, que vem trabalhando com plena capacidade, teria espaço livre para novos modelos adicionais, tais como pick–ups e minivans.



(Graeme Roberts, Just–auto.com, 31/01/06)
Automotivas
Brasil: A indústria automotiva puxou as exportações do ABC paulista no ano passado. Balanço do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostra que as seis montadoras sediadas no Grande ABC (VW, GM, Ford, DaimlerChrysler, Scania e Toyota) exportaram US$ 7,5 bilhões em 2005 (+42,04% ano a ano). No mesmo período, o acréscimo dos setores chegou a 22,63%. Segundo a Anfavea, as exportações brasileiras no segmento ficaram em US$ 11,18 bilhões no ano passado.



(Eric Fujita, Infomet – Diário do Grande ABC, 01/02/06)
Automotivas
Brasil: Depois de encerrar o ano passado com 1,62 milhão de automóveis e comerciais leves vendidos (+9,5% ano a ano), o maior volume desde 1997, as concessionárias mostraram no início de 2006 que o setor continua em ritmo de expansão. Os números finais devem ser divulgados ainda hoje, mas os dados coletados até o dia 30 mostram o melhor começo de ano desde 1997, quando 129.900 automóveis e comerciais leves saíram das lojas em janeiro. Até o dia 30 do mês passado, o volume comercializado já ultrapassava as 117.000 unidades. Segundo informações da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de automóveis e comerciais leves deverão ser até 8% maiores no acumulado de 2006 sobre 2005. Ainda que a estimativa seja confirmada, o setor não conseguirá bater a quantidade recorde vendida em 1997 (1,87 milhão unidades).



(Eduardo Laguna, DCI, 01/02/06)
Automotivas
 Econômicas
EUA: Na despedida de Greenspan, o Comitê do Mercado Aberto (Fomc) do Fed aumentou a taxa em 0,25 ponto percentual, levando-a para 4,5% ao ano, a maior desde maio de 2001. Os membros do Fomc em comunicado justificaram que, embora dados econômicos recentes tenham sido desiguais, a expansão na atividade econômica parece sólida, o núcleo da inflação se manteve relativamente baixo nos últimos meses e as expectativas sobre a inflação no prazo mais longo continuaram contidas.



(Dow Jones Newswires, Reuters, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Econômicas
Brasil: Terá mudado o humor do mercado financeiro internacional em relação ao Brasil? Essa dúvida nasce do fato de que, depois de meses de euforia na captação de recursos externos, em que a demanda por papéis brasileiros era muito maior do que os valores almejados, o governo teve anteontem de reduzir a nova emissão soberana de 500 milhões para 300 milhões. A emissão de bônus em euros do governo brasileiro visava a reabrir uma operação realizada em janeiro do ano passado no total de 500 milhões, com uma taxa de retorno de 7,555%, para reduzir seu custo. A taxa de retorno foi reduzida para 5,448%, levando em conta a queda do Risco país. Essa taxa foi considerada pouco atraente, reduzindo o número de compradores desse bônus. Trata-se, de todo modo, de um sinal amarelo que as empresas e o governo devem levar em conta ao fazerem novas emissões, pois pode significar o fim de um período favorável aos países emergentes.



(O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Econômicas
Brasil: Início de ano é o mais fraco desde 1999. A demanda da indústria iniciou 2006 no nível mais fraco em sete anos, segundo a Sondagem Industrial da FGV, divulgada ontem. Apenas 8% das indústrias responderam que a demanda esteve forte em janeiro, aponta sondagem da FGV. Os resultados apontam para o desaquecimento da atividade e a insatisfação do empresariado. Para o trimestre, as expectativas para exportações e emprego também estão mais fracas que em anos anteriores. Os dados mostraram que o resultado da pergunta sobre a avaliação da demanda atual foi o pior para o mes de janeiro desde 1999, período marcado pela crise cambial. O saldo (diferença entre respostas positivas e negativas) ficou em 15 pontos negativos. Só 8% das indústrias informaram que a demanda está forte, menor parcela desde janeiro de 2000. Outros 23% responderam que está fraca.



(Nilson Brandão Junior, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Econômicas
Brasil: A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) apresentou excelente desempenho em janeiro, com valorização de 14,73%, e atingiu o topo do ranking das aplicações. Para o administrador de investimentos Fábio Colombo, a valorização da Bolsa decorre do aumento da percepção de alta dos juros nos EUA, que chegariam à faixa de 4,75% a 5% ao ano nos próximos meses, o que provocou forte elevação nas Bolsas mundiais. Em busca de melhores rentabilidades, os investidores estrangeiros invadiram os mercados emergentes, especialmente o Brasil. O balanço da negociação dos estrangeiros na Bovespa, nos 20 primeiros dias de janeiro, está positivo em R$ 1,7 bilhão, resultado de compras de R$ 11,4 bilhões e de vendas de ações no valor de R$ 9,8 bilhões.



(Paulo Pinheiro, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Econômicas
Brasil: Dia 31/01/06: O dólar em queda de 0,05%, para R$ 2,215. O Ibovespa fechou em alta de 0,37 aos 38.382 pontos. O A-Bond perdeu 0,14%, vendido com ágio de 9,60% e o risco país ficou estável em 262 pontos. O Global 40 terminou aos 129,12% do valor de face, com queda de 0,38%. A cotação do Euro foi de R$ 2,686.



(Mario Rocha, Silvana Rocha, Lucinda Pinto, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Econômicas
Brasil: Na Grande SP, menor desemprego desde 1998. A taxa de desemprego nos 39 municípios que formam a região metropolitana de São Paulo, ficou em 16,9% da População Economicamente Ativa (PEA), em 2005, e recuou em relação aos 18,7% de 2004. O resultado foi divulgado pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística, Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) e revela o mais baixo nível de desemprego na região desde 1998. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), foram criados 260 mil postos no ano passado na região, enquanto a oferta de trabalho foi ampliada em 97 mil pessoas, reduzindo em 163.000 pessoas o contingente de desempregados, que diminuiu para 1,69 milhão de pessoas.



(Jander Ramon, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Econômicas
 Energia
Brasil: O GNV deve subir 6%, em média, no Estado de SP. O percentual de aumento dependerá do volume de consumo e da classe em que o consumidor está enquadrado. O residencial pagará até 9% a mais, enquanto a indústria terá reajuste de até 17,9%. Nos postos, o GNV deve ter alta, em média, de 6%. Esses repasses refletem os 3 aumentos praticados pela Petrobras no combustível vendido para as distribuidoras desde setembro, que acumulados chegam a 41,79%. Um novo reajuste para o consumidor paulista está previsto para maio, mas em percentual menor.



(Teresa Navarro, O Estado de S. Paulo – estadao.com.br, 01/02/06)
Energia
 Meio Ambiente
Mundo: O aumento da concentração de gases do efeito estufa pode ter impacto muito maior do que se pensava, segundo estudo do governo britânico. Existe apenas uma pequena chance de que as emissões de gás sejam mantidas abaixo dos níveis "perigosos", de acordo com o relatório, que reúne evidências apresentadas por cientistas do mundo inteiro em uma conferência organizada pelo Departamento de Meteorologia da Grã-Bretanha, em fevereiro de 2005.



(Envolverde, 30/01/06)
Meio Ambiente
 Outras Empresas
Mundo: A produção mundial de minério de ferro deve continuar em rota de crescimento nos próximos cinco anos, puxando também para cima as cotações internacionais da commodity. O movimento poderá desencadear uma nova onda de fusões e aquisições no setor, ao mesmo tempo em que aumentarão os investimentos em prospecção de novas áreas e a reabertura de jazidas que não eram consideradas economicamente viáveis. A avaliação é de Ronaldo Valiño, sócio-líder da área de mineração no Brasil da consultoria PricewaterhouseCoopers (Pwc). De acordo com o especialista, a China permanecerá como o principal importador mundial até 2010. Atualmente, o país já é responsável por 30% do consumo mundial de minério. "O crescimento, entretanto, não deverá chegar aos patamares obtidos em 2005, mas as mineradoras ainda terão bons resultados nos próximos anos", afirmou. Em 2005, a demanda por aço, principalmente na China, fez aumentar a produção de minério de ferro. Números divulgados pelo U.S. Geological Service (USGS) mostram que no ano passado a produção mundial de minério de ferro atingiu 1,52 Gt (+11% ano a ano), recorde histórico. As reservas mundiais foram estimadas pelo USGS em mais de 800 Gt de minério bruto, com mais de 230 Gt de minério contido.



(Patrícia Nakamura, Infomet – Valor, 01/02/06)
Outras Empresas
Cingapura: O faturamento da Vallourec, fabricante francesa de tubos, saltou 40,9% para EUR 1,26 bilhão no 4º trimestre de 2005. No acumulado de 2005, o faturamento da empresa aumentou 41,8% para EUR 4,3 bilhões no acumulado de 2005. O mercado atual da Vallourec permanece favorável, particularmente nos setores ligados à energia. A empresa adquiriu esta semana a SMFI, empresa francesa, fortalecendo sua posição nos mercados de perfuração de petróleo e gás.



(Metal Bulletin, 01/02/06)
Outras Empresas
Brasil: A demanda aquecida no setor de mineração e a estabilidade do dólar perante o real devem garantir a estabilidade das vendas da Volvo Construction Equipment Latin America no Brasil. "Os resultados do ano passado foram bem próximos ao recorde de vendas alcançado em 1998", afirmou o presidente da empresa, Yoshio Kawakami. De acordo com o executivo, as expectativas de encomendas a serem fechadas em 2006 podem garantir até dois anos de ocupação das linhas de produção da única fábrica da empresa na América Latina, localizada em Pederneiras (SP). A ampliação e a modernização do parque industrial deverão exigir neste ano investimentos de US$ 10 milhões, ante os US$ 7 milhões em 2005. Já as exportações para a Europa e EUA devem aumentar 10%, alcançando US$ 181 milhões. No ano passado, o grande número de encomendas e a incorporação dos mercados do México e Porto Rico ampliaram em 22% o faturamento da Volvo Construction.



(Patrícia Nakamura, Infomet – Valor, 01/02/06)
Outras Empresas
Brasil: O Grupo Randon poderá ampliar o seu complexo industrial em Caxias do Sul (RS). Fazem parte do complexo a Randon Implementos e outras 6 empresas, fabricantes de autopeças e componentes. Com investimento previsto de R$ 800 milhões, a empresa tem planos para construção da fundição e possivelmente a ampliação das fábricas da Master (fabricante de freios), e da Suspensys (eixos e suspensões). O maior empecilho para o investimento foi resolvido no final de 2005, com a aprovação na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul de uma lei de autoria da prefeitura para a transformação da região que fica em torno da Randon, de residencial para industrial. "Sem isso eles não poderiam fazer o novo empreendimento", diz Edson Néspolo, chefe-de-gabinete da prefeitura caxiense. De acordo com Néspolo, podem ser gerados até 2.000 empregos no município com os novos investimentos.



(Martiane Welter e Danielle Nogueira, DCI, 01/02/06)
Outras Empresas

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