KEYNOTE AND INVITED SPEAKERS
 
Nome completo do palestrante

David V. Edmonds  

Empresa

Universidade de Leeds 

Departamento

Instituto para Pesquisa de Materiais  

Currículo resumido do palestrante

A carreira de David Edmond em Metalurgia Física abrange 44 anos nas universidades de Birmingham, Cambridge, Oxford e Leeds, onde atualmente é Professor de Metalurgia e Materiais. A princípio trabalhou em estudos de microscópio eletrônico de formação microestrutural e relacionamentos de estrutura/propriedade em aços, mas também em ligas de alumínio, titânio, zircônio, tungstênio e urânio, e teve cerca de 230 publicações técnicas. Tem dois períodos como Chefe do Departamento de Materiais em Leeds, onde leciona principalmente nas áreas de ligas ferrosas e não-ferrosas, metalurgia de processos, deformação e fratura, e transformações de fase.

Título da palestra

Grafitização como Rota Potencial para Usinibilidade Melhorada de Aços Carbono

Resumo da palestra

A troca de cementita por grafite em aço carbono pode ser uma rota alternativa para usinibilidade melhorada, e também resulta em melhor aplicabilidade a frio do que a prática costumeira de adição de elementos como Pb, S, Te, Se e Bi, alguns dos quais prejudicam a forjabilidade a frio e tornam a reciclagem mais difícil. Entretanto, os tempos de enrijecimento necessários para grafitização são geralmente longos demais para processamento industrial de produtos de alto volume. Neste trabalho, o processo de grafitização foi acelerado por fusão de metais com Si e Al, e a evolução microestrutural durante tratamento de grafitização a 680 °C monitorado por microscopia de elétrons de transmissão microanalítica (TEM). Espectroscopia de perda de energia de elétrons (EELS) e microscopia de elétrons de transmissão filtrada de energia (EFTEM) tem sido utilizada para revelar informações sobre o desenvolvimento de nódulos de grafite e sobre a dissolução de acompanhamento na fase de cementite. O processo de grafitização geral no aço experimental foi completado virtualmente dentro de uma escala de tempo de ~2~4 horas, indicando uma aceleração promissora de cinética de grafitização. Foi identificada uma ligação circunstancial entre dissolução de cementite e nucleação de grafite no aço experimental. Cinéticas de grafitização diferentes, e conseqüentemente dispersões de grafite diferentes também foram detectadas entre microestruturas iniciais diferentes, por exemplo, entre bainite e martensite, ao qual é proposto, fornece evidência adicional indireta para a importância da fase de cementita em dissolução no processo de transformação.
 
 
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