| Noticiário Resumido elaborado pela DAVINCI Engenharia para a ABM. |
de: 01/11/2006 |
| Siderúrgicas |
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China: As exportações de aço da China, que cresceram 81% entre janeiro e setembro, despertam receios em países concorrentes, como os EUA, informou hoje o jornal China Daily. Durante os 9 primeiros meses do ano, a China exportou 28,59 Mt de produtos siderúrgicos, segundo a Associação de Ferro e Aço da China (CISA). A forte demanda mundial foi um dos fatores aceleradores. Outro dado importante é que os preços no mercado internacional são muito mais elevados que os chineses, com diferenças de até US$ 150/t. De qualquer forma, o rápido crescimento das exportações para a UE, EUA e a Coréia do Sul desperta o alerta de seus concorrentes. A China é desde 1996 o maior produtor mundial de aço, além de ser o principal consumidor. Em contraste com o espetacular aumento de suas exportações, suas importações caíram para 14,14 Mt entre janeiro e setembro, 29,3% a menos que no mesmo período de 2005.
(Infomet, 01/11/06) |
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| Siderúrgicas |
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China: A Tangshan Jianlong, uma das 5 unidades siderúrgicas pertencentes a Jianlong Iron & Steel Group, está entregando à produção um laminador a frio de 500.000 t/ano, que consumiu investimento de US$ 61 milhões, e onde serão produzidas tiras com mais de 900 mm de largura para a indústria automotiva, eletrodomésticos e de galvanizados. A Tangshan Jianlong está localizada no norte da China, na província de Heibei, e sua capacidade de produção é de 1,7 Mt/ano. A Jianlong Iron & Steel Group, holding do grupo, de capital privado, com sede em Pequim, também possui plantas nas províncias de Zhejiang, Heilongjiang e Jilin. O grupo produziu 5 Mt de aço bruto em 2005.
(Metal Bulletin, 01/11/06) |
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| Siderúrgicas |
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EUA: Os lucros da U.S. Steel, a maior siderúrgica dos EUA, mais do que quadruplicaram no 3º trimestre, devido a alta na demanda. O lucro líquido subiu para US$ 417 milhões, contra os US$ 93 milhões do mesmo período do ano passado. No 4º trimestre, o total dos resultados operacionais deverá cair em relação ao 3º trimestre, refletindo principalmente a queda da lucratividade do segmento de aços planos, disse John Surma, principal executivo da U.S. Steel.
(Valor Econômico, 01/11/06) |
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| Siderúrgicas |
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Europa: O aumento dos estoques no 1º semestre fizeram com que a Arcelor Mittal anunciasse, ontem, o corte temporário de sua produção de produtos planos de aços ao carbono na Europa. Em comunicado, a empresa disse que pretende adiar em duas semanas a volta à atividade de um alto-forno localizado em Dunquerque (França). Haverá também a suspensão do funcionamento de um alto-forno localizado em Aviles (Espanha), durante o 1º trimestre de 2007. Em agosto, a empresa tinha aumentado em 27% o volume produzido (em relação a 2005).
(Bloomberg, DCI, 01/11/06) |
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| Siderúrgicas |
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| Automotivas |
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Brasil: A Peugeot Citroën planeja crescer no Brasil 10% em 2007. No País as vendas foram de 73.800 unidades até setembro (+25,1% ano a ano). Pierre-Michel Fauconnier, diretor-geral no Brasil, espera que as vendas até o fim deste ano, fiquem próximas de 100.000 unidades. Na Argentina as vendas da montadora foram de 47.500 unidades (+20,6% ano a ano). Já na América Latina o crescimento foi de 17,3% ano a ano, com vendas de 155.000 unidades. O grupo PSA Peugeot Citroën reduziu o faturamento consolidado nos primeiros 9 meses deste ano, para EUR 41,631 bilhões (-0,3% ano a ano).
(Carcon, 31/10/06) |
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| Automotivas |
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China: Fiat investirá EUR 500 milhões no país até 2010 com o objetivo de elevar suas vendas no mercado para 300.000 unidades, contra 30.000 unidades em 2005. Segundo a imprensa local, a Fiat está negociando com a montadora Chery sobre uma possível aliança, que permitiria à montadora chinesa produzir veículos com a tecnologia da Fiat.
(CCFA, 31/10/06) |
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| Automotivas |
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EUA: A Ford prevê reduzir em até 12% a produção de veículos na América do Norte no 1º semestre de 2007, com base em igual período de 2006. Entretanto, a produção da montadora deverá aumentar em até 10% no 2º semestre do próximo ano, confirmou Oscar Suris, porta-voz da montadora.
(CCFA, 31/10/06) |
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| Automotivas |
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EUA: Vendas de outubro de 2006 podem ter sido melhores que as do ano passado, mas não foram suficientes para que Detroit se desfizesse dos modelos 2006 em estoque. O grupo Chrysler é quem apresenta maiores problemas: encerrou setembro com 533.220 de veículos não vendidos, ou 82 dias de fornecimento nos pátios de suas revendas. Este é o nível mais alto da indústria automotiva, acima da GM (76 dias) e Ford (74 dias). Segundo projeções do mercado, as vendas gerais podem alcançar uma taxa anualizada de16,4 milhões de unidades, acima dos 14,8 milhões no ano anterior.
(Automotive News – Reuters, 31/10/06) |
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| Automotivas |
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Mundo: Montadoras investem massivamente em P&D. Ford ocupa o 1º lugar entre as 50 empresas mundiais que mais investiram em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em 2005/2006. A montadora aumentou em 8% seus investimentos em P&D, para US$ 8 bilhões. GM ficou na 3ª posição, seguida pela DaimlerChrysler na 4ª posição. Os dados divulgados pelo ministério britânico do Comércio e Indústria mostram que as 1.250 maiores empresas mundiais aumentaram seus investimentos em P&D em 7%.
(CCFA, 30/10/06) |
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| Automotivas |
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| Econômicas |
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Brasil: Projeção do PIB deste ano cai. A taxa de juros básica foi revista de 13,75% para 13,50%. Para 2007, a redução foi de 13% para 12,25%. O governo reduziu de 4% para 3,7% a projeção para o crescimento da economia neste ano. Para o ano que vem, foi mantida a projeção de expansão do PIB em 4,75%. Na taxa de câmbio, a projeção para este ano recuou de R$ 2,18/US$ para R$ 2,17, e para 2007, de R$ 2,35 para R$ 2,30. Sobre inflação em 2006, a estimativa de IPCA passou de 3,27% para 2,77%. Em 2007, a expectativa permaneceu em 4,5%. A nova previsão consta da revisão dos parâmetros econômicos para o Orçamento de 2007, enviada ontem pela Casa Civil ao Congresso.
(Fábio Graner, Nélia Marquez, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Dia 31/10/06: Dólar fechou com queda de 0,32% a R$ 2,143. O Ibovespa em alta de 0,93% aos 39.262 pontos. O Risco país subiu 1,36 aos 222 pontos. O Global 40 subiu 0,29% aos 131,72% do valor de face. O A-Bond subiu 0,40% aos 110,75 pontos. O Euro caiu 0,03%, cotado a R$ 2,736.
(Ana Paula Cardoso, Jornal do Commercio, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Bolsa rende 7,7% em outubro e lidera aplicações. Depois de 8 meses, a Bovespa recuperou a liderança do ranking das melhores rentabilidades. Em outubro, a bolsa paulista acumulou ganho de 7,72%, deixando para trás investimentos que se destacaram nos últimos meses, como o ouro e a renda fixa. O mercado acionário também ocupa a 1ª colocação no ano, com rentabilidade de 17,36%. O 2º lugar do ranking de investimentos ficou com o ouro, cujo ganho foi de 1,69% em outubro (9,33% no ano). Em seguida, aparecem os fundos de renda fixa, com remuneração de 1,24% (12,91% no ano).
(O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Confiança da indústria diminui no mês das vendas para o Natal. Índice lançado pela FGV, que mede a expectativa de produção, foi menor que o de setembro. Isso sinaliza que o ritmo de atividade está morno e não há grandes expectativas de produção e vendas para este fim de ano, pois Outubro é o maior período de produção e vendas para a indústria. O Índice de Confiança da Indústria (ICI), lançado ontem pela FGV a partir dos dados da Sondagem da Indústria de Transformação, que a partir de agora será mensal, atingiu no mês passado 107,6 pontos, com recuo de 2,2% na comparação com setembro.
(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Ritmo da indústria paulista tem queda. Menos dias úteis em setembro ante agosto e importações da China influíram no recuo. Depois de uma inesperada alta de 0,9% em agosto, o Indicador do Nível de Atividade (INA) da indústria paulista, calculado pela Fiesp e pelo Ciesp, voltou a cair em setembro, 0,6% sobre agosto, com ajuste sazonal, e 2,3% sem ajuste. O diretor do Departamento de Pesquisas Econômicas da Fiesp, Paulo Francini, disse que o dado de agosto mostra a continuidade de uma marcha já prevista para a indústria, que é de fechar o ano com incremento de 3% a 3,2% ante 2005. No ano passado, o crescimento da atividade industrial paulista foi de 3,7% ante 2004. E em 12 meses até setembro o indicador registra alta de 2,9%.
(Paula Puliti, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Conforme constatação do coordenador do Núcleo de Bancos de Dados Especiais da FGV, Aloisio Campelo, é possível a economia crescer 5% no ano que vem, sem crises ou pressões inflacionárias, se as empresas decidirem investir. Segundo o economista, para sustentar esse ritmo de crescimento para os anos seguintes, além do investimento privado, o governo terá de cortar gastos, fazer a reforma tributária, dar mais poder às agência regulatórias e investir em infra-estrutura. De outra forma não será possível aumentar o nível de investimento, de 20% do PIB para 23%, e atingir um círculo virtuoso, com crescimento de 5%.
(Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Carga tributária maior financiou Previdência. Segundo relatório divulgado ontem por Alexandre Schwartsman, economista-chefe do Banco ABN Amro na AL, o crescimento da carga tributária do início de 1991 até 2005 foi quase todo usado para financiar o aumento das despesas não-financeiras do setor público, e não para pagar os juros da dívida pública. O economista calculou que a expansão dos gastos não-financeiros entre 1994 e 2005 usou 60% do aumento do PIB no mesmo período, reduzindo os recursos disponíveis para investimentos e limitando o crescimento potencial da economia. De acordo com o estudo, o fator responsável pela maior parte do crescimento das despesas não-financeiras foi a expansão dos gastos com a Previdência.
(Fernando Dantas, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Brasil: Com o acordo na OMC paralisado, o Brasil articula o lançamento em 2007 de negociações para um entendimento comercial entre cerca de 40 países emergentes, entre eles África do Sul, Indonésia, Índia, Argentina e Egito. O projeto do governo é conseguir que essas economias reduzam entre 20% e 30% suas tarifas de importação para os produtos de outros países emergentes. A China, economia que mais cresce entre os emergentes, avisou que não vai participar do projeto liderado pelo Brasil. Já a Índia ainda se mostra relutante em aceitar a iniciativa. O projeto, por enquanto, está demonstrando que, assim como os governos desenvolvidos e os menos desenvolvidos não conseguem entrar em um acordo na OMC, os países em desenvolvimento também sofrem para chegar a um entendimento.
(Jornal do Commercio, 01/11/2006) |
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| Econômicas |
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Brasil: Desde 1999 ficou estabelecido que o governo federal separaria uma parcela da arrecadação (o superávit primário) com o objetivo de reduzir a dívida pública. Trata-se de uma parcela correspondente a 4,25% do PIB, algo que neste ano deverá chegar perto de R$ 90 bilhões ou 11% das receitas do setor público. Embora o setor público já não gaste tudo o que arrecada e isso venha contribuindo para a melhora das contas públicas apenas a formação desse superávit não vem sendo suficiente para dar cobertura a essas contas. Um número cada vez maior de economistas está propondo a adoção da meta de déficit nominal zero, ou seja, eliminar o crescimento da dívida causado pelas despesas com juros. Com as contas públicas equilibradas, crescerá a confiança no futuro, teremos recursos para investimento e a produção aumentará de maneira sustentada, sem provocar inflação. Enfim, a adoção da meta de déficit nominal zero colaboraria para derrubar os juros mais rapidamente e, nessas condições, teria tudo para ajudar o País a crescer mais depressa.
(Celso Ming, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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América Latina: Remessa de emigrante valoriza moeda e prejudica exportação. Estudo do Banco Mundial destaca efeitos negativos no envio de dólares em massa de latino-americanos. O estudo 'Perto de casa: o impacto das remessas no desenvolvimento da AL indica que o lucro desses fluxos, que passou de US$ 48 bilhões em 2005, foi superestimado, ao não levar em conta alguns custos. Pablo Fajnzylber, autor do relatório junto com Humberto López, chama a atenção para a queda de competitividade de algumas economias por causa da entrada de dólares em massa. Em termos médios, em todos os países se produz uma valorização da taxa de câmbio da moeda local, ao haver muitos dólares disponíveis em circulação', disse Fajnzylber. Segundo ele, isso provoca danos à capacidade de exportação. Mas, o funcionário da instituição reconhece que os fluxos estimulam o crescimento e reduzem a pobreza. Segundo o estudo, para cada 1% de aumento das remessas como porcentagem do PIB, a fração da população que vive na pobreza diminui em 0,4%.
(EFE, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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Canadá: A Alcan, 2ª maior produtora mundial de alumínio, informou que o lucro quintuplicou no 3º trimestre deste ano com a recuperação dos preços do metal. O lucro líquido cresceu para US$ 456 milhões, ante os US$ 81 milhões do mesmo período do ano passado, informou a Alcan. O salto de 33% dos preços do alumínio mais do que compensou a queda do volume do metal comercializado pela empresa. As vendas recuaram cerca de 5% depois que a Alcan fechou sua fundição de Steg, na Suíça, e perdeu produção na Islândia. A empresa está fechando fundições na Europa e EUA, onde os custos são mais elevados, em favor de investimentos em países que oferecem energia elétrica mais barata, como a Islândia. A Alcan vendeu seu alumínio a US$ 2.598/t no 3º trimestre, em comparação com o preço de US$ 1.959/t no 2º semestre.
(Gazeta Mercantil, 01/11/06) |
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| Econômicas |
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| Energia |
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Brasil: Petrobras não aceita negociar reajuste no preço do gás. A empresa mantém a posição de não aceitar reajustes no gás importado da Bolívia, reforçaram ontem o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, e o diretor de Gás e Energia, Ildo Sauer. 'A Petrobras considera que não há necessidade de mexer no preço do contrato de exportação. É um preço que está em linha com o mercado internacional', afirmou Gabrielli. As negociações sobre preços do gás serão retomadas na segunda-feira. No dia 11, vence o 3º prazo estabelecido entre as partes para um consenso. O pedido de revisão de preço, atualmente pouco abaixo de US$ 4/MBTU, foi feito pela estatal boliviana YPFB.
(Nicola Pamplona, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Energia |
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Bolívia: País prepara nova ação contra o Brasil, agora no setor petroquímico. Acordo entre a PDVSA e a YPFB para industrialização do gás inviabiliza projeto da Petrobras e da Braskem. A iniciativa pode dificultar o plano da Petroquisa, subsidiária da Petrobras no setor petroquímico, e da Braskem, do Grupo Odebrecht, de construir uma unidade de polietileno na fronteira entre os 2 países, em Corumbá (MS). Fonte diplomática diz que esse assunto é, potencialmente, o maior conflito entre Brasil e Bolívia.
(Agnaldo Brito, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Energia |
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Bolívia: Evo preparou tropas para tomar refinarias. Áreas seriam ocupadas caso a Petrobras se recusasse a assinar contratos. O presidente boliviano, Evo Morales, admitiu ontem, em La Paz, que preparou tropas para invadir os megacampos de petróleo e gás da Petrobras caso a empresa não aceitasse os termos da nacionalização dos hidrocarbonetos.
(O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Energia |
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Bolívia: Nacionalização da mineração é adiada. A nacionalização do setor de mineração na Bolívia, anunciada para hoje, foi adiada para o ano que vem porque o governo Evo Morales decidiu se concentrar na consolidação dos hidrocarbonetos. 'Este ano, queremos consolidar a nacionalização dos hidrocarbonetos. Temos todo um pacote para mineração, mas não queremos atropelar as coisas, mas ser responsáveis', disse Evo à imprensa estrangeira.
(EFE, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Energia |
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| Logística |
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Brasil: A América Latina Logística (ALL) fechou contrato de R$ 30 milhões com a Renault para transportar autopeças produzidas no Brasil para a fábrica da montadora francesa na Argentina. O serviço será otimizado com transporte já feito para Scania, que importa peças da Argentina para o Brasil. O diretor de logística da ALL, Alexandre Santoro, afirmou que a ALL vai investir R$ 15 milhões na renovação e ampliação de frota.
(Cristina Rios, Gazeta Mercantil, 01/11/06) |
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| Logística |
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| Meio Ambiente |
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Brasil: A siderúrgica Ferro Ligas Piracicaba, instalada em Ribas do Rio Pardo, a 94 km de Campo Grande (MS), foi multada neste último fim de semana em R$ 18.000 pela PMA (Polícia Militar Ambiental). A empresa havia rompido 3 represas na fazenda Cassununga, que fica em uma área de preservação permanente. Os proprietários responderão por crime ambiental e caso sejam condenados, podem pegar de 1 a 3 anos de reclusão.
(Campo Grande News, Infomet, 01/11/06) |
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| Meio Ambiente |
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| Outras Empresas |
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Reino Unido: A alta demanda e os baixos níveis dos estoques ajudaram a empurrar o preço do zinco para nova máxima histórica de US$ 4.300/t , pela 5ª sessão consecutiva na London Metals Exchange (LME). Na LME, os contratos de zinco para 3 meses fecharam a US$ 4.220/t, um aumento de US$ 60/t, com os estoques do metal diminuindo para os menores níveis em uma década. Analistas de metais ouvidos, disseram que o preço do zinco, poderá alcançar US$ 5.000/t até o final do ano. Os contratos de chumbo para 3 meses atingiram nova máxima recorde de US$ 1.630/t, um ganho de US$ 23/t. Os contratos de níquel para 3 meses registraram a máxima de US$ 31.650/t, antes de recuarem para US$ 31.300/t.
(Jornal do Commercio, 01/11/06) |
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| Outras Empresas |
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Brasil: Lucro do Itaú cai 20,8% por causa do BankBoston. O lucro líquido do Banco Itaú atingiu R$ 3 bilhões entre janeiro e setembro, valor 20,8% inferior ao verificado em igual período do ano passado. A queda foi provocada pela amortização integral do ágio na compra do BankBoston, em maio. Sem o fato extraordinário, a instituição lucrou R$ 4,8 bilhões, o que representa um aumento de 25,3% em relação a 2005. Na opinião de analistas, apesar do recuo com a amortização, o resultado ficou dentro das expectativas e está bem distante de ser considerado ruim.
(Renée Pereira, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Outras Empresas |
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China: Geólogos chineses acreditam que a 4ª parte da cordilheira do Himalaia pode conter grandes jazidas de minério de ferro, cuja exploração contribuiria para atenuar a escassez do minério no país, informou hoje o site da agência ChinaNews. Os pesquisadores esperam que a camada de rocha que cobre grande parte dos montes mais altos do mundo contenha o minério, afirmou Bian Qiantao, do Instituto de Geologia e Geofísica da Academia Chinesa de Ciências. As compras de minério de ferro pela siderurgia cresceram a um ritmo de 30% ao ano entre 2000 e 2005. A grande demanda elevou os preços internacionais do minério, com altas de 71,5% em 2005 e 19% em 2006. Agora, o país tenta descobrir novas jazidas que evitem uma dependência excessiva das importações.
(Infomet, 01/11/06) |
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| Outras Empresas |
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| Tecnologia da Informação |
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EUA: Google compra a JotSpot, que ajudou a desenvolver a Wikipedia, e soma cerca de 20 aquisições em 2 anos. A JotSpot, desenvolve ferramentas conhecidas como 'wiki', que permitem aos usuários da internet modificar o conteúdo de alguns sites, além de uma série de serviços, como planilhas de cálculo e editores de texto oferecidos pela internet. A compra, portanto, pode ajudar o Google em sua disputa para conquistar usuários do pacote de aplicativos Office, da Microsoft.
(AP, O Estado de S. Paulo, 01/11/06) |
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| Tecnologia da Informação |
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