|
||||||||||||
![]() |
||||||||||||
|
||||||||||||
|
DATA
09 a 13 de agosto de 2010 LOCAL LibertyPalace Hotel Rua Paraíba, 1465 Belo Horizonte – MG Te.: 031 2121.0900 HORÁRIO 08h ÀS 17h CARGA HORÁRIA 32 horas/aula REALIZAÇÃO Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração – ABM ORGANIZAÇÃO Educação Continuada – ABM COORDENAÇÃO/DOCÊNCIA Prof. Dr. Cyro Takano Engenheiro Metalurgista, Mestre em Eng. Produção, Doutor (Tese em sinterização) e Livre-Docente (Aglomeração a frio). Professor Associado do Depto. Eng. Metalúrgica e de Materiais da Escola Politécnica da USP DOCÊNCIA Washington Luiz Mafra Engenheiro Metalurgista, MSc Metalurgia Extrativa, CQE/ASQ, MBA Marketing, Gerência de Pesquisa e Desenvolvimento de Ferrosos/GAFEP, Companhia Vale do Rio Doce – CVRD Edson Luiz Massonori Harano Engenheiro de Minas, Especialização em Engenharia Ambiental. Especialista Sênior em Processos da Área de Gusa da ArcelorMittal Tubarão Kioshi Márcio Kaneko Engenheiro Geólogo, MSc em Caracterização de Minério de Ferro. Engenheiro Master em Planejamento de minérios para usinas de pelotizações da VALE, Gerência de Planejamento e Performance Operacional/GACOP/VALE. DIVISÃO TÉCNICA Redução de Matérias-Primas Siderúrgicas PÚBLICO-ALVO Técnicos e engenheiros que atuam nas áreas de sinterização e pelotização, de mineração, de redução de minérios de ferro, de redução de minérios de metais não ferrosos e de reciclagem/recuperação/reaproveitamento de resíduos sólidos. OBJETIVO Para aqueles que atuam na área de mineração é importante conhecer quais são os requisitos e os potenciais para utilização de finos de minérios, e como agregar valores por aglomerações permitindo a sua utilização em processos de redução. Aos que atuam na área de redução de minérios é essencial os conhecimentos na área de aglomeração para analisar não só o processo em sí como também as consequências nos processos subsequentes de redução e refino. Assim os objetivos deste curso são de reciclar e atualizar os conhecimentos para os técnicos e engenheiros que atuam nas áreas: de aglomeração de minérios; mineração; e de redução. PROGRAMA 1.Introdução Panorama geral da Siderurgia mundial, Visão geral dos processos siderúrgicos, Matérias primas siderúrgicas, Processos de preparação de matérias primas Processos de aglomeração, suas principais características e suas consequências no processo de redução. • Descrição geral do processo de sinterização. Mecanismos de sinterização. Reações de sinterização. Permeabilidade da carga. • Descrição geral do processo de pelotização. Mecanismos de aglomeração a frio. Cinética de pelotização. Teoria de endurecimento de pelotas. Mecanismos de sinterização (endurecimento ou queima) de pelotas: oxidação, recristalização, formação da fase líquida. 2. Pelotização de cura a frio • Pelotas auto-redutoras. As variáveis do processo • Os fundamentos de cura a frio. Os aglomerantes 3. Geometalurgia • Conceituação e importância da Geometalurgia. • Principais províncias ferríferas no Brasil (Carajás, Quadrilátero Ferrífero etc.). • Conceitos básicos da geologia do Minério de Ferro (itabirito, hematita etc.). • Gênese / Origem dos diferentes tipos de minérios de ferro. Tectônico / hidrotermal / metamórfico/Supergênico/Magmático • Composição mineralogia e aspectos microestruturais do minério de ferro. • Hematita e suas variáveis morfológicas; Goethita;Magnetita • Produtos gerados do minério de ferro. Granulado (NPO); Sinter Feed (SF); Pellet Feed (PF) • Metodologias de caracterização do minério de ferro (run of mine, sinter feed e pellet feed). Microscópio eletrônico de varredura – MEV; Microscopia ótica; Lupa; BET; Análise química; Análise granulométrica (peneira e malvern) • Principais características físicas, químicas, mineralógicas, microestruturais etc do minério de ferro (run of mine, sinter feed e pellet feed). Impactos das características do minério de ferro (run of mine, sinter feed e pellet feed) nos processos de aglomeração e aglomerados. • Geometalurgia – Estudo de caso real. 4. Sinterização de minérios • Papel da Sinterização numa usina siderúrgica: Balanço de massa da área de gusa e maximização do consumo de co-produtos de outras unidades. • Análise operacional do processo de sinterização: Equipamentos principais e auxiliares. As principais variáveis operacionais. As matérias primas (sínter feed, coque, fundentes etc) e suas qualidades químicas, físicas e mineralógicas. Pátio, mistura, pré-aglomeração (micropelotização) e do modo de carregamento. Outros fatores que influenciam na produtividade. Controles do processo. • Necessidades térmicas. Balanço termico. • Qualidade de sínter: tipos, especificações, ensaios/testes. • Controle ambiental • Novas tecnologias de processo aplicada a sinterização • Exercicios 5. Pelotização convencional • Análise operacional do processo de pelotização: Equipamentos principais e auxiliiares. As principais variáveis • operacionais. As matérias primas (pellet feed, coque, aglomerantes, fundentes etc), seus pré-tratamentos e • suas qualidades químicas, físicas e mineralógicas. Dosagem e mistura. Pelotização. Pelotas e suas • propriedades a frio. Processo de queima (sinterização). Fatores que influenciam na produtividade. Controles • do processo. Qualidade das pelotas queimadas: tipos, especificações, ensaios/testes. • Necessidades energéticas e suas fontes. Efeito da adição de coque na pelota. Balanço térmico. • Exercícios 6. Visita Técnica
* Limitado a 02 vagas no curso INCLUÍDO NA TAXA DE INSCRIÇÃO Material didático Coffee-break Certificado de Participação Transporte para Visita Técnica (Gerdau Açominas e Vale) CANCELAMENTO Não haverá cancelamento de inscrição, podendo, no entanto, ser feita substituição por outra pessoa, desde que formalmente comunicado com 72 horas do início do curso. |
||||||||||||
|
||||||||||||
|
||||||||||||