| |
KEYNOTE AND INVITED SPEAKERS |
| |
| Nome completo do palestrante |
Sergio Seijo Kojima
|
Empresa |
Tenaris Confab
|
Departamento |
Engenharia do Produto
|
| Currículo resumido do palestrante |
Técnico em Mecânica, Engenheiro Mecânico, pos graduado em Engenharia de Dutos -
PUC-RJ, Tecnologias Ambientais USP, Projetos Industriais em Engenharia Mecânica -Faculdade Engenharia Maua, com vivência em Desenvolvimento de Produtos e Novos Projetos. Exerce a função de gerente de Engenharia do Produto é gestor da relação técnica com fornecedores de aço, responsável pelo programa de desenvolvimento de novos produtos e processos da Tenaris Confab. |
Título da palestra |
Produtos Tubulares para Aplicação na Indústria do Petróleo e Gás.
|
Resumo da palestra |
|
O setor de tubos é fundamental para a indústria de petróleo. É através de dutos e tubulações que se faz todo o escoamento e se estabelece todo o processo existente relativo à indústria do petróleo. As tubulações são consideradas as artérias da indústria de petróleo. Os grandes desafios da indústria de petróleo e gás é a exploração em ambientes árticos e de águas profundas (acima de 500 m) e ultraprofundas (acima de 1000 m), pois nesses ambientes necessitamos de materiais de elevada resistência mecânica e elevada tenacidade à baixa temperatura. Potenciais materiais para esse cenário de aplicação são os aços de alta resistência e baixa liga "ARBL" do inglês, High Strength low Alloy "HSLA". Esses aços, ARBL, são as matérias primas de tubos que podem ser fabricados via um sistema integrado no caso de tubos sem costura "seamless" ou via um sistema semi-integrado no caso de fabricação de tubos com costura "Welded". Na rota integrada temos como matéria-prima da aciaria, ferro-esponja, que é sólido, proveniente dos processos de redução direta, como por exemplo, Midrex. O ferro-esponja é então utilizado como carga metálica no forno elétrico para produção do aço líquido que recebe a aleação das ligas e acertos finais de composição química em uma estação de refino secundário, como por exemplo, o forno panela. Após o acerto de composição química o aço líquido é então levado ao lingotamento contínuo para solidificação na forma de tarugos. Ao sair da aciaria os tarugos são reaquecidos, por volta de 1300oC, para iniciarem o processo de fabricação de tubos "seamless". Na rota semi-integrada temos como matéria-prima da aciaria, ferro-gusa, que é líquido, proveniente dos altos-fornos. O ferro-gusa após um pré-tratamento é utilizado como carga metálica nos convertedores LD para fabricação do aço líquido. A aleação das ligas acontece no vazamento do aço líquido do LD para a panela, onde o conhecido forno panela, ou outra estação de refino secundário como CAS-OB e RH, são responsáveis pelo acerto final de composição química. Após o refino secundário o aço segue para o lingotamento contínuo de placas. Essas placas são então encaminhadas à linha de laminação de chapas grossas ou a linha de laminação de tiras a quente, onde os produtos finais dessas laminações são chapas ou bobinas de aço, respectivamente. Essas chapas ou bobinas de aço são então vendidas pelas siderúrgicas para os fabricantes de tubos de aço com costura. Os produtos tubulares são padronizados por diferentes normas onde as mais conhecidas nos segmentos de produção e escoamento de petróleo e gás são: API 5L, ISO 3183, DNV OS F101 e DIN 17172 (tubos de condução), API 5CT e ISSO 11960 (tubos de produção). Dessa forma essa palestra tem como objetivo apresentar as principais características metalúrgicas das matérias primas e do processo de fabricação de tubos "seamless" e "welded" bem como as principais aplicações desses produtos.
|
| |
| Nome completo do palestrante |
Marcelo Carlos Fritz
|
Empresa |
Tenaris Confab
|
Departamento |
Engenheiro de Produtos
|
| Currículo resumido do palestrante |
Engenheiro Mecânico. Mestre em Administração de Empresas. |
Título da palestra |
Produtos Tubulares para Aplicação na Indústria do Petróleo e Gás.
|
Resumo da palestra |
|
O setor de tubos é fundamental para a indústria de petróleo. É através de dutos
e tubulações que se faz todo o escoamento e se estabelece todo o processo existente
relativo à indústria do petróleo. As tubulações são consideradas as artérias da
indústria de petróleo. Os grandes desafios da indústria de petróleo e gás é a exploração
em ambientes árticos e de águas profundas (acima de 500 m) e ultraprofundas (acima
de 1000 m), pois nesses ambientes necessitamos de materiais de elevada resistência
mecânica e elevada tenacidade à baixa temperatura. Potenciais materiais para esse
cenário de aplicação são os aços de alta resistência e baixa liga "ARBL" do inglês,
High Strength low Alloy "HSLA". Esses aços, ARBL, são as matérias primas de tubos
que podem ser fabricados via um sistema integrado no caso de tubos sem costura "seamless"
ou via um sistema semi-integrado no caso de fabricação de tubos com costura "Welded".
Na rota integrada temos como matéria-prima da aciaria, ferro-esponja, que é sólido,
proveniente dos processos de redução direta, como por exemplo, Midrex. O ferro-esponja
é então utilizado como carga metálica no forno elétrico para produção do aço líquido
que recebe a aleação das ligas e acertos finais de composição química em uma estação
de refino secundário, como por exemplo, o forno panela. Após o acerto de composição
química o aço líquido é então levado ao lingotamento contínuo para solidificação
na forma de tarugos. Ao sair da aciaria os tarugos são reaquecidos, por volta de
1300oC, para iniciarem o processo de fabricação de tubos "seamless". Na rota semi-integrada
temos como matéria-prima da aciaria, ferro-gusa, que é líquido, proveniente dos
altos-fornos. O ferro-gusa após um pré-tratamento é utilizado como carga metálica
nos convertedores LD para fabricação do aço líquido. A aleação das ligas acontece
no vazamento do aço líquido do LD para a panela, onde o conhecido forno panela,
ou outra estação de refino secundário como CAS-OB e RH, são responsáveis pelo acerto
final de composição química. Após o refino secundário o aço segue para o lingotamento
contínuo de placas. Essas placas são então encaminhadas à linha de laminação de
chapas grossas ou a linha de laminação de tiras a quente, onde os produtos finais
dessas laminações são chapas ou bobinas de aço, respectivamente. Essas chapas ou
bobinas de aço são então vendidas pelas siderúrgicas para os fabricantes de tubos
de aço com costura. Os produtos tubulares são padronizados por diferentes normas
onde as mais conhecidas nos segmentos de produção e escoamento de petróleo e gás
são: API 5L, ISO 3183, DNV OS F101 e DIN 17172 (tubos de condução), API 5CT e ISSO
11960 (tubos de produção). Dessa forma essa palestra tem como objetivo apresentar
as principais características metalúrgicas das matérias primas e do processo de
fabricação de tubos "seamless" e "welded" bem como as principais aplicações desses
produtos.025 |
| |
|
| |
| |
|
|