| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 01/12/2006 |
| Siderúrgicas |
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China: O governo chinês vai reduzir em 100 Mt a produção nacional anual de aço e ferro, informou nesta quinta-feira a agência oficial de notícias Nova China. As novas medidas visam eliminar a produção excessiva e modernizar a indústria siderúrgica chinesa, de acordo com a Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento (CNRD), que decretou que 26 fornos de empresas siderúrgicas terão de ser desativados. O plano governamental chinês vai começar pela redução da produção em um grupo de siderúrgicas da província de Hebei, no norte da China, que terão de diminuir a produção de ferro em 3,98 Mt e a de aço em 3,73 Mt. De acordo com as estatísticas do Departamento Estatal de Comunicações, a produção total chinesa de aço bruto atingiu, em setembro, 36,162 Mt, registrando aumento anual de 18,5%. O governo chinês prevê que a economia do país avance este ano 10,7%, ou seja, 2,7% a mais do que o estabelecido como limite para evitar riscos de inflação.
(Lusa, Infomet, 01/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Analistas de mercado avaliam que CSN poderá fazer uma oferta formal pela Corus em 14 de dezembro, antes da reunião de acionistas da Corus de 20 de dezembro. Até o momento apenas a Tata Steel apresentou uma oferta formal. A due diligence estaria em andamento conforme observadores, e apenas após sua conclusão será decidido pelo encaminhamento ou não da oferta. Um dos pontos de discussão seria a dívida da Corus. A situação financeira da CSN melhorou muito desde 2002 devido ao estado favorável do mercado mundial; caso a Corus não represente o melhor negócio para CSN, há outras perspectivas, como a associação com Baosteel da China, com quem poderia formar uma Joint Venture para construir e operar uma das duas novas usinas de placas que CSN está planejando.
(Metal Bulletin, 01/12/06, PanoramaBrasil, DCI, 01/12/2006) |
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| Siderúrgicas |
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Brasil: Acidente ocorrido na manhã desta quinta-feira na obra do alto forno 3 da Companhia Siderúrgica de Tubarão (CST), na cidade de Serra (ES) fez uma vitima fatal e 5 feridos. Um silo carregado com 100 t de minério de ferro, que operava em fase de testes, desabou sobre os operários, que são terceiros contratados pela empreiteira Metso Minerals, responsável pela obra na CST. As causas do desabamento ainda estão sendo apuradas pelo departamento de engenharia da empresa. Segundo a CST, os feridos foram levados para o Hospital Metropolitano e Vitória Apart Hospital, ambos em Serra, e não correm risco de vida. A empreiteira Metso Minerals divulgou em comunicado que está prestando toda a assistência necessária às vítimas e aos familiares dos operários.
(Infomet, 01/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Alemanha: Salzgitter anunciou que está em vias de realizar uma aquisição de "tamanho médio". As especulações sobre a empresa- alvo indicam Dillinger Hütte e Saarstahl. Salzgitter anunciou tempos atrás que estava interessada em ambas as empresas, mas não tinha apresentado nenhuma oferta na oportunidade. Segundo o CEO da Salzgitter, H. Fuhrmann, o processo de due diligence está concluído, e uma oferta final está sendo preparada. Outra possibilidade é que Salzgitter oferte pela Thüringer Stahlwerke, que está atualmente à venda pela Arcelor Mittal. Salzgitter está atualmente com o caixa reforçado, com projeção de lucro antes de impostos de EUR 1,7 bilhão (incluindo o resultado da venda da sua participação na Vallourec).
(Metal Bulletin, 01/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: A Baosteel, maior siderúrgica da China, pedirá à japonesa Nippon Steel e à sul-coreana Posco para participarem de seu capital, afirmou a presidente da empresa chinesa nesta quinta-feira. A Baosteel, 5º maior produtora de aço do mundo após a fusão das duas maiores siderúrgicas Mittal e Arcelor, fará a solicitação aos 2 grupos, se resolver listar seus papéis em Bolsa no exterior, afirmou o Nihon Keizai. Se pudermos ir a púbico em mercado estrangeiro, então, acho que poderá haver compartilhamento de participações com a Nippon Steel e a Posco, afirmou a presidente da Baosteel Xie Qihua. A Nippon Steel e Posco afirmaram que não receberam nenhuma proposta oficial.
(Reuters, Jornal do Commercio, 01/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Colômbia: A Gerdau e o grupo siderúrgico europeu Arcelor-Mittal, pediram aprovação à autoridade antitruste da Colômbia para uma possível aquisição da Acerías Paz del Río, a segunda maior siderúrgica do país, sinalizando que participarão do leilão da empresa, em 2007.
(WSJAmericas, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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Reino Unido: Alta demanda de sucata por usinas da Turquia está provocando aumento dos preços do insumo. Embarques recentes desde a costa leste dos EUA (sucata pesada, e fragmentada) foram negociados a US$ 277,50/t cfr Turquia, ou US$ 4/t a mais do que na semana passada. Segundo analistas, o preço da sucata aumentará na semana que vem para US$ 285/t cfr Turquia. As usinas desse país aguardaram até a última hora para colocar seus pedidos, e talvez encontrem dificuldades de fornecimento para dezembro.
(Metal Bulletin, 01/12/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: Acordo pode estimular venda de carros ao México. A indústria brasileira acredita que o acordo de livre comércio de carros a partir de 2007, assinado ontem pelos governos do Brasil e do México deve atrair novos investimentos para o País. O acerto deve servir de estímulo para as negociações com a África do Sul, que serão retomadas hoje, e a UE. O Brasil já tem livre comércio com o Chile, que não abriga montadoras. Pelo programa, a partir de 2007 não haverá cotas para exportação de carros para o México. Hoje, o limite é de 210.000 veículos por ano, volume que o Brasil está próximo de atingir.
(Cleide Silva, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Automotivas |
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Brasil: Um dia depois de conseguir um acordo com o México que garantiu às montadoras o livre comércio de automóveis a partir de janeiro de 2007, o Brasil começa a negociar um entendimento com a Argentina. As discussões não serão tão fáceis. A indústria automobilística pretende convencer os argentinos a aceitar a manutenção de um redutor de 40% na alíquota de importação das peças compradas pelo Brasil em países fora do Mercosul. Já os fabricantes de autopeças instalados no Brasil têm outra proposta, que reduziria a concorrência das peças importadas de países fora do Mercosul. Eles propõem a importação livre de impostos somente para componentes sem similar no bloco. Negociadores brasileiros e argentinos se reúnem hoje no Rio de Janeiro. O secretário do Desenvolvimento da Produção do Mdic, Antonio Sérgio Martins Mello, disse que é necessário eliminar a assimetria na importação de autopeças que existe entre Brasil e Argentina. Ele ressalta que é preciso encontrar uma solução que atenda os 2 lados, porque o Brasil não pode cobrar tarifa para peças que não produz.
(Gazeta Mercantil - Valor Econômico, 01/12/06) |
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| Automotivas |
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Alemanha: A DaimlerChrysler, maior fabricante de caminhões do mundo, comprará 24% do capital da empresa chinesa Beigi Foton Motor para se expandir no mercado automotivo que mais cresce no mundo, no momento em que a demanda por veículos comerciais se desacelera nos EUA e na Europa. A montadora alemã pagará US$ 104 milhões por 297 milhões de ações novas, passando a ser o 2º maior acionista, informou ontem a Foton, com sede em Pequim. As ações da Foton, maior fabricante de caminhonetes da China, alcançaram seu maior nível em 20 meses após o anúncio.
(Bloomberg News, Gazeta Mercantil, 01/12/06) |
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| Automotivas |
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China: A China planeja utilizar biodiesel em veículos a partir do próximo ano. O país, 2º maior importador de petróleo do mundo, planeja começar a utilizar biodiesel para o abastecimento de veículos em 2007, numa tentativa de diminuir a dependência do combustível fóssil. Entretanto, autoridades da indústria disseram que a maior preocupação é conseguir matéria-prima suficiente para produzir biodiesel, já que a China já enfrenta uma escassez de óleos vegetais, importando todos os anos grandes quantidades de soja, óleo de soja e óleo de palma. Zhang Yongguang, diretor do Research Institute of Petroleum Processing, da China Petroleum and Chemical Corp. (Sinopec), declarou que muitos investidores estrangeiros e privados já estão construindo unidades produtoras de biodiesel na China. Elas irão elevar a capacidade anual em até 3 Mt, em comparação aos atuais 100.000 t, disse ele. Provavelmente o governo não abrirá completamente o mercado de biodiesel para investidores privados, especialmente num momento em que a indústria precisa de grandes subsídios. A restrição também deve ajudar a evitar uma competição acirrada por matéria-prima.
(Gazeta Mercantil - Reuters, 01/12/06) |
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| Automotivas |
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China: Até 2012 a Toyota pretende alcançar o 1o lugar entre as montadoras na China em termos de vendas. Durante os 9 primeiros meses de 2006, a montadora vendeu 193.357 automóveis no mercado chinês. Estes números estão bem distantes daqueles apresentados pela Volkswagen (496.698 unidades), a 1a do ranking em igual período. Entretanto, segundo previsões, as vendas da Toyota no País alcançarão 800.000 unidades em 2012, para um mercado estimado em 7,6 milhões de unidades.
(CCFA, 30/11/06) |
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| Automotivas |
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EUA: A Delphi registrou prejuízo líquido de US$ 54 milhões em outubro de 2006. No mês anterior, a sistemista havia registrado prejuízo líquido de US$ 673 milhões. As operações externas da Delphi (que não estão em processo de concordata) lucraram US$ 96 milhões em outubro e US$ 28 milhões em setembro. A empresa pretende deslocar a maior parte das suas atividades industriais para o exterior antes de sair da concordata, fechando 8 das suas 29 plantas nos EUA reduzindo seu quadro de funcionários de 34.000 para pouco menos de 10.000. Estima-se que a empresa tenha vendido US$ 22,59 bilhões em peças automotivas em 2005.
(David Barkholz, Automotive News, 30/11/06) |
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| Automotivas |
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EUA: Ford anunciou que 38.000 trabalhadores sindicados no UAW aceitaram este ano o plano de demissão voluntária. As demissões serão processadas até setembro de 2007. A montadora prevê também eliminar 14.000 postos administrativos no 1o trimestre de 2007. O número de demissionários é maior do que a Ford previu, de modo que a redução de custos do plano de reestruturação poderá ser acelerada. Uma das prioridades da empresa neste momento é a de ajustar a capacidade de produção à demanda, reduzir os custos de produção e melhorar a eficiência. Ford prevê ainda que o custo das demissões e os prejuízos das operações devem consumir ainda US$ 17 bilhões entre 2007 e 2009.
(CCFA, Comitê des Constructeurs Français d’ Automobiles, 01/12/06) |
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| Automotivas |
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Itália: A Participação da Fiat no mercado automotivo italiano deverá exceder os 30% em novembro, garantiu Sergio Marchionne, CEO da montadora. Ele também afirmou que novembro deverá ser o 1o mês desde maio a mostrar uma retomada nas vendas de carros novos, na comparação com igual mês de 2005. A empresa tinha como meta para 2006 participação de mercado de 30% e atingiu seus objetivos durante todos os meses.
(Automotive News – Reuters, 30/11/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: O resultado do PIB de julho, agosto e setembro de 0,5% quando comparado com o trimestre anterior, demonstra que o crescimento da renda brasileira continua medíocre quando comparado com de outros países emergentes. Deixando de lado a China, os números são: Índia crescendo, neste ano, a 8,9%; Indonésia, a 5,5%; Cingapura, a 7,2%; Argentina, a 7,9%; Colômbia, a 6,0%; Rússia, a 7,4%; e Turquia, a 7,5%. A principal surpresa nas Contas Nacionais está no investimento, item que os técnicos chamam de Formação Bruta de Capital Fixo. Quando comparada ao 3º trimestre do ano passado, aumentou 6,3%. Isso mostra que o País voltou a investir. Em princípio, investimento hoje é produção amanhã, esse avanço sugere que o setor produtivo está se preparando para um aumento das encomendas.
(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 30/11/06: Dólar fechou em queda de 0,23% a R$ 2,166. O Ibovespa em queda de 0,09% aos 41.931 pontos. O Risco país subiu 0,90 aos 223 pontos. O Global 40 subiu 0,32% aos 132,90% do valor de face. O A-Bond subiu 0,17% aos 111,43 pontos. O Euro subiu 0,77% a R$ 2,872.
(Jornal do Commercio, 01/12/06; Valor online, 30/11,06; CMA, Folha de S. Paulo, 30/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Para analistas, 2007 repetirá 2006. Ao contrário do governo, que espera por um crescimento de 5%, consultores não vêem espaço para mais de 3,3%. As perspectivas para o desempenho do PIB em 2007 não diferem muito do resultado esperado para este ano, na avaliação de algumas das principais empresas de consultoria do País. Para Celso Fonseca, economista-chefe da MCM Consultores, um crescimento de 4% ou 4,5%, só com medidas que estimulem a demanda agregada, como o afrouxamento da política monetária, mas isso não seria sustentável. Ele aposta numa taxa de 3,3% para 2007.
(Marcelo Rehder, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Investimento cresce em ritmo forte. Desempenho foi positivo no 3.º trimestre; previsão para o ano é de expansão de 6% a 6,5%, atingindo 20,9% do PIB. Na comparação dessazonalizada com o trimestre anterior, a formação bruta de capital fixo (FPCF) cresceu 2,5%, mais que as projeções em torno de 1,8% de instituições como o Itaú e o Modal Asset Management. Em relação ao 3º trimestre de 2005, os investimentos expandiram-se em 6,3%, e no acumulado do ano, cresceram 6%. Em 2005, de janeiro a setembro, os investimentos cresciam a apenas 1,2%. Para Aurélio Bicalho, economista do Itaú, o número de investimento é um sinal positivo, já que ele está crescendo num ritmo bem acima do PIB, o que contribui para que a economia nos próximos trimestres possa crescer num ritmo maior sem gerar pressão de preços.
(Fernando Dantas, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Importações aceleram e já afetam a produção. A economia brasileira consolidou no 3º trimestre uma tendência que vinha se desenhando desde o início do ano. As importações estão crescendo bem mais que as exportações. As importações de bens e serviços cresceram 20% no 3º trimestre, na comparação com igual período de 2005, enquanto as exportações tiveram expansão de 7,5%. No acumulado do ano, as importações estão crescendo 16,1% e as exportações, 5,3%. No ano passado, as posições eram invertidas: as exportações cresciam 12,9% e as importações, 11,4%. Nos 12 meses até setembro, as importações cresceram 13,2%, comparado com 6% das exportações.
(Fernando Dantas, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Crédito dá mais fôlego à construção civil. A construção civil cresceu 5,5% no 3º trimestre e contribuiu decisivamente para a expansão de 3% da indústria no período. De acordo com o IBGE, o aumento deveu-se ao avanço dos financiamentos na área de habitação, houve um aumento nominal de 25% nos recursos voltados para financiamento de habitação neste 3º trimestre ano, ante igual período de 2005. O bom desempenho da construção também se deve à queda da taxa básica de juros.
(O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Café e cana põem agropecuária em rota de expansão. Mas projeção da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) indica que o resultado no ano deve recuar R$ 2,86 bilhões em relação a 2005. De acordo com o IBGE, o crescimento da agropecuária acima dos demais setores no PIB do 3º trimestre está diretamente relacionado ao bom desempenho da safra de café, colhida nesta época do ano. Os dados do PIB do 3º trimestre mostram crescimento de 1,1% na agropecuária ante o segundo trimestre e de 7,8% ante igual trimestre do ano passado. O desempenho da safra de café sempre influencia muito o PIB agropecuário no 3º trimestre e a produção dessa cultura cresceu 22% na safra 2006 ante a safra anterior. Além disso, a cana-de-açúcar, que tem 50% da safra colhida no 3º trimestre, também está elevando a produção, em 8%, na safra 2006.
(Jacqueline Farid, Fabíola Salvador, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Econômicas |
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Índia: O PIB da Índia teve um crescimento de 9,2% no terceiro trimestre deste ano, impulsionado pela produção manufatureira. O índice supera o registrado no trimestre imediatamente anterior, 8,9%. A expectativa dos economistas agora é de que o crescimento no atual ano fiscal (que se encerrará em março de 2007) fique em torno de 8,4%, contra os 7,8% anteriores. Seria, então, o 4º ano fiscal consecutivo em que a economia indiana cresce acima de 8%.
(Vinicius Albuquwerque, Folha Online, 30/11/0) |
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| Econômicas |
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Mercosul: A UE está interessada em concluir a negociação de um acordo comercial com o Mercosul, e o bloco sul-americano deveria aproveitar a oportunidade. Para retomar a discussão, os sócios do Mercosul terão de vencer suas diferenças e formular uma nova proposta para o setor de serviços e para o comércio de bens industriais. Segundo o vice-diretor de Comércio da UE, Karl Falkenberg, os europeus poderão oferecer maiores concessões na área do agronegócio. Chile e México já têm acordos de livre-comércio com os europeus e com os EUA. Os sócios do Mercosul não têm nenhum acordo semelhante com as economias mais desenvolvidas. O sucesso da negociação, dependerá em parte das concessões européias para o comércio agrícola, mas dependerá também da atuação mais audaciosa e realista de argentinos e brasileiros. Se isso não acontecer, restará ao Mercosul contentar-se com a ampliação das parcerias Sul-Sul.
(O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Econômicas |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: No lançamento do livro Populações Indígenas no Brasil, o índio guarani Timóteo Verá Popyguá, para certo espanto da platéia, lembrou que todos os 150.000 hectares do Município de São Paulo "eram território indígena" e que hoje seu povo tem apenas 17 milésimos dessa área, exatamente 26 hectares. No Brasil, os índios, que ocupavam todo o território, têm hoje 12,74% dele, diz o livro. As Culturas indígenas deveriam ter seu papel destacado e reconhecido como o formato cultural mais eficiente na conservação da biodiversidade. Os gastos federais com demarcação de suas terras só têm decaído, de R$ 67,1 milhões em 2001 para R$ 42 milhões em 2006. A conservação da biodiversidade deveria estar no centro de uma estratégia brasileira para os novos tempos. Se esse é o fator escasso no mundo hoje (recursos e serviços naturais), e se o Brasil os tem em relativa abundância, deveria dar prioridade absoluta à sua conservação. Nesse quadro, portanto, os índios e suas áreas são decisivos.
(Washington Novaes, O Estado de S. Paulo, 01/12/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Reino Unido: Os contratos futuros de metais básicos subiram na London Metals Exchange (LME), impulsionados pela desvalorização do dólar. Os contratos de chumbo para 3 meses chegaram a US$ 1.660/t, em alta de US$ 50/t. Os de níquel para 3 meses subiram US$ 1.295/t e fecharam a US$ 33.945/t. Já os contratos de cobre para 3 meses registraram um ganho de US$ 170/t e fecharam a US$ 7.080/t. Os contratos de zinco fecharam a US$ 4.373/t, em alta de US$ 93/t.
(Agência Estado, DCI, 01/12/06) |
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| Outras Empresas |
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